Roteiro de viagem no Reino Unido: confira uma sugestão

Que tal investir em um roteiro de viagem no Reino Unido na sua próxima ida à Europa? Nós somos suspeitos para falar, mas esse território é simplesmente mágico. Se Londres já é um destino que predomina nos sonhos de qualquer viajante, imagine só o que aguarda você na Inglaterra e nos demais países que ocupam a ilha da Grã-Bretanha. ?

Se você já conhece um pouquinho da história do Reino Unido, sabe que essa região foi berço de algumas das primeiras civilizações do mundo. Portanto, explorar esse território é como traçar um percurso rumo ao passado, contemplando castelos, muralhas, catedrais, palácios, public houses e diversos monumentos que geralmente só vemos nos filmes.

Some o apelo histórico a paisagens inacreditáveis e ilhas paradisíacas and there you have it: o destino ideal para as próximas férias. ?

Sugestão de roteiro de viagem no Reino Unido

Já se deixou levar pela ideia de uma trip pelo Reino Unido? Então, o próximo passo é montar o itinerário. Se você não sabe muito bem por onde começar e não está muito inteirado sobre a logística entre os países, vamos deixar aqui uma sugestão de roteiro prontinho para cerca de 10 dias. Mas é claro que você pode dar uma adaptada dependendo da duração da viagem.

Inglaterra – Londres e interior

Roteiro de viagem no Reino Unido: confira uma sugestão
Londres não pode faltar no roteiro. Foto: iStock, Getty Images

Bem, impossível planejar uma passeio à Inglaterra sem incluir Londres no roteiro. Desembarque na capital inglesa e reserve, no mínimo, três dias para percorrer seus principais pontos turísticos.

No primeiro dia, visite a região de Westminster, às margens do Tâmisa, e seus principais monumentos: o Big Ben a London EyeAproveite, ainda, para visitar a Trafalgar Square e conhecer a National Gallery e National Portrait Gallery.

No segundo dia, você pode ir até o Palácio de Buckingham conferir a Troca da Guarda, passear em parques como Green Park, St James’s ou Hyde Park, conhecer museus como o Churchill War Rooms e depois visitar a região de South Kensington, onde estão o Royal Albert Hall, Kensington Gardens, os museus de História Natural, de Ciências, o Victoria & Alberte. Sim, para onde quer que você vá, tem muuuuita coisa para fazer.

No seu último dia em Londres, procure incluir no roteiro lugares como a Torre de Londres, a galeria Tate Moderne a feirinha de Portobello, em Notting Hill, ou a incrível Camden Town. Vai ser corrido? Sim, afinal, Londres é uma cidade enorme. E se você tiver mais tempo para explorar o Reino Unido, vale investir no nosso roteiro estendido de 7 dias em Londres . ?

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Depois de iniciar sua viagem na capital, sugerimos que você escolha algum país do interior da Inglaterra e reserve um dia para fazer um bate-volta de Londres: podem ser as cidades universitárias Oxford ou Cambridge, a charmosa Brighton ou mesmo Liverpool, para os fãs dos Beatles.

Escócia

Edimburgo
Edimburgo também entra no itinerário. Foto: iStock, Getty Images

No quarto dia, é hora de dar adeus à Inglaterra e rumar para a Escócia – a Terra dos Castelos. Pegue um voo (1 hora) ou um trem (4h30)  de Londres até Edimburgo, a encantadora capital do país. Por lá, você poderá explorar pontos turísticos incríveis, a exemplo do Castelo de Edimburgo, o Museum of Scotland, a National Gallery e o Royal Museum.

No quinto dia e no sexto dia, nossa sugestão é que você explore uma parte das Highlands, como são chamadas as terras altas escocesas. Na Ilha de Skye, por exemplo, você pode contemplar a Cordilheira Cuillin, a imponente rocha Storr, o penhasco Kilt Rock e o Vale das Fadas (Fairy Glen), um local coberto de colinas verdes magníficas.

País de Gales

Cardiff
A charmosa Cardiff, capital do País de Gales. Foto: iStock, Getty Images

Próxima parada: Cardiff, no País de Gales. No sexto dia de sua viagem, sugerimos que você pegue um voo low cost (1h15) de Edimburgo até a capital galesa. Para os amantes de história, a cidade não deixa a desejar. Certifique-se de visitar pontos turísticos como o Castelo de Cardiff, o Castelo de Caerphilly, a Cardiff Bay e o Millenium Stadium.

No oitavo dia de sua viagem pelo Reino Unido, sugerimos que você programe um passeio até o Parque Nacional do País de Gales. Há muitos atrativos por lá: a Snowdown, a montanha mais alta do país (e da Inglaterra), o Llyn Tegid, maior lago natural de Gales e as charmosas vilas pitorescas, como Betws y Coed e Beddgelert, onde os locais ainda falam galês.

Irlanda do Norte

Belfast City Centre
Belfast é uma cidade em pleno desenvolvimento. Foto: iStock, Getty Images

Para fechar sua viagem pelo Reino Unido, embarque em um voo low cost (1h15) para Belfast – a capital da Irlanda do Norte. Em plena ascensão, a cidade conta com diversos atrativos e pontos turísticos: o Belfast City Hall, o Mercado de St. George, o Titanic Belfast e os próprios murais coloridos são alguns deles.

Nos arredores de Belfast também estão alguns lugares interessantes, que você pode visitar no décimo dia da sua viagem (ou por mais tempo, se tiver). Pela Causeway Coastal Route  – uma estrada muito charmosa na costa da Irlanda do Norte, com vaquinhas pastando, muito verde, mar e falésias, você chega à Giant’s Causeway, uma pequena vila que abriga cerca de 40 mil colunas de basalto. Trata-se de um passeio muito agradável.

Dicas para o seu roteiro de viagem no Reino Unido

Bem, agora que você já tem uma ideia de roteiro pelo Reino Unido, vamos às dicas pontuais. Quando estiver explorando os países, nossa sugestão é que você realmente mergulhe na experiência cultural. Visitar alguns pubs e degustar alguns pints de ale é imprescindível na viagem.

A culinária do Reino Unido também é marcante. Aproveite para experimentar o melhor da gastronomia britânica: dos fish & chips, ao roast beef, ao full english breakfast. E lembre-se de que, em muitos aspectos, a cultura deles se difere da nossa. Por isso, seja sempre cordial – observe e respeite os contrastes. 

E aí, gostou da nossa dica de roteiro de viagem no Reino Unido? Vai colocá-lo em prática? Conte para a gente nos comentários! ?

Descubra 5 músicas fáceis de cantar em inglês

Você já pensou em afiar seu domínio da língua inglesa cantando? Um bom repertório de músicas fáceis de cantar em inglês pode ser a chave para ampliar seu vocabulário e até noções de gramática. E o melhor: de uma forma muito animada.  

Nossa dica é a seguinte: comece com músicas simples, de melodias lentas e fáceis de acompanhar. Pesquise sobre as  letras para compreender o significado e o contexto. Pode ter certeza de que esse esforço, a longo prazo, vai melhorar não apenas sua compreensão, mas também sua forma de falar.

Então, preparado para aprender inglês de uma forma divertida? Confira abaixo nossas sugestões de artistas e bandas.  ?  ?

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Que tal aprender inglês ouvindo The Kooks? Foto: Sylwia Sarama, CC BY 2.0

5 músicas fáceis de cantar em inglês

Do rock ao pop, há inúmeros gêneros de músicas que você pode utilizar para aprender inglês cantando. Escolha seus favoritos e aproveite:

1. Photograph – Ed Sheeran

As músicas românticas e sinceras do talentoso Ed Sheeran são um sucesso nas paradas britânicas. Depois de ouvir e cantar a música, lembre-se de anotar as palavras ou frases que você não compreendeu, busque a tradução e anote num caderninho para memorizar bem.

2. Cheap Thrills – Sia

Animadas, as músicas da Sia também são uma ótima alternativa para aprender inglês. Só pelo refrão fácil de decorar, você logo vai memorizar a canção e algumas palavras novas para o seu vocabulário. Vale ouvir no carro, no chuveiro ou com as amigas.

3. Naive – The Kooks

Ah, nada como um charmoso e cativante sotaque britânico, não é? A música Naive é um clássico da banda The Kooks e merece um espacinho na sua playlist de músicas fáceis de cantar em inglês. A batida é ótima.

