O Rei Henrique VIII e sua obsessão por um herdeiro homem

Desde sua ascensão ao trono, em 1509, o Rei Henrique VIII (Henry VIII), era obcecado por deixar um herdeiro homem. A primeira a tentar foi Catherine of Aragon, a Catarina de Aragão, viúva do irmão de Henrique. Ela deu à luz uma filha mulher e três filhos homens que não passaram de alguns poucos dias de vida antes do nascimento de Mary, uma filha perfeitamente saudável (mas mulher). Teria ainda outro bebê, dois anos depois, natimorto.

Henrique VIII e a Igreja Anglicana

O Rei Henrique VIII e sua obsessão por um herdeiro homem
Retrato feito por Hans Holbein the Younger

É comum que se acredite que a reforma da Igreja na Inglaterra tenha sido causada pela obsessão de Henrique VIII em deixar o trono para um herdeiro homem. Realmente se trata de uma das razões, mas não a única. Henry também não queria que o Papa, na Itália, tivesse tanto poder sobre Londres. Por isso, após convocar o parlamento, apelar a todos os santos e não obter a anulação do casamento com Catarina de Aragão, assumiu, unilateralmente, como chefe da igreja no país e deu início à versão independente da Igreja Anglicana.

Desde então, romperam-se as relações da Igreja da Inglaterra com a Igreja Católica Romana. Hoje todo Rei precisa professar a fé anglicana, e não católica. Inclusive as leis da sucessão ao trono foram alteradas apenas em 2011, para que o o soberano possa se casar com membros da religião católica. Desde aquela época, o soberano só não podia ter um cônjuge católico – outras religiões eram permitidas.

Henrique VIII e suas esposas

Anne Boleyn, a Ana Bolena

Depois da Reforma, o Rei Henrique VIII teve outras cinco esposas. Anne Boleyn (Ana Bolena) teve sorte ainda pior do que a primeira esposa. Como não conseguia produzir um herdeiro homem para o Rei, foi acusada de traição e incesto e executada na Torre de Londres, juntamente com seu irmão e outros quatro homens, embora não houvesse provas convincentes das infidelidades.

Jane Seymour

Um dia depois da morte de Ana Bolena, Henry ficou noivo de Jane Seymour, que logo engravidou. Ao dar à luz, no entanto, contraiu uma infecção e faleceu. Mesmo com a curta duração do relacionamento, o Rei considerou que ela fora sua verdadeira esposa, pois lhe arrumara o herdeiro homem tão desejado.

A sugestão de Thomas Cromwell

O Rei Henrique VIII e sua obsessão por um herdeiro homem
Henry em seus últimos dias

A esposa seguinte foi uma sugestão de Thomas Cromwell, Duque de Essex. Ela era filha do Duque de Cleves, um importante aliado. Depois de ouvir os elogios de Cromwell à beleza de Anne e de visualizar um retrato dela feito especialmente para o Rei, Henry decidiu se casar. Mas se arrependeu assim que conheceu a esposa. Feia demais, segundo ele. Tão feia, que Cromwell foi executado pela péssima descrição.

No dia da execução de Cromwell, Henrique VIII se casou com Catherine Howard. Ela, sim, era encantadora. Demais. Quando o Rei descobriu, pouco tempo depois, que a Rainha tinha um caso extraconjugal, mandou matá-la também.

Catherine Parr

Sua última esposa foi Catherine Parr, que viu o Rei Henrique VIII engordar ainda mais e se tornar morbidamente obeso. Segundo relatos, ele era carregado e movido pelo Palácio de Whitehall com equipamentos mecânicos, já que não conseguia mais caminhar. O martírio durou até 28 de janeiro de 1547, quando se ouviram os seguintes gritos por toda a Londres: “O Rei está morto. Viva longa ao Rei!”. O novo Rei, Edward VI, tinha apenas 9 anos de idade. Mas essa é outra história.

Por que um filho homem era tão importante

Ok, Henrique VIII queria ter um filho homem, mas de onde veio essa obsessão tão grande a ponto de afetar todo o seu reinado, a política da Inglaterra e os rumos da Igreja da Inglaterra?

Não é tão difícil de entender. Naquela época, havia dois fatores importantes nessa equação: a posição da mulher não era de igualdade ao homem, e a sucessão ao trono não era um caminho retilíneo. Henry não sabia se uma filha teria condições de herdar pacificamente a coroa sem travar um guerra para isso. E foi justamente uma batalha pela sucessão que levou o pai dele, Henry VII, ao trono. Um herdeiro homem, em sua visão, garantiria uma transição pacífica no poder e a continuidade da dinastia Tudor.

