Muitos museus de Londres apresentam uma programação especial à noite em um dia da semana ou do mês. Para quem tem pouco tempo na cidade, essa dica serve para encaixar mais atrações no itinerário. Além disso, é uma oportunidade bacana para visitar as coleções em um horário alternativo, muitas vezes com festas temáticas ou drinques para a celebração da arte.
Biblioteca Britânica. Clique para conhecer. Foto: Mapa de Londres
A Biblioteca Britânica, que abriga raridades como rascunhos da Carta Magna, a Bíblia de Gutenberg e letras originais dos Beatles, fica aberta até as 20h nas terças-feiras.
Bem-vindo ao Museu de Ciências de Londres. Fotos: Mapa de Londres
O Late Night do Science Museum ocorre na última quarta-feira de cada mês. Não é apenas uma chance de visitar a coleção do museu em um horário alternativo, mas a oportunidade de participar de uma festa temática, apenas para adultos. Veja o calendário
Clique para conhecer o Museu Britânico. Foto: Mapa de Londres
Um dos grandes museus do planeta, o Museu Britânico fica aberto até as 20h30 nas sextas-feiras, com palestras, debates, performances e exibições de filmes.
Clique para conhecer a National Gallery. Foto: Mapa de Londres
As coleções da National Gallery fecham apenas às 21h nas sextas, com tours guiados, bate-papos e música ao vivo. O bar também atende ao público até esse horário.
Financeiramente, Londres pode não ser tão atraente para compras quanto cidades dos Estados Unidos. Mas é mais acessível do que o Brasil. Então veja dicas para conhecer as melhores lojas de roupas, acessórios e eletrônicos na capital britânica. De cada dica, você encontra mapa, horários e preços. Confira abaixo nosso pequeno Guia de Compras em Londres:
Londres pode não ser tão barata para a compra de laptops, câmeras, celulares e outros eletrônicos quanto cidades dos Estados Unidos. Mesmo assim, o brasileiro pode fazer ótimos negócios em relação ao preço que pagaria em sua terra natal.
Londres é uma das capitais fashion do mundo, e o viajante pode ter uma boa noção disso navegando pelas nossas dicas. Veja as principais lojas e as principais ruas para promover um bom estrago em seu cartão de crédito.
Mas a capital britânica também oferece excelentes opções para os homens. Aliás, alguns parecem empregar ainda mais tempo à produção visual do que as mulheres. Veja dicas.
As lojas de departamento são uma instituição exótica e atraente, com marcas e produtos para todos os gostos e bolsos. Confira a seleção das 7 melhores de Londres.
Viajar para a Europa custa caro. Mas viajar dentro da Europa, não. De Londres, é possível viajar quase de graça pelo continente, ainda mais com um bom planejamento e uma boa combinação de meios de transporte, o avião, o ônibus e o trem.
Como viajar pela Europa partindo de Londres
Avião
As principais companhias aéreas de baixo custo que operam nos aeroportos de Londrs são a EasyJet, a Aer Lingus e a RyanAir. Esta apresenta as melhores ofertas de tarifas. Alguns valores chegam a impressionar, como passagens por 1 libra, 10 libras, 30 libras. Às vezes, paga-se mais de taxa de embarque do que de passagem. Só tome cuidado para ler todas as especificações de cada companhia. Normalmente, a localização do aeroporto não é a melhor e se paga por tudo: serviço de bordo, mala pesada, etc. Mesmo assim, vale a pena pela economia. E a Europa inteira encontra-se na malha aeroviária dessas companhias.
Trem
“O trem é o meio mais rápido e civilizado de chegar a qualquer lugar situado a até 4 horas de distância”, segundo os cálculos de Ricardo Freire, doViaje na Viagem. E também pode ser financeiramente interessante, com um planejamento de longo prazo. A dica é começar a procurar os preços com antecedência de 3 meses (quando são liberados os cronogramas das ferrovias).