4. When We Were Young – Adele

Como as músicas da Adele costumam ser mais lentas, representam uma boa alternativa para começar a aprender inglês. E vêm com um bônus: enquanto aprende, você pode viajar no tempo e lembrar de um velho romance.

5. Sorry – Justin Bieber

Essa você certamente já ouviu no rádio. Mas já sabe o que significa a letra? Agora é a hora de decorar a canção certinha, sem inventar palavras, ok? Aproveite a batida animada e cante com empolgação.

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Por que aprender inglês com músicas fáceis?

As canções em inglês são excelentes ferramentas, pois ajudam você a realmente compreender a língua em questão – e não estamos falando só de pronúncia e vocabulário. Através delas, você terá um contato mais próximo com a cultura do artista e seu país de origem, por conta do uso de expressões comuns, metáforas, gírias descritivas e jogos de palavras. Enfim, você entenderá melhor a linguagem cotidiana, compreende?

Além disso, as canções também envolvem um vínculo emocional. Isso torna a aprendizagem muito mais divertida e significativa. Em outras palavras, é uma estratégia que enriquece o processo de domínio da língua, fazendo com que ele se torne mais prazeroso. ?

Então, preparado para soltar a voz com músicas fáceis de cantar em inglês? Gostou de conhecer essa técnica para praticar o idioma? Deixe um comentário! ?

Perfil de Ringo Starr, um Beatle subestimado

Ringo Starr, hoje aos 76 anos, foi um dos protagonistas da Invasão Britânica no rock mundial dos anos 60. Mas se engana quem pensa que sua notoriedade está ligada apenas ao fato de ter sido baterista dos Beatles. Considerado um ícone da música britânica, com o passar dos anos ele se consolidou como um exímio compositor, cantor e multi-instrumentista. ??

Inclusive, quando integrou o The Beatles, Ringo Starr foi um dos membros mais subestimados da banda – é fato que sua fama a nível mundial não se compara com a de Paul McCartney e John Lennon até hoje, certo? Mas até mesmo alguns hits do quarteto de Liverpool foram concebidos por ele, incluindo Don’t Pass Me By e What Goes On.

Ficou curioso para conhecer um pouco mais da biografia do Ringo? Então confira, abaixo, um pequeno resumo da trajetória do músico. ?

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Ringo Starr, em 2013. Foto: Eva Rinaldi, CC BY-SA 2.0

Quem é Ringo Starr?

Richard Starkey Jr, apelidado de Ringo Starr (por conta dos vários anéis que usa), nasceu em 7 de julho de 1940, em Liverpool. Teve uma infância simples e, aos 15 anos, trabalhou como entregador e barman. Quando ganhou uma bateria de seu padrasto, rapidamente se apaixonou pelo instrumento.

Início na música e The Beatles

Em 1957, Ringo decidiu começar sua própria banda, chamada The Eddie Clayton Skiffle Group. Dois anos depois, passou a ingressar o grupo Raving Texans que, posteriormente, mudou de nome para Rory Storm & The Hurricanes.  Foi no cenário underground britânico, tocando em clubes de Liverpool, que o músico conheceu os Beatles.

Ringo se tornou amigo de John Lennon, Paul McCartney e George Harrison. Em 1962, cansados do temperamento de seu então baterista, Pete Best, os Beatles convidaram Ringo para se juntar ao grupo. Durante o período em que integrou o quarteto, foi coautor de canções como Flying, Maggie Mae e Dig It.

Apesar do sucesso estrondoso da banda, muitos músicos o classificavam como um baterista medíocre. Certa vez, respondeu no tom exato de sarcasmo: “Dizem que não toco muito bem, mas sou baterista da melhor banda do mundo… logo, sou o maior baterista do mundo!”.

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O quarteto de Liverpool. Ringo é o último à direita. Foto: Domínio Público

Ringo permaneceu nos Beatles até o fim do grupo, em 1970. Com sua personalidade calma e tranquila, ele foi o membro capaz de manter um melhor relacionamento com os outros três integrantes da banda. Após a morte de Lennon, em 1980, o baterista foi o único ex-beatle a procurar Yoko Ono e lhe oferecer apoio.

Carreira solo

Com a dissolução do quarteto, Ringo passou a investir na carreira solo. A banda que formou, a “All Star Band”, entrou na ativa em 1989 e permanece até hoje. Na década de 70, o músico seguiu lançando praticamente um álbum por ano: Sentimental Journey e Beaucoup of Blues (1970), Ringo (1973), Goodnight Vienna (1974), Blast From Your Past (1975), Ringo’s Rotogravure (1976), Ringo IV (1977), Scouse the Mouse e Bad Boy (1978).

Nas décadas de 80 e 90 e início dos anos 2000, Ringo continuou gravando intensamente. Neste período, o músico lançou álbuns como Stop and Smell the Roses (1981), Time Takes Time (1992), Choose Love (2005) e Liverpool 8 (2008) – para citar alguns. Junto à banda All Star, ele ainda emplacou diversos álbuns em volumes especiais e percorreu o mundo em turnê.

O álbum mais recente de Ringo Starr se chama Postcards from Paradise e foi lançado em 2015. Ao longo de sua carreira, o músico também se aventurou como ator, estrelando filmes e documentários, como A Hard Day’s Night (1964) e Caveman (1981).

Legado de Ringo para a música

O legado de Ringo para a cena musical vai muito além dos sucessos que emplacou.  Ele foi o baterista responsável por popularizar um novo jeito de tocar o instrumento, com a mesma força em ambas as mãos. O músico também foi fundamental na elaboração dos arranjos e das batidas simples, mas inconfundíveis, do quarteto de Liverpool.

Por sua originalidade e estilo simples, mas muito seguro de dominar a bateria, Ringo foi eleito em 2011 o 4º maior baterista de todos os tempos pela Rolling Stone.

Ringo Star e The Beatles pela Inglaterra

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Cavern Club, onde os Beatles começaram. Foto: iStock, Getty Images

Se você é fã do Ringo, ou simplesmente dos Beatles, precisa fazer uma visita aos lugares que remontam ao do grupo na Inglaterra. Em Londres, por exemplo, você pode visitar a Abbey Road e a Marylebone Station, que foi utilizada em 1964 como locação do filme A Hard Day’s Night. Nele, Ringo Starr aparece jogando dardos no The Turks Head Pub, que fica até hoje na 28 Winchester Road, TW1.

Mais dicas de locais relacionados ao grupo na capital londrina você encontra neste artigo: “Lugares frequentados pelos Beatles em Londres”. Outra sugestão aos fãs é pegar um trem de Londres até Liverpool, onde a banda nasceu. Lá está o Cavern Club (primeiro pub onde o grupo tocou, no número 10 da Mathew Street), além da Penny Lane, rua que serviu de inspiração para a música dos Beatles, e o Strawberry Field, orfanato onde Lennon passou parte da infância brincando.

Curtiu as dicas? Gostou de conhecer um pouco da história do Ringo Starr? Deixe um comentário! ?

Conheça a Ordem dos Cavaleiros Templários e a Temple Church de Londres

No período das Cruzadas, nenhuma cavalaria se tornou tão lendária quanto a Ordem dos Cavaleiros Templários. Hoje, pode até parecer difícil imaginar cristãos fanáticos empunhando espadas em cima de seus cavalos. Mas, na Europa dos séculos 11 a 13, esses movimentos militares eram bastante comuns. ⚔

A história da Ordem dos Cavaleiros Templários é cercada de mistérios, talvez por isso ela provoque até hoje diferentes teses. Não se sabe nem ao certo quando foi fundada a organização. Há quem diga que ela já existia desde a construção do Templo de Salomão, no século 11 a.C. Nos livros de história, porém, consta que a cavalaria foi fundada em 1118.

O fato é que, seja pelos tesouros católicos encontrados, pelas igrejas construídas como repositórios da sabedoria antiga, pelas relações com papas ao longo da história, ou mesmo pelo destemor no campo de batalha, a Ordem dos Cavaleiros Templários é uma instituição intrigante. A seguir, vamos falar mais um pouquinho sobre ela. ?

