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O que fazer em Bath – Inglaterra?

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Bath Abbey
Interior da Bath Abbey

Apesar de não ser um destino muito procurado pelos brasileiros, a cidadezinha de Bath, no interior da Inglaterra, tem muito a oferecer aos turistas. A cidade é famosa em toda a Europa, e é destino certo para quem busca umas férias relaxantes e descontraídas, e apesar de suas águas termais serem o mais atrai os visitantes, existe muito mais o que fazer em Bath.

 



Veja nossa seleção hoteis para se hospedar em Bath


 

A cidade de Bath foi fundada pelos romanos cerca de 70 anos antes de Cristo – pensa em um lugar com muita história para contar – quando estes estabeleceram templo ao redor das águas termais. Mas a fama da cidade se espalhou apenas no século XVII, quando suas fontes de águas termais se tornaram conhecidas por suas propriedades medicinais.

Desde o Império Romano, a cidade é foco turístico, e viajantes de todo o mundo procuram principalmente pelas Termas Romanas e pelos spas de águas quentes da cidade. Além disso, a cidade possui um centrinho super charmoso, repleto de restaurantes, bares e lojas que estão dentre os melhores da Inglaterra.

Junte isso à arquitetura fantástica da cidade e à enorme quantidade de museus, galerias de arte, e festivais de teatro e música, e você tem um destino completo, com todos os ingredientes para uma viagem inesquecível.

Ficou curioso para conhecer a cidade e deseja saber o que fazer em Bath, na Inglaterra? É só ler esse texto até o final e descobrir todas as maravilhas que a cidade tem para oferecer!

Saiba o que fazer em Bath, na Inglaterra

O turismo é um dos principais motores da economia de Bath, sendo muito importante para os habitantes locais. Estima-se de quase 4 milhões de pessoas visitem Bath por ano, principalmente em busca dos seus passeios culturais e históricos.

Para acomodar esse tanto de gente, mais de 300 hotéis e pousadas esperam os turistas no local, e muitos localizados em prédios históricos, o que acrescenta ainda mais à experiência.

Muitos desses hotéis são cinco estrelas, o que torna a estadia em Bath por si só uma atração imperdível, uma vez que apenas curtir os hotéis e pousadas, com suas fontes de água quente e spas, é um dos principais motivos que fazem com que os turistas procurem a cidade nas mais diferentes épocas do ano.

A cidade possui um destaque importante na história européia, e foi destacada em 1987 pela UNESCO como Patrimônio Histórico Mundial, e representa o continente em diferentes eras de sua evolução. Além disso, ela é a única cidade em todo o Reino Unido a oferecer banhos em águas termais, o que a torna um destino único no país.



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Vamos ver a seguir os principais pontos turísticos de Bath e as atrações que ninguém pode perder ao visitar a cidade. Prepare a sua lista antes de arrumar as malas, para ter certeza de que conheceu o melhor que a cidade tem para oferecer!

·         Visite as Termas Romanas de Bath

·         Conheça as cervejarias locais

·         Aprecie a arquitetura da cidade

·         Assista a um espetáculo cultural em Bath

·         Se maravilhe com a história européia em um dos museus da cidade

·         Faça um piquenique em um dos parques da cidade

Visite as Termas Romanas de Bath

Roman Baths
Um dos pontos altos: conhecer as piscinas de água quente, conhecidas como Roman Baths

Foram os Romanos, sob o comando de Claudios, lá em 75 antes de Cristo, que descobriram as águas termais de Bath, e construíram estruturas impressionantes para abrigar esses locais de banhos quentes. Por mais incrível que possa parecer, essas estruturas romanas permaneceram íntegras através do tempo, e estão ainda hoje recebendo visitantes de todo o mundo bem no centro de Bath.

O passeio pelo local é incrível, e existem tours guiados explicando algumas curiosidades sobre as fontes, e algumas anedotas históricas interessantes. A atração é uma das mais famosas da Inglaterra e fica muito cheia, portanto é melhor visitá-la no início ou no final do dia.

Conheça as cervejarias locais

Para quem ama cerveja artesanal da melhor qualidade, Bath é um paraíso. Muitos dos bares da cidade abrigam cervejarias e rótulos de fabricação própria. Você pode apreciar as cervejas nos pubs, ou ir diretamente à fonte, e participar de um tour pelas fábricas, aprender como é feito todo o processo de produção, e ainda degustar algumas das melhores cervejas do mundo.  Damos destaque aos pubs Electric Bear, Bath Ales e Abbey Ales, que é a mais antiga cervejaria da cidade. A cervejaria Wadworth’s Victorian é também uma das melhores da cidade!

Aprecie a arquitetura da cidade

Interior da Bath Abbey

Bath não é uma cidade muito grande, mas possui inúmeras atrações para manter o turista ocupado por dias. Diversas construções Romanas seculares estão espalhadas pela cidade, incluindo as termas Romanas já mencionadas.

A maioria dos prédios da cidade é feita a partir das pedras encontradas no local, as chamadas pedras douradas de Bath, e grande parte deles foram construídos nos séculos XVII e XIX. O estilo arquitetônico dominante na cidade é o Georgiano.

Dentre as construções mais visitadas encontram-se a Bath Abbey, uma igreja construída próxima da fundação da cidade, um prédio belíssimo com um estilo gótico, cuja última restauração foi feita no século XVI.

Outro marco da cidade é o famoso Circo, ou “The Circus”, três terraços longos e curvos qe formam uma espécie de teatro, criado para abrigar jogos locais e eventos municipais. Um dos terraços mais incríveis de Bath é o famoso  Royal Crescent, datado do século XVII, que possui uma beleza arquitetônica ímpar e é mais um ponto turístico imperdível da cidade.

Outra forma incrível de apreciar as belezas arquitetônicas da cidade é através de um passeio de balão, que permite que o turista tenha vistas aéreas maravilhosas, do jeito que conseguimos ver apenas em filmes ou cartões postais.

Por fim, visite Pulteney Bridge, cheia de cafés, restaurantes e lojas, um lugar único no mundo.

Assista a um espetáculo cultural em Bath

Bathn é uma cidade muito rica culturalmente, tendo uma cena artística muito forte. Seus teatros – são cinco ao todo: Theatre Royal, Ustinov Studio, The Egg, The Rondo Theatre, e The Mission Theatre – ofertam diversos tipos de produções e espetáculos ao público, desde musicais e peças clássicas de teatro, a shows de comédia, apresentações de circo e diversos festivais.

Além de ir ao teatro, o turista pode aproveita um dos diversos eventos culturais que acontecem anualmente na cidade, como o Bath International Music Festival e o Mozartfest, festivais de música, o Bath Literature Festival, festival de literatura da cidade, que possui uma edição infantil,  o Bath Film Festival, ou Festival de Cinema de Bath, dentre outros.

Se maravilhe com a história europeia em um dos museus da cidade

Bath é uma cidade repleta de museus, que de fato tem muita história para contar. Um dos museus mais interessantes da cidade é o Holbourne Museum, que reúne a extensa coleção de peças de arte reunidas pelo marinheiro Sir William Holburne durante suas viagens.



Veja nossa seleção hoteis para se hospedar em Bath


 

O Fashion Museum, ou museus da moda, é para quem é apaixonado por roupa. Ele abriga mais de mil peças, entre roupas, acessórios e calçados, e ainda dá ao visitante a oportunidade de se vestir como um verdadeiro habitante de Bath na era Georgiana. A admissão a essa museu garante ainda a entrada para o centro de entretenimento de Bath dessa mesma época, chamado de Assembly Rooms.

A cidade ainda possui diversas outras opções, como o American Museum, único museu Americano for a dos Estados Unidos, o Museum of Bath Architectures, dedicado à arquitetura da cidade, e o Herschel Museum of Astronomy, dedicado inteiramente ao espaço.

Faça um piquenique em um dos parques da cidade

Bath é cheia de parques, e as belezas naturais da cidades consistem um dos seus maiores encantos. O maior parque da cidade, chamado Royal Victoria Park, possui diversos outros parques menores e atrações turísticas em seu interior, como lagos, jardins, fontes e clareiras. Local excelente para passar o dia com a família, tirar fotos e apreciar a natureza.

Outras opções incluem o Prior Park, com as vistas mais lindas da cidade, e o Alexandra Park, com diversas opções de diversão para adultos e crianças.

Outros motivos para conhecer Bath

A cidade de Bath, por ser uma cidade fortemente dedicada ao turismo, possui diversos bares, restaurante e pubs que prometem agradar a qualquer tipo de visitante. Dentre eles, destacamos o Sally Lunn, o café mais antigo da cidade, e também um dos prédios mais antigos,  onde foi criada uma das comidas típicas locais, o Bath Bun, uma espécie de pão misturado com bolo muito apreciado pelos ingleses.

Para quem procura uma experiência requintada, o restaurante Bath Priory Hotel, Restaurant and Spa é uma excelente opção, com uma comida inglesa maravilhosa, e uma estrela Michelin no currículo. Pratos típicos ingleses são também servidos no restaurante Olive Tree e no bar Marlborough Tavern, com qualidade excepcional e preços mais acessíveis.

Outro motivo para procurar Bath como seu destino para as férias diz respeito assuas paisagens sensacionais. Colinas, meados e florestas cercam a cidade, que oferecem vistas maravilhosas e uma conexão com a natureza encontrada em poucos lugares no mundo.

Visitar Bath é uma experiência única!

Agora que você já sabe o que fazer em Bath, pode considerar a cidade como seu próximo destino das férias. O local é repleto de cultura, história, pontos turísticos sensacionais, com o clima inglês que a gente tanto ama e o charme das cidades interioranas européias que vem conquistando turistas do mundo inteiro por gerações. Com certeza você será o próximo!

Veja esse vídeo para ficar com mais vontade de conhecer o local:

Conhece Bath e tem algo a falar sobre as suas aventuras na cidade? Conte para a gente nos comentários!

Conheça os 5 Aeroportos Internacionais de Londres

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Está planejando viagem para a capital da Inglaterra e quer saber mais sobre os 5 os aeroportos internacionais de Londres? 

Por ser uma grande metrópole, Londres recebe milhões de turistas durante o ano, e por isso precisa de uma estrutura grande quando o assunto é aeroporto.

Para quem chega dos mais diversos roteiros, o mais provável é que desembarque ocorra no Aeroporto de Heathrow, sendo considerado o maior aeroporto de Londres, um dos mais importantes hubs da Europa e do mundo e principal porta de entrada dos brasileiros no Reino Unido.

Já o segundo aeroporto mais movimentando de Londres é o Gatwick, sendo que ambos têm boa conexão com o centro da cidade, o que facilita bastante a circulação de turistas.

Mas e os demais aeroportos? Dê uma espiada abaixo para descobrir quais são eles e como fazer o trajeto do aeroporto para o hotel (e vice-versa).

5 Aeroportos Internacionais de Londres

Para te ajudar na hora de montar a sua viagem, confira quais são os principais aeroportos de Londres:

Aeroporto de Heathrow

Aeroporto de Heathrow - Mapa de Londres
Chegada a Londres causa alguma apreensão no viajante. Foto: iStock, Getty Images

O Heathrow é um dos maiores aeroportos do mundo e o maior aeroporto internacional de Londres.

Localizado na região oeste, por dia, quase 200 mil passageiros aterrissam ou decolam no Aeroporto de Heathrow, recebendo turistas do mundo inteiro que chegam para conhecer Londres.

Devido a sua localização, os pousos e decolagens sempre sobrevoam povoados nas extremidades da cidade e até mesmo a parte central da cidade, e por isso é possível observar a paisagem minutos antes do pouso ou da decolagem.

É onde você, brasileiro, provavelmente vai desembarcar ao vir para cá. Daqui você pode pegar metrô, trem, táxi ou transfer para o hotel.

O Aeroporto de Heathrow começou a sua vida nos anos 1930 com o nome de “Grande Aeródromo do Oeste”, pertencendo a uma empresa privada. Era principalmente usado para concentrações e testes de aviões.

LeiaDo Heathrow para o hotel

Aeroporto de Gatwick

O Gatwick é o segundo maior aeroporto de Londres, 45km ao sul do Centro da cidade. Essa é a segunda maior porta de entrada para os brasileiros no país.

Gatwick costuma ser informalmente conhecido como o mais movimentado aeroporto de pista única do mundo, embora tecnicamente possua uma segunda pista de espera, usada quando a principal não pode ser utilizada.

O aeroporto fica localizado em Crawley, West Sussex, 44 km ao sul de Londres. O local foi construído em 1932, tendo sido usado como base de manutenção da Real Força Aérea na II Guerra Mundial, porém, as atividades comerciais como aeroporto moderno iniciaram em 9 de junho de 1958, após uma extensiva remodelação de toda área.

Por ser um aeroporto de grande circulação, na chegada do Gatwick você pode pegar ônibus ou trem para o centro da cidade.

Leia: Do Gatwick para o hotel

Aeroporto Stansted

O Stansted é o terceiro aeroporto mais movimentado de Londres, e fica a 64km do Centro da cidade.

No ano de 2015, o Stansted era o quarto aeroporto mais movimentado do Reino Unido, depois de Heathrow, Gatwick e Manchester.

Localizado no pequeno vilarejo de Essex, o Aeroporto de Stansted fica a cerca de 50 km de Londres, ao noroeste da capital.

O Stansted é bastante conhecido pela circulação de voos de empresas aéreas de pequeno porte, recebendo turistas do mundo todo. As empresas que mais usam o local para embarque e desembarque são:

  • Ryanair;
  • EasyJet;
  • Germanwings;
  • Empresas de transporte de mercadorias, como Volga-Dnjepr e FedEx.

Com uma pista de aterrizagem com cerca de 3.050 metros, para os próximos anos existe a chance de ampliação e criação de três pistas adicionais no Stansted.

Uma outra curiosidade sobre o Aeroporto de Stansted, é que, durante a II Guerra Mundial, o local foi usado como base militar inglesa e do grupo aliado contra a Alemanha Nazista.

Leia: Transporte para o Stansted

Aeroporto Luton

O Luton é o quarto maior aeroporto de Londres, localizado 56 km ao norte do Centro, e serve às companhias de baixo custo. É daqui provavelmente que vai sair aquele voo barato que você comprou partindo da capital britânica para outro país da Europa.

Até 2014, pouco menos de 10,5 milhões de passageiros passaram pelo aeroporto, um total recorde de Luton, tornando-se o sexto aeroporto mais movimentado no Reino Unido.

Hoje o aeroporto serve como base para a EasyJet, Monarch, Thomson Airways e Ryanair. e recebe na sua grande maioria as rotas vindas de cidades europeias, embora existam algumas rotas regulares com destinos no Norte de África e na Ásia.

Aberto em 16 de Julho de 1938, o Aeroporto de Luton foi usado durante a Segunda Guerra Mundial, como base para Royal Air Force.

Após a guerra, o espaço foi devolvido ao conselho local que continuou manteve as atividades no aeroporto, desta vez focada em operação comercial.

Leia: Transporte para o Luton

London City Airport

O London City Airport é o quinto maior aeroporto de Londres e o mais central da cidade, e foi planejado para receber decolagens e aterrissagem de pequeno porte, já que localiza-se em uma região de construções altas.

Inaugurado no ano de 1988, o London City Airport foi construído com o intuito de facilitar o acesso a Cidade de Londres, registrando uma média de 2 milhões de passageiros ao ano.

Leia: Transporte para o London City Airport

Transfer dos aeroportos de Londres

Bem, depois que você desembarcou em Londres, chegou a hora de escolher o transfer que vai fazer a sua ligação com os hotéis ou local de hospedagem.

Muitos leitores perguntam por serviços de transporte e transfer dos aeroportos de Londres para os hotéis.

  • Metrô

Na grande maioria, os 5 Aeroportos Internacionais de Londres tem ligação com a rede de metrô, e isso facilita bastante o acesso dos turistas as mais diversas regiões da cidade.

Você só precisa comprar um bilhete de metro, carregar com o saldo necessário e fazer o embarque. Tudo isso é feito em terminais eletrônicos próximo as catracas, e sempre tem uma pessoa do próprio aeroporto que vai auxilia-lo caso sinta alguma dificuldade.