Eurostar – Trem de alta velocidade com destinos em diversos países europeus
É mais barato do que o trem, mas não apresenta a mesma velocidade nem o mesmo conforto. A EuroLines, da National Express, é a indicada para viagens a outros países da Europa, e a Mega Bus, para viagens dentro do Reino Unido. Na EuroLines, dá para conseguir passagem para Paris, por exemplo, por 40 libras ida e volta.
A palavra “pub” não descreve com clareza o The Paradise, em Kensal Green, em Londres. Talvez, a julgar pelos pratos servidos, possa ser chamado de gastro-pub. Mas apenas em um primeiro momento, pois logo a música começa a tocar mais alto, e a festa começa. Caso a dança pareça movimentada demais, dá para descer até o lobby e tentar a sorte no karaokê. Não quer incentivar os protótipos de Mika alucinados pela adrenalina da apresentação? Então o melhor refúgio é a sacada, cheia de mesas, plantas e atrações visuais.
Velas por todo lado, anjos pelas paredes, luminárias feéricas e a stairway to heaven. Fotos: Divulgação
Horários: Domingo a quarta, das 16h à meia-noite. Quinta, das 16h à 1h da manhã. Sexta, das 16h às 2h da manhã. Sábado, das 12h às 2h da manhã.
Horários da cozinha: Segunda a quinta, das 18h30 às 22h30. Sexta, das 18h30 às 23h. Sábado, das 12h às 16h e das 18h30 às 23h. Domingo, das 12h às 21h.
Olhe para cima. Mas faça isso logo na chegada, para enxergar com nitidez as luminárias pintadas que adornam o teto. Depois dos vinhos, cervejas ou coquetéis, o colorido da decoração dará um tom ainda mais animado ao lugar. Confira.
A comida
A boa gastronomia do Paradise não custa tão caro assim. Entrada + o prato principal + sobremesa = 25 libras, em média. As carnes e os frutos do mar pedem um bom vinho para acompanhar.
O ônibus mais famoso do mundo quase não circula pelas ruas de Londres. Abriu a boca, em choque? É verdade. O Routemaster, o mais famoso ônibus vermelho de Londres, de dois andares, fabricado de 1956 a 1968, foi praticamente aposentado, pois era muito poluente, pouco econômico e nada acessível.
Routemaster à esq. Não é só peça de museu
Mas não se desespere. Ainda dá para andar com o velho e querido Routemaster. Ele foi mantido em duas linhas, as chamadas rotas 9 e 15 heritage, que transportam nativos e turistas para apreciar pontos turísticos sentados em um ponto turístico. E o melhor: pelo mesmo preço de uma jornada normal.
Como a maioria dos Reis, Charles I, segundo filho de James I, acreditava que o soberano era designado por Deus para comandar o império. E sem a ajuda do parlamento.
A partir dessa premissa, brigou com todo mundo que discordava do pressuposto. Dissolveu o parlamento duas vezes, elevou impostos para promover guerras, casou-se com uma Princesa católica, nomeou o infame George Villiers como Duque de Buckingham e não reconheceu a legalidade do tribunal que o julgou por traição após a segunda guerra civil, em 1649.
O julgamento do Rei Charles I
Apesar do ódio que o Rei Charles I despertava por sua política religiosa, econômica e internacional, muitos súditos ainda o apoiavam. Assim, com o intuito de manter a idoneidade do julgamento, o público não pôde presenciá-lo. Por outro lado, no dia, a maioria do parlamento votaria contra a execução do Rei. Só que essa parcela desfavorável ao exército de Cromwell foi impedida de entrar no prédio e votar.
À acusação de trair a pátria e governar como tirano, o Rei Charles I nem se defendeu, por não reconhecer que seus atos pudessem ser julgados por uma corte. O costume de tirar o chapéu diante dos juizes também não foi praticado pelo Rei.
