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Intercâmbio na Irlanda: 7 vantagens de estudar inglês em Cork

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Já faz tempo que você sonha em fazer um intercâmbio na Irlanda? ?

De fato, o país é repleto de atrativos, cenários incríveis e excelentes oportunidades de estudo – e, até mesmo, de trabalho.

Se você, assim como nós, também é fascinado pelo Reino Unido e por Londres, a outra ótima notícia é que a Irlanda fica a um pulinho da capital inglesa.

Então, se você está em busca de mais informações e oportunidades para aperfeiçoar seu inglês em um país extraordinário, vale a pena conferir este post até o fim.

Siga a leitura para descobrir as principais vantagens de fazer um intercâmbio na Irlanda e conhecer Cork, uma cidade extremamente charmosa e amigável aos estudantes.

Por que fazer intercâmbio na Irlanda?

É muito provável que você tenha algum amigo ou conhecido que já fez intercâmbio na Irlanda.

É verdade: o país está cada vez mais popular como destino escolhido por brasileiros. Segundo um levantamento divulgado pela Belta, a Associação Brasileira de Viagens Educacionais e de Idiomas, a Irlanda está entre os TOP 5 destinos mais procurados.

Para você ter uma ideia, a Irlanda concentra 6,5% dos 302 mil estudantes brasileiros que embarcam ao exterior com o intuito de aprender uma nova língua e se conectar com outras culturas.

Mas por que escolher a Irlanda para o intercâmbio?

Bem, não é à toa que o país das gaitas de fole conquistou o coração dos brasileiros. E não é à toa que fazer um intercâmbio por lá é uma excelente escolha para a sua carreira.

Para início de conversa, a Irlanda fica na Europa, o berço cultural das grandes mentes que moldaram o mundo moderno que conhecemos hoje.

Além disso, estar na Europa significa estar pertinho de diversos outros países espetaculares. Uma vez que você está no continente europeu, é super simples pegar um voo low cost ou um trem e conhecer outras cidades incríveis.

Já imaginou aproveitar o fim de semana do curso e conhecer a Alemanha, a França, a Holanda ou a própria Inglaterra?

Aliás, se você é apaixonado por Londres, mas já pesquisou sobre as possibilidades de intercâmbio lá e se assustou com os valores de cursos, transportes e hospedagem, por que não dar uma chance à Irlanda?

No Reino Unido, trata-se do país com custo de vida mais acessível aos estudantes.

Outro ponto favorável do intercâmbio na Irlanda é que, com o visto de estudante, você também tem direito a trabalhar em meio turno (20 horas por semana), para ajudar a bancar os custos da sua estadia.

Com tantos atrativos, não é difícil entender porque a Irlanda está tão repleta de brasileiros, não é?

Mas, se esse é um fator que faz você torcer o nariz para o país, saiba que há muitas opções para fazer intercâmbio na Irlanda além de Dublin.

Para muitas pessoas, fazer um curso de inglês na Irlanda ainda é sinônimo de ir para a capital.

Só que ela não é a única alternativa. Há, por exemplo, outras cidades grandes que são igualmente incríveis para fazer um intensivo de inglês.

Quer saber mais? Então, dê uma espiada no próximo tópico e descubra 7 vantagens de fazer um intercâmbio na belíssima Cork.

7 vantagens do intercâmbio na Irlanda, em Cork

Explore, abaixo, os sete principais atrativos de realizar um intercâmbio em Cork, a segunda maior cidade da Irlanda, situada no sudoeste do país.

  1. Segurança para transitar pela cidade

    Para nós, brasileiros, a segurança é uma questão que sempre vem à mente quando pensamos em ir para qualquer lugar, não é?

    Bem, se você optar por fazer um intercâmbio em Cork, pode ficar tranquilo.

    A cidade é muito segura. Você pode ir para a escola durante o dia e curtir os pubs à noite muito tranquilamente.

    Assaltos são extremamente raros e também dificilmente você sofrerá qualquer tipo de desrespeito na rua.

  2. Custo de vida acessível

    Se você realmente quer economizar no intercâmbio, mas sem abrir mão da qualidade do ensino, Cork é o destino ideal.

    O custo de vida na cidade (alimentação, estadia, transporte e por aí vai) é muito mais baixo do que em Dublin ou Londres, por exemplo.

    Assim, você pode aproveitar para guardar um pouco mais de dinheiro para investir em passeios ou compras, por exemplo.

  3. Facilidade no deslocamento

    No Brasil, quando pensamos na possibilidade de ficar sem carro, já vem aquela dor de cabeça atrelada à necessidade de utilizar um transporte público de baixa qualidade, não é?

    Bem, em Cork você não terá esse tipo de preocupação.

    Para começar, o centro da cidade, cortado pelo Rio Lee, é super acessível a pé. Você pode fazer compras, curtir a noite nos pubs e os mercados ao ar livre sem nem precisar parar em inúmeras estações de trem.

    Mas, se quiser ir para cantos mais remotos da cidade, também é muito simples utilizar o trem.

    E as viagens nas férias?

    O Aeroporto de Cork possui conexões diretas com diversos outros aeroportos da Europa, através de companhias low cost. Vai ser super simples ir para praticamente qualquer lugar do continente.

  4. Professores nativos na escola de inglês

    A Cork English Academy, escola de inglês que a equipe do Mapa de Londres indica para quem deseja fazer intercâmbio na Irlanda, tem um corpo docente completamente nativo.

    O que isso significa?

    Significa que você irá aprender diretamente com professores irlandeses, para captar a essência da cidade e todas as nuances da Língua Inglesa na prática.

    Afinal, falar inglês vai muito além do vocabulário e da gramática.

    É muito importante entender como a língua pode expressar desejos, sentimentos, sonhos…e como ela preserva a história de uma nação.

    Isso é o que torna a experiência do intercâmbio verdadeiramente transformadora.

  5. Experiência cultural enriquecedora

    Falando em experiências culturais transformadoras, fazer um intercâmbio em Cork certamente será uma ótima oportunidade para você mergulhar na história.

    É interessante que Cork mistura um pouco do ar cosmopolita das grandes cidades com um certo ar interiorano.

    Todos os elementos históricos estão lá: prédios com charme barroco e castelos da Idade Média se misturam com prédios modernos, em um lindo contraste entre passado e presente.

    Além disso, Cork concentra um número bem menor de brasileiros do que Dublin.

    Então, não se preocupe: se você realmente quer ir para o exterior para ter contato com cidadãos locais e conhecer irlandeses natos, essa experiência estará garantida.

  6. Oportunidades de trabalho

    Não poderíamos deixar de falar de um dos principais motivos pelos quais Cork é atraente: as possibilidades de trabalho para estrangeiros.

    Intercambistas que escolhem a cidade como destino, com o visto de estudante, ainda têm a possibilidade de trabalhar em um part time job – geralmente, em locais como restaurantes ou bares.

    Assim, nos períodos de intervalo das aulas, você pode trabalhar como garçom, barista ou executando serviços de limpeza, por exemplo. E o melhor: recebendo em euros para isso.

    É claro que esse tipo de oportunidade ajuda a arcar com os custos do intercâmbio, viabilizando financeiramente a experiência.

  7. Sala de aula com poucos alunos

Diferentemente de algumas escolas de intercâmbio em Londres ou Dublin, a Cork English Academy trabalha com um número específico de alunos em cada turma. As modernas salas de aula comportam, no máximo, entre 8 e 12 estudantes.

Didaticamente, essa restrição é benéfica em vários sentidos.

Primeiro, significa que você terá um acesso mais próximo ao professor, que poderá esclarecer suas dúvidas com tranquilidade.

Além disso, a infraestrutura da Cork English Academy favorece a interação entre os alunos, através de salas de convivência para estudo e trocas de experiências.

É a oportunidade de aprender e, de quebra, fazer um networking espetacular.

Intercâmbio com trabalho na Irlanda: como funciona?

Até aqui, o que mais atraiu você em relação à ideia de fazer o intercâmbio na Irlanda foi a possibilidade de trabalhar para bancar seus estudos?

Realmente, esse é um enorme atrativo.

Mas, afinal, como realmente funcionam as possibilidades de trabalho em Cork?

Bem, conforme salientamos anteriormente, possuir um visto de estudante na Irlanda permite aos estrangeiros trabalhar por até oito meses no país.

Além disso, brasileiros podem renovar o visto de estudante de maneira simples e rápida para cursos de inglês – até duas vezes seguidas. Portanto, é possível permanecer na Irlanda por dois anos estudando o idioma.

Só que é preciso ter atenção a alguns detalhes.

Inicialmente, é importante destacar que você precisa ter, no mínimo, 18 anos para requerer esse tipo de visto.

Além disso, você só terá a possibilidade de trabalhar até 20 horas por semana.

Por isso, já prepare o mindset: os chamados part time jobs geralmente são relacionados à limpeza ou serviços em restaurantes e pubs.

Mas pode ter certeza de que essa será uma experiência extremamente enriquecedora para você – como estudante e como ser humano.

Ah! E isso não significa que, vivendo e trabalhando na cidade, você também não possa ter contato com excelentes oportunidades de networking para outras áreas de atuação.

Aliás, Cork abriga sedes de multinacionais, como a Apple, que eventualmente necessitam de pessoas que falem português para fazer parte da equipe.

Por isso, fazer um intercâmbio que alia estudos e trabalho na Irlanda é uma escolha que realmente vai transformar seu currículo.

Além de aperfeiçoar o inglês nos mínimos detalhes e perder a inibição para falar, você ainda terá na bagagem uma experiência real de atendimento ao cliente no idioma estrangeiro.

Não precisamos nem reforçar por que isso é tão importante, não é?

De qualquer forma, aí vai um dado: um levantamento feito e divulgado neste ano pelo portal de recrutamento Catho, com 16.207 profissionais de diferentes áreas, evidenciou que dentre todos os consultados, apenas 7,7% dominavam a Língua Inglesa.

Ou seja, embora se trate de um idioma universal, no Brasil o inglês ainda é um diferencial.

E, não por coincidência, os entrevistados que ocupavam os cargos mais altos eram justamente, pessoas que falam inglês: presidentes (18,2%), vice-presidentes (16,1%) e diretores (18,6%).

Ok, mas onde encontrar esses jobs para começar a ter uma experiência no mercado de trabalho irlandês?

Bem, para dar os primeiros passos, é interessante contar com auxílio de uma agência de intercâmbios para oferecer todo o suporte necessário – principalmente se você ainda está engatinhando no inglês.

A Global Active Study, agência parceira aqui do Mapa de Londres, possui toda a estrutura de um Job Club para ajudar intercambistas a encontrarem as melhores opções de trabalho na Irlanda.

Assim, você tem a garantia de receber suporte e todo o auxílio necessário (em português!) para encontrar um part time job super bacana e realizar o sonho de estudar e trabalhar na Irlanda.

Outro diferencial interessante é que a Global Active também fornece todo o auxílio com a etapa burocrática do seu intercâmbio.

Ou seja: está totalmente preparada para esclarecer quaisquer eventuais dúvidas que você possa ter sobre o visto para estudar e trabalhar no país.

Curso de inglês na Irlanda com desconto  

E aí, seu coração já bateu mais forte com a ideia de pegar um avião rumo a Cork e passar alguns dias inesquecíveis vivendo e aprendendo nessa cidade espetacular?

Então, temos uma ótima notícia para você.

Como falamos, a Global Active Study, que é agência de intercâmbios parceira do Mapa de Londres, está com uma super promoção para estudantes realizarem o sonho de aperfeiçoar o inglês, morar um período no exterior e até trabalhar na Irlanda.

Ela conseguiu uma parceria exclusiva com a Cork English Academy, para um pacote que inclui:

  • 25 semanas de aulas à tarde + 8 semanas de férias
  • 1 semana de acomodação inicial
  • Taxa de matrícula e seguro saúde governamental – Taxa de exame (Trinity ISE I)
  • Job club e suporte ao aluno em Português
  • Certificado de conclusão do curso e atividades sociais

O pacote é válido para estudantes acima dos 18 anos, com qualquer nível de inglês: do elementar ao avançado.

Ah! E o mais legal é que a Global Active é uma agência totalmente moderna e online.

Você pode saber mais detalhes sobre o pacote e esclarecer suas dúvidas online, direto pelo Whatsapp: +44 7540 493549

Ou preenchendo o formulário:

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Michael Jackson em Londres: visite a exposição na National Portrait Gallery

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Michael Jackson é o tema de uma grande exposição em Londres.

Desta vez, não se trata de uma reunião de fatos bizarros e curiosos sobre sua vida, mas uma coleção de retratos e pinturas que retrata sua influência na arte contemporânea.

Texto: Keli Lynn Boop

Um herói mítico. Essa é a representação de Michael Jackson no último retrato encomendado do artista. A obra está em exibição pela primeira vez no Reino Unido. Na tela de grandes dimensões, o Rei do Pop é um cavaleiro medieval, montado em um cavalo branco.

Um par de querubins, lânguidos e entristecidos, voa abraçado acima de sua cabeça. Um deles carrega uma coroa de louros e exibe uma lágrima no rosto. A armadura não consegue esconder uma certa angústia no olhar do rei. Nada mais singular e enigmático, como a própria vida do músico americano.

O retrato do rei é, também, uma das principais atrações de Michael Jackson: On The Wall. Uma  exposição instigante que está acontecendo na  National Portrait Gallery, até 21 de outubro de 2018.

Exposição Michael Jackson: On The Wall

Equestrian Portrait of King Philip II (Michael Jackson), 2010, de Kehinde Wiley. Fotografia: Jeurg Iseler/
Kehinde Wiley, cortesia de Stephen Friedman Gallery, London e Sean Kelly Gallery, New York

Visitação

Período: de 24 de junho até 21 de outubro de 2018.

Horário: Segunda, Terça, Quarta, Sábado e Domingo: das 10:00 às 18:00 (nestes dias a Galeria encerra  às 17:50) .

Quinta e  Sexta: das 10:00 às  21:00 (nestes dias a Galeria encerra às 20:50).

Entrada: Todas as sextas-feiras a Galeria disponibilizará 500 bilhetes de £ 5 para qualquer pessoa com idade igual ou superior a 25 anos, das 10:00 às 21:00.

Menores de 12 anos, acompanhados dos pais, têm entrada livre. Esses ingressos estão sujeitos à disponibilidade, por ordem de chegada, e podem ser reservados on-line ou pessoalmente na Galeria. Será necessário comprovar a idade.

Publicação: A exposição é acompanhada por uma publicação ilustrada com mais de a reprodução de mais de 120 imagens. Os ensaios são assinados pelo curador da exposição, Nicholas Cullinan e de Margo Jefferson e Zadie Smith. Valor:  £ 35,00.

Onde: National Portrait Gallery – St Martin’s Place, Londres WC2H 0HE.

Estação de metrô mais próxima: Leicester Square / Charing Cross.

Esqueça se você está pensando que Michael Jackson: On The Wall é para contar a história da vida, glórias, bizarrices  e escândalos, de MJ. De jeito nenhum. Há um único propósito ali: revelar ao público a influência da figura mítica dele na arte contemporânea. Para isso foram reunidos os trabalhos de 48 artistas, distribuídos em 14 galerias.

Então, como já disse um jornalista, nem pense em encontrar na National sequer uma luva do rei,  incrustada de cristais  Swarovski. Afinal, a exposição não é uma hagiografia, muito menos um relicário, como bem definiu o crítico e curador de arte Adrian Searle,  em artigo no The Guardian.

Mas, sem dúvida, ela é um grande espetáculo. Em todos os espaços da exposição está a lembrança da lendária parceria musical entre Michael Jackson e produtor e empresário Quincy Jones. A trilha sonora tem a voz de MJ e os arranjos de QJ. A música está nos aparelhos de fones de ouvido, distribuídos para os visitantes, e nos vídeos das eletrizantes  turnês e shows do músico.

Uma das galerias tem reunidas obras que representam as múltiplas faces dele. Como a pintura Michael, do artista britânico Gary Hume (abaixo). São conhecidas as cirurgias plásticas e intervenções estéticas às quais o músico se submeteu ao longo da vida. O resultado foi bizarro e caricato. Essa sala, em particular, e outras obras da exposição sugerem os reflexos do lado b, o famoso dark side  da fama.

Muitas faces e muitas definições para um só e único artista. E é essa a sensação que Michael Jackson: On The Wall deixa no espectador: a de que ele foi  um salvador, um santo, um artista, um ícone, um monarca, uma máscara e um mistério, alguém já disse.  “Jackson sempre foi mais uma ideia do que um ser humano em carne e osso”, define muito bem o jovem escritor e ensaísta do New York Times,  Thomas Chatterton Williams.

Nem todo o mundo sabe, mas ao longo das últimas décadas, Michael Jackson tornou-se a figura cultural mais representada por uma extraordinária variedade de artistas contemporâneos. É isso o que reforça o material de imprensa da National Portrait Gallery.

Prova disso é a própria mostra da Galeria.  Daí que não poderiam faltar nomes como Andy Warhol . O artista e cineasta americano foi o primeiro a usar a imagem icônica do músico nesta plataforma. Tudo começou nos anos 80. Na impactante exposição estão os famosos três múltiplos serigráficos e a foto, em  p&b, de Michael Jackson de costas.

Pode-se dizer que essa grande mostra é uma dupla homenagem a MJ: um “aperitivo” do que vão ser os 10 anos da sua morte por overdose acidental, em 2019,  e o aniversário de 60 anos que ele estaria comemorando, no próximo dia 29 de agosto.

Não sei se você percebeu a referência. O nome da exposição é uma homenagem ao álbum Off The Wall. O quinto da carreira de Michael Jackson. Ele foi lançado em 1979, quando MJ tinha 21 anos. Musicalmente ele foi um divisor de águas na carreira do músico.

Então, por tudo isso, fica a dica: se você está em Londres ou de malas prontas “rumo a…” e é de Michael Jackson e (ou) de arte contemporânea, corre lá para a National. É diversão na certa.

Depois, só se você for ao Grand Palais, em Paris (de novembro a fevereiro de 2019), ou em Bundeskunsthalle, Bonn (de março a julho de 2019), ou então no Museu de Arte Moderna de Espoo, na Finlândia (de agosto a janeiro de 2020).

O retrato encomendado do Rei do Pop

Tudo começou mais ou menos assim: em 2008 Michael Jackson telefonou para Kehinde Wiley e encomendou um retrato seu ao artista californiano. Adivinha qual foi a primeira reação de Wiley do outro lado da linha? Claro que ele achou que era uma pegadinha e não botou fé na história.

E, cá entre nós, se eu ou você estivéssemos no lugar de Wiley, talvez achássemos o mesmo, não é? Foi preciso o empurrão de um amigo para cair a ficha do “Leonardo da Vinci do Hip Hop”, como também é conhecido o artista.

É provável que a descrença inicial de  Kehinde Wiley estivesse no fato de que ele não era tão famoso assim na época. Foi só a partir de fevereiro de 2018 que ele ganhou as  manchetes do mundo. O feito? Wiley foi o primeiro artista afro-americano a retratar um ex-presidente dos Estados Unidos. Se você pensou em Barack Obama, acertou.

Em 2009, já devidamente contratado, o artista começou as primeiras pinceladas de Equestrian Portrait of King Philip II (Michael Jackson). A tela foi concluída em 2010, ano seguinte à morte do músico americano.

Quer mais detalhes sobre o retrato póstumo? Vem, embarca comigo nessa viagem que no caminho eu te explico.

O retrato equestre de Michael Jackson: a inspiração

Majestoso e imponente são alguns dos vários predicados do retrato equestre de Michael Jackson. Já em termos de qualidade, ele não chega a ser assim…um Rubens, embora tenha sido inspirado no pintor flamengo.  “Mas ele é absolutamente perfeito para este show esquisito, que dá uma olhada no papel extracurricular de Michael Jackson como uma inspiração para artistas contemporâneos”, observa o editor de Artes da BBC News, Will Gompertz. Gompertz é também escritor, já foi diretor da Tate Gallery e eleito um dos 50 pensadores mais criativos do mundo.

Equestrian Portrait of King Philip II (Michael Jackson) foi inspirado no estilo extravagante e nas pinceladas coloridas e sensuais do pintor Peter Paul Rubens. Mais precisamente na pintura heróica Philip II on Horseback, que atualmente está no Museo do Prado, Espanha.

Rapidinho: É bem pertinente e gosto da definição de Gompertz sobre o retrato equestre: “É uma pintura estranha e triste, que não corresponde de forma alguma à extraordinária criatividade e às realizações técnicas dele, mas de alguma forma resume sua vida. Também resume a exposição, que é um evento muito estranho”.

Ainda mais rapidinho:  Quando ainda vivo, e antes de morrer de um ataque de piolhos (isso mesmo), Filipe II, rei da Espanha, gostava de música e arquitetura. Gostava de casar, pelo visto. Teve quatro esposas, uma delas Maria Tudor. O que fez dele o rei consorte da Inglaterra. Você sabia que em 1588 a capital da Paraíba, João Pessoa, tinha o nome de “Filipeia de Nossa Senhora das Neves”, em homenagem ao rei Filipe II? Nem eu, até escrever esse post.

Os retratos equestres dos reis: curiosidades e coincidências

  • Ambos foram comissionados.
  • Tanto o retrato equestre do rei Filipe II quanto o do rei Michael Jackson foram concluídos postumamente. Ou seja, nenhum dos dois chegou a ver os seus retratos finalizados. Será que eles aprovariam as obras. O que você acha?
  • Os reis vestem armaduras completas e usam mantos. Acima de suas cabeças, querubins carregam coroas de louros. O querubim na tela de Michael Jackson tem uma lágrima na face.
  • Provavelmente a batalha reproduzida em ambas as telas é a de  San Quintín (1557), quando as tropas de Filipe II derrotaram o exército francês. A vitória alada que coroa de louro o rei espanhol apoia esta hipótese, concluem os historiadores.
  • A tela de Michael Jackson tem quase o dobro do tamanho da tela de Filipe II. Dimensões: 3m51 X 3m1cm e 1m28cm X 1m12cm,  respectivamente.