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Selo dos Cavaleiros Templários. Foto: Domínio Público

Uma breve história sobre a Ordem dos Cavaleiros Templários

A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, ou simplesmente Ordem dos Templários, surgiu quando um grupo de nove cavaleiros franceses chegou a Jerusalém, no ano 1118. Inicialmente, o propósito desses soldados era simples: velar pela proteção dos peregrinos cristãos no território considerado sagrado.

O fato da Ordem ter sido criada em Jerusalém, onde na época os islâmicos já clamavam seu território sagrado, era um indicativo da coragem dos Templários. Sua primeira sede foi no coração de seus adversários: as ruínas do antigo Templo de Salomão (destruído em 586 a.C.)

Os cavaleiros fundadores da Ordem, na época de sua criação, fizeram um voto de pobreza e castidade. Mas isso não significa que todos os membros que a integraram eram pobres: muitos vinham de famílias nobres. Desde sua fundação, a organização militar teve como símbolo um cavalo montado por dois cavaleiros.

Por volta do ano de 1128, o papa Honório II aprovou oficialmente a existência da Ordem dos Cavaleiros Templários e já lhe concedeu algumas isenções e privilégios. A partir daí, a ascensão do grupo foi exponencial. O equilíbrio entre a fé pregada e a coragem de seus guerreiros fez da congregação militar uma das mais poderosas da Europa durante as Cruzadas.

A ascensão e a derrocada dos templários

Dizem que, ainda em sua primeira década de existência, os cavaleiros da Ordem teriam encontrado grandes tesouros, incluindo documentos e objetos preciosos como o próprio Santo Graal, o cálice sagrado da religião cristã. Com isso, o Papa Inocêncio II teria lhes concedido poderes sem limites, em troca das relíquias.

Assim, ao mesmo tempo em que a Ordem dos Templários era uma das unidades de combate mais qualificadas nas Cruzadas, ela também angariava membros para gerir outros negócios. Com o domínio político conquistado, aliado a terras e juros provenientes de empréstimos a reis e nobres, a importância da organização se expandiu para além do campo de batalha.

Os templários também construíram igrejas (como a Temple Church de Londres, sobre a qual vamos falar mais abaixo), com o intuito de guardar sua sabedoria religiosa. Mas tanto poder, é claro, só poderia gerar rivalidades. E, quando a Terra Santa foi perdida, o apoio à organização foi igualmente reduzido drasticamente.

No século 14, o Rei francês Filipe IV e o Papa Clemente V se juntaram para traçar um plano com o objetivo de acabar com a Ordem. O Pontífice forjou acusações contra os soldados, embasadas por uma falsa visão que ele teria tido em nome de Deus. Nela, o Todo-Poderoso afirmava que os monges guerreiros na verdade eram hereges, praticavam magia negra e adoravam outros deuses. 

Assim, com a ordem do Rei, do dia 12 para 13 de outubro de 1307 praticamente todos os edifícios e sedes dos templários foram invadidos. Os soldados, por sua vez, foram torturados e queimados na fogueira, como se fazia com os hereges.

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Ilustração dos templários sendo queimados na fogueira. Foto: Domínio Público

Lendas que cercam a Ordem dos Cavaleiros Templários

Dizem que, ao acabar com a Ordem, o Rei Filipe tentou se apoderar de seus tesouros. Estes, misteriosamente sumiram. Há quem especule que as relíquias se encontram em território português, outros creem que eles permanecem ocultos na Inglaterra ou na Escócia, enquanto muitos também traçam uma possível relação entre os templários e a maçonaria.

O fato é que a Ordem dos Templários é cercada de mistérios e inspira, até mesmo, a ficção. A organização já foi abordada em filmes como “O Código Da Vinci”, “A Lenda do Tesouro Perdido” e “Indiana Jones e a Última Cruzada”.

Temple Church, igreja da Ordem dos Cavaleiros Templários

Temple Church, em Londres. Foto: iStock, Getty Images
Temple Church, em Londres. Foto: iStock, Getty Images

Uma das relíquias da Ordem dos Templários fica em Londres e se tornou um ponto turístico popular, depois de ter aparecido no filme “O Código da Vinci”: é a Temple Church. Trata-se de uma das poucas igrejas com uma parte arredondada na Grã-Bretanha, característica que remonta à sua construção no século 12 (ano de 1185).  

É justamente na parte redonda da igreja que ficam as estátuas de quatro templários. Já sua parte retangular foi acrescentada posteriormente, pelo Rei Henrique III. De qualquer forma, a Temple Church foi bombardeada durante a Segunda Guerra, e o que se vê atualmente dela é praticamente uma restauração completa ? – mas, felizmente, bem fiel à estrutura original.

Atualmente, a Temple Church sedia concertos e apresentações de corais e é administrada pela Middle Temple e pela Inner Temple, duas das quatro associações de advogados existentes na Inglaterra e País de Gales. Certamente, ela não se compara com as grandes catedrais existentes na Grã-Bretanha, mas os fãs do livro de Dan Brown certamente vão gostar do passeio.

A Temple Church fica escondidinha entre o Rio Tâmisa e a Fleet Street. O endereço é este: Temple Place, City of London EC4Y 7HL, Reino Unido.

E aí, gostou de conhecer melhor a história da Ordem dos Cavaleiros Templários? Deixe um comentário. ?

Passo a passo: como aprender inglês em casa

Cursinhos de idiomas são caros e nem sempre dão o resultado o esperado. Por isso, o jeito é descobrir como aprender inglês em casa. A boa notícia é que há cada vez mais formas de fazer isso. Ao organizar uma rotina de estudos e aproveitar as funcionalidades da internet, você pode avançar significativamente no domínio da língua de forma autodidata. ?

Falta de dinheiro não é mais justificativa para fazer feio no inglês. Com a internet, você tem à disposição todos os recursos para praticar o idioma sem sair de casa: aplicativos, sites, blogs, vídeos, músicas, filmes, séries e até aulas online gratuitas ou, pelo menos, bem mais baratas do que as escolas tradicionais. Neste post, você vai descobrir como aprender inglês usando todas essas ferramentas.

Portanto, se você quer mais oportunidades no mercado de trabalho, viajar para a Inglaterra ou para os Estados Unidos, deseja ler autores britânicos em seu idioma original ou assistir filmes sem legenda, vale a pena conferir algumas dicas para afiar seu inglês.

Não tem a mínima ideia por onde começar? Neste artigo, vamos compartilhar um passo a passo para você inserir a língua inglesa na sua vida e, aos poucos, ampliar noções de vocabulário, gramática e pronúncia.

Vamos lá? ?

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Ao traçar um plano de estudos, você pode aprender inglês em casa. Foto: iStock, Getty Images

Como aprender inglês em casa? 4 passos para afiar o idioma

Confira nosso passo a passo detalhado para aprender inglês sem precisar sair de casa:

1. Trace um plano de estudos

Organização é a palavra-chave para aprender inglês em casa. O primeiro passo para realmente avançar na aprendizagem é traçar um plano: pegue um calendário, estipule um horário diário para estudar e defina por onde começar. O que você pretende fazer primeiro: retomar o básico da gramática? Ou pular essa parte e ir direto para a pronúncia? Defina suas metas e prioridades, para não perder de vista o seu objetivo.

2. Reúna material para estudar

Agora vem o mais importante: como aprender em casa sem um livro de estudos? Bem, as alternativas são muitas. Para começar, você pode seguir canais no Youtube dedicados ao ensino do idioma, como o “Agora eu Falo”, o “BBC Learning English” e o “English With Jennifer”, além de utilizar aplicativos como o “Babbel”, o “Cambly” e o “Voxy”.

Acompanhar sites de notícias em inglês, como o The Guardian, o Daily Mail e o The Sun, também são formas não só de ampliar seu vocabulário, mas também de se aproximar mais da cultura inglesa. Procure, ainda, ler textos ou artigos de áreas do seu interesse. Pode ter certeza de que isso ajuda muito a expandir os conhecimentos na língua.

3. Converse em inglês

Eventualmente, convide aquele seu amigo ou amiga que já fala inglês com tranquilidade (ou mesmo alguém que também ainda esteja aprendendo) para conversar no idioma estrangeiro. Essa é a melhor forma de perder a vergonha de falar e de corrigir problemas comuns de pronúncia.

Inglês para viagem: aprenda em 7 dias!