Lembrando que esse bilhete de metrô poderá ser usado em outras viagens, seja de ônibus ou metro, e por isso é um item quase indispensável quando estiver visitando Londres.

Em média, a viagem demora de 50 a 60 minutos, e a tarifa individual é de aproximadamente £5.70. Mas em Londres existe um diferencial! Dependendo do horário de embarque, os valores das passagens serão menores ou maiores.

No Oyster pay-as-you-go, as tarifas são £5 (segunda a sexta-feira, das 06h30 às 21h30) e £3 (nos demais horários). Tudo isso com o uso do Cartão Oyster, que citamos acima.

  • Ônibus

Se a sua chegada é pelo Aeroporto de Heathrow, existem várias as linhas que conectam o aeroporto a Londres; além disso, as passagens são bem mais em conta.

Por intermédio deste website, é possível obter informações precisas sobre itinerários, horários e preços, onde você conseguirá montar o roteiro de transporte antes mesmo de chegar na cidade.

  • Táxi

Quer chegar em Londres e andar nos famosos e tradicionais black cabs londrinos (táxis pintados de preto)? Isso pode ser feito já do lado de fora dos terminais do aeroporto.

Mas atenção viajante: essa não é uma opção mais barata de transporte, pois a viagem até o centro de Londres chega a custar um valor bem superior a £50. Além disso, o deslocamento pode demorar mais do que o esperado, devido ao trânsito.

Para fazer uma reserva de táxi com segurança e antecedência, clique aqui.

  • Transfer

Mas se você está cansado, e quer aproveitar ao máximo a cidade sem perder tempo tentando entender o transporte público, a dica é buscar uma empresa de transfer.

O bom dessas empresas é que você vai chegar ao hotel ou local de hospedagem com mais conforto, onde o transporte é realizado em vans que cabem suas malas na maior segurança.

Além disso, a opção de transfer é uma excelente alternativa para quem está em grupos grandes, ou acima de 2 pessoas, porque o valor é fechado diretamente nos guichês de atendimento das empresas localizados no terminais do aeroporto, onde o valor da corrida não sofrerá qualquer alteração mesmo se no percurso houve imprevistos, como trânsito e etc.

Também, é possível fazer a reserva do transfer antes mesmo de chegar em Londres, diretamente pelo site da empresa.

O grande diferencial também é:

  • Conforto: a viagem de avião costuma ser cansativa, e as malas nem sempre gostam tanto do transporte público de Londres quanto a gente;
  • Horário: há períodos da madrugada em que não existe transporte público em alguns aeroportos, e por isso o transfer é uma ótima alternativa;
  • Ambientação: é comum que o desembarque em Londres seja seguido de um choque cultural, ainda mais para quem não tem o inglês bem fluente. Assim, conversar com um motorista brasileiro, que vai dar as primeiras dicas e orientações para sua estada, pode ser uma ótima ideia.

Para quem busca uma opção assim, temos uma indicação: Queen Elizabeth Turismo.

Essa é uma empresa brasileira confiável e muito profissional, com a qual o Mapa de Londres possui uma parceria.

Saiba mais sobre os preços e entenda como contratar os serviços de transfer:

CTA - Transfer do aeroporto para o hotel

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Dicas para o seu roteiro na Europa

O que achou das dicas dos 5 os aeroportos internacionais de Londres? Agora é só fazer as malas e curtir o que essa linda cidade tem a oferecer.

Inglês para viagem: frases essenciais

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Para quem planeja viajar para países cuja língua inglesa é o idioma materno (como no caso de Londres!), é um terror imaginar que poderá passar algum aperto por não saber falar nada.

Seja uma viagem de negócio ou lazer, é importante estar com o inglês afiado, dando importância aquelas frases essenciais para salvar a vida enquanto estiver visitando o país.

Seja por perguntar algo no hotel, pedir uma comida em um restaurante ou até mesmo falar o motivo da sua viagem na alfandega, saber algumas frases em inglês vai fazer toda a diferença na sua viagem, mesmo que você não domine o inglês plenamente.

Inglês para viagem - mapa de londres
Imagem: Pixabay

Frases em inglês para você usar na próxima viagem

Separamos 30 frases em inglês de situações diversas que vão te ajudar na sua próxima viagem. Veja:

Para pegar o táxi:

1 – Can you show me where the hotel is? – Você pode mostrar onde é o hotel?

2 – How much for the ride? Quanto é pela corrida?

Quando chegar no hotel:

3 – Is there a room available? Há um quarto disponível?

4 – How much per day? Quanto é por dia?

Se você fez sua reserva previamente seguindo nossas sugestões de hoteis:

5 – I would like to check in, please? Eu gostaria de fazer o check in, por favor?

6 – I would like to check out, please? – Eu gostaria de fazer o check out, por favor?

Na hora de fazer compras:

7 – Quanto custa esse produto? How much does this product cost?

8 – Você tem em outra cor? Does it come in other color?

9 – Qual é a garantia? É válida no Brasil? How is the warranty? Is it valid in Brazil?

10 – Você pode reservar para eu voltar mais tarde? Could you save this product for me and I will come back later?

11 – Onde estão os produtos em promoção? Where are the product on sale?

12 – Tem banheiro dentro da loja? Is there any restroom at the store?

13 – Quanto custa esse perfume? How much does this perfume cost?

14 – Posso experimentar em mim? Can I try this on me?

15 – Você tem algum kit com esse perfume? Do you have any kit containing this perfume on?

Momento diversos:

16 – Where is the beach? – Onde fica a praia?

17 – Where is the bar? – Onde fica o bar?

Expressões para usar no aeroporto:

18 – Where can I get a trolley? – Onde posso conseguir um carrinho?

19 – What’s your seat number? – Qual o número da sua poltrona?

20 – How long does the flight take? – Quanto tempo dura este voo?

Frases que você pode ouvir em sua viagem:

21 – The tourist information office is near here – O escritório de informações turísticas fica perto daqui.

22 – Can I help you? Posso te ajudar?

23 – We leave at 7 o’clock. Saímos às 7 h.

24 – Be careful of pickpockets. Cuidado com trombadinhas.

25 – Leave valuables in the hotel safe. Deixe coisas valiosas no cofre do hotel.

26 – Lunch is included in the price. O almoço está incluso no preço.

27 – You can take photos. Vocês podem tirar fotos.

28 – It’s not open to the public. Não está aberto/a ao público.

29 – What are the opening times? – Qual é o horário de funcionamento?

30 – The toilets are there. Os banheiros ficam ali.

Telephone - Inglês para viagem - mapa de londres
Um típico “Telephone” em Londres. Imagem: Pixabay

Com essas frases em inglês sua viagem ficará mais tranquila e você vai poder se sentir mais confiante para aproveitar cada vez mais o passeio.

Dica Importante

Uma boa alternativa para estar preparado com o inglês afiado na próxima viagem é o Curso de Inglês para Viagem. Com ele, você vai ter aulas práticas de tudo que precisa saber na hora de viajar para um país de língua inglesa e não passar por apuros ou pegadinhas.

Diversas pessoas foram beneficiadas com o “Curso de Inglês para Viagem” que é dividido em 3 dias importantes que você precisa saber na hora que estiver embarcando para as férias ou roteiro de negócios.

Porque aprender inglês na hora de viajar?

Mas porque aprender inglês na hora de viajar?

Bem, uma das melhores formas de vivenciar a cultura enquanto você está de passagem pelo lugar, seja nas férias ou viajando a negócio, é poder entender por completo o idioma local.

E essa experiência será excelente quando você aprende inglês na hora de viajar, estando pronto para situações diversas do dia a dia.

Sem o domínio do idioma inglês, a comunicação no exterior se torna falhas e incompletas, além de provocarem confusões e desconfortos.

Por isso, adeptos do “vou enrolar algumas palavras aqui” que querem viajar nas férias para o exterior, precisam de muita atenção!

Por isso, veja porque é importante saber inglês quando fora viajar:

1. Terá mais tranquilidade e segurança na hora de se relacionar

Seja por atitudes simples como ler o cardápio, saber o idioma fará toda a diferença. Pensar e agir de acordo com a cultura e os costumes locais são fundamentais para você ter uma experiência nas férias, onde não será necessário se preocupar com o inglês, porque isso será tranquilo para você. Assim, se sentirá mais seguro para aproveitar cada passeio das férias, até mesmo conhecendo pessoas novas.

2. Maior compreensão

Para compreender algumas situações que só são vista naquele lugar, é necessário possuir um conhecimento sobre o lugar, e isso as vezes só é possível estando lá. Se você fala inglês e entende o que as pessoas falam, ficará mais fácil se adaptar a cultura e costumes do local quando estiver visitando o país de língua inglesa.

3. Troca de experiência

Uma das coisas mais interessante para quem fala inglês é poder ter uma troca de experiência com quem mora no lugar. Isso porque existem situações da qual você terá que interagir, seja um guia turístico ou no balcão de informações do hotel. É ai que você vai perceber o valor de saber inglês e porque ele faz grande diferença, deixando de lado a falsa sensação de que entendeu tudo.

Inglês para viagem - Logotipo do Underground
Logotipo do Metrô de Londres “The Underground”. Imagem: Pixabay

Outras dicas para aprender inglês antes de viajar

Viajar é maravilhoso, e se você sabe o idioma o tempo em qual ficará naquele país vai se tornar mais proveitoso e benéfico para você.

Mas muitas pessoas viajam para outros países sem saber saber inglês, se arriscando em passar algum aperto e imprevistos.

Por isso, se você for viajar para outro país, a dica é aprender pelo menos o básico, que já vai ajudar bastante em situações diversas.

Então, se você quer aprimorar o seu inglês antes de viajar, dá uma olhada nessas dicas.

  • Procure saber quais são as expressões locais

Quando você viaja no Brasil, sabe que no sul tem algumas expressões que não são usadas em algumas regiões e em outras sim. Com o inglês é a mesma coisa! Existem gírias, expressões que são usadas apenas em determinadas regiões.

Portanto, antes de ir viajar para o seu país de destino, pesquise sobre expressões locais e seus significados. Isso com certeza vai te ajudar bastante.

Quanto mais contato diário você tiver com o inglês, melhor. Isso vai ajudar a preparar seu ouvido para entender diferentes sotaques, formas de falar e até mesmo para o inglês em si.

Faça isso por assistir série, filmes ou ouvir música em inglês. Isso vai fazer com que você consiga entender algumas expressões e onde elas podem ser usadas.

É muito importante que você aumente sua exposição ao idioma das mais diversas formas, o máximo que puder. Então, nesse sentido também entra a próxima dica que vou te dar.

  • Faça contato com pessoas locais

A internet, as novas tecnologias, estão aí para nos ajudar. Então, use e abuse delas! Graças a elas, hoje nós não temos mais barreiras geográficas, qualquer pessoa pode estar ao nosso lado, conversar com a gente e compartilhar o que sabe.

Sendo assim, busque conhecer pessoas que são da cidade ou do país em que você vai visitar, antes mesmo de ir até lá.

Dessa forma, além de levantar informações sobre o país, você também pode fazer uma nova amizade que irá te acompanhar ao longo dessa viagem. E as pessoas são super abertas para isso, então, não tenha vergonha.

  • Já fique de olho nas perguntas comuns na alfândega

Muitas pessoas não tem medo do que acontece no dia a dia, enquanto está no país, mas sim do que podem perguntar ou do que pode acontecer na alfândega.

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Para quem não sabe, alfândega é uma repartição pública que fica entre as fronteiras dos países. Ela é responsável por regulamentar a entrada e saída das pessoas naquela país e, consequentemente, é ela quem permite ou não a entrada de alguém no seu país.

Por isso, é comum que você tenha que apresentar alguns documentos para essas autoridades, responder algumas perguntas e etc, e por isso muita gente tem medo dessa hora.

A dica neste caso é dar uma pesquisada antes para saber quais as perguntas mais comuns, pois assim você já vai estar preparado para os questionamentos e com os documentos certos na hora da entrega.

Claro que isso pode variar de turista para turista, mas na média as perguntas são quase as mesmas, como quanto tempo você vai estar no país, qual o motivo da viagem, onde ficará hospedado, se tem passagem de volta.

E lembre-se: mesmo que você tenha aprendido essas frases em inglês para viagem e ainda assim se sinta inseguro, saiba que sempre vai aparecer alguém para te ajudar, seja na alfandega, hotel, passeios… uma ótima viagem!

 

Hyde Park é o mais conhecido dos London Royal Parks

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Hyde Park - Mapa de Londres
Foto: Gustavo Heldt, Mapa de Londres

Os Parques Reais de Londres são áreas que no passado eram propriedade dos monarcas do Reino Unido, e um dos mais importantes e conhecidos é o Hyde Park.

Originalmente esses lugares serviam para a recreação da família real, e seu acesso era proibido.

Com a urbanização da cidade, aos poucos a entrada aos parques foi liberada ao público em geral.

No total, há oito áreas oficialmente reconhecidas como parques reais, sendo que o mais conhecido deles – embora não seja o maior (Richmond Park) – é o Hyde Park.

Veja mais fotos e informações sobre o Hyde Park

Hyde Park e seus atrativos

O Hyde Park é um dos parques a céu aberto mais famoso de Londres, e isso se deve a grande quantidade de turistas e visitantes que o local recebe todo dia.

Num total, mais de 7 milhões de pessoas visitam o Hyde Park todos os anos, e esse amor que os turistas tem por essa lugar é graças a presença de muito verde, pistas para ciclismo, um lago onde é possível passear de barco, cafés/restaurantes, além de gramados ideais para deliciosos piqueniques (excelente dica para o verão).

Originalmente, a área onde hoje se encontra o parque era propriedade dos monges da abadia de Westminster, e foi adquirida em 1536 pelo rei inglês Henrique VIII, que, acompanhado de membros da corte, tinha, como hábito, caçar na região.

O uso do parque Hyde (nome que vem de hide, uma unidade de medida que compreende em torno de 0,24 a 0,49 km², sendo esse o tamanho original do parque) era restrito à caça até o reinado do rei inglês Jaime I, quando o parque passou a ter acesso limitado. Somente em 1637, sob o reinado do rei inglês Carlos I, o público em geral teve sua entrada permitida.

Em 1665, quando a peste negra dizimava a população londrina, muitos decidiram acampar no parque, na esperança de serem poupados da doença.

No fim do século XVII, o rei inglês Guilherme III transferiu a corte para o palácio de Kensington. Considerando que o caminho até o palácio de São Tiago era demasiado perigoso, em 1690, o rei decidiu instalar trezentas lâmpadas a óleo numa estrada que atravessava o parque Hyde, que acabou sendo a primeira estrada artificialmente iluminada do país, conhecida como “Caminho do Rei”.

Na década de 1730, Carolina de Ansbach, esposa do rei inglês Jorge II, realizou várias mudanças no parque, incluindo a criação do lago Sinuoso.

Com o passar dos anos, o parque se tornou um lugar para celebrações nacionais, sendo um dos cartões postais de Londres. Um deles foi a apresentação históricas dos Rolling Stones, em 1969, com público estimado entre 250 e 500 mil pessoas, e Queen, em 1976, com a presença de 150 mil pessoas.

Normalmente, os grandes eventos ocorrem no fim de semana, durante o dia. Os Stones, aliás, voltaram ao Hyde Park em julho de 2013. Por isso, para você que está visitando Londres, esse é aquele tipo de passeio que precisa ser incluído no roteiro.

O local abre diariamente das 5 horas até meia-noite, e nele é possível ainda apreciar uma fonte em homenagem à princesa Diana.

O Hyde Park é tão bem localizado que fica a uma curta distância a pé dos jardins de Kensington (Kensington gardens). Lá é possível apreciar mais de 111 hectares, repletos de verde e bela arquitetura.

Os jardins, na verdade, circundam o Palácio de Kensington, local onde morou a princesa Diana e que atualmente é a residência oficial do duque e da duquesa de Cambridge, William e Catherine. Pode ser visto também os jardins italianos (com suas fontes e estátuas), além do belíssimo Albert Memorial, monumento em homenagem ao príncipe Albert, marido da rainha Victoria.

