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Saiba tudo sobre os Black Cabs e Minicabs: os Táxis de Londres

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Você conhece os Táxis de Londres? Se você pretende viajar para lá e não conhece eles, continue lendo e fique por dentro de tudo.

Basicamente existem dois tipos de táxis em Londres, os Black Cabs e os Minicabs.

Para não ter perigo de dar algum problema quando você for visitar Londres, principalmente se for a sua primeira vez por lá, vamos explicar como funciona cada um deles.

Táxis de Londres

Táxis de Londres
Foto: elements.envato.com

Como dito, os táxis por lá são divididos em duas ‘categorias’, vamos falar sobre cada uma delas abaixo.

Minicabs

Táxis de Londres
foto: tfl.gov.u/

Os Minicabs, com a chegada da tecnologia e os motoristas de aplicativos (como o Uber) estão perdendo espaço aos poucos na cidade.

Eles não são táxis padrões, ou seja, não são identificados por cores e placas. São carros ‘normais’ com motoristas licenciados como taxistas.

Em outras palavras eles são como os motoristas de aplicativos, mas surgiram muitas décadas antes dessa tecnologia ser inventada.

Quando você se hospeda em um hotel, é comum que eles ofereçam nos quartos uma lista de empresas que trabalham com Minicabs e que são confiáveis para realizar o serviço.

O serviço de Minicaps desse ser solicitado por telefone, ligando para as empresas e fornecendo o endereço do local onde você está e para qual destino deseja ir.

Outra diferença desse modelo de ‘táxi’ é que ele não possuí taxímetro. O preço cobrado pela corrida é dito no momento da ligação e deve ser pago para o motorista no final da corrida.

Para chamar esse serviço, dois pontos precisam ser observados para garantir a sua segurança:

  1. Verificar se o motorista é licenciado e se a licença está em dia;
  2. Não se deve pegar um Minicabs que esteja passando na rua. O correto é sempre ligar para a empresa e solicitar o serviço.

Esse segundo ponto é muito importante pois assim você evita de pegar um serviço ‘frio’, ou seja, uma empresa que atua de forma ilegal.

Os Minicabs vem perdendo espaço em Londres para os motoristas de aplicativos por uma série de fatores.

Por exemplo, uma corrida com motorista de aplicativo costuma ser mais barata que o serviço oferecido pelos Minicabs.

Além disso, a facilidade de pedir um carro pelo aplicativo (como o Uber) é muito maior do que ligar para uma empresa e ter que passar seus dados, ponto de origem, ponto de destino e etc.

Black Cabs

Os Black Cabs são os Táxis de Londres tradicionais. Eles recebem esse nome por serem totalmente pretos, o que facilita a identificação deles pelas ruas.

  • Você pode solicitar um desses táxis quando eles estiverem passando pela rua, basta fazer o sinal típico de chamada, que é erguer um dos braços.
  • Outras formas de pedir por um desses táxis tradicionais são:
  • Entrando em contato com as empresas por ligação telefônica;
  • Indo até um ponto de táxi existente. Esses pontos ficam próximo de regiões com grande movimentação de pessoas, como estações rodoviárias, estações de metro e pontos de ônibus;
  • Por meio de aplicativos. Os mais conhecidos e seguros da região são dois. Um é o Gett, outro chama-se My Taxi.

Para chamar um Black Cabs na rua é bem simples (como já falamos acima), mas outros pontos importantes precisam ser observados. Tais como:

  • O luminoso com a palavra TÁXI que fica em cima do teto dos carros precisa estar com a luz acesa. Esse é o indicativo de que ele está liberado para pegar passageiros;
  • Quando ele parar a primeira coisa que você deve fazer é se dirigir até a janela do motorista (ou passageiro da frente) e dizer o endereço para onde você deseja ir e se ele pode te levar até lá;
  • Quando ele confirmar que pode, você entra no táxi sempre utilizando os bancos de trás do carro;
  • Entre os bancos dianteiros e traseiros existe uma ‘cabine’ que separa o motorista do passageiro.
  • Essa cabine é fechada, logo a comunicação entre você e o motorista precisa ser feita pelo interfone;
  • Se você for realizar o pagamento em cartão de débito ou crédito, a ‘maquininha’ fica localizada na sua cabine de passageiros.

Curiosidades sobre os Black Cabs

Por serem os táxis oficiais ‘desde sempre’ de Londres muitas curiosidades rondam os Black Caps. Abaixo citamos algumas delas:

  • Os taxistas precisam passar por um rigoroso teste para obter a licença. Esse teste foi criado no ano de 1865 quando ainda eram utilizados carruagens em Londres;
  • Uma das etapas desse teste é que o motorista precisa saber o nome e localização de todas as ruas de Londres, bem como saber o caminho mais curto ou mais rápido entre dois pontos;
  • Mesmo com o avanço da tecnologia e surgimento de ferramentas como o GPS, saber ‘de cor’ o nome de todas as ruas de Londres continua sendo obrigatório para obtenção da licença;
  • Os Black Caps dispõem de 5 lugares, sendo que 2 deles ficam ‘fechados’ ao fundo do táxi e só são utilizados quando necessário;
  • Todos os Black Caps são adaptados com rampas para cadeirantes;
  • É comum deixar gorjeta para o taxista. Normalmente sempre é arredondado o valor da corrida para cima ou adicionado 10% do valor final;
  • A tarifa mínima parte sempre de 3 Euros e existem 3 tipos de tarifas diferentes dependendo do horário e dia da semana.

Considerações finais

Embora atualmente existam muitas outras opções de transporte para passageiros além dos Táxis de Londres (como os motoristas de aplicativos) ir até a capital da Inglaterra / Reino Unido e não utilizar um dos meios de transporte tradicionais pode ser considerado um erro.

Principalmente quando o assunto é os Black Caps, é necessário utilizar eles pelo menos, uma vez em sua viagem, só para ter a sensação de como é viajar em um desses veículos.

A maioria dos motoristas desses táxis são simpáticos e gostam de conversar, caso você esteja disposto a fazer também.

Utilizar um Black Caps é como viajar pela história de Londres e se sentir um pouquinho dentro dela também.

Esses táxis podem ser considerados um ‘ponto turístico’ da cidade também.

Portanto, se você vai visitar pontos turísticos como o Big Ben, a roda gigante London Eye ou o Palácio de Buckingham, não esqueça de ‘visitar’ também um Black Caps.

Gostou de saber mais sobre os Táxis de Londres? Não esqueça de compartilhar em suas redes sociais.

Outono em Londres: Tudo o que você precisa saber!

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O outono já começou em Londres e se você está se preparando para chegar à cidade nessa estação deve estar se perguntando como é que a cidade fica, o que fazer, se faz frio e até como se vestir durante o outono em Londres.

O outono em Londres começa por volta do dia 23 de setembro e vai até o dia 21 de dezembro, ou seja, é durante a nossa primavera. No começo da estação os dias ainda são um pouco longos, mas logo começam a se encurtar e em dezembro você nota que anoitece bem cedo, cerca das 4h da tarde já começa a ficar bem escuro.

Mas se você quer entender mais de como é o outono em Londres e o que fazer para aproveitar o melhor dessa cidade nessa estação e como não passar frio, confira as dicas que separamos para você aqui embaixo!

Londres no outono
Londres ganha belos contornos no outono. Foto: Shutterstock

Clima do outono em Londres

No final de setembro as temperaturas em Londres começam a cair, elas variam em média entre 5°C e 20°C e vão diminuindo até a chegada do inverno. Durante essa época chove 1 em cada 3 dias, então prepare sua sombrinha e seu casaco à prova d’água, pois você vai se molhar.

A vantagem de ir para Londres no outono é que a temperatura ainda não é tão baixa e os pontos turísticos não estão superlotados como acontece durante o inverno e o verão. Como a cidade não para, você acha atrações que agradam todos os gostos mesmo nessa estação em que a cidade não está tão cheia.

Como se vestir no outono em Londres

Ninguém quer ir passar frio ou calor do outro lado do mundo, por isso é importante levar a quantidade certa de agasalhos para não pecar por falta ou pelo excesso. Por isso fizemos uma listinha do que não pode faltar em sua mala para te ajudar:

Roupas de Outono:

Calças jeans são ideais para o outono! Você vai ver muitas mulheres usando shorts, vestidos e saias com meia-calça no começo do outono e se quiser aderir à moda a minha dica é comprar meia-calça fio 80 no mínimo.

Na verdade eu só aprendi a comprar meia-calça baseada na grossura dela depois fui morar em um país frio e passei frio à toa, então anota essa recomendação: quanto mais grossa for a sua meia-calça, mais quente ela é!

Se você é uma pessoa que sente muito frio, também vale levar uma segunda pele para usar embaixo das suas roupas, principalmente se estiver planejando ir para Londres no final de novembro e começo de dezembro.

Além disso você não pode deixar de lado seu casaco impermeável e corta-vento, se ele tiver capuz vai ser melhor ainda pois você não vai precisar nem guarda-chuva, é só colocar o capuz na cabeça e sair andando pela chuva como um típico londrino.

Se a sua viagem for em setembro, não compensa investir em levar casacos pesados, mas se você chegar no final do outono, aí sim vale à pena reforçar mais na qualidade do casaco, pois as temperaturas caem bastante durante essa época.

Sapatos de Outono:

Evite sandálias e sapatos abertos! Apesar de não fazer frio, o ventinho gelado vai estar soprando e você não vai querer interromper sua caminhada pela cidade por sentir frio nos pés.

O ideal na verdade é usar uma bota ou um tênis de couro (a prova d’água), ou uma galocha mesmo, visto que, como dissemos acima, você vai pegar chuva, então não vai querer ficar com seus pés e sapatos molhados.

Acessórios de Outono:

Acessórios como luvas, cachecóis e gorros são de extrema importância para passar seus dias em Londres, além de serem super estilosos! O corpo humano perde calor pelas extremidades (mãoes, cabeça, pés, etc), por isso é importante que essas partes do seu corpo estejam bem cobertas.

Em Londres eles não são uma questão de moda, mas são para fazer com que você não passe frio. Então por quê não combinar os dois e comprar algumas luvas bonitas na famosa Primark?

Foto: Shutterstock

O que fazer no outono em Londres

Se você estiver em Londres no mês de novembro, terá a oportunidade de celebrar três datas históricas por lá!

1. Bon Fire Night:

Não tem como passear por Londres ou outras cidades inglesas e não se esbarrar com alguma fogueira, na celebração da Noite das Fogueiras, que acontece todos os anos em 5 de novembro por simbolizar um episódio de luta pela liberdade.

A festa é uma tradição bem forte na Inglaterra, onde crianças, famílias e amigos se reúnem para queimar um espantalho com a cara do Guy Fawkes, um traidor católico que liderou uma tentativa de assassinato do rei protestante James I, em 1605.

Algumas prefeituras, aproveitam o momento para organizar festas pelas praças e parques e nessa celebração, fogos de artifício fazem a alegria de todos e iluminam o céus das cidades.

Em Londres, a festa que inclui queima de fogos e apresentação de bandas pela cidade, principalmente a noite, além de mercados/feiras que realizam várias atividades como parques de diversões e muitas outras coisas para todo tipo de pessoa.

2. Lord Mayor’s Show:

Lord Mayor’s Show acontece anualmente no dia 8 de novembro e é uma procissão animada que passa por todo o centro de Londres com bandas militares. O evento ocorre desde 1215, quando o Rei John concedeu, na Carta Magna, o direito à City of London, berço da capital britânica, de eleger seu próprio prefeito e manter suas leis e direitos.