4. Envolva-se com o idioma

O inglês não precisa estar presente na sua vida apenas na hora do estudo. A melhor forma de se tornar fluente – de vez – no idioma, é trazê-lo para o seu dia a dia. Assista a filmes e séries sem legendas, ouça podcasts sobre temas de seu interesse na internet, escute músicas em inglês no carro…são ações que geram uma familiaridade com a língua.

Tudo isso também ajuda você a compreender melhor as apropriações da Língua Inglesa na prática, como as gírias e os modos de falar.

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Viva o inglês no dia a dia

Cursos formais, com um instrutor e outros alunos, ainda são uma boa opção para aprender uma nova língua. No entanto, é a alternativa mais cara quando comparada com outras disponíveis atualmente. E nem sempre é a mais indicada.

Aprender inglês em Londres
Se você sonha em fazer um intercâmbio, comece a praticar o inglês. Foto: iStock, Getty Images

Aprender inglês em casa é possível, sim e, ao contrário do que se possa imaginar, não é preciso que você seja um mestre da disciplina pessoal. 

Mas, antes de apresentar uma lista de alternativas de aprendizado que será detalhada nas próximas seções, é importante você saber o passo principal que amarra todos os métodos de ensino: incorporar o inglês no seu dia a dia.

Para aprender uma língua nova, mais do que livros, métodos e aplicativos, é preciso que você passe a utilizar o idioma o quanto antes e faça com que ele seja parte da sua vida.

Na hora de escutar música ou assistir uma série, quando for escolher a língua padrão do seu celular e até mesmo nos seus pensamentos (pensar em outra língua é particularmente poderoso para o aprendizado), introduza o inglês no seu cotidiano.

Benny Lewis, um dos mais famosos poliglotas da atualidade, tem viajado o mundo divulgando o seu método. E ele é muito simples: para aprender uma língua, simplesmente comece a falar e vivenciá-la. O que ele quer dizer é que não há por que estudar muitos anos antes de colocar em prática seus conhecimentos.

Nessa jornada de aprendizado, o mais importante é não ter medo de falar, escrever e errar em inglês. Vamos listar brevemente as alternativas que você possui para aprender inglês em casa. Ou seja, as fontes primárias de onde você adquirirá vocabulário, conceitos gramaticais e conhecimento sobre a estrutura da língua.

  • Cursos online gratuitos
  • Cursos online pagos
  • Aplicativos de línguas
  • Aula particular em casa (online ou presencial)
  • Cursos no youtube e outros serviços de streaming de vídeo
  • Podcasts
  • Cursos e livros impressos

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As opções acima não são excludentes. Todas elas se complementam e devem ser usadas de acordo com a sua disponibilidade de tempo e recursos. Cada pessoa se adapta melhor a uma forma de aprendizado. Você deve encontrar os canais de ensino que mais tem a ver com você e dedicar mais tempo e esforço para eles.

Nas próximas seções, vamos discutir com mais detalhes e dar indicações de sites e aplicativos que podem ajudar nessa tarefa.

Como fazer cursos de inglês online

Existem muitos cursos de inglês, tanto em opções pagas quanto gratuitas. O desafio aqui é manter a disciplina para dedicar minutos ou horas de seu dia ou de sua semana para o aprendizado do idioma.

Cursos gratuitos de inglês

Na internet, é possível encontrar vários cursos de inglês gratuitos. Alguns são melhores que outros em termos de interface gráfica, volume de conteúdo e nível de elaboração didática. O importante é você encontrar um que te agrade e com o qual você não fique desanimado.

Tal como um cursinho presencial ou mesmo na hora de escolher uma faculdade, existem perfis diferentes e pode ser que você tenha que testar mais de um até encontrar o curso online que melhor te atenda.

O esforço vale a pena. Começar o primeiro curso online que encontrar só porque é gratuito não é um boa estratégia. Caso você não se adapte bem ao método e conteúdo, o mais provável é que você venha a desistir e pausar os estudos por um tempo. Algumas pessoas chegam mesmo a desistir definitivamente de aprender uma nova língua quando não se adaptam logo de cara a um curso ou método.

Não seja uma dessas pessoas. Aqui você vai conhecer várias opções de cursos e sites. Um deles (provavelmente mais de um) foi “feito” para você e com certeza funcionará bem com o seu perfil.

  1. Rota da Fluência – Aprenda Inglês de Forma Simples e Descontraída nesse WORKSHOP ONLINE e 100% Gratuito.
  2. BBC – Curso oferecido pelo prestigiado grupo de comunicação britânico BBC. É um curso baseado na leitura de textos divulgados na imprensa. Muito interessante para quem gosta de acompanhar os acontecimentos globais. Os textos desse curso, além de ricos em vocabulário que boa parte dos livros de cursinho passam ao largo, são bem estruturados e abordam temas os mais diversos.
  3. 1 Language – Ótimo site com uma estrutura formal de tópicos e conteúdos. Está dividido em temas gramaticais e por nível de dificuldade. Uma ótima pedida para quem gosta de seguir um caminho bem definido e passo a passo.
  4. Learn american english – Site que ensina inglês americano. Está dividido em níveis de dificuldade classificados por cores. Começa no “red level” (mais básico) e vai até o “violet level” (mais avançado).
  5. Curso de inglês grátis – Esse portal é ótimo para quem tem pouca ou nenhuma noção da língua. Todo em português e bem dividido por temas e níveis de dificuldade.
  6. Leo – Learn english online – Site todo em inglês mas com lições muito claras e bem divididas em 12 unidades.
  7. Primeiros cursos – Esse portal oferece cursos gratuitos das mais diversas áreas, entre eles, a língua inglesa. À primeira vista o site parece um pouco confuso. Mas o curso de inglês em si é mais bem estruturado.

Esses são alguns dos melhores cursos online gratuitos. Não deixe de experimentá-los e descobrir qual é a mais adequada para você.

Cursos pagos de inglês

Os cursos gratuitos possuem material rico e são ótimos para aprender a língua inglesa. No entanto, algumas opções pagas não devem ser desconsideradas. Os cursos online pagos geralmente são plataformas de escolas renomadas e empresas especializadas no ensino de idiomas.

Como grande vantagem em relação aos cursos gratuitos, esses sites em geral oferecem aulas online com um professor e também a possibilidade de aulas online em grupos e outras ferramentas para prática de conversação.

    1. EF – English Town – Oferece aulas particulares e em grupo (todas online) e flexibilidade de horários e temas. Os preços variam de 150 a pouco mais de 250 reais. Professores são nativos.
    2. UOL – Cursos de inglês – Desenvolvido pelo grupo UOL, o site oferece aulas com grupos de até 5 alunos. O sites é focado em conversação. Os planos variam de 90 reais até 200 reais por mês.
    3. Babbel – Famosa plataforma online para aprendizado de línguas. O curso de inglês é dividido em etapas “básico” e “intermediário” e conta também com aulas específicas sobre gírias e inglês coloquial. Apesar do conteúdo mais simples, a grande vantagem são os preços. O plano mais caro não passa de 25 reais por mês.
    4. Open english – Famoso por suas campanhas publicitárias na televisão, a rede Open English oferece aulas online com professores nativos. Possui flexibilidade de horários e conteúdo rico e aprofundado que pode ser revisto várias vezes pelo aluno. O pagamento é feito via cartão de crédito. A desvantagem é o preço mais salgado do que a média.
    5. Busuu – Plataforma de baixo custo semelhante ao Babbel. A vantagem é que fazendo um plano no Busuu você pode aprender outras línguas também. A desvantagem é que o conteúdo é todo escrito e não muito focado em conversação e “listening”. Planos não  passam de 30 reais por mês.

Aplicativos para aprender inglês

Não faltam aplicativos para aprender inglês. Seja para IOS ou android, as lojas de apps estão recheadas de cursos e ferramentas para aprendizado de línguas. Veja quais são as principais opções:

  1. Duolingo – É o aplicativo para aprendizado de línguas mais usado em todo o mundo. É baseado em questões de múltipla escolha divididas por temas dos mais básicos aos mais completos. O fórum do aplicativo na internet possui uma vasta rede de pessoas que tiram dúvidas e postam conteúdos sobre as mais diversas línguas, dentre elas, o Inglês.
  2. Babbel – Já falamos do site dessa empresa na seção anterior. O mesmo conteúdo é disponibilizado no aplicativo e pode ser acessado de qualquer lugar.
  3. Memrise – Também um aplicativo popular no mundo todo. A ideia por trás do memrise é que se deve fazer poucos minutos de exercício por dia, mas mantendo-se os exercícios todos os dias. Possui cursos variados e de outras áreas diferentes de línguas.
  4. Hello-Hello – Ótimo aplicativo criado em parceria com o Conselho Americano para o Ensino de Línguas Estrangeiras. Está dividido 30 lições, do mais básico até o mais avançado.
  5. Voxy – Com mais de dois milhões de usuários, os aplicativos voxy são muito populares em todo o mundo. Possuem aulas customizadas e divididas por nível. É uma boa opção para quem tem pouco tempo para se dedicar aos estudos.