A sentença de Charles I
Até encontrar um juiz disposto a condenar o soberano foi difícil. O escolhido, John Bradshaw, temia por sua vida. Foi ele quem leu a sentença:
– O referido Charles Stuart, como tirano, traidor, assassino e inimigo público da nação, deve ser executado com a separação da cabeça de seu corpo.
A execução de Charles I
No dia da execução, 30 de janeiro de 1649, um palco foi montado em frente à Banqueting House. Só que ninguém queria ser o carrasco do Rei. Assim, depois de muita insistência e uma boa recompensa financeira, dois homens aceitaram o trabalho, com a condição de vestirem máscaras, a fim de que ninguém reconhecesse sua identidade.
Os relatos da época dão conta de nunca se ouviu um lamento tão grande quanto após a decapitação do Rei Charles I. Mesmo assim, muitos espectadores deixaram a lamúria de lado e correram em direção ao morto, com lenços na mão. Dessa forma, puderam se banhar com o sangue do Rei, considerado divino.
O Palácio de Whitehall (Palace of Whitehall) era a residência oficial da monarquia britânica em Londres entre 1530 e 1698, até que um incêndio destruiu tudo exceto a Banqueting House e outras pequenas partes, que foram incorporadas a prédios administrativos do governo. Em seus momentos finais, tratava-se do maior palácio da Europa, com 1,5 mil salas, sobrepujando o Vaticano e Versalhes.
Construção
No século 13, o centro administrativo e a residência oficial dos reis da Inglaterra era o Palácio de Westminster. Por isso, a área onde ele se localizava valorizou-se bastante. Walter de Grey, o então Arcebispo de York, comprou uma propriedade próxima dali e a chamou de York Place. Na época, o Rei Edward I utilizava o York Place como moradia enquanto seu palácio encontrava-se em reformas. Só que o York Place acabou crescendo tanto, que superou o Palácio de Westminste e todos os outros palácios reais. Então, em 1530, o Rei Henry VIII comprou o local e o transformou em sua residência oficial.
E reconstrução
Henry VIII redesenhou o palácio e o ampliou enormemente. Durante toda a vida, o Rei orquestrou os trabalhos de arquitetura para reconstruir, modernizar e aumentar o palácio, que ganhou o nome de Whitehall poucos anos depois do soberano assentar-se ali. Nessa ampliação, inclui-se um centro recreativo, com quadra de tênis indoor, ringue de rinhas de galo e um espaço para duelos entre cavaleiros.
Foto: Divulgação
Banqueting House
Após a morte de Henry VIII, James I também resolveu mexer no palácio. Uma de suas principais obras foi a Banqueting House, construída em 1622 e considerada uma sobrevivente. Serviu como local para entretenimento do filho de James, o Rei Charles I e, mais tarde, como palco de sua morte, por decapitação, em 1649. O soberano se foi, mas o prédio permaneceu. Ficou imune ao incêndio de 1698, que vitimou o Whitehall Palace, e aos bombardeios da Segunda Guerra Mundial, na década de 1940. Atualmente, recebe turistas, curiosos e estudiosos que desejam se encantar com o restante do primeiro palácio em estilo neoclássico da Inglaterra e seu famoso teto coberto pelas tintas de Sir Peter Paul Rubens.
Charles I foi decapitado em frente à Banqueting House. Como a maioria dos Reis, Charles I, segundo filho de James I, acreditava que o soberano era designado por Deus para comandar o império. A partir dessa premissa, brigou com todo mundo que discordava do pressuposto. Dissolveu o parlamento duas vezes, elevou impostos para promover guerras, casou-se com uma Princesa católica, nomeou o infame George Villiers como Duque de Buckingham e não reconheceu a legalidade do tribunal que o julgou por traição após a segunda guerra civil, em 1649.