Henrique VIII na série The Tudors

Se você se interessa pela história do Rei Henrique VIII, há uma série britânica que você vai curtir: The Tudors. Apesar de não ser um retrato fiel do período, a trama revolve justamente em torno da angústia do monarca, das aventuras amorosas, das disputas políticas, dos desentendimentos com a igreja e, principalmente, da busca pelo filho homem. O seriado conta com quatro temporadas, veiculadas originalmente de 2007 a 2010. Atualmente, está disponível no Netflix.

E aí, gostou de conhecer um pouco mais sobre o Rei Henrique VIII? Comente.

A incrível história dos corvos da Torre de Londres

A incrível história dos corvos da Torre de Londres
Uma antiga lenda dizia: “Se os corvos deixarem a Torre de Londres, o Reino ruirá”. Preocupado com a coroa, Charles II, filho do decapitado Charles I e primeiro rei desde o período de exceção, decretou que os seis corvos da Torre de Londres teriam proteção e cuidados permanentes. Melhor prevenir.

Torre de Londres - Mapa de Londres
Além dos corvos, Torre de Londres é protegida por 37 guardas. Foto: Gustavo Heldt, Mapa de Londres

Desde então, os personagens mais mimados da Torre de Londres não são as Joias da Coroa, e sim os corvos. Eles perambulam acompanhados à distância por um guarda-costas vigilante: o Raven Master, cuja única função é cuidar e tratar das aves.

Corvos são atração na Torre de Londres

Ao total, são oito corvos: os seis necessários para a manutenção do folclore e dois reservas. Munin, de 18 anos, fugiu uma vez da Torre e foi encontrado cinco dias depois em Greenwich. É o mais velhinho da turma e já excede a expectativa normal de vida, de 10 a 15 anos. Seus companheiros são Merlin, Hugin, Jubilee, Portia, Erin, Rocky e Grip.

Corvo da Torre de Londres - Mapa de Londres
É melhor não chegar perto demais. Foto: Mapa de Londres

Raposa ameça o Reino

Em 2013, apesar da segurança reforçada na Torre de Londres, que conta com 37 guardas, uma raposa – candidata à execução por traição ao Reino – comeu dois corvos, Bran e Porscha. Assim, em caráter urgente, substitutos foram chamados para entrar em ação na Torre. Por enquanto, o Reino Unido segue firme.

Cada um dos corvos da Torre conta com uma fitinha colorida que indica a sua identidade. Um deles, Merlin, não precisa de fitinha, pois gosta de chamar a atenção. Um de seus truques é se fingir de morto, deitado de costas. Mais de uma vez, visitantes assustados já correram para informar aos guardas que um dos corvos havia morrido.

Corvo da Torre de Londres - Mapa de Londres
Gaiolas dos corvos estão sendo reformadas. Foto: Mapa de Londres

Cuidado com os corvos

Mesmo que você aviste Merlin ou se apaixone por um desses corvos, é melhor tomar cuidado. Você pode até tirar uma foto com seu preferido, mas é melhor manter alguma distância. As aves da Torre de Londres não são bichinhos de estimação, e o Raven Master não vai ficar nada feliz se você lhes der comida.

Os beefeater, os Guardas da Torre de Londres, avisam com veemência que os corvos podem se sentir ameaçados quando os visitantes lhes oferecem comida. E você não quer ameaçar os guardiões da Torre de Londres, né? Além disso, a alimentação é controlada: ganham carne crua duas vezes por dia e, em ocasiões especiais, um ratinho.

A incrível história dos corvos da Torre de Londres

Os corvos são uma das espécies mais inteligentes das aves. Eles costumam brincar entre si, roubar e exibir objetos de metal e bolinhas de golfe para impressionar uns aos outros e imitar sons do ambiente. Mas nem pense em passar na lojinha da Torre e pedir para levar um deles, ok? O Ravenmaster não vai gostar.

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Visite a Torre de Londres

Vale a pena economizar na hospedagem?

Muita gente envia comentários e e-mails perguntando como encontrar hotéis e albergues baratos em Londres. No nosso guia básico, fornecemos algumas dicas realmente interessantes. Mas a grande questão, para mim, é se vale a pena economizar tanto assim na hospedagem.