Hoje em dia o desfile é considerado uma celebração entre os moradores da cidade. Estima-se que a cada ano participem cerca de 500 mil pessoas na celebração. Ao final do desfile, uma grande explosão de fogos de artifício pode ser vista sobre o Rio Tâmisa.

Você pode conferir todos os detalhes do evento no site oficial deles clicando aqui.

3. Remembrance Day:

Para todos os cidadãos do Reino Unido e da Comunidade das Nações, o dia 11 de novembro é um dia histórico, pois em 1918 ele marcou o fim da Primeira Guerra Mundial. Até hoje, a data é celebrada em memória dos soldados que perderam a vida em combate.

No Remembrance Day ou “Dia da Lembrança”, a Rainha Elizabeth costuma visitar o Cenotaph, monumento construído em homenagem aos mortos, e enfeitá-lo com uma coroa de papoulas. O momento marcante ocorre em Whitehall, no centro de Londres.

Ali pertinho, na Trafalgar Square, um evento da Royal British Legion, das 10h às 11h15 também homenageia os heróis britânicos da Grande Guerra. Na programação, estão leituras, músicas e uma pausa de dois minutos de silêncio exatamente às 11h.

4. Atrações Natalinas:

Já na segunda quinzena de novembro você pode sentir a atmosfera natalina tomando conta de Londres. Você verá encontrar ringues de patinação no gelo na Somerset House e junto ao Museu de História Nacional. Não deixe de conferir também as decorações das ruas Oxford, Regent, Carnaby e em Covent Garden.

Os festivais de Natal também são atrativos da cidade: a partir de 18 de novembro, você pode conferir o Winter Wonderland no Hyde Park ou, a partir de 11 de novembro, curtir o Natal na Leicester Square ou o festival do Southbank Centre, embalado por clássicos do rock.

Londres no Natal
Londres no Natal: luzes e muito charme. Foto: iStock, Getty Images

E você está preparado para visitar Londres no outono? Conta para a gente o que você mais quer aproveitar quando estiver por lá nos comentários aqui embaixo.

Torre Eiffel

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Paris não é Paris sem a famosa Torre Eiffel! Este símbolo é famoso ao redor do mundo inteiro e por isso escrevemos este artigo com tudo o que você precisa saber sobre este belo monumento que faz parte da história da França.

Como chegar à Torre Eiffel?

Paris é uma cidade que vale à pena se descubrir a pé. De quase todos os cantos da cidade você poderá ver onde a Torre Eiffel fica e caminhar até ela.

Caso esteja cansado, também pode optar por ir de metrô, RER, ônibus ou táxi. Caso vá de metrô, deverá pegar as linhas 6 e 9 descer na parada Trocadéro, ou a linha 8 e descer na parada École Militaire.

Se a sua opção for ir de ônibus, poderá pegar um das linhas 42, 69, 72, 82 e 87. – São muitas opções que passam por aquela região.

A última opção de ir com transporte público é pegar o RER linha C e descer na parada Champ de Mars – Tour Eiffel.

Quanto custa o Ingresso para a visitar a Torre Eiffel:

Existem vários tipos de ingresso que podem ser comprados para visitar a Torre, pois tudo depende da idade da pessoa, até que andar ela vai subir e se irá de escada ou elevador.

Caso você esteja planejando usar o seu “Paris Museum Pass” durante os seus dias em Paris, saiba que este é um dos poucos passeios famosos que você não terá acesso com o seu Pass, então terá que comprar um ingresso separado para visitar a bela Torre.

Ingresso da Torre Eiffel para Adultos Preços:

Elevador ao 2º andar: 16,30€.
Elevador ao andar superior: 25,50€.
Subir por escadas ao 2º andar: 10,20€.
Escadas + elevador: 19,40€.

Ingresso da Torre Eiffel para Jovens entre 12 e 24 anos:

Elevador ao 2º andar: 8,10€.
Elevador ao andar superior: 12,70€.
Subir por escadas ao 2º andar: 5,10€.
Escadas + elevador: 9,70€.

Ingresso da Torre Eiffel para Crianças de 4 a 11 anos:

Elevador ao 2º andar: 4,10€.
Elevador ao andar superior: 6,40€.
Subir por escadas ao 2º andar: 2,50€.
Escadas + elevador: 4,90€.

Ingresso da Torre Eiffel para Crianças menores de 4 anos:

Entrada gratuita.

Dica extra: se você vai a Paris, precisa ver isso!

Notas de euro em Londres
Foto: iStock, Getty Images

Como comprar o Ingresso para a visitar a Torre Eiffel:

Deixar para comprar o ingresso na hora da visitação é um tiro no pé, pois vai acabar passando horas na fila e talvez um pouco de frio ou de pouco de calor, dependendo da época da sua viagem.

Por ano mais de 7 milhões de pessoas visitam este monumento, então mesmo em baixa temporada a Torre Eiffel continua sendo um dos locais mais visitados de todo o mundo!

A compra deste ingresso antecipados na internet podem sair um pouco mais caros por conta da taxa de conveniência, mas acreditamos que vale mais à pena gastar uns 2-3 euros do que perder tempo precioso da sua viagem em filas e mais filas.

Os ingressos em si podem ser comprados no site oficial ou você pode fazer um tour guiado sem fila, que vai custar à partir de €59 por pessoa acima de 4 anos. Apesar de sair um tanto caro, você não enfrentará filas e ainda terá um guia te contando sobre a história e outras curiosidades interessantes do lugar.

A história da Torre Eiffel:

Este símbolo de Paris foi construído como portal de entrada da Exposição Universal de 1889 na França, e recebeu o nome de seu projetista, Gustave Eiffel. A Torre na verdade era para ter sido destruída dez anos depois de sua construção, ela só acabou sendo salva por ser alta o suficiente para tornar-se  uma torre de TV.

Hoje é impossível imaginar a França sem a Torre Eiffel, mas se não fosse graças às redes de televisão da época, ela não teria chegado ao século XX.

A Torre Eiffel obteve o título de estrutura mais alta do mundo desde a sua conclusão até 1930, ou seja, há menos de 100 anos quando perdeu o seu lugar o Chrysler Building localizado em Nova Iorque, nos Estados Unidos.

Aproveite sua visita para pensar na história da Torre Eiffel e reparar no tamanho dos arcos das bases da torre Eiffel, pois eles são gigantescos. Caso decida comprar os ingressos para visitar o topo deste monumento, você verá que tem duas possibilidades: visitar o segundo andar da torre (116 metros de altura) ou subir até o topo (276 metros)

Essa última subida pode ser feita de escada ou elevador, sendo que quem opta por ir até o topo necessariamente sobe a última parte do trecho de elevador. Como você pode conferir acima, os ingressos para subir a torre de escada são mais baratos que para subir de elevador.

Te avisamos desde já que são muitos degraus, 1665 para sermos mais exatos! A menos que você tenha muita energia, talvez ir de elevador seja a melhor opção para que você chegue lá bem e possa aproveitar a vista de lá de cima que é incrível.

Datas e horários de visita:

Entre 15 de junho e 1 de setembro a Torre está aberta das 9h às 00:45h.  No restante do ano a Torre abre das 9:30h às às 23:45h, sendo que a subida pelas escadas é permitida apenas até às 18:30h.

Curiosidade sobre a Torre Eiffel:

A Torre possui ao todo 324 metros de altura e durante o verão ela fica cerca de 15 centímetros mais alta por causa da dilatação térmica do ferro.

E você sonha em conhecer de perto a belíssima Torre Eiffel? Nos conte aqui nos comentários o que você mais gostou de saber sobre a história desse monumento icônico e famoso ao redor de todo o mundo!

Bater ou correr em Londres

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Londres é uma cidade tão incrível e apaixonante que é usada como cenário para vários filmes, livros e séries tanto atuais como de época.

Entre eles estão Harry PotterSherlock Holmes (e aqui incluímos livros, filmes e seriados), Um Lugar Chamado Notting Hill, entre muitos outros.

Em 2000 foi lançado um filme de comédia fruto da parceria entre Jackie Chan e Owen Wilson que se passava no faroeste e este filme fez tanto sucesso que em 2003 eles fizeram uma continuação do filme, mas dessa vez vivendo uma aventura em Londres no final do século XIX, mais especificamente em 1887.

Sobre a história do filme

“Bater ou correr em Londres” (original: Shanghai Knights, de David Dobkin, 2003) é uma continuação de outro filme chamado de “Bater ou Correr” lançado em 2000 onde o personagem de Jackie Chan (Chon Wang), um guarda imperial chinês, vai para os Estados Unidos resgatar a princesa da Cidade Proibida que foi sequestrada. Lá ele conhece o personagem vivido por Owen Wilson (Roy OBanoon) e os dois acabam se tornando grandes aliados contra o criminoso Lo Fong.

No segundo filme, esta dupla começa separada com o personagem de Chan trabalhando como xerife de Carson City, e o personagem de Wilson apenas curtindo a vida escrevendo suas aventuras, se envolvendo com várias mulheres e trabalhando como garçom.

Quando o chinês recebe uma carta de sua irmã tudo muda!

Sua presença se torna necessária em Londres para vingar a morte de seu pai que foi assassinado e agora ele precisa recuperar a honra da família.

Sabendo que ele não pode defender seu inimigo sozinho, ele pede ajuda a seu antigo parceiro para que juntos possam acabar com ele.

Londres e Personagens históricos

Na terra do chá das cinco os nossos personagens principais acabam encontrando personagens históricos como, Jack, o Estripador, Sir Arthur Conan Doyle (o autor e criador do nosso querido Sherlock Holmes) e até mesmo a Rainha Vitória quem eles buscam proteger de uma terrível conspiração, além de outros personagens muito engraçados.

Apesar de o cenário do segundo filme ser totalmente diferente do cenário do primeiro, ele traz cenas de luta intrigantes, como uma em que Jackie Chan enfrenta vários oponentes armado apenas de um guarda-chuva e ao som da música Cantando na Chuva”.

Jackie Chan. Fonte: Pixabay.

Curiosidades do Filme Bater ou Correr em Londres

  1. Este filme marcou a primeira luta no cinema entre Jackie Chan e Donnie Yen, mesmo ambos já fazendo muito sucesso nos cinemas de Hong Kong, eles nunca haviam contracenado lutando um contra o outro em algum de seus filmes.
  2. Os erros de gravação do filme são exibidos durante os créditos finais.
  3. O filme recebeu duas indicações no MTV MOVIE AWARDS, uma de Melhor Luta e outra de Melhor Equipe – Owen Wilson e Jackie Chan.

Nossa opinião sobre o filme

Jackie Chan e Owen Wilson fazem uma dupla incrível!

O filme traz uma boa dosagem de humor e de ação sem repetir a história original e sendo tão divertida quanto a primeira.

Para quem gosta de filmes de comédia, este filme rende 114 minutos de pura diversão! =]

Veja 12 curiosidades sobre a moeda da Inglaterra

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A moeda da Inglaterra é a Libra Esterlina. Trata-se da moeda mais antiga em uso no mundo.

Ela é utilizada em todo o Reino Unido (Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte) e em territórios britânicos ultramarinos (Ilhas Cayman, Ilhas Malvinas, Bermudas, Anguilla, Gilbratar, Ilhas Virgens Britânicas, Ilhas Pitcairn, Geórgia do Sul, Santa Helena e Monte Serrat).

As cédulas da Libra Esterlina (em inglês, “British Pound”, “Pound Sterling” ou apenas “Pound”) podem ser encontradas em 5£, 10£, 20£ e 50£.

Já as moedas são 1p, 2p, 5p, 10p, 20p, 50p, 1£ e 2£. (O “p” representa “penny” (no singular) e “pence” (no plural), que seriam os centavos. 100p equivalem a 1£.