Em geral, os aplicativos são mais simples e é necessário que sejam complementados com outras fontes e plataformas de estudo. São muito úteis para quem tem pouco tempo e precisa aproveitar as horas no trânsito e fora de casa.

Vídeos e músicas para aprender inglês

O YouTube é uma poderosa plataforma de ensino. Para aprender inglês, dê uma boa pesquisada no site. Você vai se surpreender com quantidade de conteúdo interessante na língua inglesa e sobre o idioma.

Canais de conteúdo no YouTube

A quantidade de canais voltados para o ensino do inglês é grande e tem aumentado a cada dia. A grande desvantagem é que muitos canais acabam morrendo e outros tem poucas atualizações e possibilidades de interação com os instrutores. O conteúdo no entanto é interessante e a facilidade de acesso é uma grande vantagem da plataforma.

Abaixo sugerimos 8 canais que você pode utilizar para complementar os seus estudos e que estão sempre sendo atualizados e alimentados com novos vídeos e referências.

  1. Tia do inglês
  2. Inglês Winner
  3. Carina Fragozo
  4. Inglês de bolso
  5. Inglês compartilhado
  6. Agora eu falo
  7. Sozo Exchange
  8. Teacher Phil English

Escolhemos esses canais com o cuidado de identificar portais que continuam sendo atualizados e vistos por seus usuários constantemente.

Séries para aprender inglês

Séries são uma ótima ferramenta para aprender inglês. Algumas são mais difíceis de entender e possuem uma linguagem mais formal, outras são mais simples e usam mais expressões coloquiais. Usar as séries como ferramenta de aprendizado é uma ótima maneira de introduzir o inglês no seu dia a dia. Algumas séries recomendadas são:

  1. Friends – Unanimidade dos fãs de série e também de quem gosta de inglês. Linguagem cotidiana e não tão difícil de compreender.
  2. Game of Thrones – A queridinha das séries dos últimos anos. Possui um inglês bem mais difícil de acompanhar, mas é importante para ter uma noção de outros sotaques além do americano clássico.
  3. Sex and the city – Outra série popular e ótima para aprender inglês cotidiano. Além disso, é uma série muito engraçada e provavelmente vai render algumas boas risadas.
  4. Breaking Bad – Uma série viciante e com uma legião de adeptos. Inglês às vezes mais rápido do que o ideal para quem está aprendendo. 
  5. Criminal Minds – Com exceção de alguns termos técnicos usados, o inglês aqui é bem tranquilo de acompanhar.

Músicas para aprender inglês

Músicas são conhecidas por serem uma ótima forma de aprendizado de vocabulário.  De maneira geral, a melhor música para você aprender é aquela que você gosta mais. Com certeza existe uma banda ou grupo de música que canta em inglês e que está entre os seus preferidos.

Aprender inglês com uma banda que você gosta é interessante exatamente por envolver prazer pessoal no aprendizado.

No entanto, algumas músicas são consideradas melhores por lidarem com mais aspectos gramaticais e estruturas do que outras. Vamos indicar 5 músicas que são ricas em expressões e uso de estruturas sintáticas diferentes.

  1. Wasting Love – Iron Maiden
  2. Daniel – Elton John
  3. More than words – Extreme
  4. Crying in the rain – Ah Ha
  5. Rebirth – Angra

Rebirth e Wasting love são ricas em vocabulário. As outras três utilizam tempos verbais e expressões variadas que servem de exemplo para várias lições e temas de língua. Essas são apenas sugestões. Lembre-se que o ideal é você buscar a banda e estilo musical que você gosta e usá-lo a seu favor no aprendizado de Inglês.

Como aprender inglês em casa com a internet?

Conforme já destacamos por aqui, a internet abre muitas possibilidades para quem deseja estudar inglês. Você pode investir em um curso online, ou aproveitar outras funcionalidades nela disponíveis para montar sua própria rotina de estudos. Independente do seu orçamento, hoje não há mais desculpas para não estudar inglês.

Neste artigo, “Vídeos para aprender inglês: afie o idioma com 5 canais do Youtube”, nós compartilhamos sugestões de vídeos que podem ser de auxílio para aprender inglês em casa. Neste outro, “Qual é o melhor aplicativo para aprender inglês? Veja 5 opções”, listamos diferentes apps para você estudar a qualquer hora, em qualquer lugar.

Por fim, também sugerimos que você espie este artigo “Músicas para aprender inglês: 5 dicas para soltar a voz com sotaque”, com dicas de músicas para acompanhar, cantar e ampliar seu vocabulário.

Por que aprender inglês

London rain
Quem viaja para Londres sem falar inglês tem uma experiência menos rica. Foto: iStock, Getty Images

A importância da língua inglesa para o mundo contemporâneo dispensa apresentações. O mercado de trabalho é sempre o mais lembrado na hora de pesar os prós e contras de aprender inglês e não uma outra língua. De fato, o domínio da língua estrangeira mais falada e ensinada do mundo é questão de vida ou morte para muitas oportunidades de emprego e, no mínimo, um diferencial definidor na hora de um processo seletivo ou entrevista.

Mas a importância da língua de Shakespeare não para por aí. São várias as razões e motivos para se aprender inglês. E as consequências para a vida pessoal são tão relevantes como os resultados na vida profissional e acadêmica.

A maior parte dos conteúdos de entretenimento, cultural e científico do mundo é produzido ou em inglês ou com legendas e traduções para essa língua. Se um dia você quis assistir um filme clássico do expressionismo alemão ou do neo-realismo italiano, por exemplo, provavelmente a melhor legenda que você encontrará será em inglês.

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Outro exemplo são os livros para os quais ainda não existem tradução para o português. Seja um clássico literário ou um livro sobre empreendedorismo, se você não encontrou uma versão em português, basta procurar na Amazon pelo título em inglês. Mas só encontrar não basta, né?

E há também a grande vantagem social de conhecer a língua mais falada do mundo. Na hora de um intercâmbio ou de uma simples viagem ao exterior, o domínio do inglês certamente tornará a experiência muito mais rica.

Uma viagem para Londres, por exemplo, certamente tem um significa muito mais especial para quem sabe falar inglês. Quem chega aqui remando nas expressões e dependendo de gestos para se comunicar terá uma jornada bem menos interessante.

Intercâmbio para aprender inglês

Se você já deu os primeiros passos para o aprendizado do idioma e quer ir além, uma boa dica é estudar inglês na Inglaterra. Um intercâmbio em Londres ou em uma cidade do interior pode acelerar muito a sua jornada de conhecimento. Abaixo, conheça uma ótima oportunidade:

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Curtiu as dicas? Descobriu como aprender inglês em casa? Comente! ?

James Cook: história e curiosidades sobre o explorador

Preparado para conhecer o perfil de mais um britânico que marcou história? Hoje, vamos apresentar James Cook, gênio da náutica, da matemática e da astronomia nascido em solo inglês. Caso ainda não tenha ouvido falar dele, prepare-se para conhecer a biografia incrível do homem que descobriu o atual território da Austrália, da Nova Zelândia e do Havaí. ?

Amante do mar desde jovem, o capitão James Cook se tornou um dos navegadores mais exímios do século 18 – e certamente um dos mais notáveis de toda a história da Marinha Real Britânica. As descobertas feitas em suas expedições pelo Pacífico deixaram um legado para o mundo.

Curioso para saber mais sobre quem foi James Cook? Então confira, abaixo, o nosso “resumão” de hoje. ?

James Cook
Retrato oficial do Capitão James Cook. Foto: Domínio Público

Uma breve biografia de James Cook

James Cook nasceu em 27 de outubro de 1728, na vila de Marton (região de Yorkshire), na Inglaterra. Filho de um fazendeiro, ele se mudou aos 17 anos para uma vila portuária. Desde aquele momento, ficou fascinado diante do mar – pelo menos é isso que dizem os relatos. Aos 18 anos, então,  decidiu explorar o mar do Norte pela primeira vez.