Certamente, você ficará menos no quarto do que nas ruas da capital britânica. Só que você precisa lembrar que Londres é grande, enooorme, e exige pernas bem alimentadas e descansadas dos viajantes que desejam desbravá-la e descobri-la. Então a resposta é simples: existem muitas camas extremamente em conta, porém você não deve exagerar na contenção de gastos, pois sua jornada pode ser prejudicada. Quem sabe se você economizar um pouco mais antes de embarcar você não passará um tempo ainda mais memorável em Londres?

Digo isso com a experiência de quem já ficou em hotéis muito bons, hotéis mais ou menos, hotéis ruins, albergues excelentes, albergues mais ou menos e albergues onde os vizinhos de quarto mais próximos eram ratos (ok, camundongos). Sei do que estou falando quando recomendo que você não tope qualquer parada só pensando na economia. E, acredite, esses albergues terríveis, onde pupulam os camundongos, existem aos montes em Londres. É só procurar.

Se você é um mochileiro em busca de experiências antropológicas potencialmente perigosas, vá até a região de Bayswater e comece a inquirir os albergues de pior aparência possível pelas Weekly Rates. Depois de cinco tentativas, escolha o mais barato, pague adiantado, deixe sua bagagem com todos os cadeados possíveis dentro do quarto e saia correndo para conhecer Londres. De preferência, volte bem tarde para o hostel. Mas já aviso: essa estratégia, embora propicie alguns contatos peculiares, pode estragar todos os passeios, arruinar os planos e obrigá-lo, no segundo dia, a pedir o dinheiro de volta e, diante da recusa de um paquistanês mal-encarado, sofrer um revés retumbante antes de procurar um lugar mais adequado.

Em 2004, em uma experiência de quase um ano em Londres, antes de encontrar um trabalho decente na cidade, decidi procurar quarto mais barato da cidade, para economizar ao máximo em tempos de crise (minha). O local já não existe mais, então você, viajante de orçamento apertado,  não tente ir atrás. Foi o terceiro albergue onde eu me hospedei em Londres. Naquela época, a taxa semanal custava 50 libras. Nunca achei nada mais barato do que isso e só demorei algumas horas para descobrir o motivo.

Eu dividiria o quarto com duas pessoas: um londrino aposentado, de 65 anos, que ganhava o quarto do governo e não desejava se mudar para o subúrbio, em zona mais afastada do Centro, em que poderia morar, segundo ele, em uma casa só sua, com mais conforto;  e um homem que se disse italiano de nome Arturo, e que depois, em um outro albergue, descobri que havia fornecido nome e nacionalidade falsas por algum motivo muito escuso e do qual preferi me manter à parte. Ambos me olharam com espanto quando entrei no quarto com uma mochila de marca, uma bagagem pesada e cara de turista. Na hora de dormir, fui eu que olhei com espanto: que barulhos eram aqueles?

– A gente aposta – disse o mais velho, na cama à minha esquerda. – Para ver quem mata mais camundongos.

Não consegui dormir e, quando acordei, não pude digerir o café da manhã. Ele consistia de uma fatia de pão de sanduíche torrado com um tablete de manteiga e um copo extremamente pequeno de suco de laranja, de aparência duvidosa. Apenas um homem, de aspecto ainda mais questionável do que o suco de laranja, servia todas as 15 mesas.

Para não desperdiçar o dinheiro investido na semana de “acomodação”, decidi aguentar durante sete dias. Mas você, turista ou mochileiro mais precavido, não precisa aguentar nada. Melhor planejar com antecedência, ficar em um hotel no mínimo confortável e gastar com prazer todas aquelas valiosas libras. Ou apostar.

Como foi sua primeira vez em Londres?

Foto: Gustavo Heldt, Mapa de Londres
Foto: Gustavo Heldt, Mapa de Londres

A primeira vez em Londres. Tá aí uma sensação difícil de esquecer.

Acordei cedo, após o meu relógio de pulso despertar os três colegas de quarto do albergue onde eu estava hospedado, em Bayswater, bem próximo ao Hyde Park. Esfreguei os olhos, ainda tentando dimensionar com exatidão o local onde eu me encontrava e quais seriam os meus próximos passos. Então apanhei a mochila e verifiquei, com medo, se o passaporte, a carteira e outros documentos ainda estavam ali. Debaixo da cama, tirei a mala e agarrei as primeiras calça, camiseta, cueca e meias que achei, além de toalha, xampu, sabonete e todos os acessórios para a manutenção de uma higiene adequada.