Observação fora do contexto das obras: Ambos os reis morreram de forma, no mínimo, inusitada.  O que você acha?

Desvendando o retrato equestre de Michael Jackson

Se você ficou curioso sobre o significado por trás de alguns elementos do retrato equestre de MJ, dá uma olhada no que diz o próprio autor da obra:

  • A armadura completa: é  uma alusão à imagem pública de Jackson e à maneira como ela “funcionava de uma só vez como comunicação e couraça”.
  • A batalha ao fundo:  refere-se às batalhas que ele travou ao longo de sua vida: com seu pai recentemente falecido, com a mídia, com seus próprios demônios.
  • As flores: são a beleza da criatividade e da música.
  • Os querubins: os anjos significam a vitória e um deles carrega uma coroa de louros para colocar na cabeça do Rei do Pop.

Essas explicações Kehinde Wiley deu a Will Gompertz, editor de Artes da BBC. Se a sua curiosidade se estende a como foi o encontro entre  Wiley e  Jackson, veja o que o artista contou para o jornalista Killian Fox, no The Guardian, em novembro de 2017.

O primeiro contato: “Ele me ligou. Ele viu uma das minhas obras no Museu do Brooklyn, um retrato equestre muito grande de um jovem negro na pose de Napoleão, atravessando os Alpes. Ele disse para sua equipe: “Eu preciso conhecer esse artista.” No começo, eu não acreditava nisso. Por fim, um amigo em comum disse: “Por favor, responda a porra do telefone?” Então, a gente combinou algo”.

O encontro:  “Foi extraordinário. Seu conhecimento de arte e história da arte era muito mais profundo do que eu poderia imaginar. Ele falava sobre a diferença entre as pinceladas precoces e tardias de Rubens.  Uma das coisas sobre as quais falamos foi como as roupas funcionam como armaduras. E se você olhar para a pintura, ele está a cavalo vestindo uma armadura completa”.

On the Wall: 5 obras imperdíveis

Alguns highlights da exposição, para além das obras Equestrian Portrait of King Philip II (Michael Jackson), de Kehinde Wiley, e das icônicas serigrafia e foto em p&b de  Warhol:

  1. An Illuminating Path, obra do “Fellini da fotografia”, o sempre irreverente David LaChapelle.
  2. Michael Jackson’s “diner jacket” foi criada pelo estilista Michael Lee Bush . A jaqueta de couro, adornada com garfos, colheres e facas, está sendo exibida pela primeira vez na Inglaterra.
  3. O retrato no estilo pop-graffiti de Michael Jackson, de Keith Haring, também  exibido pela primeira vez em 30 anos.
  4. Outro trabalho exposto pela primeira vez no Reino Unido é Who’s Bad? . A obra é da artista americana e ativista Faith Ringgold.  
  5. Mark Ryden, o “Deus-Pai do surrealismo-pop“, marca presença com  Dangerous , obra de 1991.

On the Wall tem curadoria de Nicholas Cullinan, diretor da  National Portrait Gallery e  Lucy Dahlsen. As obras foram pinçadas de coleções públicas e privadas em todo o mundo e 11 delas foram produzidas exclusivamente para a exposição.

Entre elas estão os trabalhos de:

  • Njideka Akunyili Crosby: O artista criou As We See You: Sonhos de Jand, em 2017. Ele funde colagem, transferência de fotos, desenho e pintura para representar um interior imaginário de uma casa nigeriana.
  • Michael Craig-Martin: Ele criou um desenho baseado na imagem usada na capa da revista Rolling Stone, em abril de 1971. Jackson tinha apenas 11 anos e foi a pessoa mais jovem a aparecer na capa da revista. O retrato foi concluído em junho de 2018, apenas duas semanas antes da abertura da exposição.
  • Graham Dolphin:  Thriller x 20 e Off the Wall x 25 fazem parte de uma série de trabalhos de Dolphin, baseados nas capas de álbuns Michael Jackson. Exploram questões de fandom e idolatria. Usando várias cópias de Thriller e Off the Wall como sua tela, o artista trabalha diretamente em suas superfícies. Cada capa é desenhada em pequenos textos manuscritos contendo as letras completas do songbook e Jackson.

A lista completa dos 48 artistas: Rita Ackerman, Njideka Akunyili Crosby, Emma Amos, Lyle Ashton Harris, Dara Birnbaum, Candice Breitz, Appau Jnr Boakye-Yiadom, Monster Chetwynd, Michael Craig-Martin, Dexter Dalwood, Graham Dolphin, Mark Flood, Isa Genzken, Michael Gitttes, Todd Gray, Maggi Hambling, David Hammons, Keith Haring, Jonathan Horowitz, Gary Hume, Rashid Johnson, Isaac Julien, Johannes Kahrs, KAWS, David LaChapelle, Louise Lawler, Klara Liden, Glenn Ligon, Sam Lipp, Isaac Lythgoe, Paul McCarthy, Rodney McMillian, Dawn Mellor, Dan Mihaltianu, Lorraine O’Grady, Catherine Opie, Yan Pei Ming, Grayson Perry, Paul Pfeiffer, Faith Ringgold, Michael Robinson, Mark Ryden, Susan Smith-Pinelo, Donald Urquhart, Kehinde Wiley, Hank Willis Thomas, , Andy Warhol and Jordan Wolfson.

O elefante na sala ou a “saia justa” da exposição

Sempre acontecem gafes ou saias justas nos eventos, inclusive nos grandiosos. Michael Jackson: On the Wall não fugiu à regra e teve um mico proporcional ao seu tamanho. No caso, a ausência da famosa escultura de porcelana gigante   Michael Jackson and Bubbles do artista conceitual  Jeff Koons.

Um “ elefante na sala” foi a expressão usada por Will Gompertz para descrever a situação. “É como não ter Pelé no melhor time de futebol brasileiro, ou cortar um capítulo de Great Expectations. Isso deixa um grande buraco na exposição”, alfinetou Gompertz.

“Testemunhamos um menino sensível e criativo que se torna uma mercadoria a ser explorada: um produto Warholiano da cultura popular cuja alma é usada como o champanhe na garrafa de Coca-Cola para dar um pouco de brilho na vida dos consumidores sedentos”, conclui o editor da BBC News.

Michael Jackson em Londres

Esse post não poderia terminar sem um fato histórico para comprovar ainda mais a magnitude de Michael Jackson enquanto pop star global. E nem precisa gostar da sua música para reconhecer isso.

Ele foi o  primeiro plebeu na história a acessar o Guildhall pela entrada real do edifício. Aconteceu há 30 anos, durante à emblemática turnê Bad, em julho de 1988. MJ foi tratado como realeza e teve a permissão da rainha para acessar à entrada real do edifício. Sua chegada foi anunciada com toda pompa e, claro, ao som das  trombetas dos Life Guards.

Antes do último de seus sete shows no Estádio de Wembley,  Jackson foi homenageado com um jantar no Guildhall. Dançarinos vestidos com roupas tradicionais inglesas espalharam pétalas de rosas aos pés do Rei. A performance aconteceu durante o trajeto escoltado de Michael Jackson até à cabeceira da interminável mesa no Grande Salão. Local  onde, ao longo dos séculos e até então, era exclusivo para  assuntos de Estado.

Quer entrar ainda mais no clima de Michael Jackson: on the Wall?

Então, se joga neste vídeo.

Gostou das dicas sobre a exposição de Michael Jackson em Londres? Está pensando em visitar? Deixe um comentário.

Descubra as melhores universidades de Londres

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As universidades de Londres oferecem aos estudantes a excelência de ensino da Inglaterra e do Reino Unido.

Ao longo dos séculos, o país e sua capital se consolidaram como centros culturais e intelectuais de referência para o mundo.

Aqui se formaram alguns dos grandes nomes das artes, do cinema, da literatura e da ciência.

E você sabia que Northumbria University, King’s College, Imperial College, London South Bank University e outras instituições de ensino de grande prestígio estão de portas abertas para alunos estrangeiros? 

Portanto, se você sonha em fazer uma graduação ou especialização no exterior, pode apostar que vale a pena conhecer as universidades de Londres.

Neste artigo, vamos falar sobre as melhores, explorar um pouco de sua história e contar detalhes de bolsas e oportunidades de estudo para brasileiros.

Preparado? ??

Top 5 universidades de Londres

ranking mundial 2016-2017 da QS elencou as cinco melhores universidades na capital da Inglaterra.

Os seis indicadores utilizados foram reputação acadêmica, reputação dos empregadores, relação do número de professores por alunos, citações acadêmicas e percentual de estudantes estrangeiros.

Confira a lista:

1. University College London (UCL)

University College London
UCL está entre as melhores do mundo. Foto: Steve Cadman, CC BY-SA 2.0

A University College London é uma das gigantes universidades de Londres com relevância em âmbito mundial – ela aparece em quarto lugar no ranking das melhores do mundo da QS.

Organizada em 10 departamentos e com campi e hospitais universitários situados no centro de Londres, é considerada um instituto de pesquisa multidisciplinar, com premissas focadas no ambientalismo e na sustentabilidade.

Apesar de ser extremamente moderna, a UCL é lembrada por sua história secular: foi uma das primeiras a aceitar estudantes independente de classe social, cor, gênero sexual ou religião.

Sem falar que sua potência acadêmica é composta por vários estudantes de fora do país, que representam cerca de 34% do corpo discente.  

2. Imperial College London

Imperial College London
Imperial College London fica perto do Hyde Park. Foto: Divulgação

Em quinto lugar no top 10 mundial entre as melhores universidades ranqueadas pela QS, a Imperial College é uma prestigiada instituição focada no ensino de ciências, medicina e engenharia.

Recentemente, ela também agregou um departamento de humanas que segue ganhando relevância.

Outro atrativo é que o campus principal da Imperial fica em South Kensington, pertinho do centro de Londres e dos espaços mais arborizados da cidade, incluindo o Hyde Park.

Entrar na Imperial College, porém, não é tarefa simples: trata-se de uma das universidades mais seletivas da Inglaterra.

3. King’s College London

King's College
King’s College existe desde 1829. Foto: KiloCharlieLima, CC BY-SA 4.0

Com ampla variedade de bolsas de estudo e um corpo docente renomado, a King’s College London ocupa o 19º lugar entre as melhores universidades do mundo no ranking da QS.

Com uma reputação já consolidada, ela possui 19.000 estudantes – mais de 6.000 cursando pós-graduação -, e tem vários departamentos, totalizando cinco campi.

Uma curiosidade interessante é que a universidade foi fundada por George VI, em 1829. Atualmente, ela se destaca pelo curso de medicina, considerado um dos melhores de toda a Europa.

4. London School of Economics and Political Science

London School of Economics
London School of Economics tem enfoque nas ciências econômicas. Foto: Divulgação

Especializada em ciências sociais, a London School of Economics and Politics Science (LSE) é uma instituição pioneira mundial na oferta de cursos como relações internacionais, política, sociologia, direito e contabilidade.

Cosmopolita, ela recebe estudantes internacionais de mais de 150 países e tem um corpo discente total de, em média, 9.500 alunos em tempo integral.

Outro grande destaque da LSE é sua biblioteca: o acervo impressionante conta com mais de 4 milhões de volumes. Sua reputação entre empregadores de estudantes também é excelente. A universidade fica no coração de Londres, na área de Chancery Lane.

5. Queen Mary University of London (QMUL)

Queen Mary University of London
Queen Mary University of London iniciou as atividades em 1785. Foto: Ewan Munro, CC BY-SA 2.0

Referência na área da medicina e saúde em geral, a Queen Mary University of London tem origens relacionadas à fundação do Hospital Medical College de Londres, em 1785.

O campus principal – mais grandioso – fica na região de Mile End, no famoso East End de Londres. Atualmente, cerca de 17.000 alunos compõem o corpo discente da universidade.

No total, a QMUL tem 21 departamentos. Entre seus alunos, ex-alunos e funcionários, estão cinco ganhadores do prêmio Nobel, o que traduz um pouco da relevância dessa instituição para o mundo.

Estudar em Londres

Universidades de Londres com desconto no curso

Sabia que há universidades de Londres que oferecem bolsas de estudos aos brasileiros?

Agora que você já conhece algumas das principais faculdades da capital, provavelmente está com aquela vontade incontrolável de estudar na Europa. A boa notícia é que não se trata de um sonho impossível.

Mesmo que a libra tenha um valor realmente elevado, você pode cursar uma graduação, pós-graduação, mestrado ou doutorado por valores mais acessíveis – basta encontrar uma agência de estudos parceira que tenha conexões sólidas com faculdades da Inglaterra.

Para ilustrar como é possível fazer um curso em uma universidade britânica e obter um diferencial imenso no seu currículo, a seguir vamos apresentar a você duas faculdades de excelência situadas em Londres, que oferecem bolsas de estudo a brasileiros.

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Universidades de Londres: duas faculdades excelentes com 50% de desconto no mestrado

Se quando você pensa em estudar na Inglaterra a primeira cidade que lhe vem à mente é Londres, prepare-se para ficar empolgado! Abaixo, listamos duas – nas quais é possível obter até 50% de desconto para cursar um mestrado, por exemplo.

Northumbria University

Situada na região central de Londres, a Northumbria University London Campus é uma instituição de referência em cursos de negócios, tecnologia e finanças. Sua localização é bem estratégica: próxima à Liverpool Street, ela fica na região onde estão as principais empresas do distrito administrativo da capital inglesa.

Além de uma infraestrutura completa e moderna, com salas de estudo desenvolvidas de modo a promover o networking, a interação e a criatividade, um dos principais atrativos da Northumbria é a forma como a estrutura das grades curriculares é elaborada.

Todo o design de ensino é estruturado com foco na atuação prática, em sintonia com a realidade do universo corporativo. Nada daquela história de aprender teorias bonitas, mas que são totalmente desconexas do dia a dia das organizações. O foco da Northumbria é formar estudantes aptos a lidarem com as situações cotidianas do mercado.

O resultado desse modelo de ensino aparece na prática: de acordo com o levantamento DLHE 2015/2016, a universidade está entre as Top 10 do Reino Unido em ranking de alunos que ingressaram no mercado de trabalho.

London South Bank University

Assim como a Northumbria, a London South Bank University segue uma proposta semelhante de ensino: formar pessoas com foco na atuação prática.

Fundada em 1892, a instituição fica na região central de Londres e, há mais de 100 anos, tem uma visão muito bem definida: “ser reconhecida como uma universidade cívica empreendedora, que se preocupa com os desafios do mundo real”.

Mesmo com experiência secular no ensino, o foco da LSBU é no futuro. A própria faculdade disponibiliza um plano de ação que demonstra como ela pretende atingir o objetivo de ser, até 2020, a universidade mais moderna de Londres. Você pode imaginar que só estar em um ambiente assim já é um enorme incentivo ao estudo, não é?

Além de cursos focados em administração e finanças, a LSBU também possui programas de graduação e pós que contemplam a área da saúde, tecnologia, marketing, tecnologia, engenharia e diversas outras carreiras. No site oficial, você pode pesquisar todas as áreas disponíveis e seus mais variados enfoques.

Quer ter certeza de que a LSBU combina com você? Confira os quatro principais pilares que norteiam a cultura da instituição:

Excelência

O modelo de ensino da universidade é focado na qualidade, mantendo um elevado padrão de suporte à carreira dos estudantes.

Profissionalismo

Aprender pelo exemplo. Esse é um dos motes da LSBU. Na faculdade, você vai conviver com pessoas responsáveis e inspiradoras, complementando sua formação muito além do currículo.

Integridade

O ambiente de convivência e aprendizado da LSBU é baseado em valores de confiança, transparência e comunicação aberta. Se você tem o perfil de estudante participativo, que gosta de ser ouvido e ter voz ativa no processo de aprendizagem, certamente vai gostar do modelo de ensino da universidade.

Inclusão

A LSBU se alegra em ter uma comunidade estudantil diversa e vibrante, sem nenhum tipo de barreira à inclusão. Nela, todos são bem recebidos – independentemente de sua nacionalidade, cor, sexo ou religião. A faculdade acredita que o respeito e a convivência com as diferenças são valores que fortalecem o ensino.

Criatividade

Inovar. Fomentar ideias. Criar oportunidades que resolvam problemas reais do mundo. É com esses propósitos que a LSBU constrói seu modelo de formação.

Se identificou?

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Como fazer faculdade em Londres com desconto através de uma agência de intercâmbio

Ficou empolgado com a ideia de fazer um curso nas faculdades que apresentamos? Você deve lembrar que mencionamos anteriormente: essas instituições oferecem excelentes condições de pagamento para estudantes brasileiros. Para ter acesso a elas, vale a pena contar com uma agência de intercâmbio.

A agência recomendada pelo Mapa de Londres é a Global Active Study, uma agência de intercâmbio 100% digital e credenciada oficialmente pelo Governo Britânico. Afinal, vivemos em um mundo totalmente conectado para descomplicar as coisas. Então, por que não aplicar essa mesma lógica ao intercâmbio?

A Global Active Study permite que você solicite um orçamento online para o curso que desejar, explorando os melhores descontos à disposição. Você também pode entrar em contato com ela direto pelo Whatsapp: (+44) 7540 493549.

Atualmente, a agência oferece vantagens exclusivas para quem deseja cursar mestrado em Londres. Através da parceria firmada pela Global Active com a Northumbria University, por exemplo, você pode fazer um mestrado completo por cerca de 7.500 libras.

As áreas de enfoque são as mais variadas: finanças, negócios, design, marketing e ciências da computação, por exemplo, estão entre as principais.

Confira a lista completa dos mestrados contemplados:

  • MSc Computer Science
  • MSc Cyber Security
  • MA Design Management
  • MSc Global Logistics, Operations and Supply Chain Management
  • MSc Project Management
  • MA Luxury Brand Management
  • MSc Digital Marketing
  • MSc Business with Marketing Management
  • MSc Business with Entrepreneurship
  • MSc Business with Financial Management
  • MSc Business with Human Resource Management
  • MSc Business with International Management

Universidades de Londres e cidades próximas

A Inglaterra é um centro cultural tão notável, que pelo menos duas de suas cidades são essencialmente universitárias: é claro que estamos falando de Oxford e Cambridge. De políticos a cientistas que transformaram os rumos da humanidade, há séculos esses centros de ensino vêm formando cidadãos honorários (Newton, Stephen Hawking e Darwin respaldam essa afirmação).

Se você quer absorver um pouco da cultura inglesa e usufruir de seu padrão de ensino, há diversas oportunidades – que vão além das universidades de Londres. Seja para estudar inglês, fazer um curso intensivo em outra área de especialização, ou cursar um mestrado e doutorado, há centros de ensino espalhados por cidades como Brighton, Nottingham e – lógico – Oxford e Cambridge – com custos mais baixos do que Londres.

Ficou interessado? Então confira nossas dicas de destinos para intercâmbio na Inglaterra e aproveite para deixar sua opinião sobre as universidades de Londres nos comentários. ?

Sherlock Holmes: museu em Londres, curiosidades e histórias

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Sherlock Holmes é um dos grandes personagens de Londres.

E por aqui, você pode matar a saudade do detetivo mais famoso da história visitando a sua casa!

Digo, o museu que recria a sua residência em 221b, em Baker Street 🙂

Criado há 130 anos por Arthur Conan Doyle, o detetive segue tão vivo no imaginário popular, que ainda recebe cartas em sua residência, como se fosse uma pessoa de verdade, e não fruto da mente arguta de um escritor.

Depois das primeiras aventuras nos livros e revistas, Holmes expandiu sua atuação para o cinema e para a televisão, onde desvendou ainda mais mistérios e amealhou ainda mais fãs.

Nos últimos anos, conquistou as novas gerações com o filme Sherlock Holmes, estrelado por Robert Downey Jr., e com a série Sherlock, com Benedict Cumberbatch.

Para o leitor que viaja para Londres, há uma atração imperdível em Baker Street.

E no fim do post, descubra 9 curiosidades que rondam a criação de Sherlock Holmes.

Sherlock Holmes, um personagem de Londres

É engraçado que uma cidade como Londres tenha uma figura fictícia como um de seus personagens mais conhecidos.

Ainda hoje, carteiros britânicos lidam com mensagens destinadas a 221b Baker Street, onde residia Sherlock Holmes.

Só que esse endereço nunca existiu de fato. O lar do detetive e de seu companheiro Dr. John Watson surgiu no fim do século 19 na literatura e, desde então, povoa o imaginário de seus leitores.

Quando as primeiras histórias foram publicadas, os endereços na Baker Street não chegavam ao número 221.

Mais tarde, porém, a rua se expandiu.

Em 1932, a Abbey National Building Society se mudou para o endereço 219-229 Baker Street.

Por muitos anos, a sociedade manteve uma secretária para responder às cartas para o detetive.

Em 1990, a tradicional placa azul, que registra a ligação entre lugares em Londres e pessoas ou eventos famosos, foi instalada no Sherlock Holmes Museum, 237-241 Baker Street, onde há uma réplica da residência do detetive.

Museu de Sherlock Holmes em Londres

O Museu de Sherlock Holmes é a principal atração para os fãs do detetive na capital britânica. Ele recria com perfeição a residência em Baker Street e reúne objetos que contam histórias do personagem de Conan Doyle.

E quando você entra lá, é como se visse uma cena dos livros tomando vida.

De sua poltrona na 221b de Baker Street, com o violino no colo, Sherlock Holmes escuta a narrativa de seu interlocutor , tira o cachimbo da boca e afirma: “É elementar, meu caro Watson”.

Mas, antes que o detetive possa elucidar a questão, ouve-se uma batida na porta. Não se trata de policial, suspeito ou alguém em necessidade dos serviços de Holmes, mas um turista apaixonado pela criação de Sir Arthur Conan Doyle.

O Dr. Watson recebe os visitantes e lhes apresenta a residência.

