Como fazer mala de viagem? Dicas básicas para visitar o Reino Unido

Aprender como fazer mala de viagem pode até parecer tarefa simples, mas é quase uma arte. E acredite: dominar as técnicas para organizar sua bagagem pode fazer toda a diferença no passeio. Afinal, se você pretende fazer um roteiro turístico tradicional ou um mochilão pelo Reino Unido, seus pertences também serão seus companheiros. ?

Independente do destino em questão, a melhor orientação sempre é: procure fazer uma mala enxuta. Não há nada mais cansativo do que ficar arrastando bagagens pesadas por todo o lugar, especialmente contendo itens que você nem precisa. Além disso, a mala sempre costuma voltar mais cheia e ninguém gosta de pagar pelo excesso, certo?

Então, para ajudar na tarefa de arrumar sua mala de viagem, selecionamos algumas dicas pontuais. Abaixo, você descobre quais são elas. ✈️

Mala de viagem
Alguns truques ajudam a tornar a organização da mala mais funcional. Foto: iStock, Getty Images

Aprenda como fazer mala de viagem com 6 dicas

Geralmente, cada pessoa desenvolve suas próprias técnicas para arrumar a mala com louvor. Mas, para você que é meio desorganizado, vale a pena seguir esse roteirinho de seis dicas para garantir que você não vai se perder na hora de fazer a bagagem:

1. Estude o destino

Antes de montar a mala, o primeiro passo é pesquisar bastante sobre o destino que você irá visitar. Por exemplo: no Reino Unido, que fica na Europa (hemisfério norte), as estações são contrárias às nossas. O verão ocorre de junho a setembro, mas o calor não é tão intenso quanto no Brasil. Em Londres, esse também é o período em que mais chove.

O inverno na Inglaterra, porém, dificilmente é muito rigoroso. Com temperaturas médias entre entre 5ºC e 10ºC, raramente neva. Essas informações sobre o clima, por exemplo, são essenciais na hora de montar a mala. Por isso, obter informações básicas acerca dos lugares que você vai conhecer é indispensável.

2. Faça uma lista

Fazer listas é uma característica das pessoas organizadas. Hoje, você pode escrever até mesmo no celular: quando tiver um tempinho livre, tome nota de cada item que você precisa levar. Depois, reveja o que você anotou tentando ser bem seletivo quanto ao que realmente é necessário ter consigo.

Para as meninas, uma dica bem útil é observar o roteiro e procurar descrever o que você vai usar em cada dia da viagem. Procure pensar em looks versáteis, que permitam reaproveitar peças. Assim, você perde menos tempo escolhendo a roupa no dia e garante que não vai lotar a mala com peças dispensáveis.

3. Escolha roupas versáteis

Este tópico tem a ver com o anterior. Se você não quer uma mala pesada, terá de reaproveitar algumas peças. Então, dê preferência a itens com cores mais neutras, que possibilitem várias combinações. Lembre-se de que, durante a viagem, você também pode adquirir roupas – e vai precisar de um espacinho para elas na mala.

4. Faça rolinhos com as peças

Depois de selecionar as roupas que você vai levar, dobre as peças e depois faça rolinhos com elas, para que ocupem menos espaço. Afinal, camisetas e calças que não amassam com facilidade não precisam necessariamente ficar esticadas. Os sapatos devem estar no fundo da mala.

Outra dica bacana é deixar as peças que você pretende utilizar com mais frequência na parte de cima. Isso facilita a vida.

5. Utilize sacos a vácuo

Se você vai viajar no inverno, uma boa dica é apostar no saco a vácuo. Coloque suas roupas volumosas dentro dele e depois utilize uma bombinha ou aspirador para retirar o ar. Assim, as peças ocupam menos espaço dentro da mala.

6. Aposte em pequenos kits

Sempre é interessante utilizar pequenos kits ou frasqueiras para organizar itens de higiene pessoal, maquiagens e cabos eletrônicos. Assim, fica mais fácil de achar tudo na mala. No caso de cremes, shampoo e condicionador, prefira levar frascos pequenos. Menos é mais.

Importante: nunca deixe nada de valor elevado na mala que você vai despachar. Dinheiro, eletrônicos e documentação devem ir na mochila de mão. De preferência, tranque a mala com cadeado.

Como escolher a mala de viagem ideal

Na hora de comprar uma mala, a escolha vai depender do seu estilo de viagem. Se você vai fazer um roteiro rápido e passar por diversas cidades, prefira uma bagagem mediana e com rodinhas, para facilitar o transporte. Acredite: a praticidade vai gerar muito menos estresse.

Já se você for ficar mais tempo fora e pretende trazer vários itens de fora para o Brasil, até vale embarcar com uma mala de tamanho médio e outra maior. Nesse caso, porém, lembre-se de ir com a grande bem vazia. Afinal, a ideia não é usá-la no dia a dia, mas sim na volta.

E aí, descobriu como fazer mala de viagem? Curtiu nossas dicas? Tem mais alguma a acrescentar? Comente! ?

Explore os encantos da Ilha de Wight

Retiro sereno para quem deseja curtir momentos relaxantes fora de Londres, a Ilha de Wight é uma verdadeira preciosidade do território inglês. Situada na costa sul da Inglaterra, trata-se da maior ilha do Canal da Mancha, com cerca de 140.000 habitantes e área estimada em 380 km² – recheados de belezas naturais, é claro. ??

A Ilha de Wight é famosa por diversos motivos: com clima ameno, sempre foi um dos destinos de férias preferidos dos britânicos. Isso desde os tempos da Rainha Vitória, que não era boba e curtia as praias da região. Outro fator que torna esse pedacinho do país lendário é o Festival da Ilha de Wight, que na década de 70 reuniu grandes nomes do rock, como Jimi Hendrix, The Doors e The Who, e ainda atrai milhares de fãs todo ano.

Seja pelas belas paisagens, pelo fator cultural, pelas praias atrativas ou por seus moradores simpáticos, o fato é que a Ilha de Wight é um destino imperdível. Por isso, abaixo, reunimos algumas sugestões para o seu roteiro. ?