Organizar o orçamento da viagem é uma das partes mais importantes do planejamento. Abaixo, organizamos um guia com todos os preços do transporte em Londres, com os valores atualizados para 2017. Neste post, você vai ver quanto vai gastar em ônibus e metrô e também como economizar no dia a dia em seus deslocamentos pela cidade.
Preços do transporte em Londres
Primeiro, é importante entender que você não deve usar as passagens single no metrô e no ônibus. Elas são mais caras do que outras duas alternativas, o Pay As You Go do Oyster Card e o Passe Semanal ou Mensal.
Veja abaixo a tabelinha com os preços essenciais (os quais explicaremos em instantes):
Para a tabela cima, saiba que:
Preços = libras
Oyster card = cartão magnético (individual) que é carregado com um valor em libras. Esse crédito é utilizado a cada viagem feita. Você pode ir gastando esse crédito conforme o uso (pay as you go) ou adquirir um passe semanal ou mensal e creditá-lo no cartão.
Teto diário (daily cap) = O teto diário é o valor máximo que você gastará usando metrô, ônibus, trem, DLR e o que for que esteja dentro das zonas especificadas. Se você depositar 6,60 libras em um Oyster Card, vai poder usar um dia inteiro de transporte, para fazer quantas viagens quiser. Se usar apenas uma viagem de ônibus, por exemplo, ele vai descontar apenas o preço de uma passagem, 1,50 libra.
Zonas = o metrô de Londres é dividido em zonas concêntricas que saem do absoluto centro da cidade para regiões periféricas. Os principais pontos turísticos da cidade estão todos nas zonas 1 e 2. É provável que você não utilize nem a zona 3 no dia a dia. Considere, entretanto, que o aeroporto de Heathrow está na zona 6.
Travelcards = os passes são de dias consecutivos, ou seja, sete dias em sequência (você pode comprar para usar já no dia da compra ou para começar a contar no dia seguinte).
Passe ou Pay as you go = Para quem vai usar bastante ônibus e metrô, a conta é fácil: compre passe de sete dias apenas se você for ficar a partir de seis dias. Para menos dias, carregue o Oyster Card com o valor do teto diário multiplicado pelo número de dias.
Oyster Card é essencial em Londres
Antes de explicar os preços dos meios de transporte, melhor entender o que é o Oyster Card. Trata-se de um cartãozinho magnético que oferece descontos e praticidade no sistema de transporte londrino.
Você pode obtê-lo por 5 libras (reembolsáveis se você quiser devolvê-lo antes de deixar Londres), carregável com dinheiro, cartão de crédito ou cartão de débito. À venda em estações de metrô, bancas de revista e lojinhas com o logo do Transport for London na frente.
Aviso: todo o crédito restante no Oyster Card, inclusive as 5 libras de depósito, é reembolsado ao viajante que devolve o cartão em uma estação antes de deixar Londres.
Passe ou Pay as you go
O Oyster Card permite que você adquira créditos “pay as you go” ou um passe (semanal, mensal ou até anual). Para quem vai ficar menos de quatro dias, é melhor não comprar passe. Para quem vai ficar quatro dias ou mais, já vale a pena economicamente obter o 7 Day Travelcard. Esse passe dá direito ao uso irrestrito do meio de transporte durante aquele período determinado. Há passes apenas para ônibus e passes que englobam o metrô também, cujos valores serão especificados mais abaixo.
Teto máximo de gasto
Uma das vantagens do Oyster Card é que ele estabelece um “cap” diário de gasto, um teto de custo que não será ultrapassado mesmo que você utilize cem vezes o transporte durante o dia. Ou seja, mesmo no pay as you go, sem um passe definido, você não gastará, em um período de 24 horas, mais do que o “cap” usando de forma ilimitada ônibus e metrô. Por isso, não vale a pena comprar o tickets únicos.
O que fazer na prática
Então não precisa pensar muito.