Com exceção do detetive mais famoso da literatura, está tudo lá: o violino, o cachimbo, a poltrona, a lareira, os livros, os tubos de ensaio e todo o universo residencial de um personagem que fez da lógica sua maior arma.

É como se, por alguns instantes, a razão se perdesse, e a história ganhasse vida. Seja bem-vindo ao Museu de Sherlock Holmes em Londres.

Antes de entrar, você nota que o endereço não é bem o 221b, e sim o 237-241. Mas, dentro da casa, você percebe o trabalho bem feito de simulação da casa e escritório do detetive.

O lugar, construído em 1815, apresenta as mesmas características da residência de Sherlock Holmes, inclusive com a vista para a Baker Street a partir do estúdio.

Fachada do Museu de Sherlock Holmes em Londres. Fotos: Mapa de Londres

Como visitar Sherlock Holmes em Londres

O Museu do Sherlock Holmes não é indicado para o turista médio, que deseja tirar o máximo possível de fotos durante sua estada. O museu se destina especificamente a fãs e leitores das aventuras do detetive.

Muitos dos objetos da casa fazem referência a determinadas histórias, e esta é uma das falhas do lugar: faltam explicações para os não iniciados, embora a equipe se prontifique sempre a tirar dúvidas.

Não há interatividade, e a visita se conclui rapidamente. Você não vai levar mais de 1 hora para ver tudo.

Uma curiosidade: o movimento no museu cresceu muito nos últimos anos, especialmente após o lançamento da série Sherlock.

Quando o visitamos pela primeira vez, em 2011, o ingresso custava 6 libras. Hoje, custa 15. 

Museu do Sherlock Holmes

Visita ao museu

Ingressos: Adulto, 15 libras / Crianças (menores de 16), 10 libras

Horários: Diariamente, das 9h30 às 18h. Fechado no 25/12.

Endereço: 237-241 Baker Street, London

Estação do metrô: Baker Street (Circle, Hammersmith & City,  Metropolitan, Jubilee e Bakerloo Lines)

Veja no mapa:

Loja do Sherlock Holmes

Ao lado do museu, há uma lojinha de souvenirs com centenas de itens relacionados a Sherlock Holmes, Watson, Conan Doyle e ao universo do detetive mais amado do planeta.

Vale a pena visitá-la, mesmo que você não vá comprar nada.

É uma pequena viagem à Londres Vitoriana e a um universo de mistérios, assassinatos e deduções.

Para vender, edições raras de livros, placas de rua de Baker Street, cachimbos e chapéus que remetem à indumentária do detetive e muito mais.

Estação Baker Street homenageia Sherlock

Para visitar o museu de Sherlock Holmes, você provavelmente vai usar o metrô.

A estação mais próxima se chama Baker Street (que surpresa), uma das mais antigas do metrô de Londres (e, consequentemente, do mundo).

Ao sair do trem, preste atenção às paredes: em algumas das plataformas, elas trazem imagens de Sherlock Holmes e seu indefectível cachimbo.

Ao deixar a estação, fique atento a esta estátua em homenagem ao detetive:

Estátua do Sherlock. Foto: Mapa de Londres
Estátua de Sherlock Holmes. Foto: Mapa de Londres

Bacana, né? Assim você já entra no clima das histórias antes mesmo de chegar ao museu 🙂

Mais Sherlock Holmes em Londres

O personagem Sherlock Holmes não está vivo apenas em Baker Street. Veja onde mais você encontra o detetive:

Consultório de Conan Doyle

Pertinho do museu, veja no mapa, na 2 Devonshire Place, está a casa onde se localizava o consultório de Conan Doyle. Você não vai poder entrar, mas vale como curiosidade.

Madame Tussauds

Aqui pertinho do museu do Sherlock, você encontra o museu de cera Madame Tussauds, que sempre tem alguma referência ao detetive.

Há estátuas de Benedict Cumberbatch, que interpreta Holmes no seriado, e Robert Downey Jr., devidamente caracterizado. Confira: Como visitar o Madame Tussauds.

Sherlock Holmes Pub

Você sabia que existe um pub temático sobre o personagem de Conan Doyle em Londres?

Sim! E não é só o nome que faz referência a Holmes. O pub é todo decorado como se fizesse parte do universo dos livros do detetive, inclusive com um minimuseu no andar de cima.

Além da decoração vitoriana, o pub conta com cervejas especiais de Sherlock e Watson. Confira: Como visitar o Sherlock Holmes Pub

Trafalgar Square

Pertinho do pub, está a principal praça de Londres, a Trafalgar Square.

Se você passar por ela vai lembrar: este é um cenário recorrente em trechos dos livros, dos filmes e das séries.

Outros locais

Tour a pé

Para um tour completo pelos locais relacionados a Sherlock Holmes, recomendamos a London Walks, a mais tradicional empresa de tours a pé em Londres (em inglês).

O tour (em inglês) ocorre semanalmente, com saída da estação de Embankment (Circle, District, Bakerloo e Northern Line).

9 curiosidades sobre Sherlock Holmes

Confira abaixo alguns “fatos” sobre o detetive, de acordo com os livros originais:

1. Sherlock Holmes não sabe que a Terra revolve em torno do Sol

John Watson - Sherlock Holmes - Gif
Gif: Wifflegif.com

Em um Estudo em Vermelho, os leitores podem se assombrar com a descoberta de que Sherlock Holmes, o homem mais perspicaz do planeta, nem desconfia que é a Terra que revolve em torno do Sol, e não o contrário.

No diálogo com Watson, ele deixa claro que essa informação não altera o seu trabalho e, por isso, não é relevante.

2. Sherlock Holmes tem um QI de 190

Sherlock Holmes - Gif
wifflegif.com

O QI atribuído a Sherlock Holmes por Conan Doyle é de 190, marca que superaria até Einstein.

3. Sherlock Holmes nunca disse “Elementar, meu caro Watson”

Gif - Sherlock Holmes
wifflegif.com

Nos livros, Sherlock Holmes usa as expressões “Elementar” e “Meu caro Watson”, mas nunca as utiliza em sequência em uma frase.

Mas, desde que “Elementary, my dear Watson” foi proferida em um dos primeiros filmes do personagem, a expressão ganhou o imaginário popular e se tornou uma das marcas do detetive.

4. Já existiram muitos Sherlock Holmes

Sherlock Holmes - John Watson
giphy.com

Na Inglaterra, já houve dezenas (provavelmente, centenas) de pessoas com o nome do personagem de Conan Doyle.

O site Find My Past encontra, neste momento, o registro de 176 Sherlock Holmes no último século.

5. Arthur Conan Doyle não curtia Sherlock tanto quanto os leitores

Sherlock Holmes
wifflegif.com

O escritor considerava Sherlock Holmes uma criação menor em seu trabalho literário e achava que o personagem lhe tirava a atenção de outras histórias.

O autor até matou o detetive no fim de Memórias de Sherlock Holmes, mas, diante de protestos irados dos fãs, teve que o ressuscitar em O Retorno de Sherlock Holmes.

6. Sherlock Holmes é o personagem mais retratado no cinema e na televisão

Sherlock Holmes - gif
gif-database.tumblr.com

De acordo com o IMDB, Sherlock Holmes aparece em quase 300 filmes e seriados. And counting…

7. Sherlock Holmes foi pioneiro nas impressões digitais

Sherlock Holmes - gif
wifflegif.com

Em seus métodos de investigação, Sherlock incorporou técnicas que até então não eram utilizadas pela polícia.

As impressões digitais, por exemplo, foram usadas em suas histórias em 1890, bem antes da Scotland Yard, que começou a levá-las em conta em 1901.

8. Moriarty foi inspirado em um criminoso real

Moriarty - Sherlock Holmes
conorisverylame.tumblr.com

Adam Worth, enterrado no cemitério de Highgate, em Londres, é considerado a inspiração máxima para o personagem Moriarty.

O americano montou uma sociedade criminosa dedicada a roubos de grande porte e ficou conhecido como Napoleão dos Crimes no século 19.

9. Sherlock Holmes foi inspirado em um professor

Sherlock Holmes - Gif
wifflegif.com

A inspiração para o personagem foi Joseph Bell, um médico que impressionava por suas técnicas de dedução e análise racional em sala de aula.

Livros de Sherlock Holmes

A primeira vez que Sherlock Holmes caminhou pelas ruas de Londres com capa e chapéu e utilizou a lógica para resolver casos dificílimos foi em 1887, em Um Estudo em Vermelho.

Seguiram-se 56 contos e três romances, a maioria publicada a partir de 1891 na revista Strand, a propulsora da fama do personagem.

As histórias do detetive são narradas, quase todas, pelo médico e colega de apartamento Dr. John H. Watson, que assume a tarefa de biógrafo.

Duas delas, no entanto, são contadas a partir da perspectiva de Holmes, e duas, de forma onisciente.

E por mais antigas que sejam as histórias, elas ainda servem de narrativa em produções atuais, tanto no cinema quanto na televisão.

Filmes de Sherlock Holmes

Os mistérios de Sherlock Holmes são tão instigantes, que as páginas dos livros não foram o suficiente para contá-las.

De acordo com o Guinness Book, Sherlock Holmes é o personagem mais retratado no cinema. 75 atores já o interpretaram em mais de 200 filmes.

Assistir a filmes de Sherlock Holmes pode ser uma maneira interessante de ver reproduções da bela Londres Vitoriana.

Um dos longas com o personagem, contudo, estrelando Robert Downey Jr. e Jude Law, pode oferecer algum contraste para o leitor habituado a um detetive amparado em métodos científicos e pouco afeito ao embate físico.

Em 2015, Sr Sherlock Holmes, um filme menos popular, com Ian Mckellen, conta os desafios do detetive ao se preparar para a aposentadoria.

Séries de Sherlock Holmes

Na televisão, a série Sherlock, da BBC, lançada em 2010, com Benedict Cumberbatch e Martin Freeman, reimagina as histórias do detetive na Londres atual.

O êxito do seriado levou os criadores a novas temporadas e novas aventuras, todas com grande sucesso e audiência.

Outra série sobre o detetive, Elementary, além de adaptar a trama para a atualidade, desenvolve-se em Nova York e apresenta Watson como uma personagem mulher.

Atores que já interpretaram Sherlock

Separamos algumas das principais incursões dos personagens no cinema e um bônus com a recente participação deles na TV. Confira:

Sherlock Holmes

Elementar, meu caro Watson

Ao contrário do que se imagina, a frase “Elementary, my dear Watson” ( “Elementar, meu caro Watson”) nunca foi proferida por Holmes nas 60 histórias criadas por Sir Arthur Conan Doyle.

Após suas deduções baseadas na lógica, o detetive costuma exclamar “Elementar” diante de um incrédulo Watson.

Ele também chama o amigo de “My dear Watson” (“Meu caro Watson”) com frequência.

Mas nunca utiliza os dois fragmentos na mesma frase. Essa invenção pode ser creditada ao filme The Return of Sherlock Holmes, de 1929.

Como era a Londres de Sherlock Holmes

Os mistérios, as investigações e peregrinações de Holmes se situam na fase final da Londres Vitoriana.

Mais precisamente, entre as andanças frenéticas de Charles Dickens e a matança promovida por Jack, o Estripador.

Presume-se que o detetive tenha nascido em 1854. O Palácio de Westminster, destruído por um incêndio, estava sendo reconstruído, e a Tower Bridge nem existia ainda. Pelas ruas, circulavam os primeiros automóveis. As vias eram escuras, amparadas apenas por luminárias a gás.

Os automóveis ainda eram uma novidade assustadora.

Por isso, a Lei da Bandeira Vermelha, de 1865, obrigava que, à frente de todo automóvel em locomoção, houvesse um homem tremulando uma bandeira vermelha durante o dia e uma lanterna acesa durante a noite, a fim de alertar a todos da máquina letal que se aproximava.

Além da sinalização, os carros tinham de se submeter ao limite de velocidade: 2 milhas por hora (aproximadamente 3,2 km/h).

Mas havia muitas outras novidades à época, pois o império britânico era a maior potência do mundo. A Inglaterra entrava na segunda Revolução Industrial.

Londres era a capital dessa combustão econômica e mecanicista. A população da cidade, a maior do mundo, passou de 1 milhão em 1800 para 6,7 milhões em 1900.

Devido principalmente à densidade populacional à época, o biógrafo de Dickens, Peter Ackroyd, aponta:

“Se uma pessoa do fim do século 20 se encontrasse subitamente em uma taverna daquele período, ela ficaria literalmente doente – doente pelos cheiros, doente pela comida, doente com a atmosfera ao seu redor”.

Nessa época, o departamento de investigação da Metropolitan Police, a Scotland Yard, ainda engatinhava.

Por isso, faz sentido que um detetive arguto tivesse de auxiliar a Scotland Yard e o inspetor Lestrade.

A ciência forense era incipiente: não se faziam exames de DNA, não se tiravam impressões digitais (papiloscopia) e se acreditava em superstições diversas, como fotografar os olhos das vítimas para descobrir as últimas cenas vistas por elas.

E você, já visitou o museu de Sherlock Holmes em Londres? Curtiu conhecer um pouco mais sobre o personagem e as histórias de Conan Doyle? Deixe um comentário!

21 pubs em Londres para conhecer antes de morrer

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Se você está em busca de uma seleção de pubs em Londres, chegou ao lugar certo.

A gente é apaixonado por pubs, por Londres, pelas cervejas da cidade e por toda a cultura das puplic houses londrinas 🙂

Quer beber uma ale deliciosa? Comer um fish & tips? Conversar? Ouvir música?

Então, quando estiver em Londres e em toda a Inglaterra, os pubs são o destino ideal para você.

Opções não faltam: o número de pubs no Reino Unido ultrapassa os 50 mil – são mais de 5 mil só na capital da Inglaterra.

Por isso, neste post, criamos uma listinha especial, que reúne os pubs em Londres que são essenciais aos espíritos lupulados.

Em uma viagem para Londres, você vai visitar primeiro aqueles cujo estilo mais lhe agradar: tem pubs com pegada histórica, outros temáticos, alguns mais inusitados ou clássicos e até bares que também precisam entrar na lista.

O fato é que essas instituições são um símbolo da vida social londrina e proporcionam um ambiente amistoso de confraternização.

Provavelmente, você não vai visitar todos os pubs da nossa listinha na primeira viagem, mas não se preocupe: a maioria deles vai estar lá na segunda, terceira e quarta vez na capital britânica.

Então, prepare o seu check list: abaixo estão os 21 pubs em Londres para conhecer antes de morrer.

Pubs em Londres: os 21 imperdíveis

Confira abaixo a lista para seu pub crawl em Londres:

1. The Old Bank of England

Pub The Old Bank of England
Pub do antigo Banco da Inglaterra guarda alguns mistérios. Foto: Mapa de Londres

De acordo com os donos do pub, o Old Bank of England se situa entre a barbearia de Sweeney Todd, o “Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet”, e a loja de tortas de Mrs Lovett.

Nos túneis desses prédios é que as vítimas dessas duas criaturas eram despedaçadas antes se virarem comida para os fregueses do local, segundo a lenda.

O que é fato é que o pub é belíssimo, e a construção serviu por um curto período como o Banco da Inglaterra e como um esconderijo das Joias da Coroa na Segunda Guerra Mundial.

2. Ye Olde Cheshire Cheese

Ye Olde Cheshire Cheese Pub - Mapa de Londres
Reconstruído em 1667, diz a plaquinha do Ye Olde Cheshire Cheese. Foto: Mapa de Londres

O Ye Olde Cheshire Cheese é um dos pubs mais antigos de Londres.

Segundo os proprietários, há um pub neste local, na Fleet Street (como não?), desde 1538.

Destruído no Grande Incêndio de 1666, ele foi reconstruído um ano depois.

Desde então, já foi frequentado por Mark Twain, Charles Dickens, Voltaire.

E se você tiver um pingo de sobriedade, vai querer figurar nessa lista.

3. Roadtrip

Foto: Juli Haas, para o Mapa de Londres
Roadtrip estampa nomes e mensagens de rebeldes do rock e da literatura. Foto: Juli Haas

O pub Roadtrip é uma boa pedida para quem curte rock e quer beber uma cervejinha no Leste de Londres.

O lugar tem decoração inusitada, mensagens de rebeldes da literatura e até jam sessions de jazz.

Vale a pena conhecer.

4. The Sherlock Holmes Pub

The Sherlock Holmes Pub
The Sherlock Holmes Pub é uma boa ideia para leitores de Conan Doyle. Foto: iStock, Getty Images

Imperdível para quem é fã do detetive mais famoso do mundo, o The Sherlock Holmes Pub é um pub temático.

No bar do térreo você encontra cervejas que homenageiam os personagens do livro e, na parte de cima, há uma espécie de museu com artefatos relacionados a eles.

Fica pertinho da Trafalgar Square e da National Gallery, então é quase imperdível para o fã.

5. White Hart

Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
White Hart localiza-se em Holborn. Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres

É hora de mergulhar na história dos pubs em Londres. Este aqui, o White Hart, tem uma plaquinha dizendo que é o mais antigo em funcionamento na cidade.

A data de inauguração antecede a descoberta do Brasil em quase três séculos: 1216.

Mas o pub não aparenta tanta idade, já que foi completamente reformado nos últimos tempos.

De qualquer forma, apresenta diversos traços antigos de sua composição original.

6. Mr. Fogg’s

Mr. Foggs
Mr. Fogg’s é um bom ponto de partida para quem quer rodar o mundo. Foto: Divulgação

Outro pub temático em Londres, O Mr. Fogg’s é inspirado no livro “Volta ao Mundo em 80 Dias”, de Júlio Verne.

Todo o ambiente transporta o viajante ao fim do século 19 e reproduz fielmente o primeiro andar da casa de Mr. Fogg.

7. Belushi’s

Belushi’s
Belushi’s é um bom pub para encontrar mochileiros de todas as partes. Foto: Mapa de Londres

Com uma pegada mais jovem, o Belushi’s na verdade é uma rede de pubs que serve mochileiros de todos as nacionalidades.

Sua essência mistura um pouco a atmosfera do pub inglês com o bar americano: você vai encontrar drinques razoavelmente baratos, televisões para assistir futebol e, eventualmente, até karaokê.

8. O’Neill’s

O'neill's do Soho
O’Neill’s tem música ao vivo toda noite. Foto: Mapa de Londres

De frente para a Chinatown, o O’Neill’s é um pub de origem irlandesa no coração de Londres.

Ele tem três andares, diversas opções de bebidas e bandas ao vivo diariamente.

Gosta de música? Então não deixe de visitar o local.

9. Westminster Arms

Westminster Arms
Westminster Arms é um dos pubs mais próximos do Parlamento. Foto: Mapa de Londres

Bem tradicional, o Westminster Arms abriga mais políticos e jornalistas do que turistas comuns.

Isso devido à localização: ele fica em Westminster, a poucos minutos do Parlamento.

O pub pertence à cervejaria mais antiga em funcionamento de toda a Grã-Bretanha, a Shepherd Neame (desde 1698).

10. World’s End

World’s End
O fim do mundo tinha que ser em Camden Town. Foto: Mapa de Londres

Rock pesado e no último volume, caveiras na decoração das paredes e atendentes com piercings e tatuagens.

Se você quer conhecer um pub na linha punk, vá até o World’s End.

Fica em Camden Town, o bairro mais alternativo de Londres.

11. BrewDog

Brewdog em Camden Town
A Brewdog é uma cervejaria irreverente, com pub bem localizado em Camden Town. Foto: Mapa de Londres

Este é outro dos pubs alternativos em Londres.

Em Camden Town, o BrewDog também é reflexo do movimento punk.  A camisa do bartender já avisa: “Beer for punks”.

Na carta de cervejas, há citações como “O Led Zeppelin não escrevia canções para todos. Eles deixaram essa tarefa para os Bee Gees”. Se identificou?

12. Princess Louise

Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
Princess Louise é um autêntico pub vitoriano. Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres

A era vitoriana ainda está muito presente no imaginário de quem visita a capital britânica.

E o Princess Louise é o pub que melhor representa o espírito grandiloquente da Inglaterra do século 19. Imperdível.

13. Cittie Of Yorke

Clique para conhecer o pub. Foto: Flávio F. Moreira, Mapa de Londres
Cittie of Yorke foi construído em 1645. Foto: Flávio F. Moreira, Mapa de Londres

Cittie Of Yorke é também conhecido como o “Pub do Confessionário”.

A razão é que alguns bancos do estabelecimento são embutidos na parede e aparentam os famosos recintos onde os pecados são revelados ao padre.

A história é interessante: desde 1420, havia no local uma hospedaria, mas o prédio atual data de 1645.

O que vemos hoje no pub é uma mistura de estilos após grandes reformas.

Destaque para a grande lareira em forma de triângulo no meio da sala.

14. Lamb & Flag

Clique para conhecer o pub. Foto: Vincent Travi, Mapa de Londres
Lamb & Flag situa-se em Covent Garden. Foto: Mapa de Londres

Em uma singela alameda entre a Floral Street e a Long Acre, você avistará o pequeno e simpático pub Lamb & Flag, reconhecido como o pub mais antigo de Covent Garden.

Ocupa um prédio da era Tudor (século 16), mas dizem que o alvará de funcionamento é mais “recente”: 1623.

É interessante visitá-lo considerando todas as redondezas. Você vai passar por aqui cedo ou tarde na viagem, mas, como o pub fica escondidinho, é bom saber onde procurar.

15. Vibe Bar

Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
Vibe Bar tem música ao vivo toda noite. Foto: Kamilla Fernandes

O Vibe Bar, em Brick Lane, é uma aposta certeira para os espíritos artísticos que querem respirar um ar diferente no leste de Londres.

O bar tem música ao vivo toda noite, exposições artísticas temporárias, quadros e esculturas pelas paredes e um grande espaço ao ar livre, um oásis para fumantes.

Ah, e fica aberto nas madrugadas de sexta e sábado.