Mesmo quando ainda era aprendiz de pequenas frotas responsáveis pelo transporte de carvão na costa inglesa, Cook já sabia o que almejava para o futuro: ser o capitão do seu próprio navio. Por isso, quando estava em terra firme, passou a se dedicar ao estudo de disciplinas como álgebra, geometria, trigonometria, navegação e astronomia.

Os serviços prestados à Marinha

O destino de James Cook parecia já estar escrito. Em 1755, ele ingressou como voluntário na Marinha Real Britânica e foi rapidamente promovido a capitão. Nesse período, esteve presente em diversas batalhas na região da América do Norte, incluindo os confrontos entre  franceses e os povos indígenas.

De acordo com o portal inglês Biography, Cook também comandou um navio da Marinha Britânica durante a Guerra dos Sete Anos (entre 1756 e 1763). A partir de então, começou a se tornar um membro cada vez mais valioso para a frota britânica – e, com isso, vieram novas responsabilidades.

As expedições mais importantes de Cook

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Ilustração das rotas percorridas por Cook. Foto: Domínio Público

Entre as diversas expedições científicas lideradas por James Cook, há algumas que se destacam. A primeira delas – segundo a BBC – ocorreu em agosto de 1768, quando o governo britânico o incumbiu de observar, no Taiti, um fenômeno natural que consistia na passagem de Vênus pelo Sol. Na ocasião, o capitão navegou à bordo do navio Endeavour até abril de 1769 para chegar ao seu destino.  

Em 1770, também à bordo do HMB Endeavour, Cook descobriu e mapeou a atual região da Nova Zelândia, chegando também à costa sudeste da Austrália. Na época, ele decidiu nomear esse novo continente como “Nova Gales do Sul” e, naturalmente, reivindicou a posse da área à Grã-Bretanha.

A segunda grande viagem do explorador a serviço da Marinha Real ocorreu entre 1772 e 1775, quando ele navegou o mundo no sentido oeste-leste, com o propósito de descobrir um novo continente meridional. Ele não chegou de fato à Antártica, mas foi o primeiro europeu a cruzar o círculo polar Antártico.

Em sua jornada, James Cook também descobriu e mapeou diversos outros grupos de ilhas. Pelo exímio trabalho científico e técnico, ele se tornou reconhecido como navegador e foi eleito membro da Royal Society.

A última aventura do navegador começou em julho de 1776, quando partiu na tentativa de descobrir uma rota marítima que conduzia os navegadores do Oceano Atlântico ao Oceano Pacífico, através das águas que banham o arquipélago ártico do norte do Canadá. Embora esse propósito não tenha se concretizado, a viagem resultou em outro feito inesperado.

Em janeiro de 1778, Cook descobriu o arquipélago do Havaí. Se tornou, assim, o primeiro europeu a visitar as ilhas Sandwich. Mas, por ironia do destino, a descoberta dessa região não teve um final feliz.

A misteriosa morte de James Cook

Cook morte
Ilustração da suposta morte de Cook, causada por nativos havaianos. Foto: Domínio Público

Quando regressou ao arquipélago do Havaí, em 1779, Cook nunca mais voltou. No livro “Os desbravadores: uma história mundial da exploração da Terra”, o historiador Felipe Fernández-Armesto reforça que a morte do navegador até hoje não foi muito bem esclarecida. Pelo que sabemos, ele pode ter sido morto por nativos, ou até vítima de um ritual religioso.

O legado de James Cook para o mundo

Embora tenha morrido jovem, aos 50 anos, James Cook deixou um importante legado à Grã-Bretanha – e ao próprio mundo. Além de ter aberto caminho para a colonização da Austrália e da Nova Zelândia, os conhecimentos humanos, botânicos e zoológicos provenientes de suas expedições ajudaram a abrir caminho para o desenvolvimento científico acelerado da Inglaterra.

As viagens comandadas por ele também serviram de exemplo para o restante da Europa. Os cidadãos passaram a ter uma dimensão melhor da imensidão do Pacífico e seu potencial como unidade geográfica e zona econômica, facilitando o comércio. Certamente, James Cook fez história.

Na memória dos britânicos, ele sempre será lembrado não só pelas habilidades cartográficas e de navegação, mas também pela coragem de explorar locais remotos e pela capacidade de conduzir seus homens nas condições mais adversas.

E aí, gostou de conhecer melhor a história de James Cook? Qual parte da biografia dele você achou mais fascinante? Conte para a gente nos comentários. ?

Como fazer um intercâmbio em inglês: Confira 4 dicas práticas

Fazer um intercâmbio em inglês é uma daquelas experiências transformadoras de vida. Ao estudar em outro país, você não amplia somente noções de vocabulário e gramática. Você fica mais desinibido, aprende a se apropriar da língua no dia a dia. Portanto, se o seu sonho é estudar na Inglaterra, saiba que vale a pena correr atrás dele e torná-lo realidade. ?

É claro que fazer um intercâmbio em inglês representa um grande passo. Por isso, é necessário planejar bem o investimento, escolher uma escola de qualidade e se inteirar sobre outros aspectos pontuais, como visto, plano de saúde e acomodação. Tudo isso faz parte da organização.

Se você não tem a mínima ideia sobre como planejar seu intercâmbio, confira abaixo algumas dicas pontuais. ?

Aprender inglês em Londres
Inglaterra disponibiliza diversas cidades com excelentes escolas de intercâmbio. Foto: iStock, Getty Images

4 dicas para planejar um intercâmbio em inglês

Então, preparado para começar a tirar do papel o sonho de fazer um intercâmbio em inglês na Inglaterra? Veja nossas sugestões que podem auxiliar no planejamento:

Faça uma poupança

Fazer um intercâmbio em inglês é um investimento. Por isso, sugerimos que você comece a poupar um dinheirinho para isso com antecedência – caso contrário, pode acabar gastando essa grana com futilidades e deixar seus sonhos em segundo plano. Pesquise bastante para ter uma ideia do quanto você precisa guardar, para tentar bater a meta no tempo que você estipulou.

Pesquise sobre as escolas de seu interesse

Há diversas escolas de inglês espalhadas pela Inglaterra, como a LSC Stanton Londres, a LSI London Central, a OHC Oxford e a Interactive English Brighton. Certifique-se de procurar aquelas certificadas pelo British Council, uma garantia de que o ensino será de qualidade. Informe-se também sobre a duração e as modalidades dos cursos de seu interesse.

Confira a documentação necessária

É inevitável: a burocracia faz parte do processo de intercâmbio. Se você pretende estudar fora, é preciso ter um passaporte válido e um seguro saúde (mesmo em países nos quais ele não seja obrigatório, é altamente recomendável viajar com um). Para quem opta pelo Reino Unido e quer ficar mais de seis meses, também será exigido o visto de estudante – o Tier 4.  

Estude opções de acomodação

Outro aspecto importante do intercâmbio é a acomodação. Algumas escolas oferecem possibilidade de hospedagem junto a famílias inglesas, em outras essa facilidade não está incluída no pacote. Por isso, é bom se informar e buscar alternativas de acomodações estudantis ou albergues.

Intercâmbio em inglês com uma agência especializada

Organizar um intercâmbio por conta própria é viável, mas se você não dispõe de muito tempo para isso ou quer ter mais garantia de que tudo vai correr bem, vale a pena entrar em contato com uma agência de confiança. Aqui no Mapa de Londres, nós sugerimos a Global Active Study, que está em contato com diversas escolas de inglês espalhadas pela Inglaterra e oferece toda a assessoria necessária para que sua experiência de viagem seja a melhor possível.

Promoção de intercâmbio em inglês

Através da nossa parceria com a Global Active, também conseguimos uma ótima promoção para os leitores do Mapa de Londres: um curso de inglês em Londres com seguro saúde grátis (opções para um mês, três meses ou seis meses). Mais informações você encontra neste link. Com a libra em baixa, quem sabe agora não é o momento para investir no seu inglês? ?

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A Global Active organiza tanto intercâmbios básicos para estudar inglês, quanto intensivos preparatórios para exames e outros focados em inglês jurídico ou para negócios, além de auxiliar com a documentação necessária para a viagem. Preencha o formulário abaixo para receber um orçamento. ?