4 pontos turísticos da Ilha de Wight

Ao percorrer a Ilha de Wight, o visitante se depara com um ambiente que é, ao mesmo tempo, rural e praiano. Para explorar um pouquinho dessa atmosfera, sugerimos que você inclua estes quatro pontos turísticos no seu itinerário pela costa sul inglesa:

The Needles

Needles
As charmosas Needles, no ocidente da Ilha de Wight. Foto: iStock, Getty Images

The Needles (As Agulhas) é apelido dado a uma cadeia de montanhas de calcário, que se erguem ao longo do mar, na extremidade ocidental da Ilha. Pertinho da Baía de Alum, essa é talvez uma das partes mais bonitas do território: ali também fica um farol, projetado em 1859 pelo engenheiro escocês James Walker, que contribuiu para tornar a região ainda mais charmosa.

O nome “Needles” surgiu quando, em 1764, uma tempestade atingiu a quarta formação rochosa, que entrou em colapso. Como os restos remanescentes ficaram com um formato pontiagudo, o nome pegou e continua até hoje.

Sandown

 Sandown Pier
Sandown é uma das melhores praias da Ilha. Foto: iStock, Getty Images

Perfeito para curtir o mar e até praticar esportes aquáticos, Sandown é um balneário localizado na costa sudeste da Ilha de Wight, ao lado da cidade de Shanklin. A Baía de Sandown, ou Sandown Bay, é um dos destinos mais adorados pelos turistas: extenso, com fácil acesso, areia dourada e mar azul, trata-se do local perfeito para relaxar.

Godshill

 Godshill
As charmosas casinhas de Godshill. Foto: iStock, Getty Images

Se você deseja absorver a essência rústica da vida em Wight, sugerimos que visite Godshill – uma pequena e simpática cidadezinha entre Shanklin e Newport. Fazendas e campos verdes com vaquinhas pastando são elementos que compõem o clima do local.

Lá também há diversos atrativos que remontam ao passado, como casinhas em estilo Cottage (pequenas, com somente um piso e telhados arredondados) e construções medievais, como a Igreja All Saints Church, erguida no século 14. No centrinho da cidade você também vai encontrar diversas lojinhas simpáticas vendendo chás e produtos locais, como queijos artesanais. Aproveite! ?

Priory Bay

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A reclusa Priory Bay, na Ilha de Wight. Foto: Debnigo, CC BY-SA 3.0

Por fim, deixamos mais uma sugestão para um banho de mar imperdível no verão da Ilha de Wight – especialmente se você gosta de prainhas mais reclusas e com pouco agito. Priory Bay é praticamente intocada e fica na região leste da vila de Nettlestone. Além de paisagens incríveis, o local também é famoso pela gastronomia: não deixe de experimentar as ostras locais.

De Londres para a Ilha de Wight

Já foi contagiado pela ideia de visitar a Ilha de Wight? Então, o próximo passo é organizar o passeio. Na verdade, é bem fácil chegar até lá.

O primeiro passo é escolher um meio de transporte. Partindo de ônibus (costuma ser a alternativa mais barata), são 3h50 de viagem até Portsmouth, cidade no sul do Reino Unido. Já de trem, em torno de 4h de viagem, você pode sair de Waterloo ou Victoria e chegar a Portsmouth Harbor, Southampton Central ou Brockenhurst. 

Chegando a tais cidades, você ainda vai precisar pegar um ferry (barca) para chegar até Wight, afinal, estamos falando de uma ilha. Mas não há mistério algum: partindo de Portsmouth, por exemplo, a balsa chega a Wight em cerca de 20 minutos. Daí é só aproveitar. ?

Links úteis: opções de trens e opções de ônibus

E aí, gostou de conhecer os encantos da Ilha de Wight? Pretende fazer uma visita à região em breve? Conte para a gente nos comentários. ?

Conheça a história de Camila, Duquesa da Cornualha

Camila, a Duquesa da Cornualha e atual esposa do Príncipe Charles, sempre esteve nos holofotes britânicos.

Com a possibilidade de que seu marido chegue realmente ao trono, então, o burburinho ao redor de seu nome tende a aumentar ainda mais. ?

Apesar da má fama, é preciso reconhecer que Camila sabe lidar muito bem com a imprensa e a Família Real.

Afinal, mesmo sendo lembrada como pivô da separação de Charles e Diana (que era adorada pelo público), ela foi capaz – de forma gradual e diplomática – de se livrar da imagem “manchada” e conquistar a simpatia e admiração da maioria dos britânicos.

E aí, ficou interessado para conhecer melhor o perfil da Duquesa da Cornualha? Então confira, abaixo, nosso resumão de hoje. ?

Duquesa da Cornualha
Camila, Duquesa da Cornualha, ao lado de Kate Middleton, a Duquesa de Cambridge. Foto: iStock, Getty Images

Quem é Camila, Duquesa da Cornualha

Camila Rosemaria Shand, nascida em Londres (17 de julho de 1947), é filha do major Bruce Middleton Hope Shand, ex-oficial do exército, e Rosalind Cubitt, a filha mais velha de Roland Calvert Cubitt, o 3° Barão Ashcombe.

Conhecida pelos íntimos como Mila, a atual duquesa da Cornualha teve uma infância bastante comum.

Quando jovem, Camila estudou na Dumbrells School, no condado de Sussex e na Queen’s Gate School de Londres.

Ela completou sua formação na Suíça, em uma escola destinada especialmente a preparar moças para a vida social. Ao regressar à Inglaterra, trabalhou como secretária em diversas firmas, incluindo a rede de decoração Sibyl Colefax & John Fowler.

A vida de Camila começaria a se transformar radicalmente na década de 70, período em que se casou com Andrew Parker Bowles e conheceu o Príncipe Charles.

A vida pessoal de Camila, Duquesa da Cornualha

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Camila, Duquesa da Cornualha, no Castelo de Hillsborough. Foto: Kelvin Boyes, CC BY 2.0

Sim: antes de se envolver em um romance com o Príncipe da Inglaterra, Camila já havia se casado. Em 1973, ela virou a esposa de Andrew Parker Bowles, oficial do exército, amigo de Charles e afilhado da Rainha Elizabeth II. Juntos, eles tiveram dois filhos: Tom (1974) e Laura (1978).