Pounds sterling. Foto: Mapa de Londres
A moeda da Inglaterra é a mais antiga em uso em todo o mundo. Foto: Mapa de Londres

12 curiosidades sobre a moeda da Inglaterra

  1. O “pound” da Inglaterra Anglo-Saxã era uma unidade monetária que correspondia a 1 libra romana (0,33kg) de prata.
  2. Até 1725, as notas de Libra Esterlina eram escritas a mão.
  3. Até 1861, a pena de morte era uma condenação cabível para quem falsificasse dinheiro na Inglaterra.
  4. O físico e matemático Isaac Newton foi Mestre da Casa da Moeda, que se localizava dentro da Torre de Londres
  5. Elizabeth Fry é o rosto que aparece nas notas de 5£. Ela foi uma das maiores defensoras dos direitos das mulheres.
  6. Charles Darwin é a figura que ilustra as notas de 10£. O naturalista britânico escreveu o livro “A Origem das Espécies” e possui grande relevância na comunidade científica.
  7. O escocês Adam Smith é o rosto que consta nas notas de 20£ da Libra Esterlina. Ele é considerado o pai da economia moderna.
  8. As notas de 50£ possuem uma dupla de empresários em destaque. Matthew Boulton e James Watt foram personalidades importantes para a Revolução Industrial no Reino Unido.
  9. A República da Irlanda não faz parte do Reino Unido e por isso tem o Euro como a sua moeda oficial.
  10. O Banco da Inglaterra produz duas notas de valor assustador, chamadas de “Giant” e “Titan”. A primeira é de 1 milhão de libras, e a segunda, de 100 milhões de libras. Elas são utilizadas apenas dentro do sistema bancário.
  11. A origem da Libra Esterlina é de 1,2 mil anos atrás.
  12. Em 1124, Henry I mandou castrar 94 trabalhadores da Casa da Moeda, acusados de produzir moedas de má qualidade.

História da moeda da Inglaterra

Como estamos falando da moeda mais antiga do mundo, é lógico que há muita história por trás da libra esterlina – em circulação desde o ano 928.

Sim: isso ainda na época dos povos Anglo-Saxões. Quem instituiu a British Pound como oficial no país foi o primeiro Rei da Inglaterra, Athelstan. Assim, a primeira versão da libra passou a ser produzida pela Coroa.

Originalmente, as libras eram apenas moedas de prata (com o mesmo valor do material) e recebiam o nome de Sterlings. Em média, cada 453 gramas da matéria-prima eram divididas em cerca de 240 Sterlings, utilizadas para transações entre de feudos Anglo-Saxões e outros povos da Europa.

A libra esterlina seguiu com o mesmo valor da prata até o fim do século 17. Eis um fato interessante: o sistema só começou a ser reformulado quando Sir Isaac Newton assumiu o posto de presidente da Casa da Moeda Inglesa (Royal Mint). Mas foi só em 1694 que, efetivamente, surgiram as primeiras notas.

O contexto era o seguinte: o Rei William III havia recolhido todo o ouro disponível no país (guardado na Torre de Londres) para financiar a guerra contra a França. Para recapitalizar os donos, passou a distribuir notas promissórias. Para controle do sistema, surgiu o Banco da Inglaterra, o primeiro banco central do mundo.

A primeira falsificação de uma nota foi detectada em 1695. Naquele ano, um cidadão chamado Daniel Perrismore foi preso por portar 100 libras esterlinas em 60 notas falsas.

Depois do acontecimento, foi introduzida a marca d’água nas notas e uma lei que garantia a pena de morte aos falsários.

Avançando alguns anos, em 1797, surgiu a primeira cédula de 10 libras. E, pasmem: até 1855, todas as cédulas eram assinadas à mão. O sistema garantia que cada nota do dinheiro tivesse seu equivalente em ouro guardado na Torre de Londres. Foi assim até 1914, quando iniciou a I Guerra Mundial.

Já o sistema decimal foi introduzido na economia em 1971, quando cada libra esterlina passou a ser dividida em 100 pence (relembrando: pence é o plural de penny, que equivale a um centavo). Atualmente, são oito moedas e quatro notas em circulação.

Cotação da libra esterlina

Para os brasileiros que desejam conhecer a Inglaterra, a libra esterlina é quase uma inimiga. Geralmente cotada cima do dólar e do euro, ela faz do país um dos mais caros do mundo.

Em um ranking divulgado pela Hoppa, uma empresa britânica de reserva online de transfers em 2019, o Reino Unido apareceu no décimo terceiro lugar entre os destinos turísticos onde o turista mais gasta.

A pesquisa analisou cem destinos com os seguintes critérios: refeições, acomodação, bebidas, tarifas de táxi e custos médicos.

O levantamento constatou que, no Reino Unido, os visitantes gastam, em média, 250,92£ por noite!

Vale lembrar, porém, que Londres é repleta de atrações gratuitas e você pode encontrar hospedagem por valores mais baixos em hostels.

O ano de 2019, porém, foi o marco de várias mudanças no Reino Unido. Com o Brexit, a variação na cotação da libra se acentuou nos últimos meses.

Para se ter uma ideia da dimensão do impacto, em 16 de fevereiro de 2019, a libra estava cotada em R$ 4,77. Em outubro deste ano, a moeda britânica estava valendo cerca de R$ 5,20.

Até que a situação econômica no Reino Unido se estabilize, o valor ainda pode decair mais nos próximos meses.

Pensando em fazer um intercâmbio em Londres?

E aí, gostou de conhecer um pouco mais sobre a história da moeda da Inglaterra? Qual curiosidade você achou mais interessante? Comente. 🙂

Leia também:

Preços das atrações turísticas em Londres

The Shard

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Foto: Gustavo Heldt, Mapa de Londres

A visitação ao Shard, o prédio mais alto da Europa ocidental, oferece uma das melhores vistas de Londres. O preço é tão imponente quanto o edifício e pode até assustar.
Mas não deixe que isso iniba a subida até o os andares 68, 69 e 72, que oferecem vista da capital britânica quase duas vezes mais alta do que qualquer outra plataforma de visualização na cidade.

Sobre o The Shard Londres

O arquiteto italiano Renzo Piano imaginou um caco de vidro na forma de um edifício-pirâmide e daí planejou este monumento que vemos hoje — “shard” quer dizer “caco”.

O edíficio abriga: escritóriosbares e restaurantes, o hotel Shangri-La (do 34º ao 52º andar, com uma piscina no 52º), apartamentos (que custaram desde £ 30.000.000 até £ 50.000.000, e observatórioque ocupa os últimos cinco andares do prédio, do 68º ao 72º andar.

Ele fica bem próximo ao mercado mais antigo de Londres, vale uma parada para comer e beber antes ou depois de visitar o Shard e para já fazer dois passeios incríveis de uma vez. Para saber mais sobre o Mercado de Borough, leia este artigo que separamos para vocês aqui!

Visitando The Shard Londres

O prédio fica aberto para visitação geralmente do dia 01 de abril a 31 de outubro das 10h às 22h00, sendo que última entrada é às 21h.

Entre os dias 01 de novembro e 31 de março as visitações podem ser feitas das 10h às 22h00 de quinta a sábado e entre 10h00 e 19h00 (a última entrada é uma hora antes do horário de fechamento.).

O Shard não abre no dia do Natal (25/12).

Endereço

Joiner Street, London SE1. A estação de metrô mais próxima do edifício é a London Bridge (Jubilee Line e Northern Line), há uma saída para o The Shard que é bem fácil de achar.

Veja a localização no mapa

Ingressos

Nós recomendamos que você compre o seu ingresso online, diretamente no site deles, pois comprando pelo menos 14 dias antes de ir você pode pagar 20% menos pelo seu bilhete. Você pode ir sem ter comprado no site, mas não é garantido que consiga subir na hora que desejar.

O preços variam, os ingressos para adultos custam £29,95 na hora e £25 se comprado com antecedência. Você também pode comprar ingressos que incluem fotografias digitais, champagnes, ou fechar um pacote de família. Confira todos os detalhes no site deles clicando aqui.

The Shard, em Londres
Vista do The Shard

É importante saber que você não pode cancelar ou reagendar a data pelo sistema e você tem até 30 minutos de tolerância a partir do horário agendado. Se chegar mais atrasado do que isso, perderá o ingresso, sem choro nem vela.

Porém, na hora da compra do ingresso, você pode comprar uma “weather guarantee”, ou seja, uma “garantia do tempo”, caso tenha comprado um ingresso para apreciar a vista da cidade e naquele dia o tempo estava ruim (o que é bem provável em Londres).

Essa garantia custa £5,00.

Esta atração está inclusa no London Pass, então caso já tenham adquirido este Passe, podem ficar tranquilos, pois vocês têm uma entrada gratuita ao The Shard Londres.

Não conhece o London Pass? Nós explicamos sobre ele neste artigo.

Quanto tempo vale o meu ingresso?

Depois de entrar no The Shard Londres, você pode ficar quantas horas quiser.

O que eu posso fazer lá?

O prédio oferece uma vista de 65 km da cidade. As viewing galleries são dotadas de vidro por todos os lados, possibilitando que o turista desfrute de todos os ângulos de uma Londres vista bem, bem do alto.

De cima a baixo, o prédio mede 310 metros. Para se ter uma ideia, o Monument tem “apenas” 62 metros.

Além da vista deslumbrante, o viajante pode se deliciar em restaurantes lá no alto e curtir um dos bares do local. Para economizar, você pode ir a um restaurante e subir para apreciar a vista do Monument que custa só 3 libras.

Só que olha a vista do Monument

Tower Bridge vista do Monument. Foto: Gustavo Heldt

Agora olha a vista do The Shard Londres

Foto: Juli Haas, Mapa de Londres
Tower Bridge vista do Shard. Foto: Juli Haas, Mapa de Londres
Shard - Foto: Juli Haas, Mapa de Londres
London Eye e Big Ben lá no fundo. Foto: Juli Haas, Mapa de Londres

Gostou? Então confira mais fotos e compre seu ingresso para o Shard Londres

Você também pode saber o que está acontecendo lá. Confira no site.

Clique para ver mais fotos e comprar seu ingresso
Clique para ver mais fotos e informações. Foto: Juli Haas, Mapa de Londres

Outros Pontos mais visitados de Londres

London Eye

OXO Tower

St Paul’s Cathedral

Suba o The Shard e veja mais de 20 das principais atrações de Londres em 1 dia de passeio (Crianças quase de graça)!

Trem Londres Paris: 5 dicas para a sua viagem no Eurotrem

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Como Londres e Paris são muito próximas, o que não faltam são opções para ir de uma cidade à outra.

A mais famosa, com certeza, é a opção de ir de trem passando pelo Canal da Mancha.

O trajeto de trem Londres-Paris, o Eurotrem, possibilita um deslocamento confortável e rápido entre duas grandes cidades da Europa. Pontualidade e eficiência são palavras que definem os trens da Eurostar, responsável por fazer o percurso entre a capital da Inglaterra e a da França.

Mas o que você precisa saber antes de fazer a viagem? 

Neste artigo, vamos explicar em detalhes como comprar a passagem do Eurotrem, quanta bagagem levar e onde localizar o seu trem em Londres?

Guia passo a passo em Paris
Se você vai a Paris, precisa conhecer o nosso Guia passo a passo – Design da capa: Adobe Spark

E então, Preparado?

Trem Londres Paris: tudo o que você precisa saber

Percorrer o trajeto entre Londres e Paris atravessando um túnel pelo mar é, sem dúvidas, uma experiência única – além de ser uma alternativa prática, rápida e não necessariamente cara.