16. Ziegried von Underbelly

Ziegfried von Underbelly - Mapa de Londres
O lugar é tão legal, que as fotos insistem em não ficar boas. Foto: Mapa de Londres

O Ziegried von Underbelly fica na Hoxton Square, uma praça cercada de pubs, bares e lugares legais.

A decoração bizarra já valeria a visita: sofás esquisitos de couro, quadros gigantes, luzes multicoloridas, totens de madeira, estátuas intimidantes e objetos cuja descrição simplesmente não é possível.

Além disso, tem ótimas cervejas, drinques, pub food e música, com bandas e DJs.

17. Gordon’s Wine Bar

Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
Caverna abriga os vinhos do Gordon. Foto: Kamilla Fernandes

O Gordon’s Wine bar é uma experiência diferente nos pubs de Londres.

O lugar é uma caverna ideal para a degustação de queijos e vinhos, toda iluminada por velas e cheia de recortes de jornais antigos. Serve excelentes entradas, destilados e drinks.

Aqui vale muito a pena pegar uma garrafa de vinho, que não é tão cara assim.

Em dias de sol (ou menos nublados), vale a pena chegar no fim da tarde e ficar do lado de fora. Há uma ruela que foi fechada para que os clientes possam curtir suas bebidas ao ar livre.

O clima é agradável, e o lugar é frequentado por muitos nativos, o que pode ser uma experiência interessante 🙂

18. Ain’t Nothing But…

Foto: Kamilla Fernandes, Especial Mapa de Londres

Este pub é um achado para os amantes de blues em Londres.

O Ain’t Nothing But tem shows sete dias por semana e se situa em um ponto bem central, acessível para qualquer viajante passeando pela zona 1 ou 2 de Londres.

Por todos os lados, você encontra guitarras, violões, retratos de lendas da música, fotos e pinturas do universo do blues londrino e mundial.

Nas sextas e sábados, é cobrado ingresso à noite.

19. Dublin Castle

Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
Foto: Kamilla Fernandes

O Dublin Castle, em Camden Town, é um santuário do rock, onde muitas bandas, como Killers, Blur, Supergrass e Arctic Monkeys, dispararam seus primeiros acordes.

Trata-se de um dos pubs de Londres mais ligados ao universo do rock e da música.

Amy Winehouse, que cresceu na região, frequenta muito esse pub e chegou a ser vista atendendo atrás do balcão. Imagine a cena.

20. Bar Cahoots

Bar Cahoots Londres
Pub de Londres transporta o viajante para outra época. Fotos: Mapa de Londres

Este é um pub / bar imperdível para quem adora o metrô de Londres.

O Cahoots é um pub que recria uma estação de metrô convertida em bar no pós-guerra.

Ficou confuso? Aqui você é transportado de volta ao passado, para a década de 1940, logo depois do fim da Segunda Guerra.

O ambiente é todo decorado como se fosse uma antiga estação de metrô daquela época, repaginada para atender aos espíritos pecadores e festeiros.

A música, os drinks e a atmosfera são incríveis. Para entrar, só com senha, e o lugar é bem escondido. Imaginou?

21. Sky Pod – Sky Garden

https://mapadelondres.org/pubs-em-londres
Sky Pod é um pub com vista incrível de Londres. Foto: Divulgação

O Sky Pod é um bar que fica no Sky Garden, um ambiente incrível todo espelhado e com uma vista magnífica de Londres.

Dali você pode ver a Tower Bridge, a Torre de Londres, o Shard, a London Eye, entre outros.

A vista é total e irrestrita. A música é ótima, com DJ tocando uma eletrônica empolgante e nada pesada. Os drinks são caros, mas muito bons.

É melhor reservar lugar para poder sentar 🙂

Cervejas dos pubs em Londres

Os pubs de Londres oferecem as melhores cervejas do Reino Unido e algumas das melhores do mundo.

Mas beber nas public houses e bares da cidade não é tão barato assim, embora seja uma experiência altamente recomendável em qualquer roteiro de viagem.

Em pubs em Central London, zonas 1 e 2, uma pint de cerveja (568ml) custa entre 4 e 5 libras, normalmente.

Existem pubs que fazem happy hour no fim da tarde, com promoção de uma marca específica, como o Belushi’s de London Bridge e o de Covent Garden, e festas que oferecem pints por preço reduzido em determinados horários e datas, como o Zoo Bar, de Leicester Square.

Nós somos fãs das Stouts.

Para mim, nada se iguala à Rainha Mãe das cervejas, a cerveja Guinness.

Embora republicana em essência, criada por Arthur Guinness em Dublin, na Irlanda, a Guinness é a soberana no Reino das Stouts.

Perfeita na nossa opinião, meros apreciadores.

E se não souber qual pedir, você pode provar uma delas. E também pode pedir uma half pint, se não estiver com tanta sede.

Cerveja Guinness - Mapa de Londres
A Rainha Mãe das cervejas. Foto: Gustavo Heldt, Mapa de Londres

Outra do gênero que merece destaque é a Murphy’s, também bastante cultuada por aqui.

Cerveja em Londres - Mapa de Londres
No pub Old Bank of England. Foto: Mapa de Londres

A Imperial Stout do seu Samuel Smith, cerveja cujas origens remontam a 1758, que pode ser apreciada no Ye Olde Cheshire Cheese, tem lugar de honra em qualquer pub dos sonhos.

Cerveja em Londres - Mapa de Londres
2 pints da Stout da Samuel Smith acompanhadas por Onion Rings e queijo de cabra empanada na cerveja

Rumo a Greenwich, a London Stout da Meantime Brewery não pode ficar de fora.

Cerveja Meantime Brewery - Mapa de Londres
Que tal uma Meantime no pub da própria cerveja em Greenwich? Foto: Mapa de Londres

Mas a lista acima compreende apenas algumas das Stouts. Então, que tal desbravar o mundo das cervejas de Londres? Confira nosso post especial: as cervejas que você vai beber em Londres.

Pubs são atração em Londres

Para nós, pub é assunto sério.

Quem viaja para a capital britânica e não pede uma pint de cerveja em uma das public houses que pululam pela cidade merece execução pública na Torre de Londres.

São centenas de pubs em Londres.

Por isso, não se preocupe em tentar conhecer todos. Selecione alguns a partir da nossa lista e os encaixe no roteiro, conforme a localização.

Brincadeiras à parte, é interessante entender a história e a importância cultural dessas casas de cerveja.

Pub, na verdade, é uma abreviação para public house.

O nome designa a essência desses ambientes com um apelo comunitário e tem relação direta com a formação de tais instituições na região do Reino Unido, que começaram com a invasão romana.

Pubs não são bares, necessariamente.

Tradicionalmente, eles são um ponto de encontro para amigos e famílias em Londres.

É assim desde que os locais surgiram nos antigos vilarejos da cidade, quando eram frequentados pelos moradores próximos.

Se você quer entender melhor o que são os pubs e a história por trás deles, confira este post: O que é pub.

Pubs em Londres são goles de história

Ir a um pub em Londres não se trata de um passeio ocasional, mas de um compromisso britânico.

Pontual, o inglês segue para o pub de sua preferência após o trabalho.

Lá encontra os amigos em uma atmosfera agradável, conhece gente nova e desce algumas pints de cerveja (talvez stout, tipo a Guinness).

Esse ritual não vem de hoje.

A história dos pubs se confunde com a história da Grã-Bretanha, desde as primeiras inns, tabernas e alehouses que remontam às ocupações romanas, vikings e anglo-saxãs na cidade.

Imagine que, no ano de 965, o Rei Edgar, já preocupado com a disseminação do álcool, decretou que poderia haver apenas uma casa de cerveja em cada vilarejo.

Muito mais tarde, nas últimas décadas, a crise econômica se encarregaria de fechar os pubs na cidade. Hoje, apesar da retração, o Reino Unido ainda conta com 50 mil dessas instituições etílicas.

E você, já conhecia alguns desses pubs em Londres? Quais pretende incluir no seu roteiro? Qual ficou faltando? Comente! 😀

Onde comer barato em Londres: 6 mercados de rua incríveis

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Afinal, onde comer barato em Londres?

Se você está com uma viagem agendada para a capital inglesa e já sonha em desfrutar das delícias de lá, com direito a aventuras gastronômicas incríveis sem gastar muito, certamente vai gostar de conferir as sugestões que reunimos por aqui.

Simplesmente porque os mercados de rua em Londres são o ápice do charme europeu!

É possível comer barato em Londres?

Não é fácil comer barato em Londres, especialmente para o viajante brasileiro que precisa converter seus reais em libras.

Uma refeição em um bom restaurante, com uma garrafa de vinho e entradas, pode custar mais de 50 libras por pessoa, certamente.

Mas não se apavore. Na comparação com Paris e outras cidades turísticas da Europa, Londres não é a mais cara no quesito gastronômico.

É possível economizar, sim, especialmente se você estiver disposto a investir mais em lanches do que em refeições com garfo e faca 😉

Para isso, vale a pena prestar atenção a opções que oferecem sanduíches e wraps, como a rede Pret A Manger. Com um punhado de libras, você come um bom wrap de bacon ou um sanduíche de atum e toma um café passado ou um suco, por exemplo.

Os sanduíches e pequenas refeições prontas também podem ser encontradas em super e minimercados, por valores extremamente em conta. E não se preocupe: aqui é bem válido comer na rua, sentado em um banquinho e curtindo a paisagem.

Nos restaurantes, é importante ficar atento a promoções especiais e aos pratos do dia, normalmente mais razoáveis. Em lugares mais caros, espie antes o menu para investigar se uma seleção de entradas não vale mais do que um ou dois pratos.

Se você se dispuser aos fast foods de redes, os preços vão lá para o chão. Normalmente, a comida mais barata é o Subway do dia. Vá até o restaurante, veja qual é o item em promoção e peça. Não dá para economizar mais do que isso.

Mas a melhor maneira de comer barato em Londres não é se contentando com essas redes de fast food.

A seguir, você vai conhecer alguns mercados e feiras de rua que oferecem uma gastronomia diversificada, viva, multicultural e affordable.

6 mercados de rua para comer barato em Londres

Vamos ao que interessa: quais são os melhores mercados de rua para comer barato em Londres? Abaixo, compartilhamos seis deles, todos pertinho do centro da capital. 😉

Espie só!

1) Borough Market

Borough Market - Foto: Chris Green / Shutterstock
Foto: Chris Green / Shutterstock

Este é, sem dúvidas, o mais famoso mercado de rua de Londres. O Borough Market,  em Southwark, foi inaugurado em 1851. Sim, são mais de 160 anos de operação, já imaginou? Além de ser o mais histórico mercado da cidade, ele é também um dos maiores. Há mais de 100 tendas à disposição do visitante, com aromas e ingredientes frescos capazes de fazer qualquer um salivar.

Além de ser um local histórico da cidade, o mercado oferece uma variedade gastronômica gigantesca. Assim, você pode provar desde pratos típicos locais de Londres, até outros sabores marcantes da culinária global.

Endereço: 8 Southwark St, London SE1 1TL, Reino Unido. London

2) Mercados de Camden

Se você gosta de agito e quer absorver o melhor da essência efervescente de Londres durante a sua viagem, Camden Town não pode faltar no roteiro. Super colorido e cercado por cafés, bares e barraquinhas de comida, ele também é o spot perfeito para comprar roupas vintage, vinis e flores coloridas.

Em resumo: o lugar perfeito para garimpar bugigangas e comer delícias sem zerar suas libras. 

Endereço: Camden Lock Pl, Camden Town, London NW1 8AF, Reino Unido

3) Leather Lane Market

No coração de Londres, em Clerkenwell, o Leather Lane Market é um verdadeiro paraíso gastronômico. Como há realmente muuuitas barraquinhas de comida, os preços são bastante amigáveis, pois a variedade é enorme. De pratos típicos da culinária japonesa, espanhola, coreana e até vietnamita, não vão faltar opções para agradar seu paladar.

Endereço: Leather Ln, London EC1N 7TJ, Reino Unido

4)  Maltby Street Market

O Maltby Street Market tem um charme especial, principalmente pela localização: fica “escondido” sob os arcos da ferrovia de Bermondsey. Por ser menos famoso que o Borough, é um pouco menos agitado e perfeito para quem gosta de experimentar uma provinha de diferentes sabores de comida.

Endereço: Maltby St, London SE1 3PA, Reino Unido

5) Berwick Street Market

No Soho, o Berwick Street Market é aquele tipo de lugar que faz os olhos brilharem diante das cores, dos cheiros e sabores. É um dos mercados mais antigos de Londres, em operação desde 1778. Hoje, é o destino favorito de quem curte viver experiências gastronômicas excêntricas, experimentando os mais variados tipos de saladas, burritos, paellas, curries afeganistãos ou deliciosas opções veggie.  

No mercado tudo é fresquinho, então você também pode aproveitar para comprar frutas e legumes para levar. Assim, você pode economizar algumas libras também durante a estadia na cidade. Que tal?

Endereço: Berwick St, Soho, London W1F 8ST, Reino Unido

6) Broadway Market

Para deixar seu tour pelos mercados de rua de Londres completo, reserve um sábado para colocar o Broadway Market no roteiro. Localizado no coração de Hackney, no leste da cidade, ele também possui raízes históricas. O ponto tem sido utilizado para o comércio de rua desde 1890! Atualmente, trata-se de um verdadeiro caleidoscópio de cores, sabores e delícias.

Por lá, você vai encontrar barraquinhas com artesanatos, roupas e, claro, os mais variados produtos fresquinhos que possa imaginar. Além de sanduíches, burgers, rosquinhas e por aí vai. Se quiser estender a noite para um pub ou descansar e observar o movimento da rua em um café, as opções também são infinitas!

ndereço:  Broadway Market, London E8 4QJ, Reino Unido

Atrativos dos mercados de rua em Londres

A lista de atrativos dos mercados de rua ingleses é grande.

Em primeiro lugar, vale destacar que os próprios cidadãos de Londres amam frequentar as feirinhas ao ar livre. Eles não perdem nenhuma oportunidade de curtir o sol, os parques e as comidas deliciosas à disposição.

Portanto, se você gosta de viajar para fazer amigos e trocar experiências culturais, os mercados de rua já merecem um espacinho no seu roteiro!

Outro ponto que merece atenção, realmente, é a economia. Nós sabemos: Londres não é a cidade mais barata do mundo.

Mas o que a maioria das pessoas não percebe é que ela oferece diversas oportunidades de turismo gratuito e acessível. Não quer gastar muitas libras com alimentação? Vale a pena mesmo partir para os mercados ao ar livre, já que eles têm alternativas para todos os bolsos.

Em resumo: os food markets representam a oportunidade perfeita para você experimentar comidas típicas da Inglaterra com precinhos camaradas e muito mais atrativos do que aqueles dos restaurantes.

Como comer barato nos mercados de Londres

A resposta para essa pergunta é difícil. Afinal, a variedade de opções é praticamente interminável.

Queijos, peixes, carnes, frutas e vegetais e pães fresquinhos são apenas a base das alternativas gastronômicas que os mercados de rua em Londres oferecem.

Se for sua primeira vez na cidade, vale se aventurar e saborear pratos típicos da culinária inglesa.

Que tal um fish & chips, uma tortinha de carne ou uma ribs deliciosa com bastante molho? 😛

Como Londres é uma metrópole totalmente multicultural, aproveite ainda para experimentar as opções de lanches inspirados na culinária francesa, italiana, japonesa, tailandesa e por aí vai.

Um tortellini artesanal ou um wrap de falafel, que tal? Para completar, um cookie delicioso ou sorvete de sobremesa tornam a experiência memorável.

Então, gostou das dicas? Se você curtiu este artigo, aproveite para compartilhar com os amigos apaixonados por Londres – e por comida – em suas redes sociais!

Metrô de Londres: Guia de 2018

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O metrô de Londres é o meio de transporte mais rápido e prático na capital da Inglaterra.

Com seu mapa simples e sua ampla extensão, cobre perfeitamente a cidade para turistas e nativos.

No horário de pico, a aglomeração pode ser angustiante, mas nada tão complicado assim.

Em Londres, todos o chamam de Tube ou Underground.

O metrô de Londres é o mais antigo do mundo, mas se adaptou plenamente ao longo das décadas.

Todo o sistema foi desenvolvido e desenhado para ser o mais intuitivo possível, desde o mapa icônico até as indicações dentro das estações.

Neste guia, reunimos tudo que você precisa saber sobre o o assunto:

  • Como usar o metrô de Londres?
  • O que é o Oyster Card?
  • O que são as zonas do transporte?
  • O que são os passes do metrô?
  • Qual é a história do metrô de Londres?
  • Como interpretar o mapa do metrô?
  • Quais são os preços e horários de 2018?
  • Como economizar no dia a dia do transporte?

Essas perguntas serão respondidas ao longo do guia a seguir. Então, sente-se confortavelmente e prepare-se para entrar em contato com um grande universo de informações.

Lembre-se, ao longo dessa jornada: nós somos apaixonados pelo metrô de Londres 🙂

Metrô de Londres - Mapa de Londres
Metrô de Londres é uma atração em Londres. Foto: Mapa de Londres

Metrô de Londres: passo a passo

Vamos entender o metrô de Londres em tópicos? Vai ficar bem mais fácil.

Horários de funcionamento

Não há um horário de funcionamento único para todo o sistema de metrô de Londres.

As linhas têm horários iniciais e finais, que normalmente ficam entre as 5h e a meia-noite.

No domingo, todas param mais cedo, por volta das 11h. Então é hora de usar os ônibus noturnos 🙂

Nos fins de semana, de sexta a domingo, há uma operação chamada Night Tube, que mantém o metrô funcionando 24 horas em algumas de suas principais linhas.

Oyster Card

O Oyster Card é um cartão magnético que você pode obter por 5 libras (reembolsáveis se você quiser devolvê-lo antes de deixar Londres).

É possível pagar com cartão de crédito, débito ou dinheiro. Você escolhe entre creditar um valor “pay as you go” ou comprar um passe semanal (ou até mensal), que proporciona descontos ainda maiores.

Para utilizá-lo, passe-o por cima do leitor amarelo. Após o apito, aparecerá o saldo na telinha. No metrô, você deve passar o Oyster Card na entrada e na saída.

Dinheiro de volta

Lembre-se: ao fim da viagem, você pode obter de volta até 10 libras de crédito restante do Oyster Card além das 5 libras do depósito, na última estação de metrô, possivelmente em Heathrow.

Por isso, calculamos os valores deste guia com base nos horários de pico. Assim você não precisa se preocupar com a hora e, se sobrar alguma grana no cartão (não será muita coisa), ótimo.

O cartão é inteligente e gasta sempre o menor valor possível.

Zonas e preços do metrô

O mapa do metrô é dividido em zonas concêntricas, das zonas 1 e 2 (mais centrais) para fora (mais periféricas).

As estações são servidas por linhas (Central, Piccadilly e District são exemplos), representadas por cores (vermelha, azul, verde). Para conhecer todas as linhas, pule para este link.

Ao observar as estações no mapa, é fácil identificar quais são as trocas de linhas necessárias para chegar ao seu destino.

Mapa do metrô de Londres é muito intuitivo

O aeroporto de Heathrow, por exemplo encontra-se na zona 6, enquanto Oxford Circus situa-se na zona 1.

As tarifas do metrô são determinadas principalmente pelas zonas pelas quais você passa para chegar a determinado destino. Quanto mais central a viagem, mais cara.

Na sequência, vamos entender melhor essa história.

Preços do metrô em 2018

  • Passagem unitária: o preço depende da estação de origem e da estação de destino, da direção da viagem, do horário e do dia da semana. Exemplo: uma viagem de ida e volta pode ter um custo para ir e outro para voltar. Neste link, você pode simular o custo de uma jornada entre duas estações.
  • Pay As You Go Diário (Oyster) para zonas 1 a 2 (as mais turísticas): 6,80 libras para 1 dia de viagens ilimitadas de ônibus e pelas zonas 1 e 2 nos trens e no metrô.
  • Passe semanal (Oyster): 34,10 libras para 7 dias consecutivos de viagens ilimitadas de ônibus e pelas zonas 1 e 2 nos trens e no metrô.

Quanto devo colocar no Oyster card?

O turista deve considerar primariamente zonas 1 e 2 em seus planos, pois nelas está situada grande parte dos pontos turísticos.

A resposta, então, é a seguinte: 6,80 por dia. Para seis dias ou mais, compre o passe semanal (carregado no próprio Oyster), por 34,10 libras.

Se precisar ir até a zona 3 em algum dia, carregue o cartão com 8 libras para aquele dia, em vez dos 6,80. Esse valor dá direito a viagens ilimitadas naquele dia para zonas 1 a 3.

CTA - Transfer do aeroporto para o hotel

Passes no metrô de Londres

Devo comprar um passe semanal? A resposta é “sim” caso sua estada seja de seis ou sete dias.

Até 5 dias (inclusive), vale mais a pena usar o Oyster Card creditando, por dia, 6,80 libras (o dia inteiro de ônibus e metrô, quantas vezes você quiser).

Também há o passe mensal e o anual. O custo do 7 Day Travel Card é de 34,10 libras.

Site do Transport for London: Todos os preços do metrô

Como planejar a viagem no metrô

Para sua primeira viagem a Londres, é importante planejar seus deslocamentos com antecedência. Para isso, utilize o celular e aplicativos como o Citymapper e o Google Maps.

Citymapper

O aplicativo Citymapper é o ajudante ideal para você se localizar bem no metrô de Londres. Digitando a estação de saída e o destino (vale até um ponto turístico), ele diz exatamente o que você deve fazer, quanto vai gastar e quanto tempo o trajeto total leva – incluindo outros meios de transporte além do metrô quando necessário. Conheça.

Mapa do metrô

O mapa do metrô que você está prestes a ver serviu de inspiração para quase todos os outros. Ele apresenta as estações de forma simples, observando principalmente as zonas e os desenhos das linhas do metrô, e não com a preocupação de ser fiel à distância geográfica. Veja o mapa do metrô

Localização

O mapa não resolveu direito e você busca uma solução para o desktop?