O romance entre Camila e Charles, portanto, floresceu nessa mesma época. Com o passar do tempo, a união dos Parker Bowles se tornou bastante instável: ambos cometiam adultério e estavam cientes disso.

Inclusive, a atual esposa de Andrew era uma de suas amantes na época. Ou seja: foi quase um relacionamento aberto.

De qualquer modo, naquele período a possibilidade de um casamento entre Camila e o Príncipe de Gales era muito improvável. Especialmente porque a Família Real desejava ele se casasse com uma jovem virgem e anglicana. Assim, entrou em cena a Princesa Diana. Dizem que a própria Camila foi quem ajudou a escolher a futura esposa de Charles.

Bem, o resto você já sabe: Charles se casou com Lady Di, mas manteve um romance com Camila, que também só foi se divorciar de Andrew em 1995.

Mas o ápice do triângulo amoroso ocorreu em 1992, quando os tabloides britânicos publicaram a transcrição da gravação de uma conversa íntima com conteúdo explícito entre os amantes, um escândalo que ficou conhecido como Camillagate.

É claro que, àquela altura do campeonato, Diana também já tinha sido infiel. O casamento não vinha bem há tempos e, assim, Charles e a Princesa de Gales se divorciaram em 28 de agosto de 1996.

Casamento de Camila e Príncipe Charles

Mesmo anos após a morte de Diana, Charles e Camila continuaram íntimos. Quando ele a convidou para ser sua consorte não-oficial, ficou evidente que o romance ainda existia. Porém, como ambos já  eram divorciados e mantiveram uma relação ainda quando casados, a possibilidade de uma união era vista com maus olhos.

De qualquer forma, em 10 de fevereiro de 2005, a Clarence House anunciou que o Príncipe de Gales e Camila iriam se casar em 8 de abril daquele mesmo ano, numa cerimônia civil. Charles foi o primeiro membro da Família Real a se casar dessa forma, na Inglaterra. A união foi abençoada pela Igreja Anglicana.

Como o título de Princesa de Gales ainda era muito ligado à figura de Diana, Camila foi condecorada como Duquesa da Cornualha.

Os deveres da Duquesa da Cornualha

É fato que a popularidade de Camila não se compara com a de sua nora, Kate Middleton, por exemplo. Mas só o fato dela ter se desvencilhado da imagem de usurpadora já foi um grande feito, ligado a uma série de fatores.

O primeiro deles certamente é seu envolvimento e profissionalismo nos deveres reais.

Ela participa de inúmeras causas solidárias e é presidente de organizações de caridade, trabalhando fortemente para trazer atenção a temas como alfabetização, estupro e abuso sexual. Essa postura a tornou muito mais respeitada no Reino Unido.

Além disso, ao longo dos anos, Camila se provou uma ótima companheira para Charles.

Mesmo sendo o oposto de Diana, a personalidade energética e pragmática da duquesa tornou o Príncipe de Gales um homem muito mais descontraído, risonho e bem-humorado. Assim, ela caiu de vez nas graças da Família Real.

E você, gostou de conhecer um pouco mais da história de Camila, a Duquesa da Cornualha? Deixe um comentário! ☺

Mascote real: descubra qual é o cachorro da Rainha da Inglaterra

O cachorro da Rainha da Inglaterra é um personagem marcante da monarquia.

Para Elizabeth II, a vida no Palácio de Buckingham não é nada solitária: ela está sempre bem acompanhada de seus pets.

E ela não é acompanhada apenas por um cachorro, mas vários. A monarca nutre uma verdadeira paixão pela raça Corgi. ?

Tudo começou quando o pai de Lilibeth, o Rei George VI, a presenteou em seu aniversário de 18 anos com uma nova mascote: Susan, uma cadela da raça Corgi.

Rapidamente, ela ficou bem famosa por seu temperamento mimado na realeza: adorava atacar os guardas reais e quaisquer outros animais da família. ?

Ficou curioso para saber um pouquinho mais sobre a Susan e os demais cachorros da Rainha da Inglaterra? Então dê uma espiada no resto do artigo.

Corgi
Corgi é a raça favorita da Rainha Elizabeth, desde seus 18 anos. Foto: iStock, Getty Images

A história do cachorro da Rainha da Inglaterra

Susan, a primeira cadelinha da Rainha Elizabeth, ficou tão famosa que ganhou até página na Wikipédia. Quando ela faleceu, em 26 de janeiro de 1959, foi enterrada na casa de Sandringham onde, posteriormente, seus descendentes Sugar, Heather e Pharos também foram colocados, em uma espécie de cemitério canino da realeza.

Um fato interessante é que todos os Corgis integrantes da Família Real, até hoje, são descendentes diretos de Susan.

Essa foi uma forma da Rainha Elizabeth de manter uma certa ligação com sua juventude e, até mesmo, com a lembrança de seus pais. Durante seu reinado, mais de 30 cãezinhos da raça já foram abrigados em seus palácios.

Os Corgis são os favoritos de Elizabeth, principalmente, por se adaptarem muito bem ao seu estilo de vida. Trata-se de uma raça de pequeno porte, bastante ativa, fiel e que adora longos passeios no campo: de fato, combina muito com a personalidade da monarca, não é? ?

Hoje, a Rainha Elizabeth II tem quatro pets: Holly e Willow, dois Corgis, além de Candy e Vulcan, que são cruzamentos de um Corgi com um Dachshund.

A associação de Lilibeth com seus mascotes é tão forte, que já virou um aspecto marcante de sua personalidade. Tanto é que, na abertura das Olimpíadas em Londres (2012), a aparição especial da Rainha com James Bond no Palácio também contou com a presença de seus cãezinhos.

Curiosidades sobre os cachorros da Rainha

Em 2015, numa entrevista à publicação britânica Town & Country, o treinador dos cães da Rainha, Roger Mugford, revelou uma série de curiosidades interessantes sobre os bichinhos (e sua relação com Elizabeth). De acordo com o especialista, o tratamento deles é digno da realeza.

A comida dos cães da Rainha, segundo Mugford, é servida em pratos de prata e porcelana.