Se ficar até 5 dias (inclusive), compre o Oyster Card e carregue-o com 6,60 libras por dia de uso + as 5 libras reembolsáveis. Com esse valor, você poderá andar à vontade de ônibus e metrô nas zonas 1 e 2 (as mais turísticas) sem se preocupar.
Se ficar 6 ou 7 dias, compre o Oyster Card e carregue-o com um passe chamado 7 Day Travelcard para ônibus e metrô, zonas 1 e 2 (33 libras). Assim, você poderá passar uma semana inteira andando à vontade de metrô e ônibus nas zonas turísticas por esse valor.
Ou seja:
Veja os gastos que você terá:
7 dias na cidade = Passe de 33 libras.
6 dias na cidade = Passe de 33 libras.
5 dias na cidade = 6,60 libras x 5 = 33 libras.
4 dias na cidade = 6,60 libras x 4 = 26.40 libras.
3 dias na cidade = 6,60 libras x 3 = 19,80 libras.
2 dias na cidade = 6,60 libras x 2 = 13,20 libras.
1 dia na cidade = 6,60 libras x 1 = 6,60 libras.
Para quem viaja com a família
Crianças de até 10 anos não pagam para usar o transporte público e nem precisam de um cartão. Se seu filho tiver entre 11 e 15, peça um Young Visitor Oyster Card em um guichê na estação. Você precisa estar acompanhado da criança na hora.
Preços do metrô de Londres
Metrô de Charing Cross. Foto: Mapa de Londres
O mais ágil meio de transporte de Londres cobra seu preço. Trata-se da maneira mais cara de se mover na capital britânica. Mesmo assim, vale a pena, pois tempo, em se tratando de turismo, também é dinheiro.
Preços do metrô em 2017
Passagem unitária: o preço depende da estação de origem e da estação de destino, da direção da viagem, do horário e do dia da semana. Exemplo: uma viagem de ida e volta pode ter um custo para ir e outro para voltar. Neste link, você pode simular o custo de uma jornada entre duas estações.
Pay As You Go Diário (Oyster) para zonas 1 a 2 (as mais turísticas): 6,60 libras para 1 dia de viagens ilimitadas de ônibus e pelas zonas 1 e 2 nos trens e no metrô.
Pay As You Go Diário (Oyster) para zonas 1 a 3: 7,70 libras para 1 dia de viagens ilimitadas de ônibus e pelas zonas 1 e 2 nos trens e no metrô.
Passe semanal (Oyster): 33 libras para 7 dias consecutivos de viagens ilimitadas de ônibus e pelas zonas 1 e 2 nos trens e no metrô.
Passe mensal (Oyster) para zonas 1 e 2: 126,80 libras para 30 dias consecutivos de viagens ilimitadas de ônibus e pelas zonas 1 e 2 nos trens e no metrô.
Quanto devo colocar no Oyster?
O turista deve considerar primariamente zonas 1 e 2 em seus planos, pois nelas está situada grande parte dos pontos turísticos.
Quer saber quanto colocar no Oyster Card para ir e voltar do Heathrow? Quer saber se vale a pena comprar um passe semanal se vai ficar apenas 3 dias? Veja uma simulação detalhada com todos os valores e opções, para que você possa programar sua estratégia de transporte para seu roteiro em Londres.
Passes no metrô de Londres
Devo comprar um passe semanal? A resposta é “sim” caso sua estada seja de cinco dias ou mais. Até 4 dias (inclusive), vale mais a pena usar o Oyster Card creditando, por dia, 6,60 libras (o dia inteiro de ônibus e metrô, quantas vezes você quiser). Também há o passe mensal e o anual. O custo do 7 Day Travel Card é de 33 libras.
Lembre-se: se sobrar algum crédito no Oyster Card ao fim da viagem, você pode solicitar o reembolso. Além da grana que restar, você receberá também as 5 libras de depósito de volta. Você pode devolver o cartão em um guichê na última estação de metrô visitada (normalmente, a do Heathrow).