Então consulte o Journey Planner, um simulador que indica a melhor rota para qualquer trajeto que você deseja realizar em Londres.

Em poucos cliques, determina-se um ponto de saída e um de chegada e se revelam diversas maneiras de realizar o trajeto, seja de ônibus, metrô, trem, DLR ou barco, cada uma acompanhada de um roteiro passo a passo e da previsão de duração da jornada. Como usar o Journey Planner

Como andar no metrô de Londres

Andar de tube em Londres exige alguma técnica. Nada sobrehumano, tudo muito lógico. Saiba o que fazer antes de sair perambulando pelo metrô mais antigo do mundo.

Etiqueta no metrô

Durante a viagem, é bacana olhar para os lados, pois a sociedade londrina manifesta suas excentricidades, peculiaridades e idiossincrasias durante as viagens no tube.

Ali você  pode ver alguns bêbados voltando do estádio de futebol, garotos de terno e gravata indo para a aula, cabeludos com fones enormes nos ouvidos – todos eles com um livro ou jornal na mão e completamente indiferentes a você.

Só cuidado: seus companheiros de percurso não vão gostar quando você tirar a sua câmera enorme e disparar um flash na cara deles.

Dicas práticas para não fazer feio

  • Não leve mais bagagem do que você pode carregar. O staff do tube pode ser solícito, mas não foi treinado para atender à demanda de malas gigantes nas mãos de turistas inaptos a carregá-las.
  • Nas escadas-rolantes, muito cuidado: nunca fique parado do lado esquerdo(a menos que haja indicação para isso). O lado esquerdo das escadas rolantes costuma se destinar aos apressados, que sobem caminhando. Quer curtir a viagem de escalator paradinho? Então trate de se manter à direita. E, por favor, não banque o engraçadinho dando uma rasteira no londoner esbaforido que subir correndo.
  • Se você carrega uma mochila, tire-a das costas antes de embarcar no trem. Pode deixá-la a seus pés, de modo que não atrapalhe o espaço dos outros passageiros.
  • Permita que os passageiros desembarquem antes de você embarcar nos trens. Isso não é uma regra apenas em Londres, mas uma tática de eficiência simples e lógica – muitas vezes, desrespeitada no Brasil.

Passo a passo dentro da estação

É sua primeira vez no metrô de Londres? Keep Calm, and Carry On. Veja abaixo passo a passo como proceder:

1 – Preste atenção às placas

Elas serão bem úteis.

Metrô de Londres - Mapa de Londres
Atenção especial ao “bound”, que indica para que lado o trem vai: West (Oeste), East (Leste), North (Norte), South (Sul). Foto: Mapa de Londres

2 – Encontre um guichê de venda ou as máquinas self-service 

É lá que você vai comprar sua passagem ou passe ou carregar seu Oyster Card.

3 – Pegue o Oyster Card

Na máquina ou no guichê, peça por um Oyster Card. Há uma taxa de depósito de 5 libras, que são reembolsáveis no fim da viagem.

4 – Coloque crédito

Agora que você tem o cartão recarregável (1 por pessoa), é hora de colocar créditos.

Considere o valor do passe diário visto lá em cima.

Com essa estratégia, você poderá usar o transporte público (trens, metrô e ônibus) a qualquer hora, dentro das zonas 1 e 2. Se você tiver mais de 5 dias em Londres, pegue o 7 Day Travelcard para zonas 1 e 2, que dá direito a 7 dias de uso consecutivo.

Pronto, Oyster Card carregado!

5 – Descubra para onde exatamente você está indo

Agora, você sabe para onde está indo? Mesmo que já tiver baixado o Citymapper ou outro aplicativo com o mapa do metrô, pegue também um mapinha de papel. Vai facilitar sua vida.

Uma dica importante nessa hora: “towards” significa “em direção a”. Esse “Towards” se refere à última estação da linha. Sabendo disso você vai entender, ao observar o mapa, para que lado o trem está indo e em qual plataforma você deve esperar. Da mesma forma, indicações com “bound” (West, East, North, South) também mostram a direção dos trens. Esses avisos aparecem em placas distribuídas nas estações e em dispositivos luminosos nas plataformas.

6 – Passe o Oyster Card

Você vai passar o cartão por cima da área amarela da catraca. Se tiver dúvida, observe alguém na sua frente para fazer direito. Não tem erro.

7 – Fique à direita na escada rolante

O espaço à esquerda em qualquer escada rolante é reservado para quem não vai ficar parado e vai subir caminhando. Como você tem pouca prática, fique à direita (lembrando de não deixar a bagagem no meio do caminho) e observe o espetáculo.

8 – Siga as placas

Uma informação à qual você deve ficar atento é a cor das linhas, que aparece nas placas e orienta sua locomoção por dentro da estação.

9 – Mind the gap

Em algum momento, você vai ouvir: “Mind the gap between the train and the platform”. Bom, o gap é aquele vão entre o trem e a plataforma. E ele pode ser bem grande. Então tome cuidado ao embarcar no trem e, antes disso, respeite a fila.

10 – Encontre seu espaço

Dentro de qualquer transporte público em Londres, é importante encontrar logo o seu espaço, atrapalhar o mínimo possível, não encarar, tirar a mochila das costas, lembrar de nunca deixar uma mala ou mochila ou pasta desatendida, dar preferência para idosos e grávidas e, mais uma vez, atrapalhar o mínimo possível.

Pronto, com essas 10 dicas, você vai sobreviver a sua primeira experiência no tube londrino. E se você se perder em algum momento, não pare no meio do caminho tentando entender o mapa. Lembre-se do mantra: atrapalhar o mínimo possível. A menos que queira brigar com aquela senhora logo atrás de você – ela pode usar o guardachuva como arma.

Vídeo: um passeio pelo Underground

Mind the gap

O metrô apresenta, basicamente, dois problemas para o turista: 1) Não se vê a cidade durante o trajeto; 2) Pode ser apertado e tumultuado nos horários de maior movimento (7h às 9h30 e 17h às 19h).

E também, de vez em quando, alguém se arremessa de encontro ao trem – e aí para tudo, e demora para voltar ao normal.

Embora isso aconteça com frequência maior do que a desejada, certamente não vai atrapalhar a sua estada em Londres.

Não se preocupe, mas, por favor, mind the gap: aquele vão entre o trem e a plataforma pode ser maior do que você imagina.

Metrô do aeroporto para o hotel

Para começar, o seu primeiro contato com o metrô talvez seja para se deslocar a partir do Aeroporto para o seu hotel.

Muitas viagens partindo do Brasil chegam a Londres no Aeroporto de Heathrow, o maior de Londres.

De lá, você já pode se dirigir para a estação de metrô, que está conectada ao aeroporto.

No Heathrow, você é servido pela Piccadilly Line, que leva uns 40 minutos para chegar às áreas mais centrais de Londres.

Piccadilly Line é uma das linhas mais “turísticas” de Londres, já que passa em alguns dos pontos mais importantes da Londres.

Ao longo do caminho, você não vai ver muita coisa nem poderá tirar fotos de Londres, mas pode ir se preparando para conhecer e usar melhor o metrô.

Uma dica sobre a hospedagem em Londres é a seguinte.

Como a maior parte das atrações estão nas Zonas 1 e 2, é importante levar isso em conta na hora de fechar o seu hotel ou hostel em Londres.

Lembre-se de que, quanto mais distante da zona 1 e 2 você estiver, mais caras vão ser as viagens para chegar ao centro.

Os preços de hospedagem na região central não são dos mais palatáveis, mas se você conseguir encontrar uma solução equilibrada, do ponto de vista da locomoção faz mais sentido ficar perto dessas zonas.

Caso seu roteiro em Londres fique concentrado em outras zonas, dê preferência por hospedagem em locais próximos. Além de um tempo menor para chegar aos seus destinos, o preço também ficará mais em conta.

Vale sempre a pena pegar o metrô?

Não.

Muitas vezes, uma caminhada de cinco minutos resolve ou um ônibus ajuda a economizar tempo.

Para descobrir o melhor meio de transporte, como já dissemos, é bom usar o Citymapper ou o Journey Planner.

Eles indicam o tempo que você gastará e dão detalhes de como proceder durante todo o caminho.

Além dessas ferramentas, é bom não esquecer do Google Maps, que mostra detalhadamente a região onde a atração ou local desejado se encontra, com estações, restaurantes e outros pontos de interesse que estão por perto.

No Google Maps, você pode também descobrir quanto tempo levaria em um percurso personalizado e até montar o seu roteiro diário com base nessas informações.

História do metrô de Londres

O metrô de Londres é o mais antigo do mundo e tem mais de 150 anos de história.

A construção do Underground começou em meados do século 19, devido à necessidade de locomoção a lugares muito distantes.

Em 1854, seis terminais foram construídos: London Bridge, Euston, Paddington, King’s Cross, Bishopgate e a Waterloo.

No dia 10 de janeiro de 1863, a linha que ligaria a estação de Paddington à Farringdon Street Via King’s Cross foi inaugurada, a Metropolitan Railway, a primeira linha de metrô do mundo.

Na inauguração, o metrô tinha apenas 6km.

Hoje o metrô de Londres fica atrás apenas de Xangai, com mais de 400 km de trilhos subterrâneos.

Para se ter uma ideia, o maior metrô brasileiro é o de São Paulo, com 60 km de extensão.

Tube mal-assombrado

Há muitas histórias de fantasmas e assombrações nas estações de metrô de Londres.

Um documentário, o Haunted London Underground, mostra relatos de dúzias de funcionários, ex-funcionários e passageiros que ouviram, viram ou sentiram influências sobrenaturais nos trens e nas plataformas.

Algumas estações de metrô foram de fato construídas em cima dos restos mortais de centenas de vítimas da Grande Peste de Londres, de 1665.

Propaganda e logo do metrô de Londres

O símbolo do metrô é fácil de reconhecer. É um grande alívio para qualquer perdido:

Metrô de Londres - Mapa de Londres
Símbolo “roundel” indica entrada para o underground. Foto: Mapa de Londres

O metrô de Londres foi inaugurado em 1863, mas demorou um pouquinho até que os traços do logo atual fossem adotados.

Em forma de “roundel” (o disco da heráldica, também utilizado para a Royal Air Force), o símbolo que você vê na imagem acima começou a ser usado em 1908, após adaptação do logo da London General Omnibus Company.

Tem uma explicação bastante prática: ele foi desenhado para chamar a atenção e se destacar em qualquer ambiente.

E por simbolizar uma das engrenagens essenciais da vida londrina, o logo do tube entrou na cultura popular da cidade e, com ela, no imaginário social do planeta.

Publicidade do metrô

A propaganda teve um papel fundamental na disseminação da imagem do símbolo do Underground.

Metrô de Londres - cartaz - pôster - propaganda
“The Lure of The Underground”. Cartaz de 1927. Crédito: TFL

Metrô de Londres - cartaz - pôster - propaganda
Cartaz de 1927. Crédito: TFL

Como no século 19 a população ainda ficava um pouco reticente em embarcar numa invencione subterrânea, a publicidade dava o impulso necessário para convencer as pessoas de que aquele novo meio de transporte, inédito até então, era seguro, confiável, rápido, prático e econômico.

Até porque, 150 anos atrás, os trens subterrâneos ainda eram movidos a carvão. Imagine quanta propaganda era necessária para convencer a galera de que essa era uma boa ideia.

Então, desde o início, a publicidade inteligente e bem-humorada era utilizada em todas as comunicações relacionadas ao tube, principalmente nos cartazes espalhados nas estações, alguns deles verdadeiras obras de arte.

E desde 1908, o símbolo atrelado a cada um desses cartazes era o esboço inicial do atual logo do metrô.

Museu do metrô de Londres - logo - símbolo
No Museu do Transporte de Londres, a história do símbolo do London Underground. Foto: Mapa de Londres

29 curiosidades sobre o metrô de Londres

  1. Em média, cada trem percorre 184 mil quilômetros por ano.
  2. 1,23 bilhão de passageiros são transportados por ano.
  3. Muitas estações de metrô foram usadas como abrigo antibombas durante a Segunda Guerra, no início da década de 1940.
  4. 200 mil crianças foram evacuadas de Londres pelo Underground na Segunda Guerra.
  5. Durante a Segunda Guerra, parte do acervo do British Museum foi escondido e conservado em parte da Piccadilly Line.
  6. Os trens apresentam velocidade média de 33 km/h.
  7. A malha do metrô tem 402 quilômetros de extensão.
  8. Há 426 escadas rolantes nas estações.
  9. Waterloo é a estação com o maior número de escadas rolantes: 23.
  10. A escada rolante mais comprida é a da estação de Angel, com 60 metros.
  11. A menor escada rolante é a de Stratford, com 4,1 metros.
  12. A última escada rolante de madeira, em Greenford, será substituída ainda em 2013.
  13. Existem 270 estações de metrô em Londres.
  14. O metrô de Londres tem aproximadamente 19 mil funcionários.
  15. A estação de Waterloo é a mais movimentada, com 82 milhões de passageiros por ano.
  16. O logo do Tube, o círculo vermelho entrecortado por uma barra azul na horizontal, apareceu pela primeira vez em 1908.
  17. Apenas 45% do Underground fica abaixo do solo.
  18. A estação de Aldgate, na Circle e Metropolitan Lines, foi construída sobre mais de mil corpos de vítimas da Grande Praga, de 1665.
  19. A estação mais profunda do metrô é a de Hampstead, 58,5 metros sob o solo.
  20. Em 1924, nasceu o primeiro bebê no Underground, na estação de Elephant & Castle.
  21. A frase Mind The Gap foi gravada para o metrô pela primeira vez em 1968.A primeira colisão no metrô aconteceu em 1938, quando dois trens se chocaram entre Waterloo e Charing Cross, deixando 12 feridos.
  22. Aproximadamente 50 pessoas por ano cometem suicídio no metrô.
  23. Cigarros foram proibidos no metrô após o grande incêndio de King’s Cross, em 1987, que deixou 31 mortos.
  24. A Central Line era conhecida como Twopenny Tube.
  25. A Jubilee Line celebra o Jubileu de prata da Rainha Elizabeth II, em 1977, embora a linha tenha sido inaugurada só 2 anos depois.
  26. O metrô de Londres é o terceiro mais movimentado da Europa, depois de Moscou e Paris.
  27. Inaugurado em 1863, o Underground é o mais antigo metrô do mundo.
  28. O dia mais movimentado da história do metrô de Londres foi em 3 de agosto de 2012, durante as Olimpíadas, quando 4,4 milhões de passageiros passaram pelos seus trens.
  29. mapa do metrô atual surgiu a partir de um modelo inovador proposto por Harry Beck em 1931 – simples e intuitivo, sem respeitar as verdadeiras distâncias geográficas entre as estações.

E você, começou a se achar melhor na história e na prática do metrô de Londres? Compartilhe este artigo nas redes sociais 🙂

Mais metrô

Principais estações de metrô em Londres (Linhas, zonas, atrações próximas)

Guia do transporte em Londres (Não esqueça que tem o ônibus ainda)

Museu do transporte (Vale muito a pena!)

História do metrô de Londres, o mais antigo do mundo

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A história do metrô de Londres é muito interessante.

Com mais de 150 anos, o metrô tem capítulos de pioneirismo em tecnologia, transporte, mapas, propaganda e muito mais.

O Metrô de Londres foi o primeiro sistema metroviário do planeta.

Atualmente, configura-se como o terceiro maior em extensão, depois do metrô de Xangai, na China.

Um dos símbolos máximos de Londres apresenta números impressionantes: 400 km de extensão, 270 estações, 11 linhas, 4.070 veículos e mais de dois milhões de passageiros diários.

A demanda pelo transporte subterrâneo é tão grande, que uma série de melhorias está prevista até 2025.

Estação de Metrô de Baker Street
Estação de Baker Street é uma das mais antigas de Londres. Foto: Mapa de Londres

História do metrô de Londres

Em 1863, o vapor da locomotiva tomou conta da estação de Paddington, em Londres, e condensou uma ideia considerada absurda por muita gente na época: um trem subterrâneo.

Um século e meio depois, essa invenção exótica empreende mais de 1 bilhão de viagens por ano e se configura como a principal engrenagem por baixo de um sistema de transporte que não polui o visual da cidade mais encantadora do planeta.

Na incrível jornada de mais de 150 anos, essa inovação vitoriana nunca se transformou em unanimidade.

Há londrinos que detestam o metrô – e muita gente faz de tudo para nunca colocar os pés em seus vagões.

Entre os motivos, estão a confluência gigantesca de seres humanos e eventuais interrupções de serviço, provocadas principalmente por defeitos nas linhas e greves dos funcionários.

Mesmo assim, sem a adoração de todos, o Tube é parte fundamental de Londres.

O símbolo do metrô, seu mapa e o bordão mais famoso do transporte, Mind the Gap, são ícones reconhecíveis em qualquer canto – e lembranças de uma viagem inesquecível.

Das primeiras passagens, vendidas por 2 pence (2 centavos), até hoje, quando cada ticket sai por mais de 2 libras, o metrô realizou uma viagem fantástica ao coração de milhões de pessoas.

Mas como foi que tudo começou?

A construção do Underground começou em meados do século 19, devido à necessidade de locomoção a lugares muito distantes.

Em 1854, seis terminais foram construídos: London Bridge, Euston, Paddington, King’s Cross, Bishopgate e a Waterloo.

No dia 10 de janeiro de 1863, a linha que ligaria a estação de Paddington à Farringdon Street Via King’s Cross foi inaugurada, a Metropolitan Railway, a primeira linha de metrô do mundo.

Daí em diante, o metrô londrino só cresceu.

A segunda linha, a de Hammersmith and City Railway, foi aberta a 13 de Junho de 1864.

Com alguns meses de funcionamento, o metrô já computava 26 mil passageiros por dia.

Os primeiros túneis foram construídos com um método nada convencional hoje em dia, o método “cortar-tapar”.

Para construir os túneis, os operários escavavam desde a superfície o local por onde o metrô haveria de passar, construíam a linha férrea e tapavam a construção com terra, aplainando novamente a superfície.

Devido a este método de construção, varias casas e estabelecimentos tiveram que ser destruídos.

No dia 7 de dezembro de 1869 a primeira linha subaquática entrou em circulação, a East London Railway, que corta o rio Tâmisa 23 metros abaixo da sua superfície.

As primeiras operações com comboios elétricos começaram em 1890.

Antes disso, os trens eram movidos por energia a vapor, o que causava uma grande fumaça dentro dos túneis, devido à queima do carvão.

Para contornar o problema, ao longo das linhas e principalmente nas estações foram feitas aberturas que davam para a superfície.

História do metrô de Londres na Segunda Guerra

Durante a Segunda Guerra Mundial, o metrô foi utilizado como abrigo aos ataques aéreos e como pernoite para desabrigados.

No inicio das ocupações clandestinas, o governo tentou desencorajar a população, mas com o avanço da guerra, acabou por disponibilizar beliches ao longo da ferrovia, latrinas e acesso fácil à comida.

Oito grandes tuneis foram construídos abaixo das linhas do metrô para servirem como abrigo.

Cada túnel poderia abrigar até oito mil pessoas, e foram construídos com o intuito de que virassem linhas ferroviárias após à guerra.

As linhas serviram de abrigo não só para desabrigados e refugiados, mas também como esconderijo para políticos e personalidades importantes.

As linhas do Underground podem ser classificadas de acordo com dois tipos, as de pouca profundidade, na superfície ou cinco metros abaixo dela, e as de grande profundidade, cerca de vinte metros abaixo da superfície, embora esta profundidade varie bastante em determinados pontos da cidade.

O clima dentro dos tuneis pode ser algo bastante desagradável devido a profundidade dos tuneis e ao fato de eles serem mal ventilados.

Na onda de calor que atingiu a Europa em 2006, chegou a ser registrada a temperatura de 47°C.

Ao longo da rede metropolitana existem cartazes espalhados por toda parte, que orientam os usuários a trazerem consigo garrafas de água sempre que utilizarem o metrô.

Datas de inauguração dos metrôs na história

O Metrô de Londres foi criado em 1863, na época com seis quilômetros de extensão.

Não apenas é o mais antigo do mundo, como bateu Budapeste, a segunda colocada, em 33 anos.

Depois, os franceses inauguraram o seu em 1900.

Nova York chegou mais tarde, em 1904.

Compare a data de inauguração de metrôs pelo mundo:

  • Londres – 1863
  • Budapeste – 1896
  • Paris – 1900
  • Nova York – 1904
  • Buenos Aires – 1913
  • Tóquio – 1927
  • Osaka – 1933

O fascínio pelo metrô de Londres

O fascínio pelo metrô de Londres decorre de diversas peculiaridades que esse sistema de transporte apresenta. Entre elas, estão:

  • Mind the gap (Por todo lugar, se ouve e se lê a frase, que orienta o passageiro a cuidar com o vão entre a plataforma e o trem na hora do embarque e do desembarque)
  • As propagandas dentro dos trens (Sempre bem humorados, os anúncios do metrô chamam a atenção e distraem a turba estressada nos horários mais tensos)
  • A facilidade do uso (à primeira vista, pode parecer complicado entender as linhas e as estações, mas em duas ou três viagens já se pega o jeito)
  • O mapa do metrô (Minimalista, entrou para a história do design).

História do metrô mal-assombrado

Há muitas histórias de fantasmas e assombrações nas estações de metrô de Londres.

Um documentário, o Haunted London Underground, mostra relatos de dúzias de funcionários, ex-funcionários e passageiros que ouviram, viram ou sentiram influências sobrenaturais nos trens e nas plataformas.

Grande Praga

Como a história de Londres é ainda mais longa do que a do seu metrô, houve alguns obstáculos para a ampliação, escavação e construção dos túneis e estações.

Um deles era a grande quantidade de covas encontradas ao longo do caminho, muitas delas com um número incrível de ossadas, originárias principalmente da tragédia de 1665, a Grande Praga, que matou 20% da população na época.