Se você comprar o bilhete com antecedência, o trajeto de apenas duas horas e 15 minutos pode custar nada mais que £39 (segunda classe!).

Descubra, a seguir, todas as dicas para usufruir do Eurotrem.

Passagens

Definiu os roteiros e os dias da sua viagem? Então é hora de comprar suas passagens.

Inicialmente, você pode pesquisar horários de chegada e saída no no próprio portal da EuroStar.

Geralmente, os trens circulam entre 5h40 e 20h30, com uma ou duas saídas por hora.

Encontrou o dia e horário ideal? Então compre direto no site da Eurostar. Você vai notar que os bilhetes entre terças e quintas são os mais baratos.

E lembre-se: quanto maior antecedência, mais baixo será o valor.

Check-in e imigração

Em Londres, o Eurostar sai da estação St. Pancras – que tem conexão direta com o metrô.

Ao chegar, é só seguir as placas que indicam a localização dos trens (segundo andar).

Chegando lá, você deve imprimir o bilhete que comprou com o cartão de crédito pela internet, basta se dirigir a uma das máquinas dispostas no local e digitar um código de identificação fornecido no momento da compra.

Depois, você passa pelo Raio-X com sua bagagem e, em seguida, pela imigração (já que sairá de um país e entrará em outro).

A grande vantagem é que, indo a Paris, a imigração é feita ainda em Londres (e vice-versa). Assim, quando você chega ao local de destino, é só desembarcar e partir para explorar a cidade.

passagem pela imigração na estação costuma ser muito tranquila.

Caso você vá voltar para Londres, não esqueça de que terá que passar pela imigração novamente, e esta é um pouco mais chatinha.

Tenha em mãos todos aqueles documentos e comprovantes para provar para a agente que você tem ótimas intenções no seu retorno à Grã-Bretanha.

Eurostar
Eurotrem percorre o trecho entre Londres e Paris em 2h15. Foto: iStock, Getty Images

Embarque

Ao passar pela imigração, o viajante deve se dirigir até a sala de espera que fica no subsolo. Ela é bem confortável e conta com café, bar, banca de revistas e outras facilidades que você pode aproveitar até o início do embarque no trem.

Quando o trem chega à estação, um painel indica por meio de qual esteira você deve subir para acessá-lo. Depois, é só procurar o seu vagão (os números são pintados no chão).

Depois de localizar o vagão, você deve procurar o seu assento (escolhido no momento da compra da passagem).

Cada vagão possui duas fileiras e os trens além de serem bem confortáveis, possuem também conexão Wi-Fi.

Malas de viagem no Eurotrem
Dá pra levar tranquilamente suas malas no trem.

Bagagens

A vantagem de usufruir do trem Londres Paris, ao invés de fazer o trajeto de avião, não é apenas o tempo que você economiza. Se ao voar com companhias low cost você tem de desembolsar uns euros extras para qualquer excesso de bagagem, no Eurotrem a história é outra: não existe limite específico.

Na porta de cada vagão, o viajante encontrará prateleiras para guardar as malas maiores e, acima dos assentos, há espaço para bolsas ou mochilas menores.

De qualquer forma, tente não se empolgar demais: os compartimentos grandes são bastante disputados.

Há preços especiais para crianças e estudantes?

Crianças até 3 anos não pagam desde que vão sentadas no colo de um adulto, pois nesse caso não é precisam de passagem.

Caso, queiram um assento exclusivo para a criança, é preciso pagar uma passagem infantil, válida para crianças até 4 e 11 anos (inclusive).

Estudantes por si só não têm descontos, mas jovens de 12-25 anos sim e podem selecionar essa opção comprando a sua passagem pelo site mesmo.

Às vezes eles podem pedir para olhar o seu documento para comprovar que você tem direito a comprar aquele tipo de bilhete, mas depende muito de quem é o fiscal do trem.

Fuso horário

A viagem é tão rápida, que nem parece que a gente está em outro país. Mas não esqueça de cuidar com o fuso horário.

Se não, você pode passar o dia inteiro com o horário de Londres e depois se perder nos compromissos na França.

Como é a viagem no trem de Londres para Paris?

Há diversas formas de viajar com o Eurotrem – existem classes tanto para quem busca um pouco mais de conforto, quanto para quem não quer gastar demais.

A classe Standard é a que oferece os preços mais camaradas, mas também é possível optar pela Standard Premier ou pela Business Premier (a mais sofisticada).

Se você viajar de primeira classe, os benefícios incluem usufruir de uma refeição e bebidas à vontade a bordo do trem, além de ter assentos reclináveis e mais confortáveis.

Com mais ou menos luxo, o trajeto entre Londres e Paris garante aos viajantes alguns belos cenários e, principalmente, um passeio bastante confortável.

Há duas lanchonetes em vagões diversos do trem. Você pode também levar sua comida ou bebida, não há restrições quanto a isto.

Entre a estação St.Pancras (Londres) e a Gare du Nord (Paris), o trem passa pelo chamado Eurotúnel, que fica embaixo do Canal da Mancha – é o famoso trecho subterrâneo. A viagem pelo território francês dura cerca de 1h40.

Eurotrem

E o Eurotúnel?

Sinceramente, não é uma experiência muito incrível, já que é apenas… um túnel. Então lá embaixo você não vê nada. Lógico que a história é incrível, mas você não vai sentir muita diferença entre estar naquele túnel ou em outro.

O  “Chunnel” como é carinhosamente conhecido, que vem de Channel Tunnel, é o maior túnel submerso do mundo, com 50,45 km de extensão total, dos quais quase 38 km sob a água. No ponto mais profundo, o eurotúnel chega a 75 metros de profundidade.

O túnel liga a cidade de Folkestone na Inglaterra a Calais, na França e a média de tempo de travessia dentro do túnel é de 35 minutos.

E aí, o que achou das dicas? Pretende fazer o trajeto de trem Londres Paris em breve? Já usou o transporte? Compartilhe sua experiência nos comentários!

Visite o Aquário de Londres

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O Aquário de Londres (Sea Life London Aquarium) tem a maior quantidade de animais marinhos do Reino Unido. As milhares de criaturas nadam em 2 milhões de litros de água, tudo isso ao lado do Rio Tâmisa e da London Eye.

Para visitar o Aquário de Londres

Endereço: County Hall, Westminster, Bridge Road, London, SE1 7PB

Estações de metrô: Westminster e Waterloo

Veja no mapa

HoráriosVerão (23 de julho a 4 de setembro): Diariamente, das 9h às 20h. Restante do ano (a partir de 5 de setembro): Segunda a quinta, das 10h às 18h (última entrada às 17h), Sexta a domingo, das 10h às 19h (última entrada às 18h).

Ingressos antecipados: Adulto: a partir de 24 libras. Combo adulto mais uma criança: a partir de 22 libras.

Economize comprando o combo: Economize até 35% para visitar 3, 4, 5 ou 7 das maiores atrações de Londres adquirindo um Explorer Pass (incluindo: Aquário + London Eye + London Dungeon + Madame Tussauds)

The Sea Life London Aquarium é uma atração divertida para famílias. Foto: Mapa de Londres

Atrações do Aquário de Londres

O aquário é uma verdadeira atração turística. Todo ano, mais de 1 milhão de visitantes assustam-se com os 40 tubarões de 12 espécies diferentes, encantam-se com os pinguins Gentoo na Ice Adventure s e divertem-se com os Clown Fish que passeiam por ali. Os tubarões inclusive podem ser vistos perambulando por baixo dos seus pés no Shark Walk.

Comida

No site do aquário, dá para conferir o horário da alimentação dos animais. Não estivemos lá durante esses momentos, mas parece que assistir aos tratadores jogando comida aos tubarões é uma experiência interessante. A cena deve propiciar sensação mais aproximada da natureza e do instinto desses bichos, que se atiram com voracidade para abocanhar a maior quantidade de comida possível.

Crianças

Se você estiver em família, a diversão também está garantida. Dificilmente seu filho vai dizer que não gostou de ver os esquisitos pinguins da família Gentoo na Ice Adventure. Essa atração foi inaugurada no início de 2011 e busca reproduzir o ambiente desses animais lá na Antártida.

Sea Life London Aquarium: Vale a pena?

Eu, o editor, estive duas vezes no Aquário de Londres: uma em um fim de semana, quando o lugar estava completamente lotado, cheio de crianças correndo e muitos empurrões daqui e de lá; a outra, em uma quarta-feira, à tarde, com espaço para perambular, observar e fotografar. Essas experiências foram completamente diferentes.

Com alguma liberdade para se movimentar, o paseio vale muito a pena. Para mim, as principais atrações são os tubarões (em qualquer situação, com destaque para quando eles passam por baixo dos pés dos visitantes) e os pinguins, que dão show em qualquer lugar.

Ingressos para as atrações de Londres

Galeria de fotos

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O legado da Princesa Diana, a Lady Di

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Como definir a Princesa Diana?

Certamente, ela foi uma das mulheres mais radiantes do século 20. Capaz de quebrar paradigmas e fragmentar o símbolo de uma monarquia intocável, ficou conhecida como “Rainha do Povo”.

Em 2019, se completaram 22 anos desde sua morte, em Paris.

Neste artigo, vamos relembrar um pouco do legado da Lady Di.

Não é à toa que, quando as atuais Duquesa de Cambridge (Kate Middleton) e a Duquesa de Sussex (Meghan Markle) apareceram em cena, várias comparações com a Princesa Diana começaram a surgir. 

Mas a realidade costuma ser mais dura do que os livros de ficção infantil.

O título de princesa vem acompanhado dos holofotes, dos paparazzi e da opinião pública.

Nesse contexto, a postura e as ações da Princesa Diana transformaram para sempre a monarquia no Reino Unido.

Como? Descubra a seguir.

Lady Di
Princesa Diana. Foto: Nick Parfjonov, CC BY-SA 3.0

Princesa Diana: legado para a monarquia e o mundo

Foi no dia 29 de julho de 1981, na Catedral de Saint Paul  – em Londres – que Diana se casou com o Príncipe Charles e recebeu o título de Princesa de Gales.

A cerimônia teve 3.500 convidados e foi acompanhada, também, por mais de 700 milhões de espectadores ao redor do mundo pela televisão.

Controversa talvez seja uma palavra para definir Diana.

Desde seu casamento, até na forma de dar entrevistas, criar seus filhos, se vestir e se comportar, ela quebrou os protocolos reais.

Relembre parte de seu legado, que ajudou a transformar a realeza britânica.

1. Votos de casamento

Diana se casou com 19 anos. Na época, qualquer pretendente disposta a oficializar seu matrimônio com um príncipe precisava concordar com votos de casamento pré-estabelecidos pela Família Real.

Não foi o que aconteceu com Lady Di: ela discordou da sujeição à Coroa e deixou bem claro que escreveria seus próprios votos ao Príncipe Charles.

2. Criação dos filhos

Na história da realeza britânica, nem sempre a criação dos filhos de monarcas era vivenciada de perto pelos pais.

Neste quesito, a Princesa Diana também se distinguiu. Mesmo jovem (deu à luz ao Príncipe William com 20 anos e a Harry com 21), ela fez questão de escolher o nome das crianças e amamentá-las. Sempre esteve presente na vida dos dois.

De forma geral, a Princesa criou os filhos como duas crianças “normais”: eles usavam jeans, bonés e andavam de transporte público.

Também estudaram em escola pública. Diana os criou com simplicidade, para que não fossem arrogantes.  

3. Moda

Em 1994, Diana se consolidou como ícone da moda.

Ela apostava em vestidos que não eram totalmente recatados.