Inclusive, o menu (geralmente composto por alimentos naturais e remédios homeopáticos, de acordo com a necessidade de cada animal) é apresentado por um mordomo. Mas é a própria Elizabeth quem os alimenta.

Conforme contou o terapeuta especializado em comportamento animal, a monarca se coloca em frente aos cães, que ficam todos sentados em um semicírculo ao seu redor.

Ela os alimenta um por um, por ordem cronológica. Enquanto ela compartilha a refeição com os mais velhos, os outros sentam e aguardam. Já imaginou a cena? ?

Mugford destacou, ainda, que Elizabeth é muito convicta quando o assunto é a forma como seus cães devem ser educados: ela não tolera falta de amabilidade.

Disse, por fim, que as habilidades da Rainha como adestradora são impressionantes e que seu amor pelos animais ultrapassou gerações: William também adora os pets.

E aí, gostou de aprender um pouco mais sobre os cachorros da Rainha da Inglaterra? Já sabia dessas curiosidades? Conte para a gente nos comentários. ?

4 imagens do Reino Unido para guardar no coração

Será que uma foto vale mais do que mil palavras? Este texto será um pouquinho mais curto, mas as imagens do Reino Unido falam por si: ao contemplar algumas das paisagens e dos monumentos belíssimos espalhados por seu território, você vai ficar com vontade de comprar uma passagem hoje mesmo. Castelos, vales verdes e montanhas imponentes são alguns dos atrativos. ?

Se apenas em Londres já é possível encontrar diversas construções icônicas e dignas de filme, como o Palácio de Westminster e a Torre de Londres, imagine o que espera você em outras partes do território inglês. A Cornualha, por exemplo, é um cantinho remoto no sudoeste do país com um mar cintilante e vilarejos pacatos em cima das montanhas.

E, se apenas a Inglaterra reserva tantas surpresas e imagens incríveis, imagine em todo o Reino Unido! Você tem ideia das belezas escondidas nas Highlands da Escócia ou nas paisagens da Irlanda e do País de Gales? A seguir, vamos apresentar algumas delas. ?

Imagens do Reino Unido: 4 lugares incríveis

Contemple, abaixo, algumas das mais lindas imagens do Reino Unido. ?

Ilha de Wight

Ilha de Wight
Ilha de Wight é um dos lugares mais incríveis da Inglaterra. Foto: iStock, Getty Images

Imagine uma ilha paradisíaca, emoldurada por águas em tons de azul turquesa e falésias coloridas. Pois saiba que esse lugar pode ser encontrado na costa sul da Inglaterra. A Ilha de Wight é a maior ilha do Canal da Mancha e se tornou famosa por suas praias, perfeitas para a prática de esportes aquáticos, e pelo próprio Festival da Ilha de Wight (ocorre anualmente no verão).

Entre os cartões-postais do local, estão o teleférico Needles e as belas falésias de Alum Bay. Se você quer relaxar e curtir as férias no conforto de um resort, a Ilha de Wight pode ser o destino ideal.

Terras Altas da Escócia

Fairy Glen
O Vale das Fadas é uma das mais belas imagens do Reino Unido. Foto: iStock, Getty Images

As Highlands, como são chamadas as Terras Altas da Escócia, preservam alguns dos cenários mais belos do Reino Unido – e do mundo inteiro. São lugares de natureza exuberante e que parecem intocados pelo homem, tanto que já serviram de locação para inúmeros filmes e seriados.

Sugerimos que você não deixe de visitar a belíssima Ilha de Skye, com suas cordilheiras e vales verdes, como o Fairy Garden, e o lendário Lago Ness – emoldurado pelo castelo Drumnadrochit Urquhart. Se quiser mais dicas para explorar o território escocês, espie este artigo: “Descubra 4 pontos turísticos da Escócia e monte seu roteiro”.

Snowdonia

Snowdonia
Snowdonia é um dos recantos mais incríveis de Gales. Foto: iStock, Getty Images

Que tal essa imagem acima? Na costa oeste da Grã-Bretanha, a região de Snowdonia abriga o maior Parque Nacional do País de Gales. Os atrativos por lá são muitos: a Snowdown, considerada a montanha mais alta do país (e da Inglaterra), o Llyn Tegid, maior lago natural de Gales, além de charmosas vilas pitorescas como Betws y Coed e Beddgelert. Snowdonia também é uma área histórica e culturalmente muito rica: mais da metade da população de lá ainda fala galês.

The Lake District

Lake District
Lake District é uma das regiões montanhosas da Inglaterra. Foto: iStock, Getty Images

No noroeste da Inglaterra, Lake District é uma região do país contemplada pelo parque Lake District National Park. Esse cantinho remoto no condado de Cumbria é um dos poucos lugares montanhosos do país e abriga diversas belezas naturais. São inúmeros lagos glaciares e montanhas robustas cercadas de muito verde.

Para explorar a região, você pode percorrer cidades como Kendal, Keswick e Ambleside, que contam com pousadas e charmosas galerias de arte. Não à toa, Lake District sempre foi um local muito frequentado por artistas e fotógrafos.

Como contemplar as imagens do Reino Unido de perto?

Um dos aspectos mais apaixonantes da Europa é a logística. Basta pegar um trem, ônibus, avião ou carro, e você consegue percorrer diversos países. Dentro do Reino Unido não é diferente: nós, inclusive, sugerimos com frequência roteiros partindo de Londres para Escócia, País de Gales ou Irlanda.  ?

Portanto, se você tem o desejo de passear pelo Reino Unido, a dica é simples: monte o itinerário de sua preferência, confira qual o meio de transporte mais adequado para o trajeto, organize o orçamento e pronto. Para se ter uma ideia, partindo de Londres de trem, você pode chegar à capital da Escócia em 4h30, à capital da Irlanda em 7h e à capital de Gales em 2h.

E aí, gostou de contemplar essas imagens do Reino Unido? Qual delas você achou a mais bela? Conte para a gente nos comentários. ?