Se você estiver passando pelo Hyde Park e resolver fazer uma visitinha ao Palácio de Kensington, veja mais detalhes sobre preços da entrada clicando aqui.

Os Parques Reais de Londres

A maioria dos parques está localizada na área central de Londres, estando Bushy Park, Greenwich Park e Richmond Park nos subúrbios. Todos eles são administrados pela Royal Parks Agency e são policiados pela Metropolitan Police Service.

Os fundos para a manutenção dos parques são provenientes do governo (enquanto outros parques na cidade contam com a ajuda dos distritos locais). Algumas atividades comerciais e eventos (como concertos) também contribuem na receita dos parques.

Um aviso: não se assuste se encontrar londrinos bem à vontade deitados se banhando com os raios solares. Em Londres, clima agradável e sol são dois fatores raros na meteorologia.

Conheça cada um dos parques reais de Londres

Saiba mais sobre o Hyde Park

Para visitar o Hyde Park, é super fácil. Basta ir pegar um metro e descer na Marble Arch (Central Line), em um extremo, e Hyde Park Corner (Piccadilly Line).

O lugar é mais movimentado no verão, onde as pessoal aproveitam a junção do sol com a grama do parque para se despir das camisas, e poder tirar a cor branca do corpo, tão comum entre os ingleses.

Mesmo quando a temperatura não pareça tão convidativa para estrangeiros, é comum ver os londrinos sentados na grama, aproveitando a brisa com roupas mais curtas, enquanto os turistas ficam cheio de casacos tentando escapar do frio.

Veja também: Roteiro para conhecer o Hyde Park

Ao longo do parque, encontram-se belezas de todos os tipos, que podem ser vistas na pluralidade cultural da cidade.

Diversos grupos, casais e solitários do parque, até os elementos inanimados são figurinhas carimbadas no Hyde Park.

Todos ali estão prontos para apreciar o que de melhor o parque tem a oferecer, seja por ficar deitado na grama durante horas, ou caminhando por sua extensão.

Em falar em espaço, dificilmente, você vai conhecer toda a extensão do Hyde Park. Então, para perambular com um senso um pouco mais aguçado de direção e sentido, conheça alguns pontos básicos:

  • Serpentine River se localiza no lado oeste e sudoeste, perfazendo uma fronteira com o Kensington Gardens;
  • Speaker’s Corner, onde a revolta é liberada e os oradores sobem em banquinhos para discursar, situa-se no noroeste do parque, próximo a Marble Arch;
  • Bayswater Road percorre a ala norte, enquanto a Rotten Row fica ao sul.

8 fatos que você nunca soube sobre Guy Fawkes

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Você já ouviu falar de Guy Fawkes? E o que ele representa para a história de Londres e da Inglaterra?

Bem, para entender o papel fundamental que Guy Fawkes teve na Grã Bretanha, vamos voltar a 1660.

Conheça a história de Guy Fawkes

Guy Fawkes foi um conspirador e especialista em explosivos que participou da Revolução da Pólvora (1600), que tinha como finalidade assassinar o rei Jaime I de Inglaterra, seus familiares e os aristocratas protestantes com a colocação de barris de pólvora sob o prédio onde ficava o Parlamento.

A conspiração era motivada pela ira que Jaime I provocou nos católicos ingleses daquela época. Sucessor de Elizabete I, que morreu sem deixar herdeiros para o trono inglês, findando a dinastia Tudor, o rei manteve a perseguição aos católicos de seus antecessores. Assim como seu pai, Henrique VIII, a rainha foi uma notória perseguidora do catolicismo.

Com a sucessão do reinado para Jaime I, que tinha origem escocesa e havia chegado ao trono através de ligações com os Tudor, acreditava-se que a vida dos católicos na Inglaterra fosse facilitada. No entanto, esta promessa não se cumpriu.

Outro detalhes que levou a repudia do povo contra o rei, era que ele era escocês, sendo mais odiado do que Elizabete I.

Foto: Skibbereen Eagle

Bem, foi ai que surgiram diversas conspirações para tirar a vida do rei, assim como aqueles que estavam no Parlamento inglês em parceria com ele.

E como se iniciou o plano? O grupo de conspiradores comprou uma casa vizinha ao Parlamento, localizado em Westminster, e usou o lugar para estocar pólvora no subsolo da sede do poder britânico.

É ai que entra o soldado católico Guy Fawkes, responsável pela casa. Na época, dizia-se que Fawkes estaria disposto a explodir a casa e a si mesmo antes de ser pego, caso Jaime I descobrisse a trama.

Porém, uma falha de um dos membros do grupo acabou entregando o plano. No intuito de salvar um amigo, um dos conspiradores mandou uma mensagem anônima e codificada para um de seus conhecidos, alertando para que ficasse longe do Parlamento no dia planejado para o atentado, cinco de novembro.

O destinatário do bilhete estranhou o aviso e a informação chegou até Jaime I, que descobriu a conspiração.

Em uma ação secreta das força policial inglesa, Fawkes e os outros membros do grupo foram presos e executados.

No final, Guy Fawkes foi enforcado e esquartejado. Porém, mesmo sob tortura, não revelou mais informações sobre o plano, nem entregou seus colegas.

8 fatos que você nunca soube sobre Guy Fawkes

Foto: OnePeterFive

Conheça 8 fatos que você nunca soube sobre Guy Fawkes e porque ele foi tão importante para Londres e para a Inglaterra:

Fato 1) O dia 5 de novembro é uma data importante para a história inglesa por simbolizar um episódio de luta pela liberdade;

Fato 2) Em 1605, o soldado católico Guy Fawkes foi capturado, sendo torturado e enforcado por traição e tentativa de assassinato;

Fato 3) Guy Fawkes foi um soldado inglês católico que participou da Conspiração da Pólvora;

Fato 4) Fawkes era o responsável por guardar os barris de pólvora que seriam utilizados para explodir o parlamento do Reino Unido. Os conspiradores, porém, não desejavam a morte de inocentes e católicos, portanto enviaram avisos para que eles mantivessem distância do parlamento no dia do ataque. Um dos avisos chegou aos ouvidos do rei, o qual ordenou uma revista no parlamento e encontrou Fawkes guardando a pólvora;

Fato 5) O soldado Guy Fawkes foi torturado e enforcado por traição e tentativa de assassinato;

Fato 6) A sua captura é comemorada até hoje, na tradicional Noite das Fogueiras;

Fato 7) Fawkes é considerado alguém que lutou e morreu por aquilo que acreditava e, por isso, sua máscara é utilizada até os dias atuais como símbolo de luta pela liberdade;

Fato 8) A máscara, na verdade, surgiu do filme V de Vingança, no qual um homem que foi preso e torturado injustamente, utiliza a identidade de Fawkes para conduzir a sua vingança. Foi com isso que jovens ao redor do mundo começaram a sair pelas ruas vestindo a máscara de Fawkes e lutando por aquilo que acreditam.

Celebração da Noite das Fogueiras

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Noite das Fogueiras ( Imagem: yandex.by)

Se você estiver visitando a Inglaterra no mês de novembro, não pode deixar de participar da Noite as Fogueiras, no inglês Bonfire Night.

Não tem como passear por Londres ou outras cidades inglesas e não se esbarrar com alguma fogueira, na celebração da Noite das Fogueiras, que acontece todos os anos em 5 de novembro por simbolizar um episódio de luta pela liberdade.

A festa é uma tradição bem forte na Inglaterra, onde crianças, famílias e amigos se reúnem para queimar um espantalho com a cara do Guy Fawkes.

Na celebração, fogos de artifício fazem a alegria de todos e iluminam o céus das cidades.

Algumas prefeituras, aproveitam o momento para organizar festas pelas praças e parques.

Em Londres, a festa que inclui queima de fogos e apresentação de bandas pela cidade, principalmente a noite, além de mercados/feiras que realizam varias atividades como parques de diversões e muitas outras coisas para todo tipo de pessoa.

Diferentemente dos EUA, na Inglaterra não é costume comemorar Halloween, mas em compensação o dia de Guy Fawkes, também conhecida como Bonfire Night, é a celebração mais famosa da terra da rainha.

Originalmente, esse “feriado” tinha um carácter religioso, comemorando a tolerância e liberdade da Igreja Anglicana (em comparação da Igreja Católica do século 16), o que também acabou gerando um fase de perseguição, intolerância e inquisição contra católicos no pais (principalmente quando Elisabeth I – que era criança na época) subiu ao poder.

Mas hoje em dia, a Noite as Fogueiras perdeu quase todo seu cunho religioso, onde a maioria das pessoas aproveita pra soltar fogos de artificio e organizar fogueiras e churrascos que comemoram o começo do inverno e a abertura da “temporada” de festas.

Onde ver a queima de fogos da Noite das Fogueiras

Em Londres há dezenas de queimas de fogos programadas para o dia principal a comemoração e aqueles que antecedem a data principal.

Normalmente, há barraquinhas vendendo comida, bebidas e outras atrações. Veja quais as opções:

  • Centro de Londres

Battersea Park
No Battersea Park é possível aproveitar a queima de fogo com uma grande fogueira, além da música temática. Não vai faltar opções de barracas com comidas e bebidas, às margens do Rio Tâmisa.

Southwark
Todo ano cerca de 30 mil pessoas vão a queima de fogos de Southwark, sendo um das maiores apresentações de fogos de artifício da cidade. Acontece ao longo da margem sul do Rio Tâmisa, com muita diversão para a família, comidas e bebidas. Como é bastante requisitado, é necessário reservar os ingressos com antecedência.

  • Sul de Londres

Lambeth
Para que irá acompanhar a queima de fogos na loja do Lamberth, espere uma noite mágica. A expectativa todo ano é de uma deslumbrante queima de fogos de artifício, acompanhada de trilhas sonoras populares de filmes de sucesso, ao lado de uma grande variedade de vendedores ambulantes, música ao vivo e entretenimento.

Beckenham
Se você procura diversão para toda a família vá ao Beckenham Fireworks no Croydon Road Recreation Ground em Croydon. Escolha entre a queima de fogos de artifício silenciosa, ideal para crianças pequenas, ou as grandes explosões na apresentação principal mais tarde a noite. A dica aqui é chegar cedo para garantir o melhor lugar, desfrutar das comidas e da divertida pintura de rosto para as crianças.

  • Leste de Londres

Blackheath

Localizado em um dos maiores espaços ao ar livre de Londres, a queima de fogos de Blackheath é um ótimo programa noturno para famílias e amigos que querem ver os fogos de artificio numa atmosfera animada. Normalmente se reúnem mais de 80.000 pessoas, num dos maiores eventos de queima de fogos em Londres, tudo de graça.

Victoria Park
Dirija-se ao espetáculo da queima de fogos de Victoria Park para uma noite animada. Aqueça-se com as comidas e bebidas vendidas nas barraquinhas, antes de iniciar a queima de fogos grátis que iluminará os céus de Londres. Dia 05 de novembro.

  • Norte de Londres

Alexandra Palace Fireworks Festival
Com vistas que se estendem por Londres e muitas atividades para a família se divertir, a queima de fogos de Alexandra Palace que dura dois dias, tornou-se um dos melhores eventos da Bonfire Night da cidade. Com atividades que variam desde um festival alemão de cerveja, até patinação no gelo, há opções para todas as idades neste espetáculo de fogos de artifício.

Brent Fireworks Night
Assista a queima de fogos brilhar sobre o arco icônico do Estádio de Wembley na apresentação de Brent Fireworks Night no Wembley Park. Veja o deslumbrante espetáculo acompanhado de uma trilha sonora super-secreta e desfrute de diversão para a família, além de barracas de comidas deliciosas.

  • Oeste de Londres

Superhero Fireworks Spectacular
Um das maiores espetáculos de queima de fogos do oeste de Londres, o Superhero Firework Spectacular no Kempton Park Racecourse com certeza vai impressionar. Passeios emocionantes e um DJ alegram a noite e a diversão da exibição de fogos de artifício, acompanhada de músicas de temas de super-heróis.

O que achou desses fatos soube sobre Guy Fawkes? Isso mostra o quão fantástica é a história da Inglaterra e sua formação.

Descubra como é o Réveillon em Londres

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O Réveillon em Londres é um momento mágico. A queima de fogos ocorre na London Eye, a famosa roda-gigante de 135 metros que se ilumina e lança fogos por todas as cabines.

Ao lado dela, o Big Ben também se agiganta e entra na festa. Apesar da reforma que está passando que deixará o famoso relógio pronto somente em 2020, suas badaladas ainda funcionam, e é o sinal para o início do evento.

Por que passar o Réveillon em Londres

Abaixo, confira um vídeo da queima de fogos no Réveillon em Londres:

Como você pode observar no vídeo, o espetáculo é incrível. São 15 minutos de fogos entrecortados por músicas contagiantes selecionadas por algum DJ bem perspicaz. Todos os elementos da festa se complementam para criar um espetáculo de luzes, cores e sons que vai embalar a sua virada de ano como em nenhum outro lugar do mundo.

O problema é que todo mundo concorda – e quer ver de perto. Por isso, Londres cobra ingresso para assistir à queima de fogos ali na beira do Tâmisa, pertinho da London Eye e do Big Ben.

Por isso, é cobrado um ingressos de £10, e para evitar os famosos “cambistas”, cada pessoa só pode comprar até 4.

Outro diferencial é que nome do comprador aparecerá em todos tickets comprados, e esta pessoa (comprador principal) terá de mostrar identidade para entrar na área juntamente com as outras 3 pessoas.

Para saber mais sobre os ingressos, acesse o site do See Ticket.

Na hora de escolher onde curtir o Réveillon em Londres na London Eye, opte por um local na mesma margem do seu hotel.

Área Azul – lado norte do Rio Tâmisa, entre a ponte de Westminster e a estação de metrô Embankement, este local fica exatamente em frente a London Eye. O acesso a esta área será permitido entre 20h00 e 22h30 e será feito somente pela margem norte.

Área Vermelha – lado norte do Rio Tâmisa, entre a estação de metrô Embankment e a estação Temple, onde o acesso será permitido entre 20h00 e 22h30 e será feito somente pela margem norte.

Área Branca – perto da ponte de Westminster, com acesso permitido entre 20h00 e 22h30 e será feito somente pela margem sul.

Área Verde – atrás da London Eye, com acesso permitido entre 20h00 e 22h30 feito somente pela margem sul.

Área Rosa – na ponte Waterloo, comacesso tanto pela margem sul quanto pela margem norte, onde será permitido o acesso entre 20h30 e 22h30.

Mas se você quiser curtir a queima de fogos um pouco mais longe, saiba que alguns telões serão espalhados pela região para que todos os turistas possam curtir a virada do ano com muita alegria e boas energias.

Dica: planeje chegar mais cedo para não acabar perdendo a festa. Lembre-se que por ser uma das épocas mais badalas do ano, o trânsito e fluxo das pessoas é maior, e por isso o tempo gasto de um local para o outro pode atrasar a sua chegada.

Para dúvidas sobre o ingresso ou se precisar trocar o lugar, entre em contato com o See Tickets Customer Servicewww.seetickets.com/customerservice / Tel: 0044 (0)115 896 3048.

Dúvidas sobre o Réveillon em Londres na London Eye

Separamos algumas dicas para poder aproveitar o Réveillon em Londres na London Eye:

  • É liberado levar comida para o Réveillon em Londres na London Eye, como os famosos picnic. Se quiser, pode incluir bebida alcoólica (em quantidades moderadas e para consumo próprio), mas é proibido entrar com garrafas ou outros objetos de vidro;
  • O local terá banheiros disponibilizados pelos organizadores do evento em diversas áreas;
  • Antes da queima de fogos, os organizadores sempre disponibilizam um DJ para animar o público e espantar o frio enquanto os fogos não começam;
  • Também, por ser um local aberto, não esqueça de levar casaco, guarda-chuva e ir bem protegido contra o frio, pois assim conseguirá curtir melhor a festa;
  • Para a comodidade do turista, o metrô estará funcionando após a queima de fogos, mas lembre-se de que algumas estações estarão fechadas e haverá uma multidão querendo ir embora na mesma hora. O jeito é ter paciência!