O tubinho preto que usou naquele ano em um evento beneficente foi capa de vários jornais britânicos.

Brincos de pérolas e gargantilhas também faziam parte do guarda-roupa que virou desejo das mulheres no fim dos anos 90.

4. Ativismo

Outro legado de Diana ao mundo foi o uso de sua influência em prol do ativismo.

Ela tinha um dom nato de ajudar os outros. Apoiou diversas instituições de caridade e, inclusive, atravessou um campo de minas terrestres em Angola para demonstrar o perigo causado à população africana pelos conflitos civis no país.

Em 1987, veio ao Brasil conhecer órfãos de pais soropositivos. Também levou seus filhos em algumas instituições filantrópicas, para que vissem que a realidade da maioria das pessoas pode ser muito mais difícil do que na realeza.

5. Transparência

Para a Família Real, Diana era quase um pesadelo. Principalmente por sua transparência: ela não fazia apenas declarações prontas à mídia.

Em 1985, concedeu uma entrevista à BBC, na qual falou sobre a vida pessoal, a crise no casamento e até sua vivência com bulimia, um transtorno alimentar desenvolvido pela pressão de “manter as aparências”.

À época, Diana poderia ser um sinônimo de decadência da realeza. Mas hoje se observa que ocorreu o contrário: ela aproximou a Família Real do povo e acendeu uma nova chama de interesse pela monarquia por parte da mídia – que se perpetua até os dias atuais.

Depois da Princesa Diana, o palácio também aprendeu a se posicionar melhor diante dos holofotes. Se hoje a Família Real consegue lidar com o público, antecipando seu humor e sensibilidade, muito se deve ao passado.

Curiosidades e polêmicas da Princesa Diana

Diana Frances Spencer, nascida em 1 de julho de 1961 e falecida em um trágico acidente em 31 de agosto de 1997, foi uma personalidade mundialmente conhecida.

A vida da Princesa de Gales foi envolta em polêmicas, curiosidades e feitos importantes. Neste texto, você vai relembrar alguns dos fatos que marcaram a trajetória da Princesa Diana e algumas das polêmicas nas quais esteve envolvida.

A princesa foi uma celebridade muito perseguida e se tornou uma referência de beleza e de moda. Foi uma ativista importante em temas como o combate a Aids e às Minas Terrestres e se tornou conhecida no mundo todo.

Mesmo décadas após a sua morte, não são raros as visitas de Lady Di, como era carinhosamente chamada, às páginas de jornais e da imprensa em geral, especialmente na Inglaterra, onde os assuntos da família real sempre tem grande repercussão nas mídias sociais e veículos de imprensa.

Aliás, esse próprio texto vai falar um pouco dela mesmo após 20 anos, não é verdade?

O trágico acidente de carro que vitimou a princesa em agosto de 97 foi recebido com luto intenso pelos britânicos e também pelo mundo.

O funeral foi um dos eventos mais assistidos da história da televisão, alcançando a marca de bilhões de espectadores e se tornando praticamente um dos acontecimentos mais marcantes da década de 90.

Veja abaixo algumas das curiosidades sobre a vida da princesa Diana:

1 – Diana foi um dos membros mais caridosos da realeza britânica

A Princesa Diana auxiliou mais de uma centena de organizações filantrópicas e de caridade. Foi sem dúvidas um dos membros da realeza britânica que mais promoveu a ajuda humanitária e auxílio a instituições de caridade. As suas duas grandes lutas foram contra as minas terrestres e contra a AIDS.

Em uma famosa e célebre viagem feita por ela no ano de sua morte (1997), Diana pediu sigilo de suas visitas e andanças por Angola, país para o qual viajara com o objetivo de promover uma campanha de remoção de minas terrestres liderada pela Cruz Vermelha internacional.

O objetivo de não divulgar suas visitas era poder ter liberdade para que ela conversasse e visitasse as pessoas sem que a mídia atrapalhasse ou causasse alvoroços locais.

Além de Angola, no decorrer de sua vida Princesa Diana percorreu os quatro cantos do mundo promovendo ações de caridade e instituições filantrópicas.

2 – Princesa ou rebelde em trajes reais ?

Antes de se tornar Princesa, quando ainda apenas namorava o Príncipe Charles, Diana não fugia dos protocolos reais e chegou a afirmar várias vezes que tinha desenvoltura e vocação para as tarefas da realeza. Mas na prática a coisa é diferente, como você bem sabe.

Depois do casamento, quando se tornou princesa de fato e passou a ter de desempenhar o papel de membro da família real de forma séria, Diana percebeu que não era isso exatamente o que a satisfazia.

O incômodo com o mundo da realeza e o desgaste no casamento foram responsáveis por vários problemas pessoais pelos quais a princesa passou e foi só quando decidiu deixar pelo menos parte das exigências reais de lado que ela passou a lidar melhor com suas questões.

Como você deve imaginar, essa faceta da Princesa não era muito bem recebida pelos demais membros da família real. Mas esse lado irreverente foi fundamental para conquistar a simpatia de milhões de pessoas em todo o mundo.

Muito de seu lado carismático vem da sua irreverência em relação ao papel de Princesa de Gales.

3 – Princesa, mas uma mãe prática

Princesa Diana teve dois filhos com seu esposo. São eles: O príncipes William (Guilherme em português), Duque de Cambridge e Henry (Henrique), Duque de Sussex.

Os dois filhos são herdeiros na linha de sucessão não só ao trono britânico mas também de outros doze países da Commonwealth (organização de vários estados nacionais que faziam parte do Império Britânico).

Ao contrário da etiqueta real, Diana deu liberdade para que os filhos utilizassem transporte coletivo pela cidade e se vestissem como pessoas normais, usando calças jeans, bonés e peças de roupa de times de futebol e beisebol.

Sabe aquela mãe que manda o filho consertar as próprias coisas e faz questão de que eles façam as coisas sem privilégios e mimos ? Pois sim, a Princesa de Gales era dessas.

Talvez a decisão mais marcante em relação aos filhos tenha sido a insistência para que os dois fossem alunos de uma escola pública. E assim foi feito. Ambos os filhos frequentaram o Jardim de Infância de Jane Mynon, situado nas proximidades do Palácio de Kensington.

Diana não abriu mão de que os filhos convivessem com outras crianças em um ambiente normal, e o fato de serem membros da família real não a fez mudar de ideia.

O fato de ser princesa não tirou o lado prático de mãe preocupada com a personalidade dos filhos. Diana se esforçou para que os filhos não fossem arrogantes ou deixassem a qualidade de membros da família real subir à cabeça.

4 – A princesa mais popular de seu tempo

Diana foi uma personalidade extremamente popular. A frequência com que seu rosto estampou a capa de importantes revistas de circulação mundial é impressionante. Veja alguns números abaixo:

  1. 50 vezes capa da revista People
  2. 8 vezes capa da revista Time
  3. 7 vezes capa da revista Newsweek

Isso apenas para revistas de calibre global.

Veículos de imprensa no mundo todo estamparam a Princesa de Gales na página principal por diversas vezes. Ter Diana em destaque em seu jornal e revista era uma boa forma de fazer os estoques se esgotarem mais rapidamente, especialmente entre os britânicos.

5 – A quebra de tradição nos votos de casamento

Até a data de casamento de Lady Di com seu futuro esposo, Príncipe Carlos, a tradição dizia que a pretendente a se casar com o príncipe receberia os votos já feitos pela Família Real, concordando com eles previamente e inclusive fazendo a promessa de cumpri-los e segui-los durante a vida de casada.

A Princesa Diana não acatou os votos da Família Real.

Pela primeira vez uma pretendente discordou da tradição e decidiu escrever os seus próprios votos. Isso quando ela tinha 19 anos, em 29 de julho de 1981, quando aconteceu a cerimônia de casamento na Catedral de Saint Paul, em Londres.

Em 2011, seguindo o exemplo de sua antecessora, Kate Middleton também decidiu não se sujeitar às obrigações dos votos da Família Real e não fez os votos tradicionais e nem a promessa de seguí-los.

Príncipe William, seu esposo, também decidiu seguir o exemplo de Lady Di e escreveu também as suas próprias juras de matrimônio.

Fonte: Pixabay

Princesa Diana e mais algumas polêmicas

Pelas características que você conheceu até aqui sobre Lady Di, certamente você estava imaginando que uma seção dedicada a algumas polêmicas apareceria.

Por ter quebrado alguns protocolos e ter sido um ícone como personalidade talvez muito mais por suas ações do que por sua condição de Princesa real, Diana também acumulou algumas polêmicas ao longo de sua vida. Vamos conhecer algumas delas aqui também.

Ícone da moda e de beleza feminina

Lady Di frequentou muitas capas de revistas não apenas por suas ações de caridade, aliás, a maioria das manchetes nas quais Diana foi peça principal se deveram ao fato de a Princesa ter se tornado um ícone da moda e da beleza.

O primeiro acontecimento nesse sentido foi em 1994, quando compareceu a um evento beneficente na Serpentine Gallery com um vestido preto que quebrava todos os protocolos da realeza de que seus membros deveriam se vestir de forma discreta e de maneira nenhuma ousada.

Diana quebrou o estereótipo de que membros da família real deveriam escolher suas peças de vestuário com todo o cuidado do mundo para não parecerem indiscretos e chamativos.

A beleza e gosto da Princesa para a moda e figurinos fora do padrão tradicional das princesas reais ajudou a conquistar sua popularidade e muitas primeiras páginas em jornais e revistas.

Infidelidade e divórcio

Em 1994,  foi divulgado um documentário em que era retrato a infidelidade do Príncipe Charles. Naquele ano o casal já estava separado havia dois anos, mas o divórcio ainda caminhava e demoraria outros dois anos para ser finalizado.

Em 1995, ano seguinte à publicação do documentário referido, Diana admitiu em uma entrevista também ter tido relações fora do casamento.

Ao final, ambos os ex-esposos admitiram ter tido seus casos extraconjugais.

A infidelidade de ambos é apontada por muitos como principal motivo da separação e divórcio, ao final do qual Lady Di perdeu o título de sua Sua Altera Real, perdendo a possibilidade de ascender ao trono. Apesar do divórcio, Diana manteve o título de Princesa de Gales.

Em setembro de 2013 foi lançado o filme belgo-franco-britânico, Diana, baseado no livro biográfico “Diana – Her Last Love”, ou “Diana – Seu último amor” em tradução livre, de Kate Snell.

O filme conta os últimos dois anos da vida da Princesa de Gales focando num suposto romance secreto vivido entre Lady Di e o cirurgião paquistanês Hasnat Khan, além de abordar a relação entre ela e Dodi Al-Fayed.

Apesar de ser interpretado por grandes astros como Naomi Watts e Naveen Andrews, este filme  foi extremamente criticado pela imprensa e pelo público que o assistiu, tendo a baixíssima nota de 8% no site Rotten Tomatoes.

Parte de toda a rejeição se dá pelo fato de que muitas pessoas não gostam de lembrar que a princesa era um ser humano e que, como ela mesma admitiu, esteve envolvida em outros relacionamentos fora de seu casamento.

Se você é fã da Princesa, ou apenas gosta de filmes, saiba que ele acabou de na Netflix Brasil. Confira o trailer abaixo e decida:

Problemas pessoais, transtornos e suicídio

Os estudos biográficos sobre a Princesa Diana são cheios de relatos sobre problemas e questões pessoais muito difíceis vividas durante sua vida e casamento.

Antes mesmo de se casar com o Príncipe Carlos, Lady Di foi vítima de uma bulimia que a fez subir ao altar cerca de 7 quilos abaixo do peso ideal. A princesa teve de lidar principalmente com questões de saúde psicológica, incluindo distúrbios alimentares e até tentativas de suicídio.