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    Descubra os encantos de Cardiff, no Reino Unido

    Distante apenas duas horas de trem da capital inglesa, Cardiff, no Reino Unido, é uma ótima alternativa de passeio. O coração do pequeno e charmoso País de Gales é, por um lado, a mais jovem capital declarada da Europa (desde 1955). Por outro, é também lar de um povo nacionalista e muito orgulhoso de seu passado. 

    Todos esses fatores tornam Cardiff um lugar muito interessante para todos os perfis de viajantes: castelos medievais e memoriais de guerra se misturam a bares, pubs e restaurantes incríveis, ideais para aproveitar a noite. Sem falar que a capital galesa é emoldurada por belos parques, recheada de verde.

    Se você ficou com vontade de conhecer melhor a cidade, dê uma espiada abaixo nas nossas sugestões para o seu roteiro. ?

    O que visitar em Cardiff, no Reino Unido?

    Apesar de pequena, com cerca de 350.000 habitantes, Cardiff é repleta de atrações. Em uma capital que exala esporte, cultura, história e natureza, é difícil não se encantar. Veja, abaixo, uma seleção de cinco pontos turísticos da cidade para incluir no itinerário.

    Cardiff City Hall

    Cardiff City Hall
    Cardiff City Hall, no coração de Gales. Foto: Yummifruitbat, CC BY-SA 2.5

    O prédio da Prefeitura de Cardiff, ou Cardiff City Hall, chama atenção por sua beleza: ele foi erguido em 1906 e é um marco do estilo renascentista na Europa. Hoje, seu interior abriga diversas obras de arte, incluindo quadros de artistas como Penry Williams, Joseph Farquharson e Sir Luke Fildes. Atualmente, o local é disponibilizado para locação e realização de eventos – até mesmo casamentos.

    Castelo de Cardiff

    Cardiff
    Castelo de Cardiff é um dos pontos turísticos da capital de Gales. Foto: Michel Curi, CC BY 2.0

    O Castelo de Cardiff é uma construção medieval do século 11, erguida inicialmente para servir como um forte romano na Era Vitoriana. Até hoje, o local encanta os visitantes por estar em perfeito estado de conservação. Ao entrar em suas dependências, é possível entender um pouco melhor o contexto histórico da fortaleza que, durante a II Guerra, abrigou os galeses de bombardeios em seus muros.

    Durante a visita, você poderá explorar diferentes áreas do castelo. Entre elas, a Torre do Relógio, a Torre de Menagem e o Museu do Regimento.

    National Museum Cardiff

    Museu Cardiff
    Museu Nacional de Cardiff guarda obras de Monet e Picasso. Foto: Ham II, CC BY-SA 3.0

    Uma verdadeira relíquia cultural da cidade, o Museu Nacional de Cardiff é enorme e reúne diversos segmentos. Há uma ala focada somente em história natural, com fósseis de animais que já abrigaram as terras galesas. Outra parte tem enfoque na geologia e demonstra a formação geológica do País de Gales.

    Mas a região imperdível do museu, sem dúvidas, é a das obras de arte. Ali, é possível encontrar quadros de artistas como Monet, Renoir e Van Gogh.

    Millenium Stadium

    Millennium Stadium
    Millennium Stadium é o principal estádio de futebol de Gales. Foto: iStock, Getty Images

    Os galeses são apaixonados por esportes. Se você tiver a chance, não deixe de assistir a uma partida de futebol ou rugby no Millenium Stadium, o mais importante do país e mundialmente famoso.  Mesmo que você não seja fã dessas modalidades, vale a pena o passeio para contemplar a imponência do estádio e a paixão do povo galês na torcida.

    Cardiff Bay

    Baía de Cardiff
    A charmosa Baía de Cardiff. Foto: iStock, Getty Images

    A Baía de Cardiff é, definitivamente, um dos principais cartões-postais da cidade. Ali, o visitante se depara com diversas construções vitorianas, além de diversos restaurantes e lojas. Os destaques do local são o “Little Big Ben”, um belíssimo prédio vermelho com um relógio erguido em 1897; e o Wales Millenium Centre, um centro cultural moderno que é recorrentemente palco de shows.

    Por ali também fica o chamado Doctor Who Experience, um museu inteiramente dedicado aos fãs da série Doctor Who. Ele permite aos visitantes uma viagem interativa pelo mundo do Doutor: é possível conhecer a máquina do tempo TARDIS e ficar de frente com os mutantes Daleks.

    Cardiff, no Reino Unido: a capital dos castelos

    Se Gales é considerada uma das “Terras dos Castelos” na Europa, sua capital faz jus ao título. Os fãs da Idade Média não vão se decepcionar ao visitar Cardiff: além de contemplar o Castelo de Cardiff, é possível explorar diversas outras fortalezas históricas na cidade. O Castelo Coch, por exemplo, foi inaugurado no século 17 e tem seu estilo arquitetônico inspirado na Normandia.

    O Castelo de Caerphilly, por sua vez, é uma das construções remanescentes do período medieval ocidental. Ele foi construído por Earl Gilbert de Clare, no ano de 1268, e até hoje é possível visitar suas dependências. Já o Castelo de St. Fagans, embora um pouco menor, também é uma relíquia secular: sua construção data de 1530.

    De Londres para Cardiff

    Se você estiver interessado no bate-volta entre Londres e Cardiff, saiba que o trajeto é bem fácil. De trem, são cerca de duas horas. Os veículos partem da estação Paddington e param direto na estação Cardiff Central.

    Já de ônibus, pela Mega Bus ou National Express, o trajeto é um pouco mais longo: são aproximadamente três horas de estrada, mas há bilhetes por nada mais do que 7 libras. Os veículos partem da Victoria Coach Station e chegam à rodoviária de Cardiff, a Kingsway. Mais detalhes sobre as rotas entre Londres e Cardiff você encontra neste artigo: “Como visitar o País de Gales partindo de Londres”.

    Gostou de aprender um pouco mais sobre Cardiff, no Reino Unido? Ficou com vontade de conhecer algum desses lugares? Conte para a gente nos comentários. ☺️

    Onde fica a Grã-Bretanha no mapa

    Pretende fazer uma viagem a Londres, mas ainda não entendeu muito bem, entre tantos termos diferentes, onde fica a Grã-Bretanha? Vamos dar uma ajudinha por aqui. Mas saiba que a resposta é simples: ela é uma ilha que compõe um arquipélago de mais de 6.000 ilhas britânicas, situado ao longo da costa noroeste da Europa. ?

    Com cerca de 229 850 km² de área, a Grã-Bretanha é a maior e mais famosa ilha dessa região do continente europeu. Simplesmente porque ela engloba três grandes nações: Escócia, ao norte; Inglaterra, ao sul; e País de Gales, a oeste. Dentro desses países, estão também diversas das demais ilhas integrantes do arquipélago das Ilhas Britânicas.

    E aí, já começou a entender melhor onde ficar a Grã-Bretanha? Então confira, abaixo, mais algumas curiosidades. ?

    Map of Great Britain
    Grã-Bretanha contempla o território da Inglaterra, da Escócia e do País de Gales. Foto: iStock, Getty Images

    Descubra onde fica a Grã-Bretanha e veja seus encantos

    Conforme já destacamos, com seus cerca de 1000 km de comprimento de norte a sul e cerca de 500 km de leste a oeste, a Grã-Bretanha é a maior das Ilhas Britânicas. O ponto mais setentrional da Grã-Bretanha é Dunnet Head (no nordeste da Escócia) e o mais meridional, Lizard Point, na Cornualha (sudoeste da Inglaterra).

    Em outras palavras, isso significa que há muitos lugares charmosos espalhados pela Inglaterra, Escócia e País de Gales. ?

    A parte ocidental da Escócia, por exemplo, é orlada por uma imensa cadeia de ilhas – as chamadas Hébridas. Elas são recheadas de belezas naturais: sugerimos que você inclua no roteiro a Lewis and Harris e a Ilha de Skye, que apresentam praias, vales e montanhas imponentes. Já no nordeste da Escócia, ficam outras belas ilhas como Órcades e Shilly.