Sistema de ônibus é mais barato do que o metrô. Foto: Mapa de Londres
Embora não seja tão rápido quanto o metrô, apresenta diversas vantagens. Entre elas, a economia, o funcionamento 24 horas e a possibilidade de admirar a cidade durante o trajeto, pela janela.
Não há zonas
O ônibus não obedece ao mesmo sistema de zonas do metrô. No ônibus, a passagem vale até o desembarque.
Passeio de barco é opção bacana para ir a Greenwich. Foto: Mapa de Londres
Já percebeu que o o Rio Tâmisa figura em boa parte das fotos de pontos turísticos de Londres? Isso porque ele tem grande importância na construção da cidade. Ao longo e ao redor do rio, em meio a brigas de romanos, vikings e saxões, surgiu uma das grandes metrópoles do mundo. Por isso, um passeio pelas águas oferece alguns dos melhores ângulos para suas fotos na capital britânica.
A principal empresa a oferecer esse tipo de transporte é a Thames Clipper, que transporta mais de 7 mil passageiros por dia. A empresa apresenta duas opções de passeio: um single ticket de um píer para o outro ou um passe para um dia inteiro de jornadas, com embarque e desembarque em qualquer um dos píers.
Dá para compar online ou antes de embarcar. Comprando na hora, é possível obter desconto de 30% apresentando Oyster Card, travelcard ou student card. Confira a tabela de preços.
Bicicletas
Que tal um passeio de bicicleta no Kensington Gardens? Foto: Mapa de Londres
Tá certo que o metrô e o ônibus são ícones da capital britânica e merecem a sua utilização, mas a bicicleta é uma forma de transitar com velocidade e visibilidade total da cidade.
Considere, em seu roteiro, portanto, alugar uma bicicleta. Na verdade, você pode até pegar uma de graça. Em parceria com o banco Barclay’s, a prefeitura de Londres disponibiliza centenas de bicicletas por toda a cidade. O serviço está disponível 24 horas por dia. É completamente self service: você chega até uma das centenas de estações de bicicletas, paga uma taxa de acesso com cartão de crédito em uma maquininha e retira uma bicicleta. Se você a devolve em até 30 minutos, não tem que pagar nada.
Preços
Taxa de cadastro no serviço: 2 libras por 24 horas de uso. A essa taxa fixa, soma-se o tempo de uso da bicicleta, entre a retirada em uma estação e a entrega em outra. Devolvendo em menos de meia hora, não há taxa extra.
Exemplo: depois de pagar essa taxa de acesso, você pode andar o dia inteiro de bicicleta sem pagar nada a mais por isso, desde que devolva a bike sempre em menos de meia hora. Você pode andar 20 minutos até uma dock station, depois 25 minutos até a próxima, parar para tomar um café, etc.
Se você quiser usar a bike por mais de meia hora, você vai pagar 2 libras para cada período extra de 30 minutos. Se usar por 50 minutos, vai pagar a taxa de acesso de 2 libras e mais o extra de 2 libras.
Não se assuste ao ouvir falar de Oyster Card ao pesquisar sobre o sistema de transporte de Londres. Como os tickets e passes em papel estão cada vez mais raros, melhor se acostumar. O Oyster Card é um cartãozinho magnético que você pode obter por 5 libras (reembolsáveis se você quiser devolvê-lo antes de deixar Londres).
É possível pagar com cartão de crédito, débito ou dinheiro. Você escolhe entre creditar um valor “pay as you go” ou comprar um passe semanal (ou até mensal), que proporciona descontos ainda maiores.
Onde comprar
Em qualquer estação de metrô, em bancas de revistas e até em supermercados. Lojinhas que vendem anunciam com um adesivo do Transport for London na fachada.
Como usar
Procure o leitor amarelo do Oyster Card e passe o cartão. Após o apitinho, veja o saldo na tela. No metrô, passa-se o cartão na entrada e na saída. No ônibus, apenas na entrada.