 

Descubra as marcas de carros ingleses mais famosas do mundo

Nem só de The Beatles, Shakespeare ou Harry Potter é constituída a fama da Inglaterra: as marcas de carros ingleses também são adoradas ao redor do globo. A indústria automobilística do Reino Unido sempre foi imponente e, nos dias atuais, cerca de 80% dos veículos fabricados na Grã-Bretanha são destinados à exportação. ?

Desde que o modelo Mini Clássico foi lançado em 1959 e se tornou um símbolo da Inglaterra, com mais de 5 milhões de exemplares vendidos, a fama dos automóveis britânicos só aumentou. Hoje, seja através de filmes de época ou em versões ultramodernas nos longas de ação, os carros ingleses seguem como protagonistas da cultura inglesa.

Se você não conhece muito bem as marcas de carros ingleses e quer aprender um pouco mais sobre elas, dê uma espiada no resto do artigo. ?

Mini Clássico
Mini Clássico é um ícone da Inglaterra. Foto: iStock, Getty Images

As maiores marcas de carros ingleses

A Inglaterra sempre teve um papel importante na história do automóvel. Foi daqui que saíram clássicos como o XK da Jaguar, o Seven da Caterham e o Phantom, da Rolls-Royce. Embora algumas marcas tenham sido adquiridas por grupos estrangeiros, suas raízes ainda remontam ao Reino Unido.

Luxo também é uma das palavras fáceis de associar aos carros ingleses. A Aston Martin, por exemplo, é uma montadora inglesa com mais de 100 anos de tradição dedicados à fabricação de automóveis esportivos luxuosos. Eles estrelaram, por exemplo, filmes como “007 – Missão Impossível”. Em geral, esses veículos são avaliados em mais de 1 milhão de reais.

A Bentley é outra marca inglesa, com quase 100 anos de tradição na fabricação de Sedans e carros de corrida. Por oferecerem conforto, segurança e estabilidade, os veículos produzidos por essa empresa costumam ser os preferidos de políticos ou chefes de estado ao redor do mundo.

Uma das mais famosas fabricantes de carros de luxo nascidas em solo inglês é a Jaguar, cujo leopardo é o símbolo principal, denotando algumas das premissas da marca: carros velozes e ousados. Apesar de ter sido adquirida pela empresa indiana Tata Motors, a sede da fabricante ainda é em Blackpool, na Inglaterra.

A Land Rover é outra importante marca britânica na categoria dos carros de luxo. Suas atividades iniciaram em 1948 e, desde então, seu principal propósito é produzir automóveis para uso civil, mas capazes de encarar qualquer terreno. Hoje, ela também pertence à empresa indiana Tata Motors.

Por fim, em termos de marcas de carros ingleses, vale mencionar a Caterham e a Ariel Motor, fabricantes britânicas de buggies, a Ascari, construtora inglesa de supercarros de Fórmula 1, a Grinnall, marca inglesa de carros esportivos de três rodas e a Mini, famosa por seu Mini Cooper, um ícone da Inglaterra.  

3 carros ingleses que fizeram história

Agora que você já conhece melhor as marcas britânicas de automóveis, vale a pena descobrir também quais são os modelos mais famosos produzidos por elas. Difícil elencar apenas alguns, mas selecionamos aqui três deles. Dê uma olhadinha:

1. Aston Martin DB5

Silver Aston Martin
O carro do 007. Foto: iStock, Getty Images

Carro mais famoso do James Bond, o Aston Martin DB5 prata estrelou o filme “007 Contra Goldfinger”, de 1964, e foi um dos mais vendidos de sua época. É claro que no longa ele ganhou alguns “aditivos”: era equipado com metralhadoras, assento ejetável e escudo à prova de balas. Mas, na vida real, também não deixava a desejar: atingia os 100 km/h em oito segundos.

2. Jaguar E-Type

Jaguar E-Type
O charmoso Jaguar E-Type. Foto: iStock, Getty Images

Um dos carros mais bonitos do planeta – e genuinamente inglês – o Jaguar E-Type, além de um excelente carro de corrida, tinha um design marcante. Com suas linhas sinuosas, cabine recuada e capô longo, ele combinava dinâmica, charme e bom desempenho. Não é à toa que o modelo foi um sucesso no Reino Unido: durante seus 14 anos de produção, foram feitos mais de 70.000 exemplares.

3. McLaren F1

MclarenF1
McLaren F1 foi o carro de corrida mais veloz do mundo. Foto: Domínio Público

No fim dos anos 1980, Gordon Murray idealizou um supercarro, que deveria ser o mais veloz do planeta. Em 1992, ele se tornou realidade: com três lugares, carroceria elaborada com fibra de carbono e motor central-traseiro à base de alumínio, entrava em cena o McLaren F1. Com sua engenharia avançada para época, o modelo de corrida realmente era o mais rápido da história, chegando à velocidade de 386 km/h.

E aí, gostou de conhecer melhor as marcas de carros ingleses? Qual é o seu modelo de carro britânico favorito? Conte para a gente nos comentários! ?

Entenda quem foi Oliver Cromwell e seu papel na história da Inglaterra

Você tem alguma ideia de quem foi Oliver Cromwell? Até hoje, as ações desse personagem chave na história do Reino Unido proporcionam intensos debates. Principalmente por ter protagonizado um dos episódios mais relevantes da história da Inglaterra: a Revolução Puritana, ou simplesmente Guerra Civil Inglesa (1642-1651). ⚔

Mas, antes de chegar à parte do conflito, vamos recapitular: de onde veio Oliver Cromwell? Que papel ele assumiu na política da Inglaterra? Quais foram suas motivações religiosas? De que forma suas ações resultaram em mudanças no país? É sobre isso que vamos falar a seguir. ?

Preparado para um mergulho na história?

Naseby
Ilustração da Batalha de Naseby, vencida por Cromwell na Guerra Civil Inglesa. Foto: Domínio Público

Quem foi Oliver Cromwell?

Nascido em 25 de abril de 1599, em Huntingdon (Inglaterra), Oliver Cromwell era filho de um pequeno proprietário rural. Desde cedo, foi educado dentro das premissas da religião puritana – como é chamada a religião calvinista no país. Durante a Reforma Protestante, inclusive, sua família teve algumas terras confiscadas pelo Estado.