    Lewis & Harris
    Lewis & Harris é uma ilha repleta de paisagens encantadoras e praias incríveis. Foto: iStock, Getty Images

    Na Inglaterra, também é possível mencionar algumas ilhas simpáticas que podem entrar no roteiro do visitante. A Ilha de Wight, na costa sul, conta com diversas praias, vilas remotas muito charmosas e colinas verdes. Nessa região, também ficam outras ilhotas como a Brownsea e a Portsea.

    Ilha de Wight
    Ilha de Wight, um dos recantos mais lindos da Inglaterra. Foto: iStock, Getty Images

    Por fim, o País de Gales também conta com algumas ilhas bem interessantes: a ilha de Anglesey, no extremo noroeste do país, fica separada da Grã-Bretanha por uma extensão de água chamada de Estreito de Menai. Para acessar o restante do país, os cerca de 69.000 habitantes do local usufruem de duas pontes, chamadas Ponte Suspensa Menai e Ponte Britannia.

    Ainda na categoria das ilhas de Gales, é possível citar a Ilha de Bardsey – antigo local popular de peregrinações – e a Ilha Holy, que leva esse nome por abrigar elementos religiosos, como câmaras mortuárias. Interessante, não é?

    Onde fica a Grã-Bretanha no Reino Unido?

    Grã-Bretanha
    Localização da Grã-Bretanha no mapa europeu. Foto: Domínio Público

    Muitas pessoas ainda se confundem com as terminologias Grã-Bretanha e Reino Unido. Mas, na verdade, é bem simples compreender a diferença: como já foi destacado, a Grã-Bretanha é uma ilha, administrada por um mesmo governo, que abriga Inglaterra, Escócia e País de Gales.

    Grã-Bretanha, portanto, é uma nomeação geográfica da ilha que engloba os três países. Já o Reino Unido é uma união política, criada em 1800, que engloba as nações da Grã-Bretanha (Inglaterra, Gales e Escócia), mais a Irlanda do Norte, no oeste da Ilha da Irlanda.

    A chefe de Estado é a Rainha Elizabeth II e o líder do governo é um primeiro-ministro (atualmente, Theresa May), eleito por um Parlamento central, em Londres, conforme os preceitos da monarquia parlamentarista.

    As decisões mais importantes, como as referentes à política econômica do Reino Unido, cabem ao Parlamento. Mas a Escócia, o País de Gales e a Irlanda do Norte também possuem assembleias nacionais para tratar de assuntos mais regionais.

    É interessante destacar que, até 1922, toda a República da Irlanda pertencia ao bloco. No entanto, a partir daquele ano, somente a Irlanda do Norte permaneceu no Reino Unido. A independência foi exigida, especialmente, por conta de uma antiga briga interna, em função da exploração histórica do território da Irlanda por parte dos ingleses.  

    Entre as Ilhas Britânicas, também não são todas que pertencem ao Reino Unido. A Ilha de Man, no Mar da Irlanda, e as Ilhas do Canal, entre a Grã-Bretanha e a França, por exemplo, são autônomas e não fazem parte do grupo.

    Conseguiu compreender melhor onde fica a Grã-Bretanha? O artigo foi útil para você? Deixe um comentário! ?

    Mão inglesa: por que se dirige “ao contrário” na Inglaterra?

    Dirigir na mão inglesa pode ser um grande desafio. Afinal, toda a lógica da direção é invertida: o motorista senta do lado direito do veículo, avança pela pista da esquerda e precisa aprender a trocar a marcha também com a mão esquerda. Mas por que toda essa complicação? ?

    Bem, a origem da mão inglesa atravessa os séculos. Atualmente, ela é atribuída à Idade Média, quando os principais “veículos” eram os cavalos. Naquela época, os cavaleiros usavam o lado esquerdo das vias por um motivo simples: como a maioria do grupo era destra, a mão direita precisava estar livre para empunhar a espada e se defender de forma ágil.

    Interessante, não é? Se você ficou curioso para saber um pouco mais sobre a origem da mão inglesa, dê uma espiada no resto do artigo. ?

    Right Hand Drive
    Mão inglesa surgiu antes mesmo dos automóveis existirem. Foto: iStock, Getty Images

    Origens da mão inglesa e da mão francesa

    Como já foi destacado, a mão inglesa é uma invenção atribuída aos cavaleiros medievais na Inglaterra. Mas, então, por que a tendência não se espalhou pelo mundo? O responsável por inverter a mão foi ninguém menos que Napoleão Bonaparte, no século 18. Como era canhoto, ele determinou que na França a forma de circulação seria contrária.

    Assim, França e Inglaterra adotaram maneiras distintas de percorrer suas cidades. Nas carruagens que circulavam pelo território francês, o cavaleiro se sentava do lado esquerdo, para poder chicotear os outros cavalos com a mão direita. Assim, os franceses inverteram o modelo criado pelos ingleses e inauguraram a mão francesa.

    Foi só uma questão de tempo até que os cavalos fossem substituídos por automóveis nas ruas. No início, porém, a falta de um padrão estabelecido gerava confusão. Ainda assim, a mão inglesa predominava em grande parte da Europa Ocidental, principalmente pela relação com as ferrovias, criadas pelos ingleses na Revolução Industrial.

    A situação só começou a se inverter em meados de 1920, quando a maioria dos países da Europa aderiram à mão francesa. Naquela época, apenas o Reino Unido e a Suécia permaneceram dirigindo pela direita no continente.

    Países que ainda utilizam a mão inglesa

    Estocolmo
    Retrato de Estocolmo, no dia em que a Suécia passou a adotar a mão francesa. Foto: Domínio Público

    Até hoje, a maioria dos países que ainda utilizam a mão inglesa foram antigas colônias britânicas. Além da Escócia, do País de Gales e da Irlanda, na Índia, na África do Sul e na Nova Zelândia, os motoristas avançam pela esquerda. A mão francesa, porém, é considerada o padrão mundial: em 65% do território global, os veículos trafegam pela direita.

    Uma curiosidade interessante é que o Japão também utiliza a mão inglesa, desde que os japoneses importaram seu primeiro sistema ferroviário da Inglaterra. Já os Estados Unidos teriam feito questão de adotar a mão francesa para destacar sua independência em relação aos seus colonizadores.

    Na Suécia, a mão inglesa foi abandonada em 1963 para reduzir o alto número de acidentes, já que todos os seus países vizinhos dirigiam na mão francesa. No dia 3 de novembro, então, foi instaurada a mudança: as ruas e semáforos já haviam sido arrumados na madrugada anterior, mas ficaram cobertos por sacos pretos de plástico.

    A partir das 6h da manhã, os plásticos foram retirados e, assim, entrou em vigor o novo tráfego. A média de acidentes rapidamente diminuiu. No Reino Unido e outros países que ainda utilizam a mão inglesa, as autoridades já consideraram fazer a troca. Mas, por questões de tradição, volume da frota e infraestrutura das rodovias, optaram por permanecer nos seus próprios padrões.

    Erros comuns ao dirigir na mão inglesa

    Se você está pensando em dirigir quando estiver na Inglaterra, vale a pena conferir alguns erros comuns (e engraçados) que os brasileiros geralmente cometem ao dirigir na mão inglesa. Assim, você pode ficar mais atento e buscar evitá-los para não pagar mico. ?

    1. Entrar do lado errado no carro

    Pode apostar que, se você estiver distraído, vai entrar no lado do passageiro achando que é o do motorista. Talvez você só se dê conta quando já estiver sentado. O jeito é dar uma disfarçada e trocar de lado.

    2. Bater a mão na porta na hora de trocar a marcha

    Esta também é clássica: acostumado a trocar a marcha com a mão direita, seus reflexos vão fazer você bater a mão direto na porta – afinal, o câmbio está na esquerda. Outra trapalhada bem comum e que costuma render risadas.

    3. Pegar um cinto imaginário

    Se você tem o costume de colocar o cinto logo que entra no carro, é bem provável que tente colocar um cinto imaginário na Inglaterra. Afinal, do lado esquerdo do motorista não vai haver cinto algum. ?

    4. Errar a baliza

    Se baliza já é difícil para a maioria das pessoas no Brasil, imagine só na Inglaterra! Fazer tudo ao contrário é só para quem tem habilidade mesmo.

    E aí, gostou de aprender um pouco mais sobre a mão inglesa? Já sabia dessas curiosidades? Deixe um comentário! ?

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