Era o primeiro dia de aula de inglês, e eu tinha poucos minutos para me arrumar. Queria sair com antecedência do albergue, a fim de usufruir de alguns minutos para me coordenar no trajeto até a escola, aonde eu precisava chegar antes das 9h.  A jornada até a Oxford House College incluía uma caminhada de cinco minutos até a estação Queensway e um deslocamento de duração até então desconhecida até Oxford Circus, com a Central Line.

Liguei o chuveiro e fiquei muito contente com as primeiras gotas de água que caíram, já que elas aplacaram amplamente a sensação de frio captada no corredor estreito que ligava o quarto ao banheiro. A calefação logo ajudou a esquecer o inverno lá de fora e a possibilidade iminente de neve. Com a mente encoberta pela água quente, pelo vapor e pela imaginação dos acontecimentos incríveis que ainda me acometeriam ao longo dos primeiros dias na capital britânica, demorei mais do que o esperado e saí do banho com atraso.

Depois de buscar blusão, casaco e luvas no quarto e receber bom dia com sotaques de três nacionalidades diferentes, comecei a jornada rumo à estação de metrô. Só tinha uma coisa em mente: tomar uma coca-cola. Na época, era completamente viciado pelo refrigerante e costumava principiar as manhãs com o líquido mágico em sua embalagem mais sedutora: a latinha vermelha. Mas não achei máquina de refrigerantes na estação de Queensway e tive de seguir a jornada sem esse aditivo gasoso.

“Mind the gap between the train and the platform”. A frase me marcou desde a primeira audição. Eu gostava de repeti-la mentalmente, com distintas entonações. E a pronunciei de 15 formas durante o curto trajeto do trem até Oxford Circus, no qual me mantive em pé lendo furtivamente as manchetes dos principais jornais londrinos de diversas fontes e direções diferentes.

Logo o mundo inteiro saiu do trem comigo. Mesmo ciente de algumas regras, como não parar no meio da estação com um mapa na mão e jamais parar do lado esquerdo na escada rolante, eu estava nervoso. Mas foi só quando eu dei os primeiros passos para fora da estação que eu senti. Acho que para cada pessoa acontece em um momento diferente. E acho que o que acontece nunca é igual.

Eu estou em Londres. Eu estou em Londres. Eu estou em Londres. Londres, Londres, Londres. O pensamento me atingiu com tamanha intensidade, que quase caí ao notar um ônibus de dois andares a poucos metros (e que parecia chegar próximo demais da calçada), na junção das ruas Oxford Street e Regent Street. Com o coração batendo mais rápido, os olhos arregalados, a respiração dificultada pela necessidade maior de oxigênio, caminhei morosamente para o lado, até avistar uma lojinha que poderia me ajudar. As moedas se transformaram em uma latinha vermelha, a qual promoveu uma sensação de alívio que perdurou até o início da aula e o início de uma viagem que mudaria minha vida para sempre.

E você: em que momento você percebeu que realmente estava em Londres? Ou, para ser mais preciso: quando foi que caiu a ficha? Como foi a sua primeira vez? Deixe um comentário contando a sua experiência de arrebatamento em londres.

Kensington Palace, a casa de Kate e William

Kensington Palace, em Londres, é a morada do casal mais adorado do Reino Unido e de seus dois filhos.

O Duque e a Duquesa de Cambridge, William e Kate, escolheram o Palácio de Kensington como seu lar e vivem no antigo (e completamente reformado) apartamento da Princesa Margaret, irmã mais nova da Rainha Elizabeth II, falecida em 2002.

O apartamento 1 A do Kensington Palace, escolhido pelo casal, ainda tem parte de suas paredes pintadas de rosa e turquesa, as cores favoritas da Princesa Margaret.

Desabitado desde a morte da princesa, o local passou por reformas de 1 milhão de libras.

Kensington Palace, a casa de Kate e William
Localização dos apartamentos do Kensington Palace. Foto e arte: Daily Mail

Muitos fatores levaram à escolha do apartamento 1 A do Kensington Palace.

O mais aparente é que o palácio foi a morada dos príncipes William e Harry durante sua juventude, ao lado da mãe, a falecida Princesa Diana.

No mesmo palácio, Nottingham Cottage é utilizada pelo casal em suas estadas habituais na capital britânica.