Entender todo esse contexto é importante para compreender melhor os acontecimentos futuros. Na vida adulta, Cromwell se tornou um adversário fervoroso: tanto do anglicanismo, quanto do catolicismo, quanto do poder real. Em 1628, foi eleito para a Câmara dos Comuns e passou a integrar o Parlamento Inglês.

Agora, imagine: Cromwell entrou para o Parlamento justamente quando quem ocupava o trono era ninguém menos que o Rei Carlos I (Dinastia Stuart), um absolutista opressor que desejava concentrar todos os poderes legislativos, executivos e judiciais do país para si. E pior: ainda impunha a religião anglicana aos presbiterianos escoceses.

Tudo aquilo que Cromwell desprezava estava personificado na figura do Rei. A situação ficou ainda mais tensa em 1629, quando Carlos I decidiu dissolver o Parlamento e governar o país autocraticamente, em um regime que perdurou até o ano de 1640 e ficou conhecido como “tirania dos onze anos” (1629-1640).

O Parlamento só voltou a ser convocado pelo Rei quando, em 1640, ele se viu impossibilitado de vencer o exército escocês que ocupou o norte do país revoltado com as tentativas do monarca de impor o anglicanismo sobre ele. Foi assim que Cromwell retornou à Câmara dos Comuns. Mas você pode imaginar que o clima não era nada bom.

As exigências do Parlamento entravam em conflito com as do Rei até que, em 1642, a situação chegou ao limite. Convencido de que era um instrumento de Deus, Cromwell decidiu organizar um exército. Estavam estabelecidas as bases para a Guerra Civil, que eclodiu naquele mesmo ano.

O papel de Oliver Cromwell na Guerra Civil Inglesa

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Retrato de Cromwell, o 1º Lorde Protetor dos Ingleses. Foto: Domínio Público

É impossível negar que Oliver Cromwell foi um exímio líder militar. Em 1643, ele criou o lendário regimento de cavaleiros chamado “Ironsides”. Esses soldados são lembrados, até hoje, por sua disciplina e fanatismo religioso. De chefe militar, o político foi promovido ao cargo de General e derrotou as tropas do rei na batalha de Marston Moor.

Durante a Guerra Civil, Cromwell também foi capaz de convocar um novo tipo de exército – que ficou conhecido como “New Model Army”-, composto por camponeses, artesãos e pequenos nobres burgueses. O conflito não era apenas entre Rei x Parlamento, mas também agregava outras questões, como as motivações religiosas (puritanos x anglicanos).

Exímio no campo de batalha, o exército de Cromwell venceu a Batalha de Naseby, em 1645, e o Rei se viu obrigado a fugir para a Escócia. Em 1648, porém, foi capturado pelas tropas de Oliver e trazido de volta para Londres – o que tornou o líder religioso um vencedor incontestável da Guerra Civil.

Vitorioso, Cromwell submeteu o Rei Carlos I a um tribunal, que o condenou à morte. Ele foi decapitado em 30 de janeiro de 1649. Em 1654, o protagonista da Guerra Civil promulgou uma lei unificando Inglaterra, Escócia e Irlanda em um único Estado – a “Commonwealth”. Pela primeira vez, a monarquia era dissolvida e a Inglaterra tornava-se uma República.

Ascensão e queda de Cromwell

No novo modelo de governo instaurado por Cromwell, o poder executivo seria exercido por um Conselho de Estado formado por parlamentares – e ele seria seu presidente. Mas é aí que a história fica interessante: quando essa nova política começou a receber oposição (tanto de conservadores, quanto de populares), o político decidiu dissolver o Parlamento e se autointitular Lorde Protetor dos Ingleses.

Meio autoritário, não é? Pois é, daí que vêm as principais críticas à figura de Cromwell. Ele lutou para acabar com a monarquia, mas quando chegou ao poder, se tornou uma espécie de ditador: apesar de opor resistência aos privilégios da nobreza, concentrou todos os poderes para si, dissolveu o Parlamento e promulgou leis que ditavam costumes a partir dos preceitos do puritanismo.

O governo de Cromwell, porém, não durou muito. Em 1658, ele foi encontrado morto, vítima de uma febre ou, conforme alguns acreditam, de envenenamento. Então seu filho, Ricardo, foi quem assumiu o poder. Com a insatisfação geral dos ingleses, porém, ele perde o posto em 1660. E o que acontece? Se você chutou que a monarquia é restaurada, acertou.

Quem volta a assumir o poder, então, é Carlos II: sim, o filho do antigo rei decapitado. A Guerra Civil foi apenas um capítulo de todas as batalhas travadas entre Monarquia e Parlamento. Se você quiser entender melhor a história completa, sugerimos que leia nosso artigo sobre o período em que a Dinastia Stuart governou a Inglaterra: “Dinastia Stuart e as revoluções inglesas”.

Então, descobriu quem foi Oliver Cromwell? Já conhecia a história dele? Conte para a gente nos comentários. ?

Explore as belezas da Cornualha, na Inglaterra

A Cornualha, na Inglaterra, é um daqueles cantinhos remotos do interior que reflete o passado. O condado, localizado no sudoeste do país, é considerado até hoje uma das seis “Nações Celtas” do mundo e preserva uma cultura singular. Castelos e vilarejos pacatos são alguns dos elementos que compõem essa parte do território no Reino Unido. ?

Mas não é apenas o aspecto histórico da herança celta que chama a atenção dos visitantes que decidem se aventurar pela Cornualha. Em meio às montanhas e o colorido das cidades antigas, estão belíssimos vales arborizados e a imensidão de um mar azul cintilante. Já é o suficiente para despertar o seu espírito aventureiro, não é?

Se você ficou empolgado para planejar uma trip de Londres à Cornualha, confira as dicas abaixo. ?

Pontos turísticos da Cornualha, na Inglaterra

São diversos os lugares encantadores da Cornualha que merecem um espacinho no seu roteiro. Veja nossa seleção de alguns deles:

Port Isaac

Port Isaac
A simpática Port Isaac. Foto: Domínio Público

Ao norte da Cornualha, Port Isaac é uma cidade muito visada pelos turistas, especialmente por ter sido o local das filmagens da série britânica “Doc Martin”. Ela também é lembrada por sua antiga ligação com a pirataria, pois ali ocorria frequentemente o contrabando de mercadorias como chás, especiarias e destilados – especialmente os que vinham da França, entre os séculos 18 e 19.