Liverpool e Aldgate

Não havia grande controle da localização e da existência desses cemitérios embaixo da terra.

Por isso, não é de surpreender que os trabalhadores do metrô se espantavam ao achar ossos durante as escavações.

Dizem que algumas estações tiveram de ter sua construção alterada para se adequar a covas gigantescas, que demandariam ainda mais tempo para a escavação.

Liverpool Street Station e Aldgate, por exemplo, foram construídas sobre grandes ossadas.

Assassinatos e suicídios

Além do sangue pré-metrô, também precisam ser contabilizados assassinatos, mortes acidentais e suicídios durante e após a construção do tube.

Nas últimas décadas, as estações serviram de alvo para bombardeios nazistas durante a Segunda Guerra e para ataques terroristas em diversas ocasiões.

Fantasmas

Como a assombração advém, teoricamente, de seres humanos que já faleceram, a associação do metrô londrino com fantasmas, espectros e gritos do outro lado faz sentido para quem tende a acreditar em eventos extraordinários.

E se estiver com receio de embarcar no metrô em Londres, não se preocupe.

Você pode acreditar ou não no lado de lá da história, mas a verdade é sua viagem pelo subterrâneo de Londres será tranquila, rápida e sem sobressaltos.

A única assombração que você vai encontrar é no metrô da madrugada, no retorno das festas, quando o fator etílico entra em ação e os passageiros estão de fato mais para lá do que para cá.

Gostou de conhecer mais da história do metrô de Londres? Compartilhe.

 

8 lugares para correr e curtir atividades em Londres ao ar livre

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São inúmeras as opções de atividades em Londres.

Para quem curte passear ao ar livre, a capital inglesa nos brinda com cenários incríveis para dar aquela corrida deliciosa no início ou fim do dia, ou mesmo para aproveitar e praticar algum dos típicos esportes ingleses. 😉

Se você é apaixonado pela ideia de contemplar toda a grandeza de Londres e, ao mesmo tempo, entrar em contato com a essência vibrante da metrópole através do esporte, certamente vai gostar das dicas que reunimos aqui.

Afinal, ao contrário do que muitos pensam, a capital da Inglaterra não é tão cinzenta e chuvosa.

Siga a leitura para conferir as melhores dicas de lugares para correr, bater uma bolinha, pular corda ou aproveitar qualquer tipo de atividade ao ar livre em Londres.

Atividades ao ar livre em Londres

Londres é repleta de parques exageradamente lindos e, claro, pontos turísticos históricos e emblemáticos em cada cantinho da cidade.

Já imaginou sentir aquele astral gostoso de quando a endorfina bate enquanto você contempla o Rio Tâmisa ou um parque charmoso com pontes e lagos, que parece ter saído direto de um filme?

É uma experiência sensorial sem precedentes.

Melhor ainda se você viajar no verão europeu, principalmente entre os meses de junho e agosto, quando o clima é quente e os parques se enchem de cores e flores.

Por tudo isso, vale a pena explorar Londres ao ar livre sempre que possível.

Deixe os museus, galerias e atrações fechadas para os dias de nuvens e chuva (não vão faltar).

8 lugares para atividades ao ar livre em Londres

Agora, vamos ao que interessa: se você é fã da combinação esportes + turismo, confira nossa curadoria dos oito melhores lugares para correr ou praticar outros esportes e atividades em Londres ao ar livre:

1. Regent’s Park

Regent’s Park é de tirar o fôlego no verão. Foto: Mapa de Londres

Um dos lugares mais adoráveis de Londres para curtir ao ar livre, caminhar ou mesmo correr com tranquilidade é o Regent’s Park. Ele é, literalmente, um enorme jardim com mais de 12 mil rosas que compõem um cenário absolutamente inspirador. É um dos lugares favoritos dos próprios londrinos para um bom treino de corrida.

Se você ainda é iniciante/intermediário nesse tipo de modalidade, pode ser uma ótima alternativa, já que a volta completa no parque soma 4,5 km e não há subidas nem descidas demais. Será, certamente, uma experiência absolutamente prazerosa e inesquecível.

2. Memorial da Princesa Diana

A história da monarquia encanta você? Então, este trajeto certamente vai agradar: que tal uma corrida em um percurso construído especialmente em homenagem à Princesa Princesa Diana? A dica vem direto do The Telegraph, que compilou algumas sugestões dos melhores lugares para correr em Londres.

A rota, marcada por rosas na calçada, leva o corredor por dentro de alguns dos principais parques reais de Londres: Kensington Gardens, Hyde Park, Green Park and St James’s Park. Em uma tradução literal do Telegraph, “é o percurso perfeito para o corredor visitante que deseja aproveitar e tirar algumas selfies na frente dos palácios e memoriais”.

3. Pontes do Rio Tâmisa

Este é, sem dúvidas, um dos trajetos mais bacanas para quem gosta de correr e turistar ao mesmo tempo. Afinal, ele contempla o entorno de alguns dos mais emblemáticos pontos turísticos do centro de Londres!

A ideia é começar em Waterloo e correr ao longo do South Bank, até chegar ao Tate Modern. Na sequência, atravessar a Millenium Bridge e retornar contemplando toda a imponência do Rio Tâmisa pela Westminster Bridge. Vai ser uma daquelas experiências para guardar no coração para o resto da vida.

4. Kensington Gardens

Você já é bem condicionado e aguenta correr 10 km sem muita dificuldade? Então, aproveite a dica do portal Esquire e conheça três parques belíssimos de Londres em uma só corrida! Faça o perímetro entre o Kensington Gardens, o Hyde Park, o Green Park e o St James’ Park, iniciando e finalizando o trajeto no Lancaster Gate

No total, são 11,2 km. Mas não vão faltar cenários incríveis para lhe inspirar na aventura!

5. Richmond Park

Um dos parques reais elegantes e charmosos de Londres, perfeito para uma corrida logo pela manhã, é o Richmond Park – cercado de vegetação e campos bem abertos. É perfeito para quem curte um estilo off road de correr.

O portal The Culture Trip dá a dica: a maioria das pessoas aposta no trajeto da Trilha de Tamsin. Mas você pode ir além – até onde as pernas aguentarem!

6. Victoria Park

Se o objetivo for praticar esportes ou correr com tranquilidade, em silêncio, longe do agito urbano característico de Londres, o destino que não pode faltar no seu roteiro é o Victoria Park. Trata-se de um dos parques mais elegantes e charmosos da região leste de Londres, com caminhos amplos que vão lhe permitir criar trajetos totalmente fora das ruas.

7. Wimbledon Common

Você prefere correr, fazer um treino ou pedalar em espaços mais isolados e excêntricos? Então, um dos destinos da sua visita a Londres precisa ser o Wimbledon Common, uma enorme área verde de 460 hectares situada no sudoeste  de Londres – com direito até a um charmoso antigo moinho para enfeitar o cenário da sua corrida!

O portal britânico Esquire sugere ainda que você explore a área como preferir, seja para um treino leve de 5 km ou para ir além e se perder em meio ao verde por quanto tempo quiser.

8. Regent’s Canal

Para encerrar a lista de sugestões em grande estilo, uma das corridas que você precisa incluir no roteiro é costear o Regent’s Canal, um trecho estreitinho do canal que faz margem entre o Millennium Park e o Victoria Park – além de ficar perto do famoso Broadway Market.

É um prato cheio para quem gosta de ver a vida da cidade acontecendo ao ar livre: as pessoas se exercitando, as crianças brincando, os pedestres caminhando e os ciclistas curtindo o verão europeu em suas bikes. Para completar, o canal ainda é cheio de barquinhos fofos que vão adicionar um toque poético ao seu treino!

E aí, gostou das dicas? Se você curtiu, deixe um comentário e compartilhe o artigo com seus amigos que também são apaixonados por Londres e por turismo esportivo.

É possível estudar e trabalhar na Inglaterra? Descubra

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Estudar e trabalhar na Inglaterra é o seu sonho?

Então saiba que ele pode se tornar real.

É possível, sim, completar a formação no Reino Unido e ainda ter um emprego para ajudar a arcar com os custos.

Mas para que isso se concretize, é importante verificar alguns detalhes referentes à legislação britânica. ☝

Quem pode estudar e trabalhar na Inglaterra são os portadores do visto Tier 4, o visto geral para estudantes que vão permanecer no país por um período maior do que seis meses.

Nesse caso, é possível trabalhar entre 10 e 20 horas por semana durante o semestre letivo, ou em tempo integral no período de férias.

Mas como conseguir o Tier 4? E onde encontrar um trabalho na Inglaterra? É sobre isso que vamos falar abaixo. ?

Group of exchange students in London
Com o visto Tier 4, é possível trabalhar e estudar na Inglaterra. Foto: iStock, Getty Images

Como estudar e trabalhar na Inglaterra

Bem, como já enfatizamos, para estudar e trabalhar na Inglaterra você vai precisar obter o visto Tier 4. Ele é destinado a pessoas que vão passar mais do que seis meses em solo inglês por motivos acadêmicos.

Se você for permanecer por menos de seis meses, portanto, não precisará desse visto. O que significa, também, que não poderá trabalhar no país em hipótese alguma.

Já se você for permanecer na Inglaterra estudando por um longo período de tempo, terá de solicitar no Consulado Britânico do Brasil o visto Tier 4, que permitirá a você trabalhar no país enquanto estiver cursando uma graduação, pós-graduação ou curso de idiomas – desde que respeite as cargas horárias estabelecidas pela legislação (no máximo, 20 horas semanais de trabalho em período letivo).

Passo a passo para estudar e trabalhar na Inglaterra

Se você quer obter o visto geral de estudante, precisará preencher uma série de requisitos. Abaixo, falamos um pouquinho sobre eles. ?

1. Carta de admissão

Primeiro, é preciso ter uma carta de admissão da instituição de ensino na qual você pretende entrar – independente de ser uma escola de intercâmbio ou universidade.

2. Teste de inglês

Também é preciso comprovar que você sabe falar inglês obtendo aprovação em um teste.

Na maioria das universidades, é exigido o IELTS. Porém outras instituições de ensino oferecem um teste próprio, para avaliar se o seu nível de inglês está apto para receber a confirmação eletrônica de matrícula chamada CAS (Confirmation of Acceptance for Studies), para poder fazer a sua aplicação para o visto do Tier 4

3. Instituição reconhecida

Outra questão importante: para obter a permissão de trabalhar no país, a instituição na qual você vai ingressar precisa ser reconhecida oficialmente pelo governo britânico. Você pode conferir se ela faz parte da lista de instituições reconhecidas no próprio site oficial do governo.

Tudo ok?

4. Visto Tier 4

Então, o próximo passo é solicitar o visto. Para isso, é preciso ter em mãos os seguintes documentos: passaporte válido, duas fotos do mesmo tamanho daquela do passaporte (com o seu nome no verso) e documentação de suporte financeiro.

A exigência de determinados documentos também pode variar dependendo do curso ou de determinadas circunstâncias, conforme consta no site do governo britânico.

A inscrição para emitir o visto é feita online, no site do governo. É necessário fazer uma conta no site, preencher o formulário e pagar a taxa de solicitação.

Depois, você deve imprimir a inscrição e levar ao consulado brasileiro mais próximo. A aprovação do visto vai depender das informações contidas no formulário, documentos de apoio e seu histórico de imigração.

Como é o trabalho na Inglaterra

Conseguiu o visto Tier 4 e quer aproveitar para receber uma graninha extra nas horas livres? Então, o próximo passo é buscar um trabalho de meio turno na cidade em que estiver.

Geralmente, as funções ocupadas por brasileiros são nas áreas de limpeza ou atendimento em restaurantes e serviços de hotelaria. Mesmo os salários mais baixos pagam cerca de £ 8 libras por hora.

Mas o que você deve estar questionando é: como achar um emprego? O que costuma ocorrer entre quem vai estudar na Inglaterra é receber indicações de amigos ou colegas de escola sobre cargos disponíveis.

Além disso, a maioria dos restaurantes, lojas e bares também têm formulários de emprego à disposição.

A dica é básica: entre no local e, cordialmente, pergunte se eles estão com vagas abertas e preencha o formulário ou entregue o currículo.

Também vale procurar online. Há diversos sites que divulgam vagas de emprego no Reino Unido, como o Monster, o Total Jobs, o London Jobs e o Hays.

Se é o seu sonho estudar e trabalhar na Inglaterra, vá atrás e não desista! Nós vamos ficar aqui na torcida. ?

E aí, curtiu as dicas para estudar e trabalhar na Inglaterra? Elas foram úteis para você? Comente!

E para quem quer uma assessoria completa para estudar e trabalhar em Londres, uma dica:

CTA 4 inglaterra estudo intercâmbio

Bolsa para estudar na Inglaterra

Você sabia que pode conseguir bolsa para estudar na Inglaterra com até 50% de desconto?

Com descontos como esse, na pós-graduação, em diversos cursos de mestrado e universidades, é possível estudar por valores semelhantes ou até menores do que no Brasil.

Um dos motivos para isso é que os cursos de mestrado na Inglaterra têm duração de um ano, e não dois. Dessa forma, você obtém uma capacitação e um reconhecimento internacional em menos tempo, aproveitando o melhor da cultura da Inglaterra, e por um preço ainda menor do que no Brasil.

Parece impossível, mas não é, especialmente para quem recebe o visto Tier 4 e assim ganha condições de trabalho durante o período de estudos.

Confira: bolsas para mestrado e pós na Inglaterra

Por que estudar e trabalhar na Inglaterra

Além da possibilidade de trabalho, o estudo na Inglaterra oferece muitas outras vantagens em relação a outros destinos:

  • Cultura: a Inglaterra é um dos berços culturais do planeta. Influenciou o mundo inteiro em diversos momentos e traz referências e história em cada esquina. Trata-se de um verdadeiro museu a céu aberto.
  • Qualidade de ensino: a Inglaterra tem algumas das instituições de ensino mais respeitadas e prestigiosas do mundo. O nível das escolas e das universidades é excelente, e por isso você pode aprender mais e melhor. Depois, ganha um diploma ou certificado reconhecido e respeitado para voltar ao Brasil em um novo patamar profissional.
  • Museus gratuitos: além de ser um museu a céu aberto, Londres é a capital dos museus. E todos os grandes museus públicos de arte e história são gratuitos! Sim, você pode passar as tardes no Museu Britânico sem pagar nada por isso. Para estudar, que tal dar um pulo na Biblioteca Britânica? E no fim de semana, quem sabe dar um passeio na National Gallery e no Tate Modern?
  • Pluralidade de nacionalidades: a Inglaterra é um ímã de estudantes de todos os cantos do mundo. Por isso, você vai estudar com espanhóis, italianos, franceses, poloneses, russos, americanos, canadenses e até brasileiros. Esse contato com outras nacionalidades favorece não apenas o conhecimento de outras culturas, mas também um networking de estudo e trabalho que pode levá-lo mais tarde para outros países.

Gostou das dicas para estudar e trabalhar em Londres? Deixe um comentário.

Intercâmbio em Londres: passo a passo

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Um intercâmbio em Londres é certamente umas das melhores experiências de vida e um ótimo investimento no futuro.

O sonho, que engloba conhecer uma nova cultura e aprimorar o inglês, abre portas para uma carreira profissional de sucesso.

Por isso, o Mapa de Londres reúne aqui algumas dicas que irão ajudar você a se dar bem na sua viagem de estudos à capital britânica.

O intercâmbio em Londres é um dos assuntos mais procurados no site.

Então, para dar a devida atenção ao assunto, fomos atrás de um especialista.

Para responder às dúvidas mais frequentes sobre o estudo em Londres, conversamos com o Luciano Baldauf, diretor da nossa agência parceira, a Global Active Study (GAS).

Intercâmbio em Londres: por onde começar

Para planejar o seu intercâmbio em Londres, o primeiro passo é entender exatamente o que você busca: aperfeiçoamento do inglês, domínio do idioma, preparação para testes como Cambridge e Toefl, cursos técnicos em inglês na sua área (inglês jurídico para advogados, por exemplo), cursos de pós-graduação (mestrado, doutorado, MBA), entre outros.

Não importa o tipo de curso: Londres certamente é uma das melhores cidades para estudar.

O ensino é uma das indústrias do Reino Unido, que gera um alto faturamento para a Inglaterra.

E a capital britânica reúne algumas das melhores instituições de ensino em uma cidade que oferece uma infinidade de atrações culturais para os estudante, como museus, teatros, concertos, shows e muito, muito mais.

Big Ben - Mapa de Londres
É hora de estudar em Londres. Foto: Mapa de Londres

Perguntas e respostas sobre o intercâmbio em Londres

As perguntas abaixo são algumas das mais recebidas. A seguir, veja a resposta cada uma delas.

Qual deve ser a principal preocupação de um intercâmbio em Londres? 

Um intercâmbio em Londres é certamente umas das melhores experiências de vida e um ótimo investimento no futuro, pois todo mundo sabe que hoje em dia ter um nível de inglês avançado abre as portas para uma carreira profissional de sucesso, seja no Brasil ou em qualquer outro país.

Portanto, investir em uma escola de alta qualidade de ensino é muito importante para aprender inglês rapidamente e valorizar ainda mais o investimento inicial no curso. E nem sempre estudar inglês em uma escola de alta qualidade de ensino aqui em Londres significa ter que pagar mais caro por isso. Existem muitas promoções especiais que oferecem grandes descontos sobre o preço normal.

Qual é o custo de um intercâmbio na cidade?

O cálculo oficial do custo de vida em Londres feito pela Imigração Britânica fala que um estudante precisa uma média de 1.020 libras por mês para viver em Londres, considerando todas as despesas básicas como acomodação, alimentação, transporte, contas da casa e alguns extras, como por exemplo, passeios e visitas.

Como deve ser o planejamento do estudo em Londres?

Como estudar é o ponto central de um intercâmbio em Londres, é importante pesquisar bem sobre as escolas credenciadas pela Imigração Britânica, pois existe uma grande quantidade delas e às vezes se torna difícil achar qual a melhor opção para estudar sem uma ajuda especializada.

Outros pontos importantes a serem pesquisados antes da viagem são: quais os melhores locais de acomodação em Londres, como funciona o sistema de transporte na cidade e quais as linhas de metrô e ônibus vão ser mais utilizadas pelo estudante.

Como é a imigração de Londres para os estudantes? 

Normalmente não é necessário ter nenhuma preocupação especial com a Imigração na chegada aqui, pois quem apresenta todos os documentos corretos ao desembarcar não tem problema algum com a Imigração, e a entrada é bastante rápida na grande maioria dos casos.

É importante lembrar que o papel da Imigração é fazer as perguntas normais para cada pessoa que chega, e as perguntas mais usadas são: o que veio fazer aqui, onde vai morar, se tem dinheiro pra se sustentar e também é importante mostrar a passagem de saída da Inglaterra ao final do curso.

Para o intercâmbio, é preciso ter quanto dinheiro em conta? 

Como citado acima, o cálculo básico da Imigação Britânica para um estudante em Londres é de 1.020 libras por mês, portanto é importante trazer uma quantia em espécie para os gastos diários, cartões de débito e crédito e um extrato oficial e atualizado da sua conta bancária no Brasil, comprovando fundos compatíveis com a duração da sua estada na Inglaterra.

É interessante lembrar que este é um cálculo aproximado do custo de vida em Londres e, se o estudante já pagou a acomodação inicial para a escola, pode descontar o valor pago deste cálculo da Imigração.

É preciso um visto para o intercâmbio em Londres?

Brasileiros não precisam de visto prévio para estudar aqui na Inglaterra por até 6 meses, portanto é super simples – só fechar o curso e embarcar!

Se o curso em Londres for maior do que 6 meses ou se for um curso superior em uma universidade britânica, será então preciso aplicar pro visto de estudante antes da viagem.

É necessário contar com seguro saúde?

Ainda não é obrigatório ter o seguro saúde para estudar no Reino Unido. Existem rumores de que a Imigração Britânica vai começar a exigir de todos os estudantes e até mesmo visitantes, mas essa possibilidade ainda não se confirmou.

De qualquer forma, é importante fazer esse seguro de viagem como uma garantia para emergências. E por isso vale a pena encontrar uma empresa confiável e analisar detalhadamente a apólice, para ver o que está coberto e não ter surpresas posteriormente.

Além disso, o seguro é obrigatório para os estudantes que querem visitar países do Espaço Schengen (toda a União Europeia com exceção de Reino Unido e Irlanda) em sua estada na europa.

A agência de intercâmbio Global Active Study oferece seguro saúde grátis para quem fechar um curso de até 1 mês. Para quem vem estudar na Inglaterra por mais tempo, existe um desconto especial de 50% sobre o valor normal cobrado no Brasil.

Qual é a duração ideal do intercâmbio em Londres?

Aprender uma nova língua corretamente leva tempo, mas a grande vantagem de aprender inglês em Londres é que o estudante é obrigado a praticar o tempo todo, seja durante as aulas na escola ou nas atividades sociais e culturais que ele participa com os outros estudantes e professores da escola, gerando o que se costuma chamar de “imersão total” na língua inglesa!

Atualmente, existem duas durações bastante comuns de intercâmbio em Londres:

  • 6 meses de curso regular – aproveitando as regras atuais da Imigração, pois não é necessário aplicar para um visto prévio antes da viagem e as escolas tem ótimas promoções para cursos dessa duração.
  • 1 ou 2 meses de curso intensivo – para quem trabalha ou estuda e quer aproveitar as férias para dar uma rápida melhorada no nível de inglês.

Quais são os tipos de intercâmbio em Londres? 

Quanto maior for o nível de inglês do estudante, mais opções de cursos ele terá.

Para quem está entre o nível Básico e o Intermediário, a melhor opção é o curso de Inglês Geral, com carga horária que varia entre 15 e 30 horas por semana, pois é o curso indicado para quem precisa elevar o nível rapidamente.