Prepare-se para o Réveillon em Londres

O Ano Novo de Londres é famoso em todo o planeta. O mundo inteiro desembarca em Londres para assistir à queima de fogos do Réveillon em Westminster.

Isso quer dizer que as ruas centrais ficam apinhadas de gente, que as estações são fechadas, que os bêbados se espremem entre pais e mães de família que se agarram aos seus filhos e que, para vislumbrar um pouquinho do espetáculo nos céus, você precisará passar algumas horas em pé esperando.

Não tem Iemanjá, mar, ondinhas ou lentilha. O espírito aqui é diferente, e muitos ingleses não emprestam à data o significado que ela tem no Brasil. Quem quer virada de ano como no Brasil deve ficar no Brasil.

Tudo fica mais caro. Quer jantar em um restaurante com vista para o Tâmisa? Lindo, mas você vai pagar muito mais caro do que em outros dias. Então, já prepara a carteira que a conta vai sair bem mais caro do que o normal.

É frio. A sensação térmica deve beirar os 5 graus celsius, você estará na rua. Mesmo com a pontualidade britânica, o tempo vai passar muito devagar até a meia-noite. Por isso, aquele casaco bem grosso e uma roupa preparada é a companhai ideal para curtir o Réveillon em Londres.

Quando o Big Ben soar e os céus forem invadidos pelos fogos de artifício, haverá não apenas o deslumbramento, mas o pânico antecipado de que, em alguns minutos, essas centenas de milhares de pessoas que se espalham ao seu redor terão que voltar para casa ou para o hotel.

E, assim como você, elas esperaram horas em pé. E algumas beberam mais do que deviam.

Já dissemos que vai estar frio? Então experimente voltar a pé para o hotel, pois a maioria das estações vai fechar devido à multidão tentando entrar.

Mesmo assim, a gente acha que vale a pena passar o Réveillon em Londres, sim.

Relato: assistindo à queima de fogos em Londres.

E você, já teve essa experiência? Compartilhe.

Mais Réveillon em Londres

Atrações e dicas para o próximo Ano Novo

Filmes e Livros sobre Stephen Hawking

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Em 2018, o mundo perdeu o físico Stephen Hawking, que morreu aos 76 anos em Londres, Inglaterra, depois de lutar por desde os 21 anos contra Esclerose Lateral Amiotrófica (conhecida como ELA).

Considerado um dos cientistas mais brilhantes da atualidade, Stephen Hawking publicou ao longo de sua vida, mais de 20 livros e foi tema de diversos filmes e documentários que retrataram bem a vida do grande físicos e suas conquistas no mundo.

Filmes e Livros sobre Stephen Hawking (Foto: Época)
Filmes e Livros sobre Stephen Hawking (Foto: Época)

Uma referência na ciência moderna, Stephen Hawking foi um exemplo de pessoa que pode viver com uma doença grave e mesmo assim continuar sendo bastante ativo em suas atividades, se mantendo em plena inteligência e superando obstáculos diários.

Filmes e Livros sobre Stephen Hawking

Separamos alguns filmes e livros sobre Stephen Hawking que foram destaque no mundo. Veja:

Livros:

  • ‘Uma Breve História do Tempo’

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Considerada uma das obras mais famosas de Hawking, Uma Breve História do Tempo: do Big Bang aos Buracos Negros, foi lançado em 1988, e tem como tema principal a origem do Universo.

Nele, Stephen Hawking fala sobre as física de partículas até a dinâmica que controlam os grandes corpos celestes e galáxias espalhadas pelo cosmos, levantando questionamentos sobre como surgiu o tempo, se ele é finito ou não, se é possível viajar por ele, entre outros.

Um outro ponto de destaque deste livro discutido por Hawking são as teorias sobre buracos negros, o Big Bang, a teoria das cordas e as 4 forças fundamentais.

  • ‘O Universo numa Casca de Noz’

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Publicado pela primeira vez em 2001, O Universo numa Casca de Noz é uma extensão de Uma Breve História do Tempo, mais aprofundada e, ao mesmo tempo, mais compreensível para o público leigo do que a primeira obra.

Neste livro, Hawking traz ao leitor os principais conceitos que tentam unir a relatividade geral de Einstein e a mecânica quântica, aprofundando-se ainda mais na famosa Teoria de Tudo – uma proposta que poderia unir em uma só teoria todos os fenômenos físicos que conhecemos na atualidade. Hawking opinou que teríamos essa descoberta científica até o final do século XX, porém, até hoje físicos e astrônomos buscam essas explicações.

  • ‘Minha Breve História’

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Nesta autobiografia lançada em 2013, Stephen Hawking conta toda a sua história, desde sua infância em Londres, como um aluno mediano na escola, até sua chegada ao posto de professor lucasiano da Universidade de Cambridge, cargo ocupado por gigantes da história da ciência como Isaac Newton, Paul Dirac e Charles Babbage.

Além disso, ele fala sobre as dificuldades de conviver com a doença neurodegenerativa que o acompanharia para o resto da vida e com a qual foi diagnosticado aos 21 anos.

  • ‘George e o Segredo do Universo’

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Este livro é uma história infantil da da Stephen Hawking escreveu junto com sua filha Lucy, da qual explica de uma forma mais simples e para as crianças a origem do Universo em aventuras de personagens infantis.

  • ‘Computer Resources for People With Disabilities’

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Ainda não disponível no Brasil, Computer Resources for People With Disabilities (em tradução livre para o português, “Recursos Computacionais para Pessoas com Deficiência”) conta como as tecnologias estão facilitando o cotidiano de pessoas com deficiência e mudando a maneira com a qual elas interagem no mundo, mesmo vivendo em cidades metropolitanas, como era o caso de Stephen Hawking que morava em Londres e se mantinha adepto as atividades normais.

Filmes sobre Stephen Hawking:

  • Uma Breve História do Tempo (1991)

Um filme sobre a vida e o trabalho do cosmólogo Stephen Hawking, que, apesar da quase total paralisia, é uma das mentes mais brilhantes de todos os tempos.

  • A história de Stephen Hawking (2004)

Aqui retrata o início da trajetória do brilhante físico britânico Stephen Hawking (interpretado por Benedict Cumberbatch), que após ser diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica, é obrigado a lidar com o avanço da doença enquanto desenvolve seus estudos e inicia a formação de uma família com Jane Wilde (Lisa Dillon). Além disso, é possível acompanhar sua vida por Londres e como ele superou a doença, se mantendo ativo todo o tempo.

  • A teoria de tudo (2014)

Baseado na biografia de Stephen Hawking, o filme mostra como o jovem astrofísico (Eddie Redmayne) fez descobertas importantes sobre o tempo, além de retratar o seu romance com a aluna de Cambridge Jane Wide (Felicity Jones) e a descoberta de uma doença motora degenerativa quando tinha apenas 21 anos, enquanto morava em Londres.

Esse filme deu ao ator Eddie Redmayne o Oscar de Melhor Ator no ano de 2015.

Todos esses livros e filmes mostram Stephen Hawking porque foi um físico brilhante e um exemplo para a sociedade, seja pela sua inteligência como a superação diante de uma doença tão grave que o deixou completamente imóvel, mas bastante lúcido de suas atividades.

Apesar de morar em uma cidade grande como Londres, Stephen Hawking fazia questão de ser um físico atuante mesmo com a progressão da doença, o que não foi um empecilho para que os livros fossem publicados, sendo admirados por aqueles que acreditam que Stephen Hawking poderia ser um exemplo a toda a sociedade, e por isso ganhou destaque no cinema.

Natal e Ano Novo em Londres

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Passar o Natal e o Ano Novo em Londres é uma excelente ideia. A cidade ganha cores diferentes nessa época e fica lotada de atrações incríveis para os visitantes.

Em dezembro, os termômetros testam a resistência do brasileiro que viaja para Londres. Mas não se preocupe: com tantas comemorações e atrações de fim de ano, não há tempo ruim.

Nesse período, as luzes de Natal pululam com ainda mais vigor pelas ruas, Oxford e Regent Street ganham mais cores, as lojas se travestem com temas natalinos e diversos eventos especiais tiram todo mundo de casa (e do hotel), mesmo com temperaturas entre 3 e 9 graus celsius e 2 horas de sol em média.

Foto: Kamilla Fernandes
Natal em Covent Garden – 2013. Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres

Depois do Natal, tem a loucura das compras no Boxing Day e a celebração do Ano Novo. A queima de fogos de artifício às margens do Rio Tâmisa, em Westminster, constitui-se de um dos mais belos espetáculos de Réveillon do planeta.

E você ainda pode dar a sorte (para o viajante, sorte; para o londrino, pesadelo) de encontrar uma Londres branquinha, preparada para fotos, vídeos e bonecos de neve. Não venha com essa expectativa, no entanto, já que a neve é mais rara do que se imagina na cidade.

Clima para o Natal e o Ano Novo em Londres

Post atualizado à medida que novas informações são divulgadas por restaurantes, pubs e atrações.

Temperaturas: entre 3 e 9 graus celsius.

Sol: pouco. Em média, duas horas de sol por dia.

Chuva: em média, chove em 10 dias do mês.

Na mala

Casacão, luvas, touca, manta e qualquer peça de roupa que você vista para o frio. Aqui você encontra peças com bons preços, mas não deixe para comprar tudo em Londres (é importante chegar vivo até a loja :). Uma capa de chuva ou um guardachuva pequeno também ajuda.

Feriados bancários

Muitas atrações e pontos turísticos, especialmente os museus, fecham ou funcionam em horário reduzido nos dias 24, 25, 26 de dezembro e 1 de janeiro. Para garantir que o passeio desejado estará aberto, verifique no site oficial da atração ou compre ingresso com antecedência.

Programe-se

Você deve comprar com antecedência os ingressos para as atrações mais visitadas, como o Estúdio de Harry Potter e o Madame Tussauds. O primeiro, por exemplo, lota em qualquer época do ano. Você pode comprá-los pela Viator – ou ainda pelo site oficial da atração.

Transporte

O transporte nessa época é reduzido nos dias 24, 25 e 31 de dezembro. Acompanhe o site do Transport for London para ver as atualizações.

Não perca

Uma dica imperdível nessa época é a patinação no gelo. Mas as pistas abrem em um período restrito, do fim de novembro ao início de janeiro. Então aproveite: você vai curtir cair uns tombos em frente à London Eye, à Torre de Londres e a outros ícones da cidade. Entre todos os palcos para seus rodopios pelo gelo, um dos mais bonitos é o Museu de História Natural.

Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres

Royal Albert Hall Christmas Festival

Os concertos natalinos no Royal Albert Hall são encantadores. Se você não se deslumbrar com as 500 vozes em harmonia ou com a orquestra em fantasias que evocam o passado glorioso da cidade, olhe para o lado, para o teto, para o outro lado, em frente, enfim, para qualquer lugar, já que você se encontra no Royal Albert Hall, um espetáculo à parte. Veja a programação

St Paul's Cathedral. Foto: Mapa de Londres
St Paul’s Cathedral

Cantigas natalinas nas igrejas

A Abadia de Westminster oferece missas especiais, com corais e cantigas. É preciso reservar ingressos para os dois eventos especiais de Natal, no dia 23 e no dia 24. As entradas são gratuitas, mas se esgotam rapidamente. Mais informações

A St Paul’s Cathedral também tem missas de Natal. Nos dias 23 e 24, os eventos especiais, também com entrada gratuita, apresentam o coral da igreja, que se encarrega de interpretar canções tradicionais em meio a uma liturgia muito bonita. Mais informações

Decorações de Natal

Oxford Street, Regent Street, Covent Garden, Carnaby Street e o shopping de Westfield são alguns dos locais que contam com belíssimas decorações de Natal, inclusive com cerimônia de inauguração, em novembro e dezembro.

Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
Fachada da Selfridges, em Oxford Street. Foto: Kamilla Fernandes
Foto: Kamilla Fernandes
Regent Street. Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
Foto: Kamilla Fernandes
Covent Garden. Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres

Hyde Park Winter Wonderland

O festival anual que toma conta do Hyde Park é um verdadeiro parque de diversões à céu aberto, com diversas atrações, como Vila do Papai Noel, patinação no gelo, lojinhas, restaurantes e uma roda-gigante. O evento começa no fim de novembro e segue até início de janeiro. Veja a programação

Mercados de Natal

A partir de novembro, diversos mercados e feiras de Natal surgem por todos os cantos de Londres. Há o Christmas Fair, no Chelsea Physic Garden; o Cologne Christmas Market, no Southbank Centre; o London Christmas Fair na Town Hall de Kensington; e o Winter Wonderland, o maior deles. Esses mercados vendem lembranças de Natal, comidas, bebidas e, normalmente, oferecem apresentações artísticas variadas. Mais mercados de Natal

Boxing Day

O Boxing Day é o feriado bancário após o Natal, normalmente no dia 26 de dezembro ou no primeiro dia útil após o dia 25 de dezembro. Nessa data, as lojas entram em liquidação, com descontos que levam gente a brigar nas filas e nos corredores da Primark. Para não se envolver em correria, você pode deixar para comprar nas semanas que sucedem à data, já que a maioria das lojas mantém os descontos enquantos os estoques durarem. Mais sobre o Boxing Day

Ano Novo em Londres

O espetáculo da queima de fogos em Westminster, ali na London Eye, é encantador. A roda-gigante de 135 metros se ilumina ao lado de um Big Ben que dá a largada para a festa. Mais de 250 mil pessoas se amontoam nos arredores para conferir cada detalhe do show pirotécnico.

Ano novo em Londres
Fogos de artifício em Londres: um verdadeiro espetáculo. Foto: iStock, Getty Images

Para acompanhar de perto essa festa incrível de cores e luzes nos céus de Londres, à beira do Tâmisa, com participações especiais da London Eye e do Big Ben, você precisa comprar um ingresso. Leia tudo no nosso post especial: Ano Novo em Londres.

Leia também

Guia de atrações na cidade

Compre nosso roteiro completo na cidade

13 curiosidades sobre Stephen Hawking

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Em março de 2018, o mundo perdeu aos 76 anos o físico britânico Stephen Hawking, após lutar desde os 21 anos contra a esclerose lateral amiotrófica (ELA).

O físico, apontado como o cientista mais popular desde Albert Einstein, morreu em sua casa em Londres, e foi responsável por pesquisas que exploravam a natureza da gravidade e a origem do universo.

Vivendo a maioria do tempo em Londres, e com uma vida rodeada de conquistas, Stephen Hawking mostrou que a doença não era um empecilho para as suas atividades, e que mesmo vivendo em uma cadeira de rodas, ainda apresentava grandes pesquisas a sociedade humana, como a elaboração de livros que mudaram a forma como os cientistas olhavam os fenômenos físicos do universo.

Mas além de ser um renomado físico, a vida de Stephen Hawking foi recheada de curiosidades, que vão bem além dos trabalhos criados e das teorias elaboradas.

13 curiosidades sobre Stephen Hawking

Foto: Internet / Divulgação

Bem, separamos algumas curiosidades sobre Stephen Hawking que vai te mostrar que o físico tinha realmente algo a mais dos demais profissionais da área.

  1. Stephen Hawking nunca foi um excelente aluno

Como pode um físico renomado ser considerado o pior aluno da turma? Bem, isso aconteceu com Stephen Hawking.

Com apenas 9 anos, o físico tinha as piores notas da sala, mas com o tempo ele começou a se interessar com coisas que realmente funcionavam, como desmontar relógios e rádios.

Mesmo com notas ruins, os professores e colegas acreditam que Stephen Hawking seria um grande gênio, porque as suas ideias não se adaptam ao ensino tradicional, e por isso deram a ele o apelido de “Einstein”.

Mas para entrar na renomada Universidade de Oxford, Stephen Hawking precisava melhorar as notas, e após intensos estudos, aos 17 anos, o físico conseguiu alcançar ótimos resultados e ingressou no curso de física.