Os distúrbios alimentares e a crise no casamento ganhou publicidade em 1985 pela boca da própria Diana, que em entrevista a BBC não se furtou de se abrir e falar de seus problemas pessoais, fato muito corajoso e condizente com sua personalidade.

Posteriormente a Princesa confessaria ter tentado tirar a própria vida por 5 vezes. Consta que após o casamento ele teria tentado suicídio pela primeira vez ao pular de uma escada, e em outras ocasiões teria cortado os pulsos e outras partes do corpo.

Morte trágica e conspirações

A morte da Princesa Diana em um acidente de carro na noite de 31 de agosto de 1997, em Paris, não foi evento muito transparente.

A Princesa estava com Dodi Al-Fayed, um empresário egípcio e seu então namorado. Os dois iam juntos de carro por Paris guiados por um motorista.

Inicialmente o acidente foi explicado como tendo sido uma perda de controle por parte do motorista. As primeiras investigações apontaram que o chauffeur estava bêbado no instante da batida, tendo toda a culpa pelo acidente recaído sobre ele.

Muitos anos depois, em 2004, veio a público que Diana não estava usando cinto de segurança e que o veículo em que rodava junto com o namorado estava sendo perseguido por um grupo de paparazzi.

Ao final, Diana acabou por falecer vítima da fama e da inconsequência dos paparazzi que dedicam a própria vida a perseguir e vigiar a vida de outras personalidades.

Caso esteja planejando ir até Paris, você poderá visitar o local onde o acidente ocorreu e verá que até hoje muitas pessoas deixam flores e mensagens para a eterna princesa.

Funeral da Princesa Diana

Após o trágico acidente que culminou na morte da Diana, o Reino Unido decretou luto e as bandeiras britânicas permaneceram em meio mastro durante os 5 dias de velório.

O funeral da Princesa aconteceu em 6 de setembro de 1997. Começou pela manhã logo após os sinos do Palácio de Kensington soarem. Uma carruagem militar carregou o caixão com o corpo de Diana desde de Hyde Park até o Palácio de St. James, onde foi velado pelos 5 dias seguintes.

Além da cerimônia pública, também em âmbito privado ocorreu uma outra, tida por muitos como a oficial, que teve início na Abadia de Westminster e terminou com o sepultamento e Althorp, propriedade de descanso da Princesa de Gales.

O Funeral foi televisionado e mais de dois bilhões de telespectadores em todo o mundo acompanharam o evento.

Filhos e legado da Princesa Diana

Uma princesa com uma história assim não vai embora sem deixar um legado.

Seja na forma de seus dois filhos ou nos diversos movimentos e instituições inspirados por ela, Diana deixou um legado muito além de sua fama no mundo da moda e das capas de revista.

Após seu falecimento, em homenagem às suas ações de filantropia foi instituído o Diana Memorial Award, em 1999, um prêmio entregue a jovens que desenvolvem trabalhos e projetos que se sobressaem nas causas que a Princesa Diana defendeu durante sua vida.

Também foi instituído logo após a sua morte o Fundo Memorial de Diana, Princesa de Gales.

Esse fundo tem por missão arrecadar fundos para destinar recursos à instituições e projetos filantrópicos, na mesma linha dos trabalhos que a Princesa realizou durante sua vida.

Em 06 de julho de 2004 foi inaugurado por sua Majestade a Rainha, um memorial em homenagem à princelsa Diana no Hyde Park.

Fonte Memorial Diana - Hyde Park

Fonte Memorial Diana - Hyde Park - Vista Ampla

O Projeto reflete a vida de Diana, a água flui do ponto mais alto em duas direções, em cascata, redemoinhos e bolhas antes de se encontrar em uma piscina calma no fundo.

Fonte Memorial Diana - Hyde Park

Os filhos de Diana, Henry, mais conhecido como príncipe Harry, e seu irmão William, Duque de Cambridge, foram ambos militares do exército britânico. Os dois se graduaram como oficiais pela Academia Real Militar de SandHurst e serviram no regimento de cavalaria Blues and Royals. Harry é o quinto na linha sucessória ao trono britânico e Guilherme é o segundo.

Os dois filhos são retratos comuns de revistas e dos jornais britânicos e sempre se referem a Lady Di como exemplo de mãe dedicada e de personalidade.

Mesmo 20 anos após a morte da Princesa Diana, sua memória permanece firme e todo 31 de agosto, seu aniversário de morte, jornais, revistas e sites fazem retrospectivas e produzem textos sobre a vida da Princesa e suas ações em vida.

Seu legado humanitário foi muito importante e até hoje ela é uma personalidade reconhecida pelas campanhas que promoveu.

O triste capítulo final de Lady Di

Por ser uma figura tão expressiva e relevante, Diana era um prato cheio para os tabloides. Em qualquer lugar que a Princesa ia, havia um circo midiático ao redor. Mesmo depois dos rumores de traição, que culminaram em seu divórcio do Príncipe Charles (1996), ela ainda era objeto de desejo das câmeras.

Lady Di teve um fim triste. Em agosto de 1997, já separada e namorando o empresário egípcio Dodi Al-Fayed, ela se envolveu em um trágico acidente de carro em Paris, enquanto era perseguida por sete paparazzi, e morreu devido a uma hemorragia interna. Seu funeral foi acompanhado por 2,5 bilhões de pessoas pela televisão.

Até hoje, a imagem de elegância, bondade e beleza da Princesa Diana permanece viva na memória não só dos ingleses, mas de cidadãos de todo o mundo.

E você, também é fã da Princesa Diana? Qual você acha que é a parte mais relevante de seu legado ao mundo? Conta para a gente aqui embaixo.

Voo Direto do Rio a Londres pela Norwegian Airlines

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Uma das melhores linhas aéreas low cost de todas chegou ao Brasil!

A Norwegian Airlines fez o seu primeiro voo partindo do Brasil no dia 31 de março de 2019 e tem tudo para ficar no nosso país por muito tempo, deixando o preço das passagens muito mais baixos para quem deseja ir para a Europa passar poucos dias apenas.

Os preços para viajar com essa companhia começam à partir de R$920,00! É isso mesmo que você leu. Mas como é uma companhia low-cost, isso só inclui o seu assento, um item pessoal no voo (uma bolsa OU uma mochila) e uma bagagem de mão de até 10kg que deve ser levada com você na cabine, nem o seu lanchinho estará incluso na viagem de cerca de 10h, você terá que comprá-lo separadamente.

Para entender melhor como essa companhia aérea funciona e quais as vantagens de termos mais essa opção de trajeto direto para Londres saindo daqui do Brasil, leia este artigo que foi feito para responder todas as suas dúvidas!

Fonte: https://media.uk.norwegian.com/pressreleases/norwegians-first-flight-to-brazil-takes-off-2853571

 

O que é a Norwegian Airlines?

A Norwegian Airlines é uma empresa aérea norueguesa que foi fundada em 1993 e hoje é a maior linha aérea da Noruega e uma das maiores linhas de baixo custo do planeta.

Em 2018 ela foi considerada pela Skytrax como a melhor companhia aérea de baixo custo e longa distância do mundo.

O Rio de Janeiro foi a segunda grande cidade da América do Sul na qual a empresa começou a fazer voos comerciais diretamente da Europa, pois ela já realizava voos sem escala para a capital Argentina de Buenos Aires e alguns voos nacionais dentro do nosso país vizinho desde a sua capital para Mendoza e Córdoba.

A empresa também planeja novas rotas saindo de Buenos Aires para outras cidades argentinas que serão: Salta, Bariloche, Neuquén e Iguazú, ao lado de Foz do Iguaçu.

Voo Direto do Rio a Londres pela Norwegian Airlines
Fonte: https://media.uk.norwegian.com/pressreleases/norwegian-launches-the-uks-cheapest-flights-to-brazil-with-a-new-route-to-rio-from-240-pounds-2804760

Quais vantagens ela apresenta?

Ela traz o melhor custo-benefício para viajantes que só desejam passar passar poucos dias em um determinado local, pois o preço da passagem em si é muito barato se comparado com a de companhias aéreas tradicionais.

Em contrapartida, você pagará por todos os extras que não dizem respeito à uma viagem “básica”, como mala para despachar, reserva de assento antes do horário de check-in, refeição em bordo da aeronave e outras coisas.

Caso queira despachar uma mala de até 20kg e já garantir o seu lanche, o preço da passagem irá para pelo menos R$1200,00. Um preço bem justo para quem só passar uma ou duas semanas do outro lado do mundo e não tem a necessidade de levar 2 malas de 64kg.

Se você deseja fazer compras ou levar algo daqui para seus amigos, ou parentes que moram fora, é possível comprar outros tipos de bilhete que incluem mais coisas como mais uma peça de bagagem para despachar, reserva de assentos gratuitos, alimentos e bebidas inclusos no voo, acesso ao lounge, entre outros.

Você pode ver mais detalhadamente no site da Norwegian e na foto que tiramos do site aqui embaixo:
Compare preços pela Norwegian Airlines

 

Norwegian Rewards:

Ela também possui o seu próprio programa de pontos, chamado de Norwegian Rewards, no qual você pode se registrar para acumular pontos válidos por dois anos para conseguir descontos, ou passagens gratuitas em voos com eles.

Dependendo do quanto você viaja, compensa, da próxima vez que você voar do Rio pra Londres pela Norwegian, tentar pegar um trecho gratuito dentro da Europa para conhecer um país novo da próxima vez que viajar para Londres. 

Frequência de voos e trechos?

Por enquanto a companhia só está fazendo 4 voos por semana, saindo diretamente de uma uma cidade, no caso, do Rio de Janeiro. Esperamos que logo ela expanda para outras cidades do país, facilitando ainda mais as relações e o turismo para nós brasileiros e também para europeus.

Assim como na Argentina, a expectativa de também ver a Norwegian entrando na competição por voos internos por aqui no Brasil é bem grande. Como as leis do nosso país para empresas aéreas de baixo custo são diferentes das leis da Europa e do nosso país hermano, teremos que aguardar para ver o vai acontecer.

Frequencia de voos Norwegian Airlines

 

E você gostou de saber que a Norwegian está fazendo voos diretos do Rio de Janeiro para Londres? Já começou a buscar as suas passagens de baixo custo para a Europa para aproveitar o verão de 2020 por lá? Ainda não?

Então acessa o site da Norwegian aqui e depois volta para contar tudo sobre os seus planos para a gente aqui embaixo 🙂

Como usar o Google Flights?

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Todo mundo gosta de economizar, ainda mais na hora de comprar passagens de avião. Mas o que algumas pessoas não sabem é que o google disponibiliza a sua própria ferramenta de busca de preços e voos chamada de Google Flights (ou Google Voos aqui no Brasil).

Esse é um dos melhores comparadores de preços que existe, pois te permite ver opções de empresas áreas grandes e pequenas e observar a variação de valor dependendo do dia que você viaja de maneira muito simples.

Nesse artigo te darei dicas para comprar passagens aéreas mais baratas usando o Google Flights e ainda como utilizar de outras funcionalidades que essa plataforma oferece.

É muito fácil economizar com o dinheiro da passagem da sua próxima viagem, desde que você saiba como fazê-lo, então se você deseja viajar e economizar, vem comigo porque esse artigo foi escrito para você!

Como usar o Google Flights?

O que é o Google Flights?

O Google Flights é um site de buscas de passagens áereas, onde você vê as informações importantes sobre a sua viagem como a data de ida e retorno, quantidade de pessoas, cidades de origem e destinos e todas as informações necessárias para efetuar a busca.