Quem já está no nível Intermediário, o chamado aqui de B1 pelos padrões europeus, tem mais possibilidades de cursos, como Inglês para Negócios, cursos de preparação para exames ou oficiais da língua Inglesa ou assuntos específicos, como Inglês focado nas áreas do Direito, Medicina, Aviação e outros.

Para cursos de nível superior de graduação ou pós nas universidades britânicas ou cursos de MBA, é necessário ter um nível Avançado de Inglês, comprovado com um exame oficial, como o IELTS.

Ficou com mais alguma dúvida ou quer uma ajudinha para organizar o seu intercâmbio em Londres? A seguir, criamos um guia passo a passo para planejar sua viagem de estudos.

Estudar em Londres

Como calcular o preço do intercâmbio em Londres

O cálculo oficial da Imigração para o custo de vida em Londres é que o estudante precisa em média de 1 mil libras por mês para viver na cidade. Essa estimativa de custo mensal para um intercâmbio em Londres considera todas as despesas básicas, como acomodação, alimentação, transporte, contas e alguns extras, como passeios e visitas turísticas.

Vale lembrar que, em reais, todas essas despesas vão variar bastante dependendo da cotação da libra. Por isso, é bom ficar de olho nas alterações da moeda inglesa para escolher o momento certo do seu intercâmbio (vamos falar um pouquinho sobre isso mais adiante).

Em termos de custos do curso, tudo também depende de uma série de variáveis. Por exemplo: a escola em questão, a duração do intercâmbio e o nível que você está fazendo (há modalidades específicas preparatórias para provas de proficiência, outras focadas em inglês jurídico ou para negócios, por exemplo).

Para fazer um curso básico de inglês intensivo, por cerca de um mês (em uma escola credenciada), você precisa estar preparado para gastar algo em torno de R$ 5.000. É um investimento, sim. Mas pode apostar que compensa. ?

Como escolher a escola em Londres

É importante pesquisar bem sobre as escolas credenciadas pelo British Council. Também é importante se informar sobre quais são os melhores locais de acomodação em Londres, como funciona o sistema de transportes na cidade e quais as linhas de metrô ou ônibus vão ser mais utilizadas por você.

Foto: Mapa de Londres
Passes de metrô facilitam vida do estudante. Foto: Mapa de Londres

Escolas de inglês em Londres

Definir a escola onde você vai realizar o intercâmbio é sempre muito especial. Por isso, a dica é pesquisar bastante antes de fazer a escolha. A primeira dica nós já demos: procure aquelas que são credenciadas com o selo de qualidade do British Council. Você vai constatar que há várias alternativas à disposição.

A parte mais divertida é olhar as fotos das escolas, pesquisar sobre como funciona a dinâmica das aulas e até observar o feedback de alunos que já passaram por ali (no site ou página do Facebook). Lembre-se, também, de investigar a localização e outros detalhes importantes, como se a acomodação já está inclusa no valor do pacote.

Uma dica que nós costumamos dar por aqui é: não procure uma escola que já esteja cheia de brasileiros. A parte mais bacana de estudar inglês no exterior é, justamente, entrar em contato com outros sotaques e culturas na hora de falar. Não fique na zona de conforto, procure interagir com pessoas de outras etnias.

Se você quiser saber mais sobre opções de escolas de inglês, dê uma espiada neste artigo: “As melhores escolas de inglês em Londres”.

Escolas de inglês na Inglaterra

Se você está com o orçamento apertado, mas não quer abrir mão de um intercâmbio, uma dica é pesquisar outras escolas credenciadas espalhadas pela Inglaterra – não especificamente em Londres. Um curso na capital, pelo custo de vida mais elevado, geralmente acaba saindo mais caro do que no interior.

E sabe o que é o melhor? A Inglaterra é repleta de cidades incríveis e a maioria delas fica a um pulinho de trem (ou ônibus) da capital, que você pode visitar com tranquilidade nos fins de semana. Podemos citar alguns exemplos como Brighton, no sul do país, uma cidade praiana com ótimas escolas – e a apenas 50 minutinhos de Londres.

Outras cidades interessantes e relativamente próximas da capital inglesa são Cambridge, Oxford e Nottingham. Se quiser saber mais um pouquinho sobre elas, confira este artigo: “Intercâmbio na Inglaterra: 4 destinos que cabem no orçamento”.

Imigração de Londres para o intercambista

Um dos principais temores de quem vai a Londres é a passagem pela imigração. Mas não há motivo para pânico. O papel da Imigração é, basicamente, fazer perguntas. As mais ouvidas são: o que veio fazer, onde vai morar, se tem dinheiro pra se sustentar. No final do curso é importante mostrar a passagem de saída da Inglaterra.

Normalmente não é necessário ter nenhuma preocupação especial com a Imigração na chegada, desde que você esteja preparado e tenha, de fato, a intenção de estudar (e não trabalhar) em Londres. Permaneça calmo e apenas responda, de forma clara e objetiva, os questionamentos feitos.

Para que tudo ocorra bem, sugerimos que você tenha em mãos também uma pastinha para colocar eventuais documentos que comprovem o motivo de sua visita ao país (por exemplo: comprovantes de passagens, hospedagem e da escola onde vai estudar). Neste artigo, “Dicas para a imigração de Londres”, você encontra vááárias sugestões para se preparar para esse momento e ficar menos ansioso.

Dinheiro para levar

Para o seu intercâmbio em Londres, é importante trazer uma quantia em espécie para os gastos diários. Cartões de débito e crédito e um extrato oficial e atualizado da sua conta bancária no Brasil, comprovando fundos compatíveis com a duração da sua estada na Inglaterra, também são importantes.

Visto de estudante para menos de 6 meses

Brasileiros não precisam de visto prévio para estudar na Inglaterra por até seis meses. Se o curso em Londres for maior do que 6 meses ou se for um curso superior em uma universidade britânica, será preciso aplicar para o visto de estudante antes da viagem.

É o seu caso? Então dê uma espiada nas orientações abaixo.

Visto para estudar e trabalhar na Inglaterra

O visto para estudantes que vão permanecer por mais de seis meses na Inglaterra se chama Tier 4.

Trata-se de um documento que precisa ser emitido no Brasil, em um Consulado da Inglaterra, antes da viagem.

A boa notícia é que os portadores desse visto também podem trabalhar no país (20 horas semanais em período letivo, de acordo com a legislação). Já é uma forma de ajudar a custear as despesas.

Para obter o Tier 4, porém, é preciso preencher uma série de requisitos e apresentar diversos documentos ao Consulado.

Você precisará comprovar que sabe falar inglês através de um teste (IELTS ou CAS, dependendo da escola) e apresentar uma carta de admissão às autoridades, para comprovar o vínculo de estudante.

O início do processo é feito através do site do governo, no qual você deve preencher um formulário com a solicitação do visto.

Depois, é preciso imprimir esse documento e levá-lo ao Consulado brasileiro mais próximo, munido também de seu passaporte válido e da documentação de suporte financeiro.

A aprovação do visto depende, exclusivamente, das informações contidas no formulário, dos documentos de apoio e de seu histórico de imigração. Se você ainda tiver alguma dúvida quanto ao processo, confira este artigo bem específico sobre o Tier 4: “É possível estudar e trabalhar na Inglaterra? Descubra”.

CTA 4 inglaterra estudo intercâmbio

Opções de intercâmbio em Londres

Se você está entre o nível Básico e o Intermediário, a melhor opção é o curso de Inglês Geral, com carga horária que varia entre 15 e 30 horas por semana. Ele é o curso indicado para quem precisa elevar o nível rapidamente.

Quem já está no nível Intermediário, o chamado de B1 pelos padrões europeus, tem mais possibilidades de cursos.

Além do Inglês Geral e do Inglês para Negócios, existem cursos de preparação para exames oficiais do idioma e assuntos específicos, como o inglês focado nas áreas do Direito, Medicina, Aviação, entre outras.

Para cursos de nível superior de graduação ou pós nas universidades britânicas ou cursos de MBA, é necessário ter um nível Avançado de Inglês, comprovado com um exame oficial, como o IELTS.

O que você aprende estudando em Londres

Estudar inglês em Londres é um constante aprendizado. Para início de conversa, você sabia que a Inglaterra é o país berço do inglês?

A língua, que hoje é uma das mais faladas no mundo, nasceu de uma profusão de diferentes povos que já habitaram a região da Grã-Bretanha. Estudar aqui, portanto, é uma forma de entrar em contato com a essência do idioma.

Outra vantagem é que Londres é uma metrópole imensa e cosmopolita. Se você acha que vai encontrar apenas ingleses pelas ruas, está enganado: há estrangeiros de vários cantos do mundo na capital, o que possibilita ao estudante entrar em contato com diferentes sotaques (e culturas). Uma experiência sem precedentes.

Por fim, vale destacar que Londres exala cultura por todos os lados. Estamos falando do país de Shakespeare e The Beatles, for God’s sake.

Você não vai aprender inglês apenas no dia a dia e na escola. Vai aprender através da arte, da música, dos museus, das galerias, dos teatros. O que é simplesmente magnífico, concorda?

Estudar em Londres

Como é estudar em Londres?

Explicar a experiência de estudar em Londres é difícil apenas através de palavras. Mas você já imaginou ter a possibilidade de sair da sala de aula e relaxar em um parque incrível como o Regent’s Park ou o Hyde Park? Ou então dar uma voltinha na London Eye? Ou mesmo contemplar as belezas do Palácio de Westminster junto ao rio Tâmisa?

Londres é inesgotável em atrações. Isso significa que sempre terá alguma programação interessante para quando a hora de estudar acaba (algumas escolas inclusive disponibilizam opções). Explorar bairros como Notting Hill ou Camden Town, museus como o Tate Modern e a National Gallery, curtir os restaurantes e pubs…pode ter certeza de que oportunidades para curtir a cidade e fazer novos amigos não vão faltar.

Por que fazer intercâmbio em Londres

Estudar fora do país é um privilégio para poucos, mas a experiência pode mudar a vida de quem investe nisso. Londres está entre os destinos mais populares do mundo para alunos de intercâmbio. Milhares de jovens de vários cantos do globo passam anualmente pela capital inglesa.

Se você quer conhecer outro país enquanto estuda ou procura se capacitar para o mercado de trabalho, Londres é o destino ideal no exterior. Você sabe o que precisa e quais são as principais vantagens de se fazer intercâmbio em Londres? É o que vamos descobrir.

A mescla de culturas e diferentes povos faz de Londres uma metrópole das mais atraentes. É lá o coração da Inglaterra, referência europeia em qualidade de vida. Aprender o inglês ou até mesmo passar um tempo em um país cheio de história e cultura é muito importante para quem deseja ter um diferencial no currículo.

As principais motivações para um intercâmbio são o estudo e a experiência no mercado de trabalho. Na hora de concorrer a uma vaga, o estudante com passagem pelo exterior leva alguma vantagem, por ter conhecido lugares e situações incomuns.

Há também uma modalidade de intercâmbio em Londres que consiste apenas em férias, mas mesmo isso pode ampliar bastante a visão de mundo que se tem durante a juventude.

Para não esbarrar em nenhum obstáculo na sua viagem, é preciso se ter algumas coisas em mente: fluência em inglês e conhecimento básico dos principais locais da cidade, tudo para ter uma boa base antes de decidir onde se hospedar ou montar seu roteiro turístico.

Outro ponto importante é noção dos custos, para não passar aperto ou sofrer com imprevistos financeiros.

Em geral, agências de turismo e intercâmbio oferecem um planejamento sólido e claro para o período, amparando e auxiliando caso necessário. Mas ainda assim, é aconselhável ter um orçamento que esteja de acordo com a realidade inglesa.

Fique atento aos trajetos e estações de metrô em Londres. Saber para onde está indo e como chegar ao seu destino são dicas essenciais para economizar tempo e dinheiro.

Aprender inglês em Londres

A forma mais popular de intercâmbio em Londres é a de cursos de inglês, dentre todas as faixas etárias. A modalidade é muito comum para jovens que estão se preparando para sair do Ensino Médio, rumo à universidade.

Existem intercâmbios específicos para testes básicos de proficiência, que medem a capacitação do aluno no idioma. Exames como o IELTS são muito requisitados em Londres. Para vistos de permanência em longo prazo, eles são requisito básico, especialmente em caso de oferta de trabalho.

Universidades britânicas também exigem uma boa nota para a ocupação de suas vagas em cursos. É obrigatório que o estudante se mostre capaz de compreender e interagir com outras pessoas em inglês, o que torna o IELTS uma prova muito rigorosa na preparação.

Avalia-se a leitura, a compreensão oral, o vocabulário e a gramática do estudante nesses exames. Contudo, a validade dos resultados é curta e dura apenas dois anos. Depois desse período, o aluno precisa se submeter novamente ao questionário.

Graduação e pós-graduação em Londres

Estudar em Londres, seja qual for o nível, é um desafio enorme para qualquer estudante. Especialmente para os estrangeiros, que precisam demonstrar amplo domínio do idioma e certa dedicação para atender às demandas das instituições.

Como são requeridos muitos documentos e prazos inflexíveis, é natural que o aluno encontre dificuldades no processo.

A idade mínima para cursar o ensino superior na Inglaterra, assim como no Reino Unido, é de 18 anos. O calendário letivo apresenta algumas opções, dependendo da universidade, podendo variar entre setembro e julho ou de janeiro até dezembro.

Depois de concluir o ensino superior e conseguir seu diploma, é preciso validá-lo em alguma instituição pública no Brasil, mediante pagamento de taxa e inscrição, além de apresentação do histórico escolar, conteúdo trabalhado e outras documentações.

Também é possível cursar a pós-graduação em Londres. Os cursos de mestrado, diferentemente do sistema vigente no Brasil, duram apenas um ano e não requerem defesa ao fim do trabalho. Entretanto, assim como no caso do ensino superior, é preciso que haja reconhecimento do diploma em solo brasileiro.

Universidades de Londres

As universidades da Inglaterra estão entre as melhores do planeta.

E Londres, sua capital, oferece não apenas o ensino de máxima qualidade, mas uma infraestrutura inigualável.

Em 2016, o Ministério da Educação conseguiu um acordo com o Reino Unido para agilizar esse processo, conferindo às instituições brasileiras a possibilidade de identificar equivalências entre os cursos ofertados na Inglaterra e no Brasil, facilitando o trabalho da banca de análise da tese ou dissertação.

Existem ótimas opções de universidades em Londres. Que tal conhecer algumas das mais importantes?

A Universidade de Londres, UCL (University College of London, na sigla em inglês), ostenta a sétima colocação no ranking mundial de qualidade da área. Casa de muitos estudantes estrangeiros que fazem intercâmbio em Londres, a UCL acumula mais de 40% de alunos de outros países. O câmpus é localizado no centro da cidade e está muito próximo à Biblioteca Nacional do Reino Unido.

O Imperial College London vem logo atrás do UCL no ranking mundial, em oitavo. Seu foco disciplinar é a tecnologia e a ciência, com muito respaldo no campo da engenharia, medicina e economia. O câmpus fica na vizinhança de South Kensington, cercado por grandes museus nas redondezas.

Especializada em gestão política e social, a London School of Economics and Political Science (LSE) não ocupa uma posição tão alta quanto as universidades supracitadas, mas é pioneira em disciplinas na área de humanidades. Os estrangeiros marcam presença na instituição, que tem cerca de 100 idiomas diferentes em sua estrutura estudantil.

O King’s College London, de prestígio internacional, carrega consigo uma longa tradição em ensino, visando a excelência. Sua especialidade é em pesquisas científicas no campo da saúde. São cinco unidades espalhadas pela cidade.

Intercâmbio na Inglaterra: o momento ideal

Agora que você já sabe todos os detalhes para fazer um intercâmbio em Londres ena Inglaterra, resta uma última pergunta: como descobrir qual é o momento ideal para fazer esse investimento?

Bem, como já falamos, os valores podem aumentar ou diminuir – sempre de acordo com a cotação da libra.

Se depender apenas disso, este não é o melhor momento.

Após o Brexit, a queda na libra foi extremamente significativa.

Em 2016, a moeda britânica entrou em queda livre e teve a maior baixa sobre o dólar dos últimos 31 anos. 

Em 2018, porém, a libra saltou novamente e ultrapassou os R$ 5,00.

Até que a situação econômica no Reino Unido se estabilize após o Brexit, pode haver grande oscilação da libra, para mais e para menos.

E todo economista sabe que investir em moeda não é aposta de curto prazo, porque ninguém sabe para que lado ela vai nos próximos meses.

Ou seja, se você ficar esperando pelo melhor momento, vai perder uma oportunidade – que pode mudar a sua vida.

A melhor hora para fazer intercâmbio em Londres, acredite, é agora.

Agência de intercâmbio em Londres

Você não precisa contratar uma agência de intercâmbio para o intercâmbio em Londres. É possível negociar diretamente com a escola, comprar passagem, reservar acomodação e se preocupar com o visto por conta própria.

Mas o Mapa de Londres recomenda que você conheça o serviço da Global Active Study (GAS), uma empresa brasileira que ajuda com cada detalhe de sua viagem. O diretor da agência, Luciano Baldauf, realiza esse trabalho há muitos anos, com qualidade, dedicação e centenas de casos de sucesso.

Este material de orientação, por exemplo, foi criado em parceria com o Luciano, conhecido pela atenção aos estudantes e a preocupação em garantir o melhor intercâmbio em Londres a cada um dos viajantes.

Saiba um pouquinho mais sobre a GAS e uma excelente promoção para estudar inglês em Londres abaixo:

Estudar em Londres

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Abadia de Westminster em Londres: como visitar

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A Abadia de Westminster (Westminster Abbey), em Londres, é uma das igrejas anglicanas mais importantes do Reino Unido.

Ela tem quase mil anos de história ligada à Realeza: desde 1066, sedia as coroações dos monarcas britânicos.

Arquitetada em estilo gótico, a abadia é considerada um ícone da capital.

Aqui foram sepultados reis, rainhas e artífices da religião e da ciência, como Sir Isaac Newton e Charles Darwin.

Em abril de 2011, o mundo voltou seus olhos para a Abadia de Westminster, onde foi realizado o casamento do Príncipe William com Kate Middleton.

O príncipe é o segundo na linha de sucessão, depois de seu pai Charles, que ainda sorri diante de uma viva e soberana Elizabeth II.

Abadia de Westminster: como visitar

Abadia de Westminster
Abadia de Westminster sediou o casamento do Príncipe William. Foto: Shutterstock

Fundada oficialmente em 970 d.C., a Abadia de Westminster ainda se encontra em pleno funcionamento. Por isso, há horários determinados para as visitas turísticas.

É um passeio bonito não apenas pela história da igreja, mas também pela história da monarquia, já que a abadia de Westminster tem laços estreitos com a Família Real desde a invasão normanda.

Só que o ingresso custa caro, e fotos não são permitidas. Uma alternativa é a Evenson, a missa cantada que pode ser acompanhada gratuitamente.

Horários: Segunda, terça, quinta e sexta, das 9h30 às 15h30. Quarta, das 9h30 às 18h. Sábado, das 9h30 às 13h30. Os horários podem sofrer alteração! Veja o calendário completo

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Estação de metrô: Westminster (Jubilee, Circle e District Lines)

Abadia de Westminster - Mapa de Londres
Cuidado: a abadia tem horários restritos em alguns dias. Foto: Mapa de Londres

Missa cantada na Abadia de Westminster

A Evensong, a Evening Prayer da Igreja Anglicana, é uma liturgia que se desenvolve de forma cantada, com a apresentação de um coral.

Em Londres, na Abadia de Westminster, a Evensong pode ser assistida por qualquer viajante que se disponha a colocar a câmera de volta na mochila e guardar belas imagens e sons apenas na memória.

A cerimônia dura aproximadamente uma hora, é gratuita e ocorre quase todo dia.

  • Onde: Westminster Abbey (Abadia de Westminster)
  • Estação: Westminster (Jubilee, Circle e District Lines)
  • Quando: Segunda, terça, quinta e sexta, às 17h. Sábado e domingo, às 15h.
  • Duração: aproximadamente 1 hora

Antes de incluir essa cerimônia em seu roteiro, lembre-se de conferir o calendário da igreja, para garantir que a cerimônia será realizada na data programada.

Como assistir à Evensong

Chegue meia hora antes à Abadia de Westminster e dirija-se à porta:

Agora dobre à direita:

Abadia de Westminster - Mapa de Londres
Vá em direção à Luz. Foto: Gustavo Heldt, Mapa de Londres

Você verá esta entrada a sua esquerda:

Abadia de Westminster - Mapa de Londres
Entrada utilizada para missas, orações e cerimônias. Foto: Gustavo Heldt, Mapa de Londres

Agora vá até a porta, diga “Hello, I came for the Evensong” e entre.

Dentro da igreja, independentemente de sua religião ou crença, não esqueça, por favor, de que você não está em uma visita turística. Nada de falar alto, nada de atender ao celular e nada de tirar fotos.

Alguns minutos após sua entrada, profissionais da abadia indicarão onde você deve sentar e lhe darão um guia de cânticos.

Para mim, a Evensong foi um belo momento de contemplação. Além do visual majestoso do interior da Abadia de Westminster, encantei-me com as minúcias litúrgicas da cerimônia e com os cânticos entoados na ocasião pelos Lay Vicars of Westminster Abbey (cantores profissionais que fazem parte do Coral da abadia).

Assim que meus ouvidos captaram os primeiros sons, entrei em uma espécie de transe, interrompido apenas a cada ordem de se levantar e sentar.

Tentei cantar junto em algumas partes, quando solicitado, mas achei muito mais proveitoso me recostar à cadeira e me entregar mentalmente àquela fusão harmoniosa de vozes graves e agudas que, aparentemente, confortaram todos a minha volta.

Enfim, recomendo a todos que estiverem dispostos à admiração, independentemente de credo ou religião.