A praia e as altas rochas, que hoje emolduram o cenário de Port Isaac, antigamente tinham um outro propósito: facilitar o roubo. Isso porque, na zona inferior, era possível escapar do controle de fiscalização.

St. Ives

St. Ives respira arte. Foto: Geof Sheppard, CC BY-SA 3.0
St. Ives respira arte. Foto: Geof Sheppard, CC BY-SA 3.0

St. Ives, com suas sinuosas ruelas de paralelepípedos e cantinhos artísticos encantadores, é certamente uma das cidades mais procuradas da região. Há diversas galerias espalhadas pelo local, mas os lugares mais interessantes são o museu de cerâmica Bernard Leach, o jardim de esculturas de Barbara Hepworth e uma filial do Tate londrino, o museu Tate St. Ives, que conta com um acervo de arte contemporânea e exposições temporárias recorrentes.

Tintagel

Tintagel Castle_CC BY-SA 2.0
Tintagel é onde teria nascido o Rei Arthur. Foto: Kerry Garratt, CC BY-SA 2.0

Tintagel é uma cidade indispensável para quem curte a atmosfera medieval. Principalmente por causa do seu castelo, o Tintagel Castle, erguido em 1230, que está diretamente ligado à lenda do Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda. De acordo com o folclore, o emblemático personagem britânico teria nascido em Tintagel.

Outro local bacana é o Tintagel Old Post Office, a antiga casa de correios da cidade, cuja construção também data da Era Medieval – mais precisamente ao século 14. Vale conhecer.

Mount’s Bay

St_michaels_mount_CC BY-SA 3.0
O imponente St. Michaels Mount. Foto: me, CC BY-SA 3.0

Já no sul da Cornuália, Mount’s Bay é um local cheio de belezas naturais. A grande atração, certamente, é St. Michael’s Mount. O monte abriga um castelo e um belo jardim – e não leva o mesmo nome do Mount’s Bay em Normandia, na França, à toa: os dois locais se parecem muito. Outra delícia do lugar é a praia de Marazion, perfeita para curtir no verão.

Dicas para sua viagem à Cornualha

Uma viagem de trem de Londres até a estação de Penzance, na Cornualha, dura cerca de cinco horas. Outra opção é o avião: há voos low cost que saem direto da capital e param em Newquay, cidade que faz parte do condado.

Mas o que a maioria dos viajantes faz para explorar essa região é apostar no carro. Como há muitas cidades pequenas e atrações distintas em cada cantinho do território, se você não se importa de dirigir na mão inglesa e tem a possibilidade de alugar um veículo, basta montar o roteiro, ligar o GPS e se aventurar.

Outra dica ao explorar a Cornualha: não deixe de experimentar os pratos típicos deliciosos de lá. Pecado é não se deliciar nos pubs, restaurantes e bistrôs. Certifique-se de provar a cornish pasty – uma empada recheada com batata, cebola e carne -, os frutos do mar fresquinhos e o chá das 17h, acompanhado de scones (pães ingleses feito com farinha, ovos, manteiga e leite), junto de uma saborosa geleia. Hmmm…?

E aí, curtiu as dicas para visitar a Cornualha, na Inglaterra? Vai incluir essa região na sua próxima aventura? Conte para a gente nos comentários. ?

Qual é a maior roda gigante do mundo? Descubra

Soberana, às margens do Rio Tâmisa, a London Eye é um dos maiores símbolos de Londres. Mas ela não detém o posto de maior roda gigante do mundo. Recentemente, foi superada por outras três atrações espalhadas pelo globo. Mas isso não a torna menos especial, é claro. ??

Anualmente, cerca de 3,5 milhões de pessoas contemplam a capital inglesa do alto de uma de suas 32 cápsulas, o que a torna uma das atrações pagas mais visitadas do Reino Unido. Além disso, entre 2000 e 2006, a London Eye foi considerada a maior roda gigante do mundo, com seus 136 metros de altura.

Mas, afinal, quem roubou o posto dela? ? É isso que vamos mostrar a seguir.

A maior roda gigante do mundo

High Roller
High Roller, em Vegas, detém o título de maior roda gigante do mundo. Foto: Nate Stiller, CC BY-SA 3.0

Atualmente, a maior roda gigante do planeta se encontra em Las Vegas (EUA) e foi inaugurada em 2014. A High Roller, como é chamada, tem 168 metros de altura e 28 cabines, que comportam 40 pessoas no total. Do ponto mais alto da atração, é possível contemplar os principais hotéis e cassinos da Cidade do Pecado.

O passeio na High Roller dura 30 minutos. Durante o dia, o investimento é de US$ 24,95 e, à noite, US$ 34,95. Mas, como todo reinado de “roda gigante mais alta do mundo” dura pouco, já há duas novas concorrentes sendo planejadas para roubar o posto da atração de Vegas: a New York Wheel, em Staten Island (190 metros) e a Dubai Eye, em Dubai (210 metros).

As rodas gigantes mais incríveis do planeta

Depois da High Roller, a segunda maior roda gigante do mundo é a Singapore Flyer, que fica em Cingapura. Ela foi inaugurada em 2008 e possui 165 metros de altura. Suas 28 cabines, que abrigam até 28 pessoas por vez, garantem uma das melhores vistas panorâmicas da Marina Bay, do centro da cidade e até de algumas das ilhas entre Indonésia e Malásia.

Apenas cinco metros menor que a Singapore Flyer, a terceira maior roda gigante do mundo é a Star of Nanchang, em Nanchang, na China. Com 160 metros de altura, ela deteve o posto de mais alta do mundo entre 2006 e 2008. A atração conta com 60 gôndolas, que comportam até oito passageiros em cada. Uma volta na atração dura cerca de 30 minutos.

E, por fim, claro que não poderíamos deixar de falar dela….