Ele é bem simples e funciona de maneira bem parecida com o site do Booking.com, que é o nosso site parceiro para busca de acomodações.

Porém o Google Flights não faz a compra das passagens para você, ele apenas mostra quais são as companhias aéreas e os voos que estão dentro das datas procuradas, e te dá outras informações como preços, horários e ainda te permite que você utilize outro filtros como: Limite de preço, aeroporto que deseja desembarcar, horário de saída, duração do voo, quantidade de paradas e companhia(s) aérea (s).

Após você fazer a sua escolha de qual é o melhor voo, você clica no botão do site e ele te redireciona para o site da empresa aérea para que a reserva seja feita diretamente por lá.

Como usar o Google Flights?

O site é bem fácil e intuitivo.

Inicialmente, é uma busca comum, como se estivesse no site de uma companhia aérea qualquer buscando passagens. A diferença aqui é que o Google Flights tem as funcionalidades mencionadas acima que te ajudam a filtrar melhor as passagens para te ajudar a achar aquelas que te trarão o melhor custo-benefício.

Múltiplas cidades

Outra funcionalidade incrível do site é que você pode selecionar múltiplos destinos e comprar passagens referente à essa seleção.

Dá para fazer uma busca de passagens selecionando vários destinos de uma só uma vez, pois o próprio Google Flights organiza tudo para você e te dá o valor final.

Então se nas próximas férias você quer ir para Londres, depois voar para a Turquia e finalizar os seus dias na Europa passando pela Alemanha e aí voltar para o Brasil, a própria plataforma te dará o valor final sem que você precise olhar um roteiro de cada vez.

Tipos de busca no Google Flights

Filtros

Quanto mais filtros você usar, mais específica será a sua necessidade e mais fácil será para o Google Flights te apresentar uma passagem com as características que você quer.

Porém, se a sua pesquisa estiver muito específica, talvez a ferramenta não te mostrará nenhum voo, aí você terá que reajustar as suas opções, pois isso significa que não existe nenhum voo com as condições que você deseja, então comece reajustando principalmente o tempo de escala.

É muito importante entender que o filtro é um recurso bastante interessante para você que está procurando uma rota muito específica, mas lembre-se que essa seleção pode restringir a quantidade de opções que você terá e você não terá nenhuma garantia de que o preço será o mais baixo.

Essa é uma boa opção para quem tem dias bem específicos e não está tão preocupado com uma variação nas centenas de reais que possa vir a gastar.

Rastreamento de preço

Se você está buscando uma passagem numa data específica, mas não encontrou valores atrativos, você pode ainda acompanhar as variações de preços da mesma através do Google Flights.

Tudo o que você tem que fazer após terminar a sua pesquisa é ativar a caixa de “rastrear preços” que você será avisado por e-mail sobre as variações do valor da passagem do período selecionado.

Sugestão de destinos

Outra coisa bem legal no Google Flights é o mapa múndi que mostra as sugestões de destinos e preços mais baratos em cada país.

Isso é bem interessante para quem quer viajar, mas ainda não escolheu para onde ir e tem um valor certo para gastar.

Mapa de destinos do Google Flights

 

Dicas para usar o Google Flights

Aba/Janela anônima

Os “cookies” do site podem memorizar as suas intenções de busca na plataforma e aprender para onde você quer ir e quando.

Por isso, utilize sempre uma aba anônima para garantir que sempre encontrará os melhores preços de passagens, mesmo que pesquise por um roteiro várias vezes ao dia.

Confira outros aeroportos próximos na sua cidade de embarque ou desembarque

É muito importante prestar atenção no aeroporto escolhido, pois às vezes, escolhendo outro aeroporto próximo, o valor pode cair bastante.

O Google Flights te dá a opção de escolher até 5 aeroportos numa mesma pesquisa, então você pode realmente analisar o que é melhor para o seu bolso.

Porém, eu também recomendo que você fique atento e faça as contas dos gastos de locomoção entre o aeroporto e o centro da cidade, caso pegue um transfer, ou até o local de hospedagem, para ver se vale trocar o aeroporto principal por outro.

Às vezes o barato sai caro, então vale mais à pena pagar 30 libras a mais para voar para um aeroporto mais central do que “economizar” esse dinheiro com o aeroporto e acabar gastando 50 libras com a locomoção. 

Tenha datas flexíveis

A diferença entre voar em um dia ou 2-3 dias antes ou depois pode ser gritante, por isso se você tem datas flexíveis para viajar isso pode te ajudar a economizar muito na hora da compra da sua passagem.

Você também pode se interessar: Voo low cost do Rio a Londres

Na hora de selecionar as datas da viagem, dentro do calendário que você encontra no Google Flights na hora da pesquisa, você já pode ver as opções de preços dos voos dentro do período que pretende viajar para ter uma ideia e até acabar viajando uma semana antes ou depois do que tinha planejado, caso tenha essa disponibilidade.

Diferença de preços no Google Flights
Google Flights: Diferença de preços em destaque. Em verde o menor preço e em vermelho um dos maiores preços!

E aí, gostou do Google Flights?

Como eu disse acima é uma ferramenta bem intuitiva e também prática para encontrar as melhores passagens aéreas. Agora que você já sabe como usar essa ferramenta, experimente e nos conte o que achou 🙂

Diferença entre a Inglaterra, Reino Unido e Grã-Bretanha

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O Reino Unido é um país com pouco mais de 130km² e com mais de 66 milhões de habitantes, sendo que quase 56 milhões dessas pessoas vivem apenas na Inglaterra, o que equivale a quase 85% de toda a população.

Mas você sabe qual é a diferença entre a Inglaterra, Reino Unido e Grã-Bretanha? Essas denominações muitas vezes são utilizadas como se fossem a mesma coisa, mas na realidade não são.

Está curioso para saber a diferença? Então vem comigo que eu te explico tudo certinho nesse artigo para você 🙂

Diferença entre a Inglaterra, Reino Unido e Grã-Bretanha

As Ilhas Britânicas | O Reino Unido e a Irlanda | Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte  

Começando pela diferença geográfica:

A Inglaterra: é um país independente dentro do Reino Unido e localizada na Grã-Bretanha.

É lá que mora a rainha Elizabeth, que se encontra o Parlamento do Reino Unido e muitos dos lugares mais famosos do que você tem como referência de “Reino Unido”.

A Grã-Bretanha: é uma ilha, onde a Inglaterra, a Escócia e o País de Gales estão localizados.

Você pode cruzar livremente de um país a outro e já verá muito a diferença tanto na estrutura das cidades como do jeito que as pessoas falam ao sair da Inglaterra.

No País de Gales as placas possuem as informações escritas em inglês e em galês que também é uma das línguas oficiais do país, algo que você não vê em em nenhum outro lugar da Grã-Bretanha ou do Reino Unido.

O Reino Unido: Muitas pessoas pensam que o Reino Unido é composto apenas pelos países que formam a Grã-Bretanha, ou por aquelas países mais a Irlanda do Norte, o que não é verdade.

O Reino Unido. é um Estado soberano que inclui a Inglaterra, a Escócia, o País de Gales, a Irlanda do Norte e 14 territórios ultramarinos.

Foto: Carl Silver
Queen Elizabeth II
Poderosa, a Rainha Elizabeth II é a proprietária legal de um sexto da superfície terrestre. Foto: iStock, Getty Images

O que une a Inglaterra, o Reino Unido e a Grã-Bretanha?

Além da dependência (mais cultural do que outra coisa) à Coroa da Rainha Elizabeth, há algumas coisas que unem os países do Reino Unido e faz com que muitas pessoas se confundam sobre qual termo usar.

Começando pelo básico, a cidade mais famosa e a capital dos três, Inglaterra, Reino Unido e Grã-Bretanha é Londres, pois é lá que fica o Parlamento onde todas as decisões importantes para o futuro do país (Reino Unido) como um todo são tomadas.

Cada país dentro do Reino Unido possui uma capital também e um Parlamento, com exceção da Inglaterra, uma vez que o Parlamento Nacional é na sua capital, porém as decisões gerais são tomadas pelo poder soberano do país.

É como se cada um desses países (Escócia, País de Gales, Irlanda do Norte, Inglaterra e territórios ultramarinos) fosse uma província ou um estado, apesar do Comitê de Organização Internacional de Normalização não chamá-los assim.

Pense no seu estado, muitas decisões são tomadas na capital pelo Governador, mas o que é decidido em Brasília também afeta a sua realidade, então é uma situação bem parecida do que acontece por lá.

Outras coisas que unem esses lugares são a moeda, a libra esterlina (£), o chefe de governo (no caso, o líder do Parlamento), e, com exceção da Inglaterra, as línguas oficiais da Grã-Bretanha e do Reino Unido são o galês e o inglês, enquanto na Inglaterra apenas o inglês é reconhecido como língua oficial.

Na Irlanda do Norte o irlandês também é reconhecido como língua oficial e na Escócia o escocês também é uma língua oficial. – Interessante, não é mesmo?

Mas e as Ilhas Britânicas?

“Ilhas britânicas” é o nome dado para o conjunto de ilhas situadas no lado noroeste da Europa continental.

É formado pela Grã-Bretanha, pela Ilha da Irlanda, Ilha de Man, Jersey, Ilhas do Canal (incluindo Guernsey, Sark e Alderney) e cerca de 6 mil ilhas menores.

Mas nem todas essas ilhas fazem parte do Reino Unido, como é o caso da Ilha de Man, Jersey, Guernsey e da República da Irlanda, que faz fronteira seca com a Irlanda do Norte que faz parte do Reino Unido.

Um pouco da história da bandeira:

Bandeira do Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte, também conhecida por Bandeira da UniãoA bandeira da Inglaterra e da Escócia formaram a primeira bandeira do Reino Unido (a Union Flag, ou Union Jack) em 1606.

Depois com a União da Irlanda, a bandeira foi alterada e é a que conhecemos até hoje.

As bandeiras do País de Gales e da Irlanda do Norte (que é um país diferente da República da Irlanda) não estão representadas na Union Flag, apesar de os países fazerem parte do Reino Unido, como mencionado acima.

 

Bandeira da Irlanda do Norte
Bandeira da Irlanda do Norte
Bandeira do País de Gales
Bandeira do País de Gales

E aí, conseguiu entender agora a diferença entre Inglaterra, Reino Unido e Grã-Bretanha? Eu espero que sim.

Se gostou, conta pra gente aqui nos comentários se você só esteve na Inglaterra ou em mais lugares da Grã-Bretanha e do Reino Unido 😉

 

 

Southwark Cathedral

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Do lado de fora da Southwark Cathedral, uma plaquinha, já corroída pelo tempo, avisa: “Na sua frente, encontra-se a mais antiga igreja gótica em Londres, reconstruída em 1212, depois que um incêndio danificou severamente a igreja, então no estilo normando. É um lugar de adoração há mais de 1,4 mil anos, primeiramente como um convento saxão, provavelmente fundado no ano 606”.

Bem próxima da London Bridge, a Southwark Cathedral constitui-se de uma agradável conversão após um passeio na London Dungeon ou na London Bridge Experience. Competindo com tantas atrações e igrejas, como St. Paul’s Cathedral, Wesminster Abbey, St. Martin in The Fields e All Hallows by The Tower – para citar apenas quatro -, essa catedral no South Bank do Rio Tâmisa costuma ficar de fora da lista obrigatória de atrações nos roteiros de muitos viajantes.

Ali pertinho: Borough Market, London Bridge, London Dungeon e London Bridge Experience

Mas quem gosta de arquitetura e história – ou religião, quem sabe? – não deve perder essa belíssima obra. Para visitá-la, não se paga nada, o que, vamos confessar, pode ser um alívio financeiro depois de um dia de muitos e muitos pounds.