Vantagens
– Praticidade (dá para levar na carteira e carregar no cartão o passe ou o valor necessário para suas viagens)
– Economia (é sempre mais barato andar de metrô e ônibus usando o Oyster Card, de preferência combinado a um passe semanal ou mensal)
– Teto de pagamento diário (o “cap” do Oyster Card é de 4,40 libras para ônibus e de 8,80 libras para ônibus e metrô nas zonas 1 e 2. Ou seja, dá para usar o transporte quantas vezes quiser por um preço fixo durante aquele dia determinado)
E o ticket de papel?
Ele não morreu, mas é cada vez menos usado.
Passes
Devo comprar um passe semanal? A resposta é “sim” caso sua estada seja superior a três dias. Até três dias, vale mais a pena usar o Oyster Card.
O ônibus de Londres pode não ser tão veloz quanto o metrô, mas oferece diversas vantagens para os turistas. Entre elas, estão a economia, o funcionamento 24 horas e a possibilidade de se encantar com a cidade pela janela. Confira um guia completo para andar de ônibus na capital britânica.
Passo a passo para andar de ônibus em Londres
Horários
A maioria das linhas de ônibus funciona das 5h até a meia-noite, como o metrô. A diferença é que o sistema de ônibus possui rotas especiais noturnas, aquelas identificadas com o N na frente, que circulam durante toda a madrugada.
Passagem
A atitude mais econômica para usar ônibus e metrô é usar o Oyster Card, um cartão recarregável que oferece descontos nas jornadas. Com ele, cada trecho custa 1,50 libras, e o “cap” diário (o teto de pagamento, o valor máximo pago em um dia) é de 4,50 libras. Ou seja, pagando 4,50 libras por dia, dá para andar o quanto quiser de ônibus. E o melhor: no ônibus, não há diferença de preço entre as zonas, como no metrô.
Oyster Card
O Oyster Card é um cartão magnético que você pode obter por 5 libras (reembolsáveis se você quiser devolvê-lo antes de deixar Londres). Você pode carregá-lo utilizando cartão de crédito, cartão de débito ou dinheiro. Assim, basta creditar um valor “pay as you go” ou comprar um passe semanal (ou até mensal), que proporciona descontos ainda maiores.
Lembre-se: se sobrar crédito no Oyster Card, você pode obter até 10 libras ao devolver o cartão, além das 5 libras do depósito, na última estação de metrô, possivelmente em Heathrow. O cartão é inteligente e gasta sempre o menor valor possível.
Passes de ônibus em Londres
Existe um passe semanal apenas de ônibus, para usar esse transporte quantas vezes quiser durante sete dias, por 21,20 libras. E, se você também quiser andar de metrô à vontade durante esse período, compre o 7 Day Travelcard para ônibus e metrô, zonas 1 e 2, por 33 libras (vale a pena pela comodidade). A partir de seis dias de estada em Londres, o passe semanal já é o mais recomendado.
Para ver uma simulação exata com o valor que você deve depositar no Oyster Card, já considerando os dias de sua estada, veja este post.
Onde comprar
Oyster Card: Em máquinas de qualquer estação de metrô, em bancas de revista e em supermercados.
Taxa de depósito: quando você comprar um Oyster Card, terá de pagar 5 libras como taxa de depósito, que pode ser recuperada quando você devolver o cartão.
Passagem única: Em máquinas ao lado de paradas de ônibus, em estações de metrô, em bancas de revista.
Mapa das linhas de ônibus
Para facilitar a sua vida, os ônibus em Londres obedecem a um cronograma bem definido, sempre presente nas paradas. Confira ao lado ou no link abaixo mapa das linhas de ônibus da cidade.