  1. Stephen Hawking teve uma vida mais longa do que o normal pela sua doença

Enquanto cursava pós-graduação, Stephen Hawking começou a apresentar sintomas da esclerose lateral amiotrófica (ELA), e após uma queda enquanto patinava no gelo, sua família insistiu que ele procurasse um médico.

Depois de completar 21 anos, e ficar algumas semanas no hospital, os médicos deram o diagnóstico da doença, que faz com que os pacientes perdessem o controle dos músculos, e que o tempo de vida seria de no máximo 3 anos.

Mas como Stephen Hawking sempre foi além da expectativa, o físico viveu por mais 50 anos, contrariando todos os resultados médicos, além de se manter ativo em suas atividades, produzindo livros, dando palestras apesar de viver em uma cadeira de rodas e sem os movimentos do corpo ou com condições de falar.

  1. O físico competia na equipe de remo na universidade
Stephen Hawking no começo da doença (Foto: HypeScience)

Stephen Hawking também era popular nos esportes quando jovem, tanto que faz parte da equipe de remo em Oxford.

Por ser bastante tímido e se manter a maior parte do tempo isolado, Stephen Hawking juntou-se ao time de remo, apesar do seu porte físico pequeno.

Mesmo com a doença, Stephen Hawking era o timoneiro, onde ficava na ponta do barco, controlando verbalmente a direção e a velocidade. E por ser bem magro, essa era uma posição ideal para ele.

  1. Hawking acreditava em extraterrestres

Devido ao trabalho em pesquisas sobre o universo, as pessoas se interessavam em saber se Stephen Hawking acreditava em vida alienígena.

Em 2018, durante a celebração do 50º aniversário da NASA, o físico foi convidado a falar, e ele mencionou suas ideias sobre o assunto.

Assim, Stephen Hawking disse que acreditava na vida alienígena primitiva lá fora, e que também seria possível ter outra vida inteligente.

Hawking ainda disse que nós deveríamos nos preocupar com a existência desses alienígenas, pois a vida em outros planetas provavelmente não seria baseada em DNA, então não estaríamos imunes às suas doenças.

  1. Já foi estrela da TV em várias ocasiões
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Stephen Hawking em participação no Simpson (Foto: Divulgação / Internet)

Bastante famoso na área da física, Stephen Hawking também apareceu em vários programas de TV, principalmente quando o foco era humor devido a sua capacidade de se divertir apesar as limitações.

Sua primeira aparição foi em um episódio de Star Trek: The Next Generation e depois na famosa série “The Big Bang Theory”.

Além disso, versões animadas dele apareceram em “The Simpsons” e “Futurama”, onde ele próprio emprestou a voz de seu famoso sintetizador de voz.

Já na sua área, Stephen Hawking fez parte de documentários de sucesso como “Into the Universe with Stephen Hawking” e “Stephen Hawking: Master of the Universe”.

  1. A voz de Hawking é única

Como perdeu a capacidade de falar, Stephen Hawking tinha um aparelho que permitia o físico de se comunicar.

Esse sistema foi criado por uma empresa Californiana, e a voz que era transmitida era somente dele, não sendo encontrada em outros dispositivos.

Apesar de ser britânico, sua voz artificial tem um sotaque americano, e Stephen Hawking se recusou a trocá-la, pois ele acreditava que essa voz já havia se tornado uma parte de sua identidade.

  1. Stephen Hawking escreveu vários livros infantis
Dois livros infantis produzidos por Stephen Hawking (Foto: Divulgação / Internet)

Quem pensa que Stephen Hawking escreveu apenas livros sobre a física, está enganado. Ele também se aventurou ao universo dos livros infantis.

Em 2007, em parceria com a sua filha Lucy, Hawking publicou o livro “a chave secreta de George para o universo”, com o objetivo de ensinar conceitos importantes da física para as crianças.

Isso fez com que as crianças pudessem se aproximar mais do tema e assim se interessar pela física de uma forma mais simples e menos complexa do que é apresentado ao mundo.

  1. O QI de Stephen Hawking está entre os 10 maiores da história

O mundo teve grandes homens que fizeram a diferença na história, e Stephen Hawking se enquadra nisso.

Com um QI de 160 pontos (o mesmo que Einstein), Stephen Hawking era um gênio porque o QI de pessoas comuns fica na casa dos 100, mostrando que o físico era além dos demais.

Foi por isso que Stephen Hawking ocupou o cargo de Lucasian professor of mathematics, na universidade de Cambridge, o mesmo cargo ocupado por Isaac Newton.

  1. Stephen Hawking foi vítima de violência doméstica

O físico se casou duas vezes, e sua vida matrimonial com sua segunda esposa, Elaine Mason, não foi marcada apenas por momentos felizes.

Em 2000 ele foi parar no hospital com ferimentos como cortes e hematomas, mas negou ter sofrido maus-tratos. Porém, em 2003, sua filha Lucy confessou que ele apanhava da esposa.

10. Mesmo doente, Stephen Hawking teve 3 filhos

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Stephen Hawking e seus filhos (Foto: Divulgação / Internet)

Apesar da doença degenerativa, isso não impediu que Stephen Hawking tivesse 3 filhos.

Do seu primeiro casamento, nasceram Robert, em 1967, e em 1970 a sua primeira filha Lucy, enquanto Stephen Hawking tinha condições de se locomover. O terceiro filho do casal, Timothy, nasceu apenas em 1979 já quando a doença tinha avançado.

11. Stephen Hawking viveu feliz apesar da grave doença

Mesmo tendo uma doença grave que tirou toda a sua locomoção e deu grandes limitações diárias, Stephen Hawking viajou por todo o mundo, conhecendo quase todos os continentes.

Além disso, ele fez passeio de balão, entrou em submarino e até mesmo voou em um avião que simula gravidade zero.

12. Seus livros bateram recordes

Stephen Hawking escreveu vários livros, e alguns deles bateram recordes de vendas como “História do Tempo: do Big Bang aos Buracos Negros“, que foi traduzido para 37 idiomas e se transformou em sucesso mundial, chegando a casa dos 20 milhões de cópias.

13. Stephen Hawking era ateu

Apesar de estudar o universo e sua grandiosidade, Stephen Hawking era ateu e considerava que a ciência tinha mais base sólida para a verdade do que o conhecimento das religiões sobre Deus.

Palácio de Kensington: residência Real desde o século 17

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Está de viagem marcada para Londres e quer conhecer um palácio real com todas as pompas que a monarquia britânica tem a oferecer? Um local que não pode ficar de fora do seu roteiro é o Palácio de Kensington (Kensington Palace).

Uma das inúmeras residências reais da Inglaterra, o Palácio de Kensington tem sido usada pela Família Real desde o século 17, e hoje ainda se configura como moradia para duques e duquesas, como William e Kate, e os príncipes George, Charlotte e Louis.

Construída em tijolo vermelho, essa palácio foi reformado em 1689 para se tornar o lar da monarquia durante várias gerações.

Deste então, o Palácio de Kensington já abrigou diferentes gerações da família real, desde Guilherme III até a falecida Lady Diana.

Após uma grande reforma em 2011, o Príncipe William e Kate Middleton, Duquesa de Cambridge, se mudaram para Kensington, e ocupam o apartamento 1A juntamente com os bebês reais.

Visitas ao Palácio de Kensington

Palácio de Kensington. Foto: Mapa de Londres
Visão do parque para o Palácio de Kensington. Foto: Mapa de Londres

O Palácio de Kensington passou por reformas extensas para receber melhor seus visitantes. As obras deixaram o palácio completamente acessível, fazendo com que os visitantes possam realmente sentir a história, se aprofundando no cotidiano da realeza britânica.

Os ambientes do palácio permite ao visitante um passeio pelos antigos cômodos privados da realeza, onde é possível observar o luxo e da exuberância em eles viveram.

Com uma estrutura perfeitamente conservada durante séculos, as paredes do palácio guardam histórias que são exibidas por meio decartas, joias, vestidos, tapizes e diversos itens guardados com cuidado.

Após uma recente restauração, agora os visitantes podem aproveitar uma exposição sobre a Rainha Vitória, além de uma pequena seção dedicada à Princesa Diana de Gales.

Já os jardins do palácio são um outro diferencial do local:

  • Sunken Garden: esse jardim foi criado em 1908 e é composto por canteiros de flores ornamentais, com um lago ornamental com fontes em sua volta. Considerada uma das áreas mais bonitas do palácio, esse jardim tem flores coloridas e é um ótimo local para as fotos.
  • Cradle Walk: as plantas formam túneis de plantas, e é uma ótima opção para um passeio a pé, onde é possível sentar nos bancos e relaxar com a linda vista.
  • Formal Garden: quem não conhece muito bem a região acaba achando que o famoso Hyde Park ocupa toda a extensão verde quando olhamos no mapa. Mas o que acontece é que apenas metade do jardim é composto pelo Hyde Park e a outra é o Kensington Gardens. Este espaço é ótimo para fazer um piquenique, como apreciar a Estátua do Peter Pan, o Albert Memorial e as Serpentine Galleries.

Com tantas opções, dá até vontade de sentar e apreciar um famoso chá inglês, enquanto aproveita a paisagem do palácio.

Descubra abaixo se o ingresso vale a pena.

Endereço: Kensington, Londres W8, Reino Unido

Metrô: High Street Kensington (Circle e District Line)

Mapa da estação até o Palácio de Kensington (10 minutos)

Horários: diariamente, das 10h às 18h (entrada até as 17h) / De novembro a fevereiro, das 10:00 às 16:00 horas / Fechado para o Natal em 24, 25 e 26 de dezembro.

Preço dos ingressos antecipados: Adultos: £19,50 / Estudantes e maiores de 60 anos: £15,50 / Menores de 16 anos: £9,70

Garanta o ingresso com antecedência

Ou garanta todos os seus ingressos no Viator:

Ingressos para as atrações de Londres

Palácio de Kenington. Foto: Mapa de Londres
Palácio de Kenington. Foto: Mapa de Londres
Kensington Gardens - Mapa de Londres
Monumento à Rainha Victoria em frente ao Kensington Palace. Foto: Mapa de Londres

Destaques do Palácio de Kensington

Fashion rules: Exposição de vestidos da Rainha Elizabeth II, Princesa Margart e Diana

Victoria Revealed: Exposição sobre a vida da Rainha Victoria

Queen’s State Apartments: Passeio pos quartos utilizados por Mary II para o lazer

King’s State Apartments: Visita a salas suntuosas do Rei

King’s Gallery: Espaço desenhado por William Kent para abrigar a Coleção Real.

Veja a galeria de fotos do Mapa de Londres:

Vale o ingresso?

A visita ao Palácio de Kensington é para quem realmente quer se aprofundar mais na história da realeza britânica.

Se esta é sua primeira vez em Londres, e você não tem tanto tempo assim, não se preocupe. A visita é bela, mas não é imprescindível.

Neste caso, opte por passeios ao Palácio de Buckingham, Parlamento Britânico, Palácio de Hampton Court e Castelo de Windsor. Esses sim valem mais a pena e não podem ficar de fora da sua visitação por Londres.

Mas um passeio por Kensington Gardens é altamente recomendado.

Uma senhora de preto

O Palácio de Kensington era a casa da Rainha Victoria. Foi aqui, em 1837, que ela recebeu a notícia de que seria condecorada como rainha da Grã Bretanha.

Seu reinado durou 63 anos, e após a morte de seu amado marido Albert, em 1861, a Rainha nunca deixou de usar o preto de luto em suas roupas. Por isso é tão comum apenas encontrar imagens e fotografias da rainha vestindo preto.

Mas o que se sabe é posterior a esse acontecimento, ela se vestia com cores mais vivas, curtia música, amava andar a cavalo e adorava seu cachorrinho de estimação, Dash.

Roteiro do Mapa de Londres

O Apartamento 1A

Fora do escopo das visitas turísticas, a casa dos Bebês Reais é o apartamento 1A, antigo lar da falecida Princesa Margaret, irmã mais nova da Rainha Elizabeth II.

Se você assistiu a série “The Crow”, da Netflix, vai lembrar bem desse palácio em um episódio que mostra a irmã da rainha Elizabeth reformando o espaço após o primeiro casamento.

Mas o termo “apartamento” descrito para esse local pode confundir. Isso porque na verdade, a residência possui 21 quartos e passou por uma reforma completa, ao custo aproximado de $ 1 milhão de libras.

Muitos fatores levaram à escolha do apartamento 1 A do Kensington Palace. O mais aparente é que o palácio foi a morada dos príncipes William e Harry durante sua juventude, ao lado da mãe, a falecida Princesa Diana.

Outro motivo, este revelado por uma amiga da família ao Daily Mail, é o jardim privativo da nova residência, que oferece absoluta comodidade para um dos casais mais assediados do planeta.

Texto e fotos: Mapa de Londres

Aqui pertinho

Kensington Gardens

Hyde Park

Museu Britânico: Como e por que visitar

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O Museu Britânico (British Museum), em Londres, é um dos grandes museus do mundo. Tanto pelo seu tamanho quanto pela sua importância.

Foi eleito o quarto museu do mundo pelo TripAdvisor em 2018.

Vamos resumir a história, para o viajante que não quer perder tempo: este é um dos dois museus imperdíveis no planeta. O outro é o Louvre, em Paris.

Para ter uma ideia, uma vaga ideia: o Museu Britânico abriga 8 milhões de peças históricas de toda a humanidade. Para facilitar a sua decisão, o final deste post conta com mais de 20 imagens do museu.

Nada disso vai retratar fielmente o impacto da entrada no British Museum.

Você vai ficar apavorado com a quantidade de história com a qual terá contato.

Vai se sentir envergonhado por não ter estudado mais.

Vai ficar se perguntando: como pode ser gratuito o ingresso?

E, depois de algumas horas, vai sair do Museu Britânico completamente esgotado, de tanta informação que receberá ao longo dos corredores imponentes do museu.

Preparado? Vamos lá!

Como visitar o Museu Britânico

O Museu Britânico é facinho de achar, pois fica próximo à Oxford Street e a duas estações de metrô bem populares, a Tottenham Court Road e a Holborn.

Horário de funcionamento: diariamente de 10h às 17h30, sextas-feiras até 20h30 (com exceção da sexta-feira santa).

O museu Britânico permanece fechado nos dias 24, 25 e 26 de dezembro e 01 de janeiro.

Ingressos: gratuito para o acervo permanente. Exposições temporárias normalmente têm ingresso pago.

Endereço: British Museum  – Great Russell Street London WC1B 3DG

Veja no mapa

Estações de metrô: Tottenham Court Road (Northern e Central Line) e Holborn (Piccadilly e Central Line)

Ingresso: Gratuito

Horários: Diariamente, das 10h às 17h. Nas sextas, até as 20h30

Entrada do British Museum, o Museu Britânico. Fotos: Mapa de Londres

O que tem de tão especial no Museu Britânico?

Quando fundado, o Museu Britânico foi o primeiro grande museu público, gratuito, secular e nacional em todo o mundo. E o segundo museu moderno do planeta, depois do Museu de Oxford. Foi pioneiro nos métodos museológicos, trazendo relíquias da História Universal. Em seu acervo permanente, conta com máscaras astecas, moedas do período helenístico, esculturas egípcias e gregas, além da Pedra de Roseta e partes do Partenon de Atenas.

Destaques do Museu Britânico

British Museum - Museu Britânico
Rosetta Stone é um dos destaques do acervo. Foto: Mapa de Londres

Rosetta Stone

Relevos Assírios

Esculturas do Partenon

Peças de Xadrez Lewis

Tesouro de Oxus

Royal Game of Ur

A Múmia de Katebet

Armadura de Samurai

O Rei de Ifé.

Quer conhecer os destaques acima em um roteiro curto e direto ao ponto?

Roteiro de 1 hora no Museu Britânico

Tem pouco tempo em Londres e precisa ver apenas os principais destaques do Museu Britânico? Então confira abaixo um tour básico de 1 hora, com os destaques sugeridos pela equipe do British Museum.