Outro motivo, este revelado por uma amiga da família ao Daily Mail, é o jardim privativo da nova residência, que oferece absoluta comodidade para um dos casais mais assediados do planeta.

> Saiba como visitar o Palácio de Kensington

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Minha Londres: Heloisa Righetto

Minha Londres: Heloisa Righetto

Londres não foi uma curva desenhada na prancheta da paulistana Heloisa Righetto, de 31 anos. A dona do blog Básico e Necessário se viu na capital do design por uma proposta de trabalho do marido, Martin. Então, no fim de 2008, a designer de móveis mudou não só de cidade, mas de perspectiva: em vez de criar, passou a procurar referências e escrever sobre o assunto para revistas especializadas.

A capital britânica, porém, alterou mais do que os traços do trabalho de Helo:

– Eu me encontrei em Londres – revela. – Eu encontrei uma carreira nova que eu amo e não teria sido “descoberta” caso tivesse ficado em SP. Eu encontrei algumas das melhores amigas que tenho. Encontrei um bairro que me faz sentir em casa e uma cidade que me oferece uma qualidade de vida maravilhosa.

Em seu blog, autoproclamadamente  “sobre nada”, Helo fala tudo. Dá dicas de Londres e da Inglaterra, mas não se restringe a isso. E com a intimidade de quem conversa com os amigos que deixou no Brasil, o que confere aos textos um tom ainda mais descontraído e informal. Entre os assuntos, tanto uma ida ao Museum of Brands quanto a leitura do Grande Gatsby.

> Mais Minha Londres

Conheça a Londres de Heloisa Righetto:

Qual é a sua relação com a cidade?

Caí aqui de sopetão, depois que meu marido aceitou uma proposta de trabalho.  Não hesitei, já que sempre quis morar fora. Detalhe: nunca tinha vindo para a Europa. Mas honestamente em nenhum momento fiquei assustada, já que a possibilidade de começar uma vida nova me atraiu demais. Londres me deu uns obstáculos nos primeiros meses, mas hoje eu amo estar aqui, me sinto parte de tudo isso. Estive no Brasil há poucas semanas, e uma amiga me perguntou por que eu gosto tanto daqui. Eu me encontrei em Londres!  Eu encontrei uma carreira nova que eu amo e não  teria sido “descoberta” caso tivesse ficado em SP. Eu encontrei algumas das melhores amigas que tenho. Encontrei um bairro que me faz sentir em casa e uma cidade que me oferece uma qualidade de vida maravilhosa.

> Vídeos de Helo no Canal Londres

E como foi o primeiro contato com Londres?

Foi meio louco. Como eu disse, nunca tinha vindo para cá. Então no dia que chegamos, de mala e cuia, deixamos as malas no hotel (onde ficamos por um mês até nossa mudança chegar) e fomos passear. Eu não podia acreditar que, a partir daquele momento, eu morava em Londres. Em Londres! Eu passeava ali por Westminster e via os turistas, e pensava: eu não sou turista, eu MORO aqui!

> Sinais de que você é uma londoner

Minha Londres: Heloisa Righetto
Design, design, design

É melhor escrever sobre design em Londres?

Olha, não sei comparar, pois foi aqui que comecei a escrever sobre design (antes eu era designer). Mas tenho a leve desconfiança de que estou no centro do mundo quando o assunto é design. Tem coisa rolando todos os dias, literalmente. Os designers do mundo todo vêm para cá, seja para procurar inspirações ou para tentar dar um up na carreira. Aqui, o design está intrínseco na cultura, é mais compreendido, portanto mais respeitado. E tem também a parte estratégica, afinal viajar pela Europa para visitar eventos é fácil, mais barato e mais rápido. Eu acho que faço uma espécie de link entre Europa e Brasil, por isso as coisas têm dado certo para mim. Isso (estar aqui) é o que tenho para oferecer, meu diferencial.