London Eye, a quarta maior roda gigante do mundo

London Eye à noite
London Eye é a quarta maior roda gigante do mundo. Foto: Mapa de Londres

Isto mesmo: se você fez o cálculo certo, já constatou que hoje a London Eye é a quarta maior roda gigante do mundo. Com seus 135 metros de altura, ela se tornou um verdadeiro observatório da cidade, adorado pelos turistas. Na verdade, assim como a Torre Eiffel de Paris, esse ícone londrino se tornou cartão-postal por acaso.

A London Eye foi inaugurada em 2000, como um ícone destinado a celebrar a virada do milênio. Seu tempo de existência estava programado para apenas cinco anos e, durante a construção, houve até quem achasse que a estrutura de metal iria atrapalhar a vista de Westminster.

Ao contrário do que os céticos esperavam, porém, a London Eye virou um hit da capital inglesa e até hoje é cenário de filmes e séries, além de ser pano de fundo obrigatório nas fotos dos turistas que visitam Londres. A roda gigante possui 32 cápsulas e comporta 800 pessoas no total, 25 em cada cabine.

A volta leva cerca de 30 minutos e, lá do alto, é possível contemplar os principais cartões-postais da cidade, como o Palácio de Westminster, o Rio Tâmisa e o Big Ben. Mais dicas para planejar um passeio na London Eye você encontra neste artigo “London Eye: Como andar na roda-gigante de Londres”.

E aí, gostou de descobrir qual é a maior roda gigante do mundo? Ficou com vontade de andar em alguma dessas atrações? Deixe um comentário! ?

Como organizar uma viagem para a Inglaterra

Uma viagem para a Inglaterra está nos seus planos para os próximos meses? Pois tenha certeza de que você escolheu um destino incrível. O país é repleto de atrativos culturais e históricos, além de ser emoldurado por paisagens belíssimas. Opções de lugares incríveis para visitar certamente não vão faltar. ?

Só em Londres, a lista de pontos turísticos é extensa. Você simplesmente não pode deixar de visitar os clássicos, como o Palácio de Westminster, a London Eye, o Palácio de Buckingham, a Torre de Londres, a Tower Bridge…isso sem falar nos infinitos museus, como o Museu Britânico e a National Gallery e os parques, como o Regent’s Park e o Hyde Park.

Mas como organizar os passeios, montar um itinerário inteligente e garantir que vai dar tempo de conhecer todos os cantinhos incríveis que a Inglaterra resguarda? É sobre isso que vamos falar abaixo. ?

Westminster
Londres não pode faltar no roteiro pela Inglaterra Foto: iStock, Getty Images

Viagem para Inglaterra: sugestões de roteiro

O ponto de partida para quem vai à Europa para explorar a Inglaterra geralmente é a capital, Londres. São muitas, muitas opções de entretenimento na cidade. E não basta apenas explorar o básico. Assistir a um musical no West End e passear pelo exótico bairro Camden Town, por exemplo, são experiências que só a capital londrina proporciona.

Itinerário em Londres

Para dar conta de tudo, porém, é preciso organização. Afinal, Londres é uma cidade enorme e você vai precisar de um tempinho só para se situar com o transporte público. Nossa sugestão é que, em uma primeira viagem, você tenha à disposição pelo menos sete dias para explorar um pouquinho do caldeirão multicultural que é a capital da Inglaterra.

Para ajudar na tarefa, nós disponibilizamos um E-book com um roteiro de 7 dias em Londres. Ele reúne desde os pontos turísticos tradicionais, ruas emblemáticas e parques, até sugestões de pubs, restaurantes e outras atrações mais pop: o Madame Tussauds, o Museu do Sherlock Holmes, a Abbey Road e os estúdios do Harry Potter, por exemplo.

Ao adquirir o roteiro, você também recebe uma planilha com horários das atrações, informações de ingressos e como é o acesso de metrô. Assim, você pode adaptar o itinerário para o tempo que você desejar e deixar a viagem com a sua cara. ☺️

Viagem pela Inglaterra

Woodstock
A belíssima Woodstock. Foto: iStock, Getty Images

O grande barato da Europa é que basta pegar um ônibus ou trem e você pode percorrer praticamente um país inteiro. Na Inglaterra é assim. Partindo de Londres, há vários locais interessantes para visitar. Oxford e Cambridge, por exemplo, são cidades históricas que merecem um espacinho no itinerário.

Já os fãs de Beatles precisam conhecer os pubs de Liverpool, enquanto para quem curte praia, o destino imperdível é Brighton. Já Dover é uma cidade portuária charmosa, enquanto Manchester é o principal centro econômico e industrial do Reino Unido. Curte história? Então não deixe de conhecer Windsor, onde fica o próprio Castelo de Windsor.

Há, ainda, diversas outras cidadezinhas remotas na Inglaterra com cenários incríveis, que parecem ter saído direto dos livros. Woodstock, Marlborough e Castle Combe, que na verdade é uma aldeia, são alguns exemplos. Neste artigo, “5 imagens da inglaterra que vão fazer você comprar a passagem hoje mesmo”, nós falamos um pouco mais sobre esses spots.

Dicas práticas ao organizar uma viagem para Inglaterra

Além de organizar o roteiro, ao elaborar uma viagem para Inglaterra é preciso ter em mente algumas questões práticas: documentação, passagens e hospedagens, especialmente. Não é exigido visto para entrar em solo inglês, portanto o mais importante é ter em mãos o passaporte.

Se o seu está vencido, confira este artigo completinho do Mapa do Mundo que explica como requerer o documento: “Passo a passo: descubra como tirar passaporte”. Se você está preocupado com o peso da libra sobre o real, saiba que é possível contar com alguns truques também para economizar nos quesitos passagem e hospedagem.

Neste artigo, “Dicas infalíveis para comprar passagens aéreas para Londres falamos detalhadamente sobre como encontrar os bilhetes com valores mais em conta. Já neste outro, Onde ficar em Londres: dicas de hospedagem”, compartilhamos algumas sugestões de lugares estratégicos e que cabem no bolso para se hospedar na capital. Aproveite! ?

E aí, gostou das nossas dicas de viagem para Inglaterra? Quais lugares você mais quer conhecer no país? Conte para a gente nos comentários. ?

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