Mas já avisamos: você terá que voltar, afinal o local se propõe “apenas” a contar a história da humanidade em milhões de objetos. O museu é gigante, abriga a maior coleção sobre o Egito fora daquele país e reflete o poder de outrora do Império Britânico, que coletou esses itens pelo mundo inteiro.

Entre pela Great Russell Street.

O Mapa do Museu

Logo na chegada, você deve pegar um mapinha (gratuito) para se localizar.

Veja o mapa online.

Depois de admirar a Great Court, a sua frente, prepare-se para conhecer o mundo em 9 objetos.

Foto: Mapa de Londres
Great Court do British Museum. Foto: Mapa de Londres

Passo a passo no museu

Você está no Ground Floor.

Ground Floor

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Agora entre à esquerda no Room 4.

Ground Floor, Room 4

Pedra de Roseta

Egito, Período Ptolomaico, 194 A.C.

Importância: a pedra de Roseta é considerada a chave para decifrar os hieróglifos egípcios, por conter um decreto em três formas diferentes, hieróglifos, demótico (variação do egípcio) e grego antigo.

Encontrada: a pedra foi descoberta por soldados de Napoleão perto da cidade de el-Rashid (Rosetta). Com a derrota de Napoleão para as forças britânicas, sob os termos do Tratado de Alexandria, a Rosetta Stone passou para a guarda do Império Britânico.

No Museu: A Rosetta Stone reside no British Museum desde 1802. Foi retirada apenas uma vez, durante os bombardeios nazistas da Segunda Guerra, para ficar protegida no subsolo de uma estação em Holborn.

Ainda no primeiro andar, em uma sala ao lado da Pedra de Rosetta, você encontra…

Ground Floor, Room 10a

Relevos Assírios de Caça aos Leões

Assíria, 645-635 A.C.

Foto: Museu Britânico

Na antiga Assíria, a caça aos leões era considerada esporte de Reis, símbolo do dever Real de proteger seu povo. Os relevos esculpidos que você vê retratam as atividades do último Rei Assírio, Ashurbanipal (668-631 BC).

Passe para a sala 23, dobre à esquerda e siga reto até a sala 18, onde está…

Room 18, Ground Floor

Esculturas do Partenon

Atenas, Grécia, 500 A.C.

O Partenon foi construído no século 5 a.C. como um templo em homenagem à deusa Atena. O uso de mármore branco e a arquitetura monumental do templo demonstravam o poder grego no apogeu de seu império. Aqui você vê esculturas que decoravam a parte de fora do prédio. Elas estão no British Museum desde 1816, após o embaixador britânico no Império Otomano, Lord Elgin, trazê-las para Londres.

Suba as escadas e rume para a sala 40, onde um pequeno tesouro aguarda sua visita…

Upper Floor

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Room 40, Upper Floor

Peças de Xadrez Lewis

Representando Reis e Rainhas sentados, Cavaleiros Montados e Bispos, estas belas peças de xadrez foram feitas de marfim de morsa e dentes de baleia. A data de sua criação, provavelmente na Noruega, é estimada em 1150-1200 D.C. Foram encontradas na Ilha de Lewis, na Escócia, em 1831. Das 93 peças que existem hoje, 11 estão em Edimburgo, no Museu Nacional da Escócia, e 82, no Museu Britânico.

Saindo para o lado leste, passe para a sala 49, 50, 51 e, finalmente, 52…

Room 52, Upper Floor

Tesouro de Oxus

Região de Takht-i Kuwad, Império Aquemênida da Pérsia, 500-400 A.C.

Foto: Museu Britânico

Feito com ouro, este modelo de biga é uma das mais importantes peças da coleção do Tesouro de Oxus, do Império Persa. A coleção consiste de aproximadamente 170 objetos e se trata da maior mostra de itens de metal daquele período.

Siga reto para a sala 53 e depois à esquerda para 54, 55 e pare na 56 para…

Room 56, Upper Floor

Royal Game of Ur

Da região de Ur, no Sul do Iraque, 2600-2400 A.C.

Foto: Museu Britânico

Este é um dos jogos mais populares do mundo antigo. O tabuleiro tem 20 quadrados feitos de concha, com desenhos diferentes. Dois jogadores competiam para levar suas peças de um lado ao outro, conforme certas combinações de dados e resultados dos desenhos. A peça em destaque foi encontrada por Leonard Woolley no Cemitério Real de Ur, na década de 1920.

Na próxima sala, de número 63, você encontra…

Room 63, Upper Floor

A Múmia de Katebet

Tebas (Egito), 1300-1280 A.C.

Esta múmia é de uma mulher que cantava para Amun, o Rei dos Deuses, durante os rituais nos templos. A pintura a apresenta com uma grande peruca e brincos brancos. Suas mãos cruzadas têm anéis de verdade. A peça foi adquirida da coleção de Henry Salta, em 1835.

Siga em frente para o level 5, na sala 93, onde está…

Room 93, Upper Floor

Armadura de Samurai

Japão, período de Momoyama, itens do século 16 ao 19

Foto: Museu Britânico

Esta armadura é muito interessante, pois mostra quão belos eram os acessórios e armas de batalha japonesas. Contém peças de diferentes períodos da história do Japão. O capacete, por exemplo, feito no século 17, manteve a tradição antiga de apresentar uma máscara para amedrontar o inimigo.

Aproveite a escada que você vê aí e desça para o Lower floor, onde está…

Lower Floor

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Room 25, Lower Floor

O Rei de Ifé

Ifé, Nigéria, 1300-1400

Esta escultura de bronze foi encontrada na Nigéria, em 1938. Acredita-se que tenha os traços de uma pessoa de poder, talvez de um Rei. Trata-se de exemplo dos grandes trabalhos artísticos da África.

*Este roteiro é elaborado a partir de 9 destaques apresentados pela equipe do British Museum.

Quanto tempo ficar no Museu Britânico?

A resposta curta é: uma semana. Sim, não dá para ver tudo nem na primeira, nem na segunda visita.

Por isso, o melhor caminho para aproveitar ao máximo essa verdadeira viagem pela história é passear ao longo dos corredores sem pressa, buscando aqueles objetos, eras e civilizações que mais lhe interessam. Você realmente prestar atenção no que está vendo e lendo, vai ver que, em duas ou três horas, seu cérebro não vai aguentar mais tantas informações e vai pedir para ir embora.

Para aproveitar ainda mais, mesmo que você não tenha tanto tempo, recomendamos um mapa de papel, um guia em livro ou o audiobook.

História do British Museum

Fundado em 1753 e aberto ao público em quinze de janeiro de 1759, depois da aprovação do Rei Jorge II. No início, não era mais do que um amontoado de objetos sem nenhuma classificação ordenada. Já no século 19, ficou estabelecido um modelo que se tornou quase obrigatório para todo museu moderno: exposições de entretenimento educacional combinadas a uma biblioteca para pesquisas dos eruditos e acadêmicos.

Decepcionado?

É que não tem graça falar sobre museu. Legal é ir até lá e deixar que os olhos captem os objetos mais interessantes e então a atenção, presa e direcionada, busque conhecimento acerca daquilo. E nesse caso, não custa nada experimentar. A entrada é de graça.

Veja a galeria de fotos

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Roteiro de 1 hora no Museu Britânico

Arquitetura do Museu Britânico

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Outros pontos turísticos

Intercâmbio na Irlanda: 7 vantagens de estudar inglês em Cork

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Já faz tempo que você sonha em fazer um intercâmbio na Irlanda? ?

De fato, o país é repleto de atrativos, cenários incríveis e excelentes oportunidades de estudo – e, até mesmo, de trabalho.

Se você, assim como nós, também é fascinado pelo Reino Unido e por Londres, a outra ótima notícia é que a Irlanda fica a um pulinho da capital inglesa.

Então, se você está em busca de mais informações e oportunidades para aperfeiçoar seu inglês em um país extraordinário, vale a pena conferir este post até o fim.

Siga a leitura para descobrir as principais vantagens de fazer um intercâmbio na Irlanda e conhecer Cork, uma cidade extremamente charmosa e amigável aos estudantes.

Por que fazer intercâmbio na Irlanda?

É muito provável que você tenha algum amigo ou conhecido que já fez intercâmbio na Irlanda.

É verdade: o país está cada vez mais popular como destino escolhido por brasileiros. Segundo um levantamento divulgado pela Belta, a Associação Brasileira de Viagens Educacionais e de Idiomas, a Irlanda está entre os TOP 5 destinos mais procurados.

Para você ter uma ideia, a Irlanda concentra 6,5% dos 302 mil estudantes brasileiros que embarcam ao exterior com o intuito de aprender uma nova língua e se conectar com outras culturas.

Mas por que escolher a Irlanda para o intercâmbio?

Bem, não é à toa que o país das gaitas de fole conquistou o coração dos brasileiros. E não é à toa que fazer um intercâmbio por lá é uma excelente escolha para a sua carreira.

Para início de conversa, a Irlanda fica na Europa, o berço cultural das grandes mentes que moldaram o mundo moderno que conhecemos hoje.

Além disso, estar na Europa significa estar pertinho de diversos outros países espetaculares. Uma vez que você está no continente europeu, é super simples pegar um voo low cost ou um trem e conhecer outras cidades incríveis.

Já imaginou aproveitar o fim de semana do curso e conhecer a Alemanha, a França, a Holanda ou a própria Inglaterra?

Aliás, se você é apaixonado por Londres, mas já pesquisou sobre as possibilidades de intercâmbio lá e se assustou com os valores de cursos, transportes e hospedagem, por que não dar uma chance à Irlanda?

No Reino Unido, trata-se do país com custo de vida mais acessível aos estudantes.

Outro ponto favorável do intercâmbio na Irlanda é que, com o visto de estudante, você também tem direito a trabalhar em meio turno (20 horas por semana), para ajudar a bancar os custos da sua estadia.

Com tantos atrativos, não é difícil entender porque a Irlanda está tão repleta de brasileiros, não é?

Mas, se esse é um fator que faz você torcer o nariz para o país, saiba que há muitas opções para fazer intercâmbio na Irlanda além de Dublin.

Para muitas pessoas, fazer um curso de inglês na Irlanda ainda é sinônimo de ir para a capital.

Só que ela não é a única alternativa. Há, por exemplo, outras cidades grandes que são igualmente incríveis para fazer um intensivo de inglês.

Quer saber mais? Então, dê uma espiada no próximo tópico e descubra 7 vantagens de fazer um intercâmbio na belíssima Cork.

7 vantagens do intercâmbio na Irlanda, em Cork

Explore, abaixo, os sete principais atrativos de realizar um intercâmbio em Cork, a segunda maior cidade da Irlanda, situada no sudoeste do país.

  1. Segurança para transitar pela cidade

    Para nós, brasileiros, a segurança é uma questão que sempre vem à mente quando pensamos em ir para qualquer lugar, não é?

    Bem, se você optar por fazer um intercâmbio em Cork, pode ficar tranquilo.

    A cidade é muito segura. Você pode ir para a escola durante o dia e curtir os pubs à noite muito tranquilamente.

    Assaltos são extremamente raros e também dificilmente você sofrerá qualquer tipo de desrespeito na rua.

  2. Custo de vida acessível

    Se você realmente quer economizar no intercâmbio, mas sem abrir mão da qualidade do ensino, Cork é o destino ideal.

    O custo de vida na cidade (alimentação, estadia, transporte e por aí vai) é muito mais baixo do que em Dublin ou Londres, por exemplo.

    Assim, você pode aproveitar para guardar um pouco mais de dinheiro para investir em passeios ou compras, por exemplo.

  3. Facilidade no deslocamento

    No Brasil, quando pensamos na possibilidade de ficar sem carro, já vem aquela dor de cabeça atrelada à necessidade de utilizar um transporte público de baixa qualidade, não é?

    Bem, em Cork você não terá esse tipo de preocupação.

    Para começar, o centro da cidade, cortado pelo Rio Lee, é super acessível a pé. Você pode fazer compras, curtir a noite nos pubs e os mercados ao ar livre sem nem precisar parar em inúmeras estações de trem.

    Mas, se quiser ir para cantos mais remotos da cidade, também é muito simples utilizar o trem.

    E as viagens nas férias?

    O Aeroporto de Cork possui conexões diretas com diversos outros aeroportos da Europa, através de companhias low cost. Vai ser super simples ir para praticamente qualquer lugar do continente.

  4. Professores nativos na escola de inglês

    A Cork English Academy, escola de inglês que a equipe do Mapa de Londres indica para quem deseja fazer intercâmbio na Irlanda, tem um corpo docente completamente nativo.

    O que isso significa?

    Significa que você irá aprender diretamente com professores irlandeses, para captar a essência da cidade e todas as nuances da Língua Inglesa na prática.

    Afinal, falar inglês vai muito além do vocabulário e da gramática.

    É muito importante entender como a língua pode expressar desejos, sentimentos, sonhos…e como ela preserva a história de uma nação.

    Isso é o que torna a experiência do intercâmbio verdadeiramente transformadora.

  5. Experiência cultural enriquecedora

    Falando em experiências culturais transformadoras, fazer um intercâmbio em Cork certamente será uma ótima oportunidade para você mergulhar na história.

    É interessante que Cork mistura um pouco do ar cosmopolita das grandes cidades com um certo ar interiorano.

    Todos os elementos históricos estão lá: prédios com charme barroco e castelos da Idade Média se misturam com prédios modernos, em um lindo contraste entre passado e presente.

    Além disso, Cork concentra um número bem menor de brasileiros do que Dublin.

    Então, não se preocupe: se você realmente quer ir para o exterior para ter contato com cidadãos locais e conhecer irlandeses natos, essa experiência estará garantida.

  6. Oportunidades de trabalho

    Não poderíamos deixar de falar de um dos principais motivos pelos quais Cork é atraente: as possibilidades de trabalho para estrangeiros.

    Intercambistas que escolhem a cidade como destino, com o visto de estudante, ainda têm a possibilidade de trabalhar em um part time job – geralmente, em locais como restaurantes ou bares.

    Assim, nos períodos de intervalo das aulas, você pode trabalhar como garçom, barista ou executando serviços de limpeza, por exemplo. E o melhor: recebendo em euros para isso.

    É claro que esse tipo de oportunidade ajuda a arcar com os custos do intercâmbio, viabilizando financeiramente a experiência.

  7. Sala de aula com poucos alunos

Diferentemente de algumas escolas de intercâmbio em Londres ou Dublin, a Cork English Academy trabalha com um número específico de alunos em cada turma. As modernas salas de aula comportam, no máximo, entre 8 e 12 estudantes.

Didaticamente, essa restrição é benéfica em vários sentidos.

Primeiro, significa que você terá um acesso mais próximo ao professor, que poderá esclarecer suas dúvidas com tranquilidade.

Além disso, a infraestrutura da Cork English Academy favorece a interação entre os alunos, através de salas de convivência para estudo e trocas de experiências.

É a oportunidade de aprender e, de quebra, fazer um networking espetacular.

Intercâmbio com trabalho na Irlanda: como funciona?

Até aqui, o que mais atraiu você em relação à ideia de fazer o intercâmbio na Irlanda foi a possibilidade de trabalhar para bancar seus estudos?

Realmente, esse é um enorme atrativo.

Mas, afinal, como realmente funcionam as possibilidades de trabalho em Cork?

Bem, conforme salientamos anteriormente, possuir um visto de estudante na Irlanda permite aos estrangeiros trabalhar por até oito meses no país.

Além disso, brasileiros podem renovar o visto de estudante de maneira simples e rápida para cursos de inglês – até duas vezes seguidas. Portanto, é possível permanecer na Irlanda por dois anos estudando o idioma.

Só que é preciso ter atenção a alguns detalhes.

Inicialmente, é importante destacar que você precisa ter, no mínimo, 18 anos para requerer esse tipo de visto.

Além disso, você só terá a possibilidade de trabalhar até 20 horas por semana.

Por isso, já prepare o mindset: os chamados part time jobs geralmente são relacionados à limpeza ou serviços em restaurantes e pubs.

Mas pode ter certeza de que essa será uma experiência extremamente enriquecedora para você – como estudante e como ser humano.