> Guia 48 horas de design em Londres

Descreva um dia típico

Minha Londres: Heloisa Righetto
No escritório

Trabalho em um escritório quatro vezes por semana. Então fico por lá das 9h às 17h, mas o trabalho é dinâmico. Escrevo sempre sobre um assunto diferente: se em um dia faço uma matéria sobre tendências de cores em sofás, por exemplo, no outro entrevisto uma designer que faz produtos para animais de estimação. Então é o dia todo no computador, pesquisando muito para essas pautas e fazendo elas acontecerem. A gente também costuma ir a eventos, lançamentos de produtos, exposições, palestras. Chego em casa por volta das 18:30, e aí começa meu segundo turno: trabalho nas minhas colaborações com revistas e sites no Brasil. Todo dia tem alguma coisa pra fazer, ainda bem! Troco muitos emails com os meu editores por lá e desenvolvo as reportagens. Em dias mais tranquilos, termino lá pelas 21h, mas em épocas mais pesadas, vou até umas 23h.

Viajo a trabalho com uma certa frequência, geralmente para visitar as feiras do setor. Milão e Colônia são os locais mais frequentes.

Em compensação, nas sextas-feiras, não vou para o escritório. É um dia, teoricamente, totalmente dedicado aos trabalhos para o Brasil. Mas tento também dar uma desligada quando dá, passear pela cidade, encontrar amigas ou simplesmente ver TV e não fazer nada, o que é um luxo ultimamente.

Minha Londres: Heloisa RighettoDo que você mais gosta?

Meu bairro. Eu amo Greenwich de paixão. Acho que ter ido morar lá foi uma das coisas mais acertadas que já fizemos.

Do que você menos gosta?

Acho que serei a única louca que vai falar isto: no verão, quando escurece às 22h. Acho muito esquisito.

Se tivesse apenas um dia na cidade, o que faria?

Faria a caminhada entre Tower Bridge e Waterloo. Sei que todo mundo fala isso, mas é a melhor maneira de ter uma visão geral da cidade.

> No caminho: OXO Tower

Tem programa turístico que você considera uma cilada?

Sim, o museu de cera! Poxa, tem Van Gogh e Monet de graça, e você vai gastar suas libras para ver uma estátua do Brad Pitt? Sério?

> O que não fazer em Londres

Minha Londres: Heloisa Righetto
London Walks

Cinco atrações imperdíveis

– A primeira, como eu falei, a caminhada entre Tower Bridge e Waterloo.

Minha Londres: Heloisa Righetto
As long as I gaze on Waterloo sunset, I am in paradise (The Kinks)

– Em segundo lugar, fazer um dos passeios guiados do walks.com  – qualquer um, todos valem a pena, eu já fiz vários.

– Depois, Borough Market, tente ir na sexta-feira de manhã, bem mais vazio que o fim de semana.

– Em quarto lugar, National Gallery (porque aí você já passa também pela Trafalgar Square!).

– E não posso deixar de citar Greenwich!

Minha Londres: Heloisa Righetto
Greenwich Park

Sente falta do Brasil?

Sinto saudades, mas não sinto falta. Não sofro. Sempre morei longe da minha família e já morava em cidade diferente dos meus pais havia quase 10 anos. Para mim, estar longe fisicamente não significa muito, não. Falo com os meus pais dia sim, dia não no skype, é uma delícia. Mantenho contato próximo com os melhores amigos. Em alguns casos, o contato agora é mais constante do que quando morava lá. Voltar para o Brasil acho que é algo natural, talvez um dia. Mas esse dia ainda está longe.

Informações básicas sobre a Helo

Sou de São Paulo e morei por lá quase a vida toda, mas a familia é de santa catarina. Tenho 31 anos, sou casada, estudei Design e hoje atuo como jornalista de design. Falar que torço pro santos também é informação básica, né? ; )

Fotos da matéria: Heloisa Righetto, arquivo pessoal

Encontre a Helo

> Básico e Necessário

>Portfólio

Minha Londres

> Outras entrevistas

Olimpíadas ameaçam turismo?

Todo ano, 30 milhões de viajantes escolhem a capital britânica como destino. O turismo representa 10% da economia de Londres e emprega 13% dos trabalhadores locais. Para a economia, essa confluência de visitantes gera, anualmente, em torno de 15 bilhões de libras (algo como 42 bilhões de reais).

Mas os números estão em jogo agora, pelo menos no próximo verão. De acordo com a Associação Europeia de Operadores de Turismo, responsável por 2 milhões de turistas em Londres a cada ano, a procura por pacotes e hospedagem durante as sete semanas das Olimpíadas e das Paraolimpíadas está em baixa. O interesse pelo turismo na cidade durante esse período apresenta uma queda de 95% em relação a outros anos, segundo a associação.

A surpresa diante da notícia se deve à expectativa de que as Olimpíadas pudessem incrementar ainda mais o turismo na cidade, da mesma forma que o Brasil espera que ocorra na Copa de 2014 e nos Jogos de 2016.