Estação de metrô: London Bridge

Mapa para chegar lá

Horário de visitação: Segunda a sexta, das 8h às 18h; sábado e domingo, das 8h30 às 18h; No dia 25 de dezembro, fecha às 13h.

Faça um tour guiado

Site da igreja

Texto e fotos: Gustavo Heldt

Galeria de fotos

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Família Real Britânica: uma instituição milenar

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A Família Real Britânica é uma das instituições mais antigas da história humana. Embora hoje ostente mais pompa do que poder, a monarquia definiu os rumos do império até o fim do século 17 e, desde então, acompanhou tudo de perto, com sua fleuma, tradição e luxo, servindo de bastião da segurança para os britânicos e motivo de interesse e deslumbramento para milhões de visitantes de Londres, que ainda se amontoam em frente ao Palácio de Buckingham para assistir à Troca dos Guardas da Rainha.

Como entender a Família Real Britânica

A Família Real Britânica é o termo que designa os membros mais próximos da família do monarca do Reino Unido. Atualmente, a Sua Majestade é a Rainha Elizabeth II, que ostenta a coroa desde 1952. Ela é a monarca que sustenta o reinado mais longo de toda a história britânica com há 67 anos no trono, passando a sua tataravó, a Rainha Victoria que reinou por 63 anos.

Pela definição tradicional, a Família Real engloba o monarca, o seu cônjuge (Príncipe Philip), os viúvos ou viúvas de monarcas já falecidos (a Queen Mother, ou Rainha Mãe, faleceu em 2002, aos 101 anos de idade), os filhos (Príncipe Charles e seus irmãos, os príncipes Andrew, Edward e Anne), a atual esposa do futuro rei, Príncipe Charles (Camila), os netos (William e Harry, que são os filhos do Charles com a falecida e amada por muitos, princesa Diana) suas cônjuges (Katherine, a esposa de William, Meghan, a esposa de Harry), e os seus bisnetos (George, Charlotte e Louis, filhos de William, e Archie, filho de Harry).

Os poderes da Família Real

No início, os poderes da Família Real não tinha limites. O Rei podia aumentar impostos, gastar à vontade e cortar cabeças de todo mundo que discordasse de suas opiniões.

Carta Magna, assinada em 1215, foi o primeiro golpe no poder absoluto da Realeza. A partir de então, começou a se instituir e fortalecer o Parlamento, que gradualmente retirou poder dos monarcas. Em 1649, na guerra civil inglesa, a execução do Rei Charles I, o exílio de seu filho e a implementação da República deixaram bem claro que a Inglaterra não tinha mais espaço para uma monarca que não respeitasse seus súditos.

Roteiro em Londres

Hoje a Inglaterra e o Reino Unido têm um regime de monarquia parlamentarista, em que a Família Real e a Rainha Elizabeth II representam um papel muito mais simbólico do que executivo. O poder de fato é exercido pelo Primeiro-Ministro, que é escolhido pelo Parlamento.

Parlamento limita os poderes da monarquia. Foto: Mapa de Londres
Parlamento limita os poderes da monarquia. Foto: Mapa de Londres

Família Real Britânica, do Reino Unido ou da Commonwealth

Não é fácil de entender, mas vamos lá.

Quatro países fazem parte do Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte: Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte.

A Rainha Elizabeth II é a monarca do Reino Unido e de outros 15 países da Commonwealth (a Comunidade das Nações, grupo de países que partilham de valores culturais).

Ou seja, não dá para dizer que a Família Real é só do Reino Unido nem das ilhas britânicas.

O termo “britânico” ainda causa muita confusão. As ilhas britânicas são um arquipélago que era parte do Império Britânico. Mas, com a extinção do império, muitos países buscaram e obtiveram uma completa independência em relação à Inglaterra e à Família Real.

As Ilhas britânicas incluem a Grã-Bretanha (onde estão Escócia, Inglaterra e País de Gales), a Irlanda (que se divide em Irlanda do Norte, parte do Reino Unido, e República da Irlanda, um estado soberano) e muitas outras ilhas menores.

Então, apesar de ser conhecida como Família Real Britânica, a Realeza não tem domínio nenhum sobre a República da Irlanda, por exemplo, que fica nas ilhas britânicas.

Apesar de todos esses detalhes, não há um jeito mais fácil de se referir à Família Real do que lhe adicionar o “Britânica” ao fim.

A linha de sucessão ao trono

A linha de sucessão ao trono do Reino Unido era determinada por descendência, legitimidade, gênero e religião. Desde 2011, a questão de gênero foi eliminada da equação.

Vamos ilustrar:

O Príncipe William é o segundo na linha de sucessão, após o seu pai, Charles, que é o filho mais velho da Rainha Elizabeth II. O primogênito do Príncipe William e Catherine é o Príncipe George. Ou seja, ele é o terceiro na linha de sucessão. Com a nova regra de 2011, se a primeira gravidez de Kate resultasse em uma menina, esta assumiria a ponta da linha de sucessão após seu pai, William.

Neste momento, por exemplo, a Princesa Charlotte, irmã do Príncipe George e filha mais nova de William, é a quarta na linha de sucessão. Mas, se o seu irmão mais velho ascender ao trono e tiver um filho, este assumirá o lugar dela na linha sucessória.

A família do Príncipe William. Foto: Royal Family
A família do Príncipe William. Foto: Royal Family, Chris Jelf

A Família Real Britânica já foi de diferentes dinastias (a mudança ocorre quando não há um descendente direto que seja legítimo para o trono). A atual é a House of Windsor, a Casa de Windsor. Mas você sabia que ela tem uma origem germânica oculta? Em 1917, antes da Primeira Guerra e diante de um grande animosidade em relação à Alemanha, o Rei George V mudou o nome da Casa Real de Saxe-Coburg and Gotha para o atual.

A tradição da Família Real Britânica

Veja alguns temas que ajudam a entender um pouco mais sobre a Família Real e sua importância na história britânica e mundial:

Palácio de Buckingham

Palácio de Buckingham. Fotos: Mapa de Londres
Palácio de Buckingham é um dos cartões postais de Londres, capital do Reino Unido. Fotos: Mapa de Londres

A residência oficial da Rainha Elizabeth II é o Palácio de Buckingham, que pode ser visitado durante o verão. No restante do ano, dá para conferir a Troca da Guarda em frente ao palácio. Como visitar o Palácio de Buckingham.

Troca da guarda em Londres

Troca da Guarda em frente ao Palácio de Buckingham. Foto: Mapa de Londres
Troca da Guarda em frente ao Palácio de Buckingham. Foto: Mapa de Londres

A Troca da Guarda é uma cerimônia militar que representa uma tradição em torno da proteção e da importância da Família Real. Há cerimônias em frente ao Palácio de Buckingham, em frente ao Palácio de St James, na Horse Guards e no Castelo de Windsor. Entenda a Troca da Guarda em Londres.

Os palácios de Londres

Hampton Court Palace - Mapa de Londres
Hampton Court Palace é um dos mais suntuosos palácios de Londres. Foto: Mapa de Londres

Londres é famosa por seus belos palácios, cuja história se relaciona intimamente com a do Reino Unido. Desde os primórdios da capital britânica, os palácios abrigam monarcas excêntricos, reuniões importantes e escândalos dos mais variados. Conheça os Palácios de Londres.

Parques Reais de Londres

Regent's Park é de tirar o fôlego no verão. Foto: Mapa de Londres
Regent’s Park é de tirar o fôlego em qualquer época do ano. Foto: Mapa de Londres

Os Parques Reais de Londres são áreas que no passado eram propriedade dos monarcas do Reino Unido e tinham acesso vetado aos súditos. Originalmente, serviam apenas para a recreação da Realeza. Mais tarde, foram abertos para a visitação do público. Conheça os Parques Reais de Londres.

Outros locais importantes para a Família Real Inglesa

  • Torre de Londres: Uma construção quase milenar que abrigou por muito tempo a família real;
  • Palácio de Kensington: Atualmente é onde mora o príncipe Willian e sua família. Esse lugar também já abrigou a família real inglesa nas décadas de 1960 e 1970.
  • Abadia de Westminster: É onde muitos casamentos da família real inglesa ocorreram, inclusive o casamento do príncipe Charles com a princesa Diana.

A Rainha Elizabeth II, Long Live The Queen

Rainha Elizabeth II - Mapa de Londres
Rainha Elizabeth II é a monarca do Reino Unido desde seus 25 anos de idade. Foto: Shutterstock

Coroada em 1952, a Rainha Elizabeth II é a monarca mais longeva a ocupar o trono em toda a história da Família Real. É a chefe de estado do Reino Unido e de outros 15 reinos da Commonwealth, como Austrália e Canadá. Ela superou em setembro de 2015 sua tataravó, a Rainha Victoria. Há muito tempo é uma certeza em um mundo de dúvidas e inquietações.

Leia:

15 fatos sobre a Rainha Elizabeth II

A jornada de Elizabeth até o trono

Príncipe William, o segundo na linha de sucessão

Príncipe William
Casamento de William e Catherine Middleton mobilizou o Reino. Foto: Shutterstock

O Príncipe William, o Duque de Cambridge, é o segundo membro da Família Real Inglesa na linha de sucessão ao trono, atrás de seu pai, o Príncipe Charles. William é o filho mais velho da Lady Diana, que morreu em um trágico acidente de carro quando ele e seu irmão Harry eram crianças. Ao lado de sua esposa, Kate, e seus dois filhos, George e Charlotte, possui carisma e popularidade muito maiores do que seu pai. Conheça a jornada de William.

Príncipe Charles, o futuro Rei

Príncipe Charles
Príncipe Charles e sua esposa, Camilla. Foto: Shutterstock

O Príncipe Charles, o Príncipe de Gales, é o filho mais velho da Rainha Elizabeth II e o herdeiro direto do trono.  Tem 67 anos, é casado com Camilla Parker Bowles e é pai do Príncipe William e do Príncipe Harry. Devido ao seu relacionamento e divórcio complicado com Lady Diana, perdeu a pouca popularidade que detinha. Por isso, é um dos membros da Família Real Inglesa que tem mais restrições dos súditos. Veja a trajetória do Príncipe Charles.

Royal Warrant da Família Real

Garantias Reais
A Família Real Inglesa oferece um selo de qualidade para produtos que aprova e consome. Foto: Mapa de Londres

A monarquia é uma instituição milenar e tem respeito e prestígio em todo o mundo. Você já imaginou associar uma marca, produto ou serviço à Realeza? Bem, isso é possível. Os Royal Warrants of Appointment são uma espécie de selo de Garantia Real. A regalia é concedida a quem presta serviços – não necessariamente gratuitos – à Rainha, ao Duque de Edimburgo ou ao Príncipe de Gales por um período mínimo de cinco anos, alcançando a satisfação da monarquia. Saiba mais sobre a Garantia Real.

Foto: V. Travi, MdM
Foto: Mapa de Londres

Rei Charles I e a Queda da Monarquia

Como a maioria dos Reis até então, Charles I, segundo filho de James I, acreditava que o soberano era designado por Deus para comandar o império. E sem a ajuda do parlamento. Por isso, lutou contra todo mundo que colocava sua aspiração celestial em dúvida e foi decapitado em frente ao Palácio de Whitehall em um período de exceção na história da Família Real e da monarquia britânica. Saiba mais.

 

Se você se interessa em saber mais sobre a Família Real Inglesa, leia também

Roteiro de Londres para Fãs da Família Real

O passeio da Família Real em Londres