Abadia de Westminster
Fotos não são permitidas dentro da abadia. Foto: Mapa de Londres

História da Abadia de Westminster

Em 616 d.C. um pescador do Rio Tâmisa teve, supostamente, uma visão de São Pedro e celebrou um culto no mesmo local onde a Abadia seria fundada mais tarde.

Na década de 970 d.C., uma comunidade de Monges Beneditinos instalou-se no na região.

Mas a igreja de pedra propriamente dita só foi construída entre 1045 e 1050, pelo Rei Eduardo.

Mais tarde, em 1308, um trono em homenagem ao Rei Eduardo foi colocado no interior da Abadia. Desde então, a cerimônia de coroação do Rei acontece diante do trono.

Por volta de 1500, o templo foi modificado e então se tornou uma construção em estilo gótico, como conhecemos hoje.

Outras reformas aconteceram: Henrique VII construiu uma capela dedicada à Virgem Maria, em 1503, enquanto as duas torres foram erguidas entre 1722 e 1745.

Além disso, na metade de 1500, o Estado separou a Igreja da Inglaterra da Igreja Católica, confiscando a Abadia dos Beneditinos. A posse do local foi devolvida aos monges pela Rainha Maria I, e mais tarde tomada novamente, por Isabel I, que a transformou na Colegiada de São Pedro, já no Século 18.

Torre de Londres: um antro de histórias

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A Torre de Londres (Tower of London) é uma das principais atrações da capital britânica.

Construída às margens do Rio Tâmisa em 1078, a fortaleza tem uma história cheia de curiosidades. Inclusive, uma envolvendo corvos protegidos por um Decreto Real.

A Torre de Londres já foi casa da Moeda, Mostra dos Animais do Reino e até prisão, local de execuções e tortura. Hoje é a casa das Joias da Coroa, Patrimônio Mundial da UNESCO e um dos lugares mais visitados pelos turistas que desejam conhecer a história de Londres.

Atualmente, o lugar não apresenta apenas uma torre, mas 20 delas, erigidas ao longo de inúmeros reinados.

Esse é um dos ingressos mais caros que você terá que pagar em Londres, mas vale cada centavo.

A visita fica ainda melhor com o tour guiado por um dos guardas do local. Neste post, você vai conhecer melhor essa história, conferir fotos e entender passo a passo como e por que incluir a Torre de Londres no seu roteiro.

Esta é a temida White Tower. Foto: Mapa de Londres
Esta é a temida White Tower, a Torre de Londres original. Foto: Mapa de Londres

O que é a Torre de Londres

A Torre de Londres é um dos palácios reais de Londres. Foi construída para aterrorizar a população local durante a Invasão Normanda e hoje ainda assombra os turistas que a visitam.

A principal função da Torre hoje não é servir de moradia para a Família Real, e sim dar guarida às Joias da Coroa. Essa é uma coleção de valor inestimável que reúne algumas das maiores preciosidades da Coleção Real, como cedros, coroas, anéis, mantos e joias diversas.

Além da exposição das joias, a Torre de Londres também uma atração turística por conta de sua história milenar, que a viu servir de fortaleza à zoológico, passando por casa da moeda e habitat de corvos muito importantes para a integridade do Reino Unido.

Como visitar a Torre de Londres

A visita à Torre de Londres é imprescindível, na nossa opinião. Veja abaixo tudo que você precisa saber antes de dar os primeiros passos para um passado mais sangrento e conturbado da nossa querida London.

Encontre: Torre de Londres no mapa

Endereço: London EC3N 4AB, United Kingdom

Estação de metrô: Tower Hill (Circle e District Line)

Ingresso antecipado: site oficial

Passeio guiado pela Torre de Londres

Torre de Londres - Mapa de Londres
Guardas da Torre são chamados de Beefeaters. Foto: Mapa de Londres

A visita à Torre de Londres deve ser feita de olho na história do lugar.

Pouco sentido terá seu passeio se você não prestar um pouquinho de atenção ao que levou Guilherme, o Conquistador (William, The Conqueror), a construir a torre, à quantidade de gente que foi morta e presa aqui e a importância das Joias da Coroa que você poderá observar.

Por isso, aguarde o próximo tour guiado com um beefeater, um dos guardas que hoje conduzem os visitantes e mostram um pouquinho do que já aconteceu dentro desses muros. É imperdível.

Os guardas contam a história da Torre de uma maneira bem-humorada, com impostações de voz e encenações para ilustrar a trama e assustador os distraídos.

Esse tour guiado só vale a pena, entretanto, para quem está com o inglês em dia, ok? 🙂

Se o seu não estiver, pegue um audio guide para acompanhar todas as informações ao longo do caminho.

O que você verá na Torre de Londres

Confira os principais destaques destaques de sua visita. E lembre que para visitar absolutamente tudo, com o devido tempo, você perderia um turno inteiro, pelo menos. Mas é tanta informação, que você vai ficar exausto em 2h30.

White Tower

Para muitos, ela é a própria Torre de Londres, já que foi a primeira das construções. Essa foi a fortaleza erigida pelos normandos para dar um recado claro à população: obedeçam ao novo Rei.

E como bom súdito, quase 1 mil anos depois, você pode explorar os quatro andares da White Tower. Nesse tour, você vai ver como era a arquitetura normanda, vai conhecer a Coleção Real de Armaduras e entrar em uma capela do século 11, a St John The Evangelist.

O porão da White Tower foi um local famoso de tortura, por onde passaram, por exemplo, Guy Fawkes (que tentou explodir o Parlamento na Conspiração da Pólvora) e o padre jesuíta John Gerard.

Torre de Londres
Medo: Você esta chegando à White Tower. Foto: Mapa de Londres

Fit for a King

Dentro da White Tower, você pode ver de perto as armaduras que Reis da Inglaterra utilizaram ao longo dos séculos.

Trata-se de uma exposição de 300 anos de idade, chamada de Line of Kings, montada pela primeira vez no século 17. É uma mostra CHEIA de artefatos interessantes, cujos detalhes vão prender sua atenção por um bom tempo e remetê-lo diretamente a personagens do passado, como Henrique VIII e Charles I.

Você vai ver:

  • Armaduras de Henrique VIII, de 1515 e 1540
  • Armadura de Charles I, de 1612
  • Armadura do Príncipe Henry Stuart, de 1608
  • Armadura do Rei James II, de 1686.
Vai encarar? Foto: Mapa de Londres
Vai encarar? Foto: Mapa de Londres

Royal Beasts

A Torre de Londres chegou a abrigar 600 animais doados por outros reis e líderes mundiais. Na prática, foi o primeiro zoológico da cidade, com leões (aqueles de Trafalgar Square), macacos, elefante e muito mais.

Até um urso polar, que tinha direito a pegar alguns peixes no Tâmisa, vivia aqui. Para entender melhor essa história, leia: Animais da Torre de Londres (você vai se surpreender)

Os animais da Torre. Foto: Mapa de Londres
Os animais da Torre. Foto: Mapa de Londres
Royal Beasts surround you. Foto: Mapa de Londres
Royal Beasts surround you. Foto: Mapa de Londres

Joias da Coroa

Um dos grandes símbolos da monarquia britânica, as Joias da Coroa podem ser observadas em todo seu esplendor. Você só não vai poder tirar fotos, ok? Mas o tour é impressionante e dá uma boa dimensão dos detalhes e liturgia por trás das cerimônias de coroação.

Você vai ver:

  • A Colher da Coroação, que é usada há 800 anos na cerimônia de coroação de Reis e Rainhas britânico
  • O enorme diamante do Cetro do Soberano
  • Coroa de St Edward, de ouro, que é colocada pelo monarca na coroação
  • Imperial State Crown, que é usada nas aberturas do Parlamento todo ano
  • Coroa da Rainha Mãe, adornada com 2.800 diamantes.

Apesar de estarem à mostra, as Joias da Coroa ainda são usadas pela Rainha Elizabeth II em importantes cerimônias nacionais. Todos os objetos que ainda são utilizados têm, ao lado, um aviso: “In use”.

Nada de fotos das Joias da Coroa. Foto: Mapa de Londres
Nada de fotos das Joias da Coroa. Foto: Mapa de Londres
Torre ainda é bem protegida. Foto: Mapa de Londres
As Joias são bem protegida. Foto: Mapa de Londres

Local de execuções

Um dos aspectos mais macabros de uma visita à Torre de Londres é entender quão brutal é a história dessa fortaleza. Havia execuções públicas na Tower Hill, aqui ao lado, e dentro da Torre eram aprisionados e torturados homens e mulheres que ousavam se voltar contra o Rei.

Na Execution Site, dentro do pátio da Torre de Londres, eram realizadas as execuções dos prisioneiros mais importantes, seja por proximidade do Rei ou popularidade junto à plebe, dois fatores que levavam o desafortunado a ser decapitado aqui.

Hoje o visitante pode ver um memorial em homenagem às vítimas do passado. Três delas são bastante lembradas:

  • Ana Bolena (Anne Boleyn), segunda esposa de Henrique VIII
  • Catherine Howard, quinta esposa de Henrique VIII
  • Lady Jane Grey, que foi Rainha de fato por nove dias.

Corvos da Torre de Londres

Uma antiga lenda dizia: “Se os corvos deixarem a Torre de Londres, o Reino ruirá”. Preocupado com a coroa, Charles II, filho do decapitado Charles I e primeiro rei desde o período de exceção, decretou que os seis corvos da Torre de Londres teriam proteção e cuidados permanentes. Melhor prevenir.

Corvo da Torre de Londres
Corvos da Torre de Londres são protegidos por decreto real. Foto: Mapa de Londres

Desde então, os personagens mais mimados da Torre de Londres não são as Joias da Coroa, e sim os corvos. Eles perambulam acompanhados à distância por um guarda-costas vigilante: o Raven Master, cuja única função é cuidar e tratar das aves.

Ao total, são oito corvos: os seis necessários para a manutenção do folclore e dois reservas. Munin, de 18 anos, fugiu uma vez da Torre e foi encontrado cinco dias depois em Greenwich. É o mais velhinho da turma e já excede a expectativa normal de vida, de 10 a 15 anos. Seus companheiros são Merlin, Hugin, Jubilee, Portia, Erin, Rocky e Grip.

Cada um dos corvos da Torre conta com uma fitinha colorida que indica a sua identidade. Um deles, Merlin, não precisa de fitinha, pois gosta de chamar a atenção. Um de seus truques é se fingir de morto, deitado de costas. Mais de uma vez, visitantes assustados já correram para informar aos guardas que um dos corvos havia morrido.

Mesmo que você aviste Merlin ou se apaixone por um desses corvos, é melhor tomar cuidado. Você pode até tirar uma foto com seu preferido, mas é melhor manter alguma distância. As aves da Torre de Londres não são bichinhos de estimação, e o Raven Master não vai ficar nada feliz se você lhes der comida.

Os beefeater, os Guardas da Torre de Londres, avisam com veemência que os corvos podem se sentir ameaçados quando os visitantes lhes oferecem comida. E você não quer ameaçar os guardiões da Torre de Londres, né? Além disso, a alimentação é controlada: ganham carne crua duas vezes por dia e, em ocasiões especiais, um ratinho.

Os Guardas da Torre de Londres

Os guardas da Torre de Londres são os Yeomen Warders, conhecidos popularmente como Beefeaters, ou seja, os comedores de carne. Apelido curioso, não? E eles revelam essa alcunha nos tours guiados, nos quais contam as grandes curiosidades do palácio e de seus habitantes.

Guardas da Torre de Londres são os Beefeaters. Foto: Mapa de Londres

Mas de onde será que vem esse apelido?

Beef em inglês é carne, eaters é “comedor”, “devorador”. A origem do nome não é consensual, mas há algumas explicações que dão alguns sinais de onde pode ter surgido essa alcunha incomum para um corpo de guardas reais.

Consta que a primeira referência ao nome foi feita pelo grande duque da Toscana Cósimo III de Médici. O nobre italiano, em visita à Londres no século 17, teria feito uma menção aos guardas da Torre notando que a ração diária de carne que eles comiam era particularmente grande, chamando-os de beefeaters.

O termo também pode ter sido derivado da denominação francesa “buffetier”, que era o nome dado aos guardas reais franceses que protegiam e testavam a comida dos reis da França (apesar de que essas não eram funções dos beefeaters ingleses).

Há também quem comente que, durante os tempos de guerra, esses soldados teriam direito a uma porção de carne maior do que os cidadãos londrinos normais.

A história da Torre de Londres

A história da Torre de Londres começa com William, o Conquistador, após a invasão normanda, em 1066. O Rei normando decidiu construiu fortificações por toda a Inglaterra para assombrar a população local e amealhar-lhes respeito e submissão.

Na época de sua construção, em 1078, a Torre de Londres era o prédio mais alto da cidade. Serviu a todos os propósitos possíveis até hoje, incluindo casa da moeda, local de tortura, palácio real, prisão, zoológico e muito mais.

Residência Real

No século 13, o prédio tornou-se residência real, quando o Rei Henrique III construiu ali edifícios palacianos. No século 14, os edifícios foram destruídos, e a Torre deixou de ser uma residência real.

Um vilarejo dentro da Torre de Londres. Foto: Mapa de Londres
Um vilarejo dentro da Torre de Londres. Foto: Mapa de Londres

Prisioneiros

Já ouviu a frase “Send him to the Tower”? Não? Que bom. Antigamente, ela significava que o desafortunado seria encarcerado na Torre de Londres. Mas essa ordem não era dada a qualquer um.

Apenas prisioneiros importantes passaram por aqui, e alguns deles foram executados. Na

Primeira Guerra Mundial, por exemplo, foram mortos na Torre onze espiões alemães. E, apesar de estar oficialmente fora de uso militar na Segunda Guerra Mundial, a prisão foi usada para enclausurar soldados inimigos. A última execução foi a do espião Josef Jakobs.

Esta foto abaixo é do Traitor’s Gate, por onde os prisioneiros mais afamados eram transportados de barco para dentro da Torre de Londres:

Take him to the Tower. Foto: Mapa de Londres
Take him to the Tower. Foto: Mapa de Londres

Literatura

Shakespeare, em sua peça Ricardo III, chamou a Torre de Londres de Torre Sangrenta e retratou o lugar como obscuro e sombrio, onde as torturas eram comuns.

Baixe o mapa da Torre de Londres

Arquitetura da Torre de Londres

O complexo é formado por duas muralhas concêntricas e edificações auxiliares que, junto com a torre principal de 27 metros de altura, definiram a sua configuração básica já no fim do século 13.

Ao longo dos séculos 13 e 14, foi adaptada para também abrigar instalações reais, constituindo uma espécie de “fortaleza-palácio” que se tornou um dos exemplares mais significativos e influentes da Europa nesse período.

Já durante os séculos 18 e, sobretudo, 19, o crescente interesse pelo passado medieval da Inglaterra gerou intervenções arquitetônicas que procuravam resgatar as feições originais do conjunto, remodelando e demolindo construções posteriores a esse período.

Com a sua reconstrução após as duas guerras mundiais, consolidou-se como uma das principais atrações turísticas do país. Em 1988, foi classificada como patrimônio histórico mundial pela UNESCO, devido a sua relevância histórica e arquitetônica.

Gostou das dicas sobre a Torre de Londres e sua história? Deixe um comentário.

Palácio de Westminster: a imponente morada do Big Ben

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Você vai enxergar o Palácio de Westminster (Palace of Westminster) de longe.

Um dos mais imponentes e característicos prédios de Londres, ele abriga mais de mil salas e cinco quilômetros de corredores.

Se você não o encontrar pela imensidão, certamente dará de cara com ele ao procurar pelo Big Ben, pois o sino de treze toneladas reside na torre do relógio do palácio.

O que é o Palácio de Westminster

O Palácio de Westminster gera alguma confusão na cabeça dos viajantes. Esse é o nome do palácio do Parlamento do Reino Unido, onde ficam a Câmara dos Lordes e a Câmara dos Comuns. Um dos sinos dele se chama Big Ben, apelido com o qual ficou conhecida toda a torre do relógio.

O palácio fica às margens do Rio Tâmisa, ao lado da Ponte de Westminster, à frente da estação de Westminster, colado à Abadia de Westminster e pertinho da London Eye. Foi o primeiro palácio real da Inglaterra.

Por ser a sede do parlamento inglês e do Reino Unido, o Palácio de Westminster tem horários restritos de visitação. É possível até acompanhar sessões de debate entre os parlamentares e também fazer um tour guiado (ou com audio guide) quando os políticos não estão por lá.

Atualmente, o maior ícone de Londres e do Palácio de Westminster está em reformas.

O relógio do Big Ben está sofrendo uma manutenção importante, sem a qual ele poderia sofrer avarias.

Por isso, se você olhar para ele, encontrará andaimes tapando boa parte da torre, o que pode comprometer bastante a qualidade das fotos, convenhamos.

Onde fica o Palácio de Westminster

  • Mapa para chegar
  • Endereço: 20 Dean’s Yard, Westminster, City of London SW1, Reino Unido
  • Estação de metrô: Westminster (linhas Circle, District e Jubilee)
  • Caminhando: Assim que você sair da estação de metrô, vai dar de cara com o Big Ben. É um choque bem agradável.
Palácio de Westminster (Big Ben) em Londres
Palácio de Westminster fica ainda mais bonito à noite. Foto: Mapa de Londres

O Palácio de Westminster, ou Houses of Parliament, encontra-se às margens do Rio Tâmisa, num complexo de inúmeros prédios governamentais.

Ali estão duas Câmaras: a Câmara dos Lordes e a Câmara dos Comuns.

Depois de ser alvo de conspirações para atentados e de ter incendiado quase por inteiro, hoje o Palácio de Westminster é Patrimônio Mundial da Unesco e um símbolo da força do Estado britânico. 

Leia também: Curiosidades sobre o Big Ben

Palácio é pano de fundo em Westminster

O Big Ben e o Palácio de Westminster servem como um excelente pano de fundo para as fotos pela região. Neste momento, claro, as reformas atrapalham a vista.

Abaixo, você vai ver como ficam as fotos sem os andaimes em torno da torre.

À beira do Tâmisa, de olho para a London Eye, o Parlamento ganha luz à noite e é disputado pelos turistas a qualquer hora do dia. As fotos mudam completamente de acordo com o horário e funcionam ainda melhor ao entardecer.

Palácio de Westminster à noite. Foto: Mapa de Londres
Do South Bank para o Parlamento. Foto: Mapa de Londres
Contornos inconfundíveis. Foto: Mapa de Londres

E você não precisa admirar o palácio só de longe. Sabia?

Visitas ao Palácio de Westminster

Muitos turistas não desconfiam de que podem visitar o Palácio de Westminster por dentro e fazer um tour pelo Parlamento do Reino Unido.

É uma atração altamente recomendável e instigante para quem se interessa pela monarquia parlamentarista.

O Parlamento do Reino Unido pode ser visitado de duas formas. Tanto residentes no Reino Unido quanto estrangeiros podem acompanhar os debates da casa durante a semana.

No sábado e durante o verão, o turista também pode fazer um tour guiado ou com audio guide (em português) pelos prédios do Palácio de Westminster e descobrir mais sobre sua história. Esse passeio é muito interessante.

Confira: preços e ingressos no site oficial

Westminster Hall no Palácio de Wesminster em Londres
Único problema do tour é que fotos não são permitidas a partir daqui. Foto: Mapa de Londres

História do Palácio de Westminster

Este edifício não foi construído de uma única vez, tendo vários arquitetos de períodos históricos distintos.

Tampouco foi projetado para ser um grande parlamento.

O local onde se encontra o prédio tem sido utilizado desde a Idade Média para alojamentos da realeza devido a sua estratégica posição perto do Rio Tâmisa.

Nenhuma das construções medievais sobreviveu até os dias atuais. O Parlamento como se vê hoje, com duas câmaras, só começou a se configurar a partir do século 16, no reinado do Rei Eduardo VI.

O primeiro grande incêndio do Palácio de Westminster ocorreu em 1529, quando o fogo destruiu parte da estrutura do prédio, no reinado de Henrique VIII.

Depois, em 1834, outra grande tragédia.

Desta vez as chamas destruíram grande parte do lugar, sobrando apenas o Westminster Hall, a Torre Jóia, a cripta da Capela de Santo Estevão e os claustros.

Mas a história mais curiosa é a de um atentado que não ocorreu. No dia 5 de Novembro de 1605, um grupo de católicos planejava explodir o Parlamento Britânico e com ele, o Rei Jaime e grande parte da aristocracia Protestante que oprimia o povo de religiões diferentes.

Mas o rei ficou sabendo e Guy Fawkes, o encarregado de executar tal ato, foi preso e condenado à forca por traição e tentativa de assassinato.

Arquitetura do Palácio de Westminster

O Palácio de Westminster foi construído no século 11, no mesmo local onde se encontra hoje. Diversas remodelações, no entanto, foram necessárias ao longo de sua história.

Desde o século 13, o Palácio de Westminster abriga as sessões do Parlamento. Em 1512,  um incêndio acarretou a primeira mudança de feições. Em 1834, outro incêndio, ainda maior, poupou apenas alguns elementos da construção.

Iniciadas em 1840, as obras do atual palácio, projetado pelos arquitetos Charles Barry e Augustus Pugin, duraram 30 anos e incorporaram o que sobrou da antiga construção – como o Westminster Hall, erguido em 1097.

Com a nova arquitetura, o palácio tornou-se um dos principais representantes do estilo neogótico, muito em voga nessa época (assim como as intervenções de revivalismo medieval na Torre de Londres), devido a sua imponente e harmoniosa arquitetura.

Das suas três principais torres, a Elizabeth Tower tornou-se a mais conhecida por abrigar, desde 1859, um relógio e cinco sinos, dentre os quais o Big Ben, que anuncia as horas. Hoje a torre inteira é conhecida por esse apelido.

No interior do Palácio de Westminster, os trabalhos seguiram ao longo do século 20, e reparos foram realizados após danos sofridos durante a Segunda Grande Guerra. Em 1987, foi classificado como patrimônio histórico mundial pela Unesco.