Saiba mais no vídeo da BBC

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Já pesquisou os roteiros de 1, 3 e 5 dias e decidiu que você precisa de mais tempo em Londres? Que bom. Estender sua permanência na capital britânica é sempre uma boa ideia.

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Um guia completo para sua primeira viagem à capital britânica: do planejamento da hospedagem ao passo a passo dentro da cidade. Por apenas R$ 16,9o, você pode baixar 100 páginas com o seguinte conteúdo:

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Antes de se encantar com a London Eye, você precisa passar pela imigração

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Ponto de partida para o seu roteiro em Londres

Se você está atrás de roteiro em Londres, acredite: a gente sabe como é difícil planejar viagem para uma cidade tão grande e tão intensa. Neste post, vamos tentar te dar uma mãozinha para que esse esforço seja recompensado com uma programação bacana cheia de atrações interessantes na capital britânica.

Primeiro, é importante lembrar: todo mundo tem a sua Londres. E todo mundo defende a sua Londres na hora de dar dicas de roteiro aos amigos. Cada um diz uma coisa: “Não perca o Museu de Cera!”, “Não deixe de ir na Torre de Londres!”, “Aproveite os ônibus turísticos”, “Chegue cedo para a London Eye”.

Mas a verdade é que você pode perder o Museu de Cera, deixar de ir na Torre de Londres, nem chegar perto do ônibus turístico e acenar de longe para a London Eye. Mesmo assim, seu roteiro em Londres tem muito a oferecer. Talvez um monte de coisas que lhe pareçam mais aprazíveis do que os pontos turísticos tradicionais.

Apesar disso, os viajantes gostam de pesquisar roteiros passo a passo. Querem saber qual é o melhor itinerário para a viagem. Nós, do Mapa de Londres, sempre ficamos receosos em fornecer instruções assim tão precisas, milimétricas, pois, se elas forem seguidas à risca, talvez o leitor desembarque em Londres com a viagem de outra pessoa na bagagem. E não é essa a proposta.

Roteiro do Mapa de Londres

Por isso, criamos um produto um pouquinho diferente. Ele não é apenas um roteiro de Londres, e não é apenas um guia.

Em um planejamento de viagem, o ideal é cruzar referências, acrescentar preferências e moldar a jornada de acordo com suas vontades – afinal, turismo é uma expressão pessoal, uma extensão de quem você é em um momento de lazer, com a diferença de que você não retorna para a sua cama no fim da noite, e sim para a do hotel.

Dá uma olhada na proposta do nosso roteiro:

Roteiro em Londres

Este e-book é um passo a passo detalhado para sua primeira viagem para Londres. Mas a gente não acha legal indicar um itinerário estático, impessoal, que não possa ser adaptado. Minha Londres pode não ser a sua, né?

Então fizemos diferente. Criamos um roteiro com 7 dias de atrações em Londres que é acompanhado por uma planilha personalizável, com atrações divididas por dia e ingressos, horários e estações próximas. Assim você pode usar como base o nosso roteiro para criar a sua programação, a sua Londres, do jeito que você mais curtir.

Além do roteiro e da planilha, você ainda leva cinco guias especiais:

Guia dos Ingressos

Preços das principais atrações de Londres e 3 dicas para economizar até 50% nas entradas.

Guia do Transporte

Como andar de ônibus e metrô, quanto colocar no Oyster, passe de 7 dias e muito mais.

Guia da Hospedagem

Melhores regiões para você se hospedar em Londres e dicas para encontrar hotel e hostel.

Guia das Estações

Principais estações de metrô, com as linhas e as atrações próximas (pontos turísticos, pubs, lojas).

Guia da Imigração

O que falar, o que levar e o que esperar na entrevista para passar tranquilo.

Curtiu a ideia do nosso roteiro? Saiba mais sobre o e-book

E se você não quiser um roteiro pronto, que tal descobrir as atrações imperdíveis na cidade?

O que não pode faltar no seu roteiro em Londres

London Eye à noite
London Eye deve fazer parte do seu roteiro em Londres. Foto: Mapa de Londres

Quantos dias você vai ficar na cidade? Nós recomendamos um mínimo de 7 dias. Com esse tempo, você consegue passear bastante e fazer um roteiro recheado das atrações mais e menos turísticas e ainda curtir bons pubs e até uma ida ao teatro.