Mesmo com o apoio do mapa, não se encontrou muito bem? Não tem problema. O Transport for London oferece um simulador chamado Journey Planner, muito bom para encontrar os melhores meios de transporte para você. Você fornece um local de saída e um de chegada, e ele indica a melhor rota, seja de ônibus, metrô, trem ou barco, tudo com descrições detalhadas e mapas.
A cada parada de ônibus, é designada uma letra para que você possa identificar exatamente quais ônibus passam ali. Neste caso, a letra é G.
Se o sinal na placa contiver um círculo vermelho em um fundo branco, com o dizer “bus stop” abaixo, o ônibus vai parar sempre que houver gente esperando na parada, exceto quando ele estiver lotado.
Se o sinal na placa for um círculo branco em um fundo vermelho, com a frase “request stop, você terá de sinalizar com a mão para que o ônibus pare.
Além de uma letra, toda parada possui um nome, como, neste caso, Hampton Court Station. Do outro lado da rua, você verá uma parada com o mesmo nome, só que com uma letra diferente. O nome indica a área onde a parada se localiza, e a letra define exatamente quais ônibus passam por ali naquele determinado sentido.
Na maioria dos ônibus, há um sinalizador eletrônico mostrando a próxima parada, que também pode ser anunciada pelo altofalante.
A parada também indica a direção para onde o ônibus está indo. Neste caso, towards Molesey. Verifique no mapa da parada para ter certeza de que é o sentido correto. Esse mapa é bastante útil e intuitivo, pois mostra detalhadamente as paradas de ônibus em toda a região, com as respectivas letras, nomes e linhas.
Abaixo do Towards, você encontra os números das linhas que passam pela parada. Aqueles números com fundo amarelo indicam ônibus em que não há venda de passagem dentro do veículo. Os números com N na frente designam os ônibus noturnos, que possuem rota diferente durante a noite. Esses Night buses são bem importantes, pois é a eles que você terá de recorrer quando o metrô não estiver em funcionamento durante a madrugada.
O que fazer dentro do ônibus em Londres
Na dúvida, faça sinal para ele parar (o braço esticado brasileiro vale aqui também). Entre, procure o leitor amarelo do Oyster Card e passe o cartão. Após o apitinho, escolha um bom lugar, de preferência no segundo andar, lá na frente, para admirar Londres durante o trajeto. Na hora de sair, aperte o botão vermelho para requisitar a parada. No ônibus, só se passa o Oyster Card na entrada, e não na saída. No metrô, se passa duas vezes.
Etiqueta no ônibus
– Tenha o ticket ou Oyster Card em mãos, preparado, para evitar filas na entrada
– Respeite a fila ao embarcar
– Em ônibus normais, entre pela porta da frente. Se tentar pela de trás, provocará a suspeita de que está tentando andar de ônibus sem pagar pela passagem. Em ônibus tipo sanfona, entre pela do meio. Na dúvida, deixe alguém assumir a frente e faça o mesmo.
– Não tente entrar no ônibus depois que as portas já estiverem fechadas. Não dá para ficar batendo nelas até que o motorista as abra.
– É proibido fumar dentro do ônibus
– Bebidas alcoolicas também são proibidas no ônibus (e no metrô)
– Não coma dentro do ônibus
– Dê preferência de assento a idosos e mulheres grávidas.
Um passeio de ônibus em Londres
Foto: Mapa de Londres
Tipos de ônibus
Atualmente, grande parte dos ônibus se divide entre double deckers (dois andares) e o single deck grandalhão (tipo sanfona). O Routemaster, o tradicional double decker de Londres, atua apenas em duas linhas especiais, as rotas culturais número 9, de Kensington High Street até Aldwych, e número 15, de Trafalgar Square para Tower Hill.
Nos últimos anos, entraram em circulação os novos Routemasters (foto à direita), que emitem menos poluentes, são mais acessíveis, respeitam melhor regras de segurança, oferecem maior conforto e substituem aos poucos os bendy buses (os grandalhões tipo sanfona).
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