Ah! E isso não significa que, vivendo e trabalhando na cidade, você também não possa ter contato com excelentes oportunidades de networking para outras áreas de atuação.

Aliás, Cork abriga sedes de multinacionais, como a Apple, que eventualmente necessitam de pessoas que falem português para fazer parte da equipe.

Por isso, fazer um intercâmbio que alia estudos e trabalho na Irlanda é uma escolha que realmente vai transformar seu currículo.

Além de aperfeiçoar o inglês nos mínimos detalhes e perder a inibição para falar, você ainda terá na bagagem uma experiência real de atendimento ao cliente no idioma estrangeiro.

Não precisamos nem reforçar por que isso é tão importante, não é?

De qualquer forma, aí vai um dado: um levantamento feito e divulgado neste ano pelo portal de recrutamento Catho, com 16.207 profissionais de diferentes áreas, evidenciou que dentre todos os consultados, apenas 7,7% dominavam a Língua Inglesa.

Ou seja, embora se trate de um idioma universal, no Brasil o inglês ainda é um diferencial.

E, não por coincidência, os entrevistados que ocupavam os cargos mais altos eram justamente, pessoas que falam inglês: presidentes (18,2%), vice-presidentes (16,1%) e diretores (18,6%).

Ok, mas onde encontrar esses jobs para começar a ter uma experiência no mercado de trabalho irlandês?

Bem, para dar os primeiros passos, é interessante contar com auxílio de uma agência de intercâmbios para oferecer todo o suporte necessário – principalmente se você ainda está engatinhando no inglês.

A Global Active Study, agência parceira aqui do Mapa de Londres, possui toda a estrutura de um Job Club para ajudar intercambistas a encontrarem as melhores opções de trabalho na Irlanda.

Assim, você tem a garantia de receber suporte e todo o auxílio necessário (em português!) para encontrar um part time job super bacana e realizar o sonho de estudar e trabalhar na Irlanda.

Outro diferencial interessante é que a Global Active também fornece todo o auxílio com a etapa burocrática do seu intercâmbio.

Ou seja: está totalmente preparada para esclarecer quaisquer eventuais dúvidas que você possa ter sobre o visto para estudar e trabalhar no país.

Curso de inglês na Irlanda com desconto  

E aí, seu coração já bateu mais forte com a ideia de pegar um avião rumo a Cork e passar alguns dias inesquecíveis vivendo e aprendendo nessa cidade espetacular?

Então, temos uma ótima notícia para você.

Como falamos, a Global Active Study, que é agência de intercâmbios parceira do Mapa de Londres, está com uma super promoção para estudantes realizarem o sonho de aperfeiçoar o inglês, morar um período no exterior e até trabalhar na Irlanda.

Ela conseguiu uma parceria exclusiva com a Cork English Academy, para um pacote que inclui:

  • 25 semanas de aulas à tarde + 8 semanas de férias
  • 1 semana de acomodação inicial
  • Taxa de matrícula e seguro saúde governamental – Taxa de exame (Trinity ISE I)
  • Job club e suporte ao aluno em Português
  • Certificado de conclusão do curso e atividades sociais

O pacote é válido para estudantes acima dos 18 anos, com qualquer nível de inglês: do elementar ao avançado.

Ah! E o mais legal é que a Global Active é uma agência totalmente moderna e online.

Você pode saber mais detalhes sobre o pacote e esclarecer suas dúvidas online, direto pelo Whatsapp: +44 7540 493549

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Michael Jackson em Londres: visite a exposição na National Portrait Gallery

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Michael Jackson é o tema de uma grande exposição em Londres.

Desta vez, não se trata de uma reunião de fatos bizarros e curiosos sobre sua vida, mas uma coleção de retratos e pinturas que retrata sua influência na arte contemporânea.

Texto: Keli Lynn Boop

Um herói mítico. Essa é a representação de Michael Jackson no último retrato encomendado do artista. A obra está em exibição pela primeira vez no Reino Unido. Na tela de grandes dimensões, o Rei do Pop é um cavaleiro medieval, montado em um cavalo branco.

Um par de querubins, lânguidos e entristecidos, voa abraçado acima de sua cabeça. Um deles carrega uma coroa de louros e exibe uma lágrima no rosto. A armadura não consegue esconder uma certa angústia no olhar do rei. Nada mais singular e enigmático, como a própria vida do músico americano.

O retrato do rei é, também, uma das principais atrações de Michael Jackson: On The Wall. Uma  exposição instigante que está acontecendo na  National Portrait Gallery, até 21 de outubro de 2018.

Exposição Michael Jackson: On The Wall

Equestrian Portrait of King Philip II (Michael Jackson), 2010, de Kehinde Wiley. Fotografia: Jeurg Iseler/
Kehinde Wiley, cortesia de Stephen Friedman Gallery, London e Sean Kelly Gallery, New York

Visitação

Período: de 24 de junho até 21 de outubro de 2018.

Horário: Segunda, Terça, Quarta, Sábado e Domingo: das 10:00 às 18:00 (nestes dias a Galeria encerra  às 17:50) .

Quinta e  Sexta: das 10:00 às  21:00 (nestes dias a Galeria encerra às 20:50).

Entrada: Todas as sextas-feiras a Galeria disponibilizará 500 bilhetes de £ 5 para qualquer pessoa com idade igual ou superior a 25 anos, das 10:00 às 21:00.

Menores de 12 anos, acompanhados dos pais, têm entrada livre. Esses ingressos estão sujeitos à disponibilidade, por ordem de chegada, e podem ser reservados on-line ou pessoalmente na Galeria. Será necessário comprovar a idade.

Publicação: A exposição é acompanhada por uma publicação ilustrada com mais de a reprodução de mais de 120 imagens. Os ensaios são assinados pelo curador da exposição, Nicholas Cullinan e de Margo Jefferson e Zadie Smith. Valor:  £ 35,00.

Onde: National Portrait Gallery – St Martin’s Place, Londres WC2H 0HE.

Estação de metrô mais próxima: Leicester Square / Charing Cross.

Esqueça se você está pensando que Michael Jackson: On The Wall é para contar a história da vida, glórias, bizarrices  e escândalos, de MJ. De jeito nenhum. Há um único propósito ali: revelar ao público a influência da figura mítica dele na arte contemporânea. Para isso foram reunidos os trabalhos de 48 artistas, distribuídos em 14 galerias.

Então, como já disse um jornalista, nem pense em encontrar na National sequer uma luva do rei,  incrustada de cristais  Swarovski. Afinal, a exposição não é uma hagiografia, muito menos um relicário, como bem definiu o crítico e curador de arte Adrian Searle,  em artigo no The Guardian.

Mas, sem dúvida, ela é um grande espetáculo. Em todos os espaços da exposição está a lembrança da lendária parceria musical entre Michael Jackson e produtor e empresário Quincy Jones. A trilha sonora tem a voz de MJ e os arranjos de QJ. A música está nos aparelhos de fones de ouvido, distribuídos para os visitantes, e nos vídeos das eletrizantes  turnês e shows do músico.

Uma das galerias tem reunidas obras que representam as múltiplas faces dele. Como a pintura Michael, do artista britânico Gary Hume (abaixo). São conhecidas as cirurgias plásticas e intervenções estéticas às quais o músico se submeteu ao longo da vida. O resultado foi bizarro e caricato. Essa sala, em particular, e outras obras da exposição sugerem os reflexos do lado b, o famoso dark side  da fama.

Muitas faces e muitas definições para um só e único artista. E é essa a sensação que Michael Jackson: On The Wall deixa no espectador: a de que ele foi  um salvador, um santo, um artista, um ícone, um monarca, uma máscara e um mistério, alguém já disse.  “Jackson sempre foi mais uma ideia do que um ser humano em carne e osso”, define muito bem o jovem escritor e ensaísta do New York Times,  Thomas Chatterton Williams.

Nem todo o mundo sabe, mas ao longo das últimas décadas, Michael Jackson tornou-se a figura cultural mais representada por uma extraordinária variedade de artistas contemporâneos. É isso o que reforça o material de imprensa da National Portrait Gallery.

Prova disso é a própria mostra da Galeria.  Daí que não poderiam faltar nomes como Andy Warhol . O artista e cineasta americano foi o primeiro a usar a imagem icônica do músico nesta plataforma. Tudo começou nos anos 80. Na impactante exposição estão os famosos três múltiplos serigráficos e a foto, em  p&b, de Michael Jackson de costas.

Pode-se dizer que essa grande mostra é uma dupla homenagem a MJ: um “aperitivo” do que vão ser os 10 anos da sua morte por overdose acidental, em 2019,  e o aniversário de 60 anos que ele estaria comemorando, no próximo dia 29 de agosto.

Não sei se você percebeu a referência. O nome da exposição é uma homenagem ao álbum Off The Wall. O quinto da carreira de Michael Jackson. Ele foi lançado em 1979, quando MJ tinha 21 anos. Musicalmente ele foi um divisor de águas na carreira do músico.

Então, por tudo isso, fica a dica: se você está em Londres ou de malas prontas “rumo a…” e é de Michael Jackson e (ou) de arte contemporânea, corre lá para a National. É diversão na certa.

Depois, só se você for ao Grand Palais, em Paris (de novembro a fevereiro de 2019), ou em Bundeskunsthalle, Bonn (de março a julho de 2019), ou então no Museu de Arte Moderna de Espoo, na Finlândia (de agosto a janeiro de 2020).

O retrato encomendado do Rei do Pop

Tudo começou mais ou menos assim: em 2008 Michael Jackson telefonou para Kehinde Wiley e encomendou um retrato seu ao artista californiano. Adivinha qual foi a primeira reação de Wiley do outro lado da linha? Claro que ele achou que era uma pegadinha e não botou fé na história.

E, cá entre nós, se eu ou você estivéssemos no lugar de Wiley, talvez achássemos o mesmo, não é? Foi preciso o empurrão de um amigo para cair a ficha do “Leonardo da Vinci do Hip Hop”, como também é conhecido o artista.

É provável que a descrença inicial de  Kehinde Wiley estivesse no fato de que ele não era tão famoso assim na época. Foi só a partir de fevereiro de 2018 que ele ganhou as  manchetes do mundo. O feito? Wiley foi o primeiro artista afro-americano a retratar um ex-presidente dos Estados Unidos. Se você pensou em Barack Obama, acertou.

Em 2009, já devidamente contratado, o artista começou as primeiras pinceladas de Equestrian Portrait of King Philip II (Michael Jackson). A tela foi concluída em 2010, ano seguinte à morte do músico americano.

Quer mais detalhes sobre o retrato póstumo? Vem, embarca comigo nessa viagem que no caminho eu te explico.

O retrato equestre de Michael Jackson: a inspiração

Majestoso e imponente são alguns dos vários predicados do retrato equestre de Michael Jackson. Já em termos de qualidade, ele não chega a ser assim…um Rubens, embora tenha sido inspirado no pintor flamengo.  “Mas ele é absolutamente perfeito para este show esquisito, que dá uma olhada no papel extracurricular de Michael Jackson como uma inspiração para artistas contemporâneos”, observa o editor de Artes da BBC News, Will Gompertz. Gompertz é também escritor, já foi diretor da Tate Gallery e eleito um dos 50 pensadores mais criativos do mundo.

Equestrian Portrait of King Philip II (Michael Jackson) foi inspirado no estilo extravagante e nas pinceladas coloridas e sensuais do pintor Peter Paul Rubens. Mais precisamente na pintura heróica Philip II on Horseback, que atualmente está no Museo do Prado, Espanha.

Rapidinho: É bem pertinente e gosto da definição de Gompertz sobre o retrato equestre: “É uma pintura estranha e triste, que não corresponde de forma alguma à extraordinária criatividade e às realizações técnicas dele, mas de alguma forma resume sua vida. Também resume a exposição, que é um evento muito estranho”.

Ainda mais rapidinho:  Quando ainda vivo, e antes de morrer de um ataque de piolhos (isso mesmo), Filipe II, rei da Espanha, gostava de música e arquitetura. Gostava de casar, pelo visto. Teve quatro esposas, uma delas Maria Tudor. O que fez dele o rei consorte da Inglaterra. Você sabia que em 1588 a capital da Paraíba, João Pessoa, tinha o nome de “Filipeia de Nossa Senhora das Neves”, em homenagem ao rei Filipe II? Nem eu, até escrever esse post.

Os retratos equestres dos reis: curiosidades e coincidências

  • Ambos foram comissionados.
  • Tanto o retrato equestre do rei Filipe II quanto o do rei Michael Jackson foram concluídos postumamente. Ou seja, nenhum dos dois chegou a ver os seus retratos finalizados. Será que eles aprovariam as obras. O que você acha?
  • Os reis vestem armaduras completas e usam mantos. Acima de suas cabeças, querubins carregam coroas de louros. O querubim na tela de Michael Jackson tem uma lágrima na face.
  • Provavelmente a batalha reproduzida em ambas as telas é a de  San Quintín (1557), quando as tropas de Filipe II derrotaram o exército francês. A vitória alada que coroa de louro o rei espanhol apoia esta hipótese, concluem os historiadores.
  • A tela de Michael Jackson tem quase o dobro do tamanho da tela de Filipe II. Dimensões: 3m51 X 3m1cm e 1m28cm X 1m12cm,  respectivamente.

Observação fora do contexto das obras: Ambos os reis morreram de forma, no mínimo, inusitada.  O que você acha?

Desvendando o retrato equestre de Michael Jackson

Se você ficou curioso sobre o significado por trás de alguns elementos do retrato equestre de MJ, dá uma olhada no que diz o próprio autor da obra:

  • A armadura completa: é  uma alusão à imagem pública de Jackson e à maneira como ela “funcionava de uma só vez como comunicação e couraça”.
  • A batalha ao fundo:  refere-se às batalhas que ele travou ao longo de sua vida: com seu pai recentemente falecido, com a mídia, com seus próprios demônios.
  • As flores: são a beleza da criatividade e da música.
  • Os querubins: os anjos significam a vitória e um deles carrega uma coroa de louros para colocar na cabeça do Rei do Pop.

Essas explicações Kehinde Wiley deu a Will Gompertz, editor de Artes da BBC. Se a sua curiosidade se estende a como foi o encontro entre  Wiley e  Jackson, veja o que o artista contou para o jornalista Killian Fox, no The Guardian, em novembro de 2017.

O primeiro contato: “Ele me ligou. Ele viu uma das minhas obras no Museu do Brooklyn, um retrato equestre muito grande de um jovem negro na pose de Napoleão, atravessando os Alpes. Ele disse para sua equipe: “Eu preciso conhecer esse artista.” No começo, eu não acreditava nisso. Por fim, um amigo em comum disse: “Por favor, responda a porra do telefone?” Então, a gente combinou algo”.

O encontro:  “Foi extraordinário. Seu conhecimento de arte e história da arte era muito mais profundo do que eu poderia imaginar. Ele falava sobre a diferença entre as pinceladas precoces e tardias de Rubens.  Uma das coisas sobre as quais falamos foi como as roupas funcionam como armaduras. E se você olhar para a pintura, ele está a cavalo vestindo uma armadura completa”.

On the Wall: 5 obras imperdíveis

Alguns highlights da exposição, para além das obras Equestrian Portrait of King Philip II (Michael Jackson), de Kehinde Wiley, e das icônicas serigrafia e foto em p&b de  Warhol:

  1. An Illuminating Path, obra do “Fellini da fotografia”, o sempre irreverente David LaChapelle.
  2. Michael Jackson’s “diner jacket” foi criada pelo estilista Michael Lee Bush . A jaqueta de couro, adornada com garfos, colheres e facas, está sendo exibida pela primeira vez na Inglaterra.
  3. O retrato no estilo pop-graffiti de Michael Jackson, de Keith Haring, também  exibido pela primeira vez em 30 anos.
  4. Outro trabalho exposto pela primeira vez no Reino Unido é Who’s Bad? . A obra é da artista americana e ativista Faith Ringgold.  
  5. Mark Ryden, o “Deus-Pai do surrealismo-pop“, marca presença com  Dangerous , obra de 1991.

On the Wall tem curadoria de Nicholas Cullinan, diretor da  National Portrait Gallery e  Lucy Dahlsen. As obras foram pinçadas de coleções públicas e privadas em todo o mundo e 11 delas foram produzidas exclusivamente para a exposição.

Entre elas estão os trabalhos de:

  • Njideka Akunyili Crosby: O artista criou As We See You: Sonhos de Jand, em 2017. Ele funde colagem, transferência de fotos, desenho e pintura para representar um interior imaginário de uma casa nigeriana.
  • Michael Craig-Martin: Ele criou um desenho baseado na imagem usada na capa da revista Rolling Stone, em abril de 1971. Jackson tinha apenas 11 anos e foi a pessoa mais jovem a aparecer na capa da revista. O retrato foi concluído em junho de 2018, apenas duas semanas antes da abertura da exposição.
  • Graham Dolphin:  Thriller x 20 e Off the Wall x 25 fazem parte de uma série de trabalhos de Dolphin, baseados nas capas de álbuns Michael Jackson. Exploram questões de fandom e idolatria. Usando várias cópias de Thriller e Off the Wall como sua tela, o artista trabalha diretamente em suas superfícies. Cada capa é desenhada em pequenos textos manuscritos contendo as letras completas do songbook e Jackson.

A lista completa dos 48 artistas: Rita Ackerman, Njideka Akunyili Crosby, Emma Amos, Lyle Ashton Harris, Dara Birnbaum, Candice Breitz, Appau Jnr Boakye-Yiadom, Monster Chetwynd, Michael Craig-Martin, Dexter Dalwood, Graham Dolphin, Mark Flood, Isa Genzken, Michael Gitttes, Todd Gray, Maggi Hambling, David Hammons, Keith Haring, Jonathan Horowitz, Gary Hume, Rashid Johnson, Isaac Julien, Johannes Kahrs, KAWS, David LaChapelle, Louise Lawler, Klara Liden, Glenn Ligon, Sam Lipp, Isaac Lythgoe, Paul McCarthy, Rodney McMillian, Dawn Mellor, Dan Mihaltianu, Lorraine O’Grady, Catherine Opie, Yan Pei Ming, Grayson Perry, Paul Pfeiffer, Faith Ringgold, Michael Robinson, Mark Ryden, Susan Smith-Pinelo, Donald Urquhart, Kehinde Wiley, Hank Willis Thomas, , Andy Warhol and Jordan Wolfson.

O elefante na sala ou a “saia justa” da exposição

Sempre acontecem gafes ou saias justas nos eventos, inclusive nos grandiosos. Michael Jackson: On the Wall não fugiu à regra e teve um mico proporcional ao seu tamanho. No caso, a ausência da famosa escultura de porcelana gigante   Michael Jackson and Bubbles do artista conceitual  Jeff Koons.

Um “ elefante na sala” foi a expressão usada por Will Gompertz para descrever a situação. “É como não ter Pelé no melhor time de futebol brasileiro, ou cortar um capítulo de Great Expectations. Isso deixa um grande buraco na exposição”, alfinetou Gompertz.

“Testemunhamos um menino sensível e criativo que se torna uma mercadoria a ser explorada: um produto Warholiano da cultura popular cuja alma é usada como o champanhe na garrafa de Coca-Cola para dar um pouco de brilho na vida dos consumidores sedentos”, conclui o editor da BBC News.

Michael Jackson em Londres

Esse post não poderia terminar sem um fato histórico para comprovar ainda mais a magnitude de Michael Jackson enquanto pop star global. E nem precisa gostar da sua música para reconhecer isso.

Ele foi o  primeiro plebeu na história a acessar o Guildhall pela entrada real do edifício. Aconteceu há 30 anos, durante à emblemática turnê Bad, em julho de 1988. MJ foi tratado como realeza e teve a permissão da rainha para acessar à entrada real do edifício. Sua chegada foi anunciada com toda pompa e, claro, ao som das  trombetas dos Life Guards.

Antes do último de seus sete shows no Estádio de Wembley,  Jackson foi homenageado com um jantar no Guildhall. Dançarinos vestidos com roupas tradicionais inglesas espalharam pétalas de rosas aos pés do Rei. A performance aconteceu durante o trajeto escoltado de Michael Jackson até à cabeceira da interminável mesa no Grande Salão. Local  onde, ao longo dos séculos e até então, era exclusivo para  assuntos de Estado.

Quer entrar ainda mais no clima de Michael Jackson: on the Wall?

Então, se joga neste vídeo.

Gostou das dicas sobre a exposição de Michael Jackson em Londres? Está pensando em visitar? Deixe um comentário.

Descubra as melhores universidades de Londres

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As universidades de Londres oferecem aos estudantes a excelência de ensino da Inglaterra e do Reino Unido.

Ao longo dos séculos, o país e sua capital se consolidaram como centros culturais e intelectuais de referência para o mundo.

Aqui se formaram alguns dos grandes nomes das artes, do cinema, da literatura e da ciência.

E você sabia que Northumbria University, King’s College, Imperial College, London South Bank University e outras instituições de ensino de grande prestígio estão de portas abertas para alunos estrangeiros? 

Portanto, se você sonha em fazer uma graduação ou especialização no exterior, pode apostar que vale a pena conhecer as universidades de Londres.

Neste artigo, vamos falar sobre as melhores, explorar um pouco de sua história e contar detalhes de bolsas e oportunidades de estudo para brasileiros.

Preparado? ??

Top 5 universidades de Londres

ranking mundial 2016-2017 da QS elencou as cinco melhores universidades na capital da Inglaterra.

Os seis indicadores utilizados foram reputação acadêmica, reputação dos empregadores, relação do número de professores por alunos, citações acadêmicas e percentual de estudantes estrangeiros.

Confira a lista:

1. University College London (UCL)

University College London
UCL está entre as melhores do mundo. Foto: Steve Cadman, CC BY-SA 2.0

A University College London é uma das gigantes universidades de Londres com relevância em âmbito mundial – ela aparece em quarto lugar no ranking das melhores do mundo da QS.

Organizada em 10 departamentos e com campi e hospitais universitários situados no centro de Londres, é considerada um instituto de pesquisa multidisciplinar, com premissas focadas no ambientalismo e na sustentabilidade.

Apesar de ser extremamente moderna, a UCL é lembrada por sua história secular: foi uma das primeiras a aceitar estudantes independente de classe social, cor, gênero sexual ou religião.

Sem falar que sua potência acadêmica é composta por vários estudantes de fora do país, que representam cerca de 34% do corpo discente.  

2. Imperial College London

Imperial College London
Imperial College London fica perto do Hyde Park. Foto: Divulgação

Em quinto lugar no top 10 mundial entre as melhores universidades ranqueadas pela QS, a Imperial College é uma prestigiada instituição focada no ensino de ciências, medicina e engenharia.

Recentemente, ela também agregou um departamento de humanas que segue ganhando relevância.

Outro atrativo é que o campus principal da Imperial fica em South Kensington, pertinho do centro de Londres e dos espaços mais arborizados da cidade, incluindo o Hyde Park.

Entrar na Imperial College, porém, não é tarefa simples: trata-se de uma das universidades mais seletivas da Inglaterra.

3. King’s College London

King's College
King’s College existe desde 1829. Foto: KiloCharlieLima, CC BY-SA 4.0

Com ampla variedade de bolsas de estudo e um corpo docente renomado, a King’s College London ocupa o 19º lugar entre as melhores universidades do mundo no ranking da QS.

Com uma reputação já consolidada, ela possui 19.000 estudantes – mais de 6.000 cursando pós-graduação -, e tem vários departamentos, totalizando cinco campi.

Uma curiosidade interessante é que a universidade foi fundada por George VI, em 1829. Atualmente, ela se destaca pelo curso de medicina, considerado um dos melhores de toda a Europa.

4. London School of Economics and Political Science

London School of Economics
London School of Economics tem enfoque nas ciências econômicas. Foto: Divulgação

Especializada em ciências sociais, a London School of Economics and Politics Science (LSE) é uma instituição pioneira mundial na oferta de cursos como relações internacionais, política, sociologia, direito e contabilidade.

Cosmopolita, ela recebe estudantes internacionais de mais de 150 países e tem um corpo discente total de, em média, 9.500 alunos em tempo integral.

Outro grande destaque da LSE é sua biblioteca: o acervo impressionante conta com mais de 4 milhões de volumes. Sua reputação entre empregadores de estudantes também é excelente. A universidade fica no coração de Londres, na área de Chancery Lane.

5. Queen Mary University of London (QMUL)

Queen Mary University of London
Queen Mary University of London iniciou as atividades em 1785. Foto: Ewan Munro, CC BY-SA 2.0

Referência na área da medicina e saúde em geral, a Queen Mary University of London tem origens relacionadas à fundação do Hospital Medical College de Londres, em 1785.

O campus principal – mais grandioso – fica na região de Mile End, no famoso East End de Londres. Atualmente, cerca de 17.000 alunos compõem o corpo discente da universidade.

No total, a QMUL tem 21 departamentos. Entre seus alunos, ex-alunos e funcionários, estão cinco ganhadores do prêmio Nobel, o que traduz um pouco da relevância dessa instituição para o mundo.

Estudar em Londres

Universidades de Londres com desconto no curso

Sabia que há universidades de Londres que oferecem bolsas de estudos aos brasileiros?

Agora que você já conhece algumas das principais faculdades da capital, provavelmente está com aquela vontade incontrolável de estudar na Europa. A boa notícia é que não se trata de um sonho impossível.

Mesmo que a libra tenha um valor realmente elevado, você pode cursar uma graduação, pós-graduação, mestrado ou doutorado por valores mais acessíveis – basta encontrar uma agência de estudos parceira que tenha conexões sólidas com faculdades da Inglaterra.

Para ilustrar como é possível fazer um curso em uma universidade britânica e obter um diferencial imenso no seu currículo, a seguir vamos apresentar a você duas faculdades de excelência situadas em Londres, que oferecem bolsas de estudo a brasileiros.

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Universidades de Londres: duas faculdades excelentes com 50% de desconto no mestrado

Se quando você pensa em estudar na Inglaterra a primeira cidade que lhe vem à mente é Londres, prepare-se para ficar empolgado! Abaixo, listamos duas – nas quais é possível obter até 50% de desconto para cursar um mestrado, por exemplo.

Northumbria University

Situada na região central de Londres, a Northumbria University London Campus é uma instituição de referência em cursos de negócios, tecnologia e finanças. Sua localização é bem estratégica: próxima à Liverpool Street, ela fica na região onde estão as principais empresas do distrito administrativo da capital inglesa.

Além de uma infraestrutura completa e moderna, com salas de estudo desenvolvidas de modo a promover o networking, a interação e a criatividade, um dos principais atrativos da Northumbria é a forma como a estrutura das grades curriculares é elaborada.

Todo o design de ensino é estruturado com foco na atuação prática, em sintonia com a realidade do universo corporativo. Nada daquela história de aprender teorias bonitas, mas que são totalmente desconexas do dia a dia das organizações. O foco da Northumbria é formar estudantes aptos a lidarem com as situações cotidianas do mercado.

O resultado desse modelo de ensino aparece na prática: de acordo com o levantamento DLHE 2015/2016, a universidade está entre as Top 10 do Reino Unido em ranking de alunos que ingressaram no mercado de trabalho.

London South Bank University

Assim como a Northumbria, a London South Bank University segue uma proposta semelhante de ensino: formar pessoas com foco na atuação prática.

Fundada em 1892, a instituição fica na região central de Londres e, há mais de 100 anos, tem uma visão muito bem definida: “ser reconhecida como uma universidade cívica empreendedora, que se preocupa com os desafios do mundo real”.

Mesmo com experiência secular no ensino, o foco da LSBU é no futuro. A própria faculdade disponibiliza um plano de ação que demonstra como ela pretende atingir o objetivo de ser, até 2020, a universidade mais moderna de Londres. Você pode imaginar que só estar em um ambiente assim já é um enorme incentivo ao estudo, não é?

Além de cursos focados em administração e finanças, a LSBU também possui programas de graduação e pós que contemplam a área da saúde, tecnologia, marketing, tecnologia, engenharia e diversas outras carreiras. No site oficial, você pode pesquisar todas as áreas disponíveis e seus mais variados enfoques.

Quer ter certeza de que a LSBU combina com você? Confira os quatro principais pilares que norteiam a cultura da instituição:

Excelência

O modelo de ensino da universidade é focado na qualidade, mantendo um elevado padrão de suporte à carreira dos estudantes.

Profissionalismo

Aprender pelo exemplo. Esse é um dos motes da LSBU. Na faculdade, você vai conviver com pessoas responsáveis e inspiradoras, complementando sua formação muito além do currículo.

Integridade

O ambiente de convivência e aprendizado da LSBU é baseado em valores de confiança, transparência e comunicação aberta. Se você tem o perfil de estudante participativo, que gosta de ser ouvido e ter voz ativa no processo de aprendizagem, certamente vai gostar do modelo de ensino da universidade.

Inclusão

A LSBU se alegra em ter uma comunidade estudantil diversa e vibrante, sem nenhum tipo de barreira à inclusão. Nela, todos são bem recebidos – independentemente de sua nacionalidade, cor, sexo ou religião. A faculdade acredita que o respeito e a convivência com as diferenças são valores que fortalecem o ensino.

Criatividade

Inovar. Fomentar ideias. Criar oportunidades que resolvam problemas reais do mundo. É com esses propósitos que a LSBU constrói seu modelo de formação.

Se identificou?

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Como fazer faculdade em Londres com desconto através de uma agência de intercâmbio

Ficou empolgado com a ideia de fazer um curso nas faculdades que apresentamos? Você deve lembrar que mencionamos anteriormente: essas instituições oferecem excelentes condições de pagamento para estudantes brasileiros. Para ter acesso a elas, vale a pena contar com uma agência de intercâmbio.

A agência recomendada pelo Mapa de Londres é a Global Active Study, uma agência de intercâmbio 100% digital e credenciada oficialmente pelo Governo Britânico. Afinal, vivemos em um mundo totalmente conectado para descomplicar as coisas. Então, por que não aplicar essa mesma lógica ao intercâmbio?

A Global Active Study permite que você solicite um orçamento online para o curso que desejar, explorando os melhores descontos à disposição. Você também pode entrar em contato com ela direto pelo Whatsapp: (+44) 7540 493549.

Atualmente, a agência oferece vantagens exclusivas para quem deseja cursar mestrado em Londres. Através da parceria firmada pela Global Active com a Northumbria University, por exemplo, você pode fazer um mestrado completo por cerca de 7.500 libras.

As áreas de enfoque são as mais variadas: finanças, negócios, design, marketing e ciências da computação, por exemplo, estão entre as principais.

Confira a lista completa dos mestrados contemplados:

  • MSc Computer Science
  • MSc Cyber Security
  • MA Design Management
  • MSc Global Logistics, Operations and Supply Chain Management
  • MSc Project Management
  • MA Luxury Brand Management
  • MSc Digital Marketing
  • MSc Business with Marketing Management
  • MSc Business with Entrepreneurship
  • MSc Business with Financial Management
  • MSc Business with Human Resource Management
  • MSc Business with International Management

Universidades de Londres e cidades próximas

A Inglaterra é um centro cultural tão notável, que pelo menos duas de suas cidades são essencialmente universitárias: é claro que estamos falando de Oxford e Cambridge. De políticos a cientistas que transformaram os rumos da humanidade, há séculos esses centros de ensino vêm formando cidadãos honorários (Newton, Stephen Hawking e Darwin respaldam essa afirmação).

Se você quer absorver um pouco da cultura inglesa e usufruir de seu padrão de ensino, há diversas oportunidades – que vão além das universidades de Londres. Seja para estudar inglês, fazer um curso intensivo em outra área de especialização, ou cursar um mestrado e doutorado, há centros de ensino espalhados por cidades como Brighton, Nottingham e – lógico – Oxford e Cambridge – com custos mais baixos do que Londres.

Ficou interessado? Então confira nossas dicas de destinos para intercâmbio na Inglaterra e aproveite para deixar sua opinião sobre as universidades de Londres nos comentários. ?