Mas a gente sabe: é difícil ficar tanto tempo em uma cidade só, né? Como os países europeus ficam próximos uns dos outros, dá vontade de aproveitar ao máximo o continente pipocando por tudo que é canto. Tudo bem, um dia você volta pra cá 🙂

Roteiro de 1 dia em Londres

Westminster
Westminster: patrimônio da humanidade e símbolo da força do governo britânico. Foto: iStock, Getty Images

Um dia em Londres é loucura. Se você puder mudar esse planejamento, esta é a hora. Você não vai conseguir nem entender o que está acontecendo ao sair do Heathrow. De qualquer forma, não cabe aqui a censura, e sim a compreensão: vá para a estação de Westminster (Jubilee, District e Circle Lines) e comece o seu passeio por ali.

Ao lado da estação, você vai dar de cara com o Big Ben, com a Abadia de Westminster e, logo adiante, com a London Eye e o Rio Tâmisa.

Lembre, porém, de considerar bem o tempo que você vai perder passando pela imigração no Heathrow, pegando as malas e viajando de trem ou metrô até a área central da cidade. Depois você precisa voltar para pegar o voo, e esse é um dos maiores aeroportos do mundo. Cuidado!

Roteiro de 3 dias em Londres

Imagens de Londres: Trafalgar Square
Trafalgar Square é uma praça de protestos e comemorações. Foto: iStock, Getty Images

Em três dias em Londres, você vai ter que correr muito – e isso para ver o básico.

Deixe um dia inteiro para Westminster. Ali, visite a London Eye, tire fotos no Big Ben e na Abadia de Westminster, dê um passeio a pé pelo Tâmisa. Caminhe até Trafalgar Square, a principal praça da cidade. Lá fica a National Gallery, uma das principais galerias de arte do mundo, e o monumento em homenagem ao almirante Nelson, herói da Batalha de Trafalgar. Pertinho dali você pode escolher entre Piccadilly Circus e sua Estátua de Eros e a Leceister Square, seus teatros e a Chinatown.

Bom, agora você tem mais dois dias na cidade e uma Londres inteira pela frente. Um fator importante nessa correria é a localização do seu hotel. Pelo tempo exíguo, ela é essencial na definição das atrações que você incluirá no roteiro.

Digamos que ele fique ali em South Kensington, por exemplo. Seria ótimo, porque é uma região cheia de atrações, como os museus de Ciência, de História Natural e Victoria & Albert, além do Palácio de Kensington e do Kensington Gardens. Você pode combinar ainda esse passeio com Notting Hill e sua Portobello Market.

Bom, agora resta um dia em Londres e você ainda nem pisou no berço histórico da cidade nem viu a Tower Bridge, o cartão postal mais famoso depois do Big Ben. Então quem sabe deixar o terceiro dia para conhecer um pouco da City of London, da Torre de Londres e da Tower Bridge? Aproveite para caminhar bastante às margens do Tâmisa e, quem sabe, esticar o passeio até a Tate Modern, a Millennium Bridge e o Shakespeare’s Globe.

Roteiro de 5 dias em Londres

Camden Town. Foto: Gustavo Heldt, MdM
Camden Town é um bom programa para o fim de semana. Foto: Mapa de Londres

Com cinco dias em Londres, o roteiro já fica um pouco menos caótico. Já dá pra vislumbrar um pouquinho melhor o que é essa Londres da qual nós tanto falamos.

Bom, parta do roteiro de três dias e perceba o seguinte: falta muita coisa. Tudo bem, calma.

Que tal a seguinte combinação? Um dia em Camden Town, o bairro mais exótico de Londres, mais Regent’s Park, o parque mais bonito da cidade, passando depois por Baker Street. E para finalizar o roteiro, meio dia em Greenwich e meio dia no Museu Britânico.

Roteiro de 7 dias em Londres

Turistas podem conferir a Troca da Guarda em frente ao Palácio de Buckingham. Foto: Mapa de Londres
Turistas podem conferir a Troca da Guarda em frente ao Palácio de Buckingham. Foto: Mapa de Londres

Agora, sim. Você vai perceber, provavelmente, que nessa correria toda nem falamos na Troca da Guarda no Palácio de Buckingham, nem no Museu Imperial da Guerra, nem no Churchill War Rooms, nem no Green Park, St James’s Park e em muitos outros passeios interessantes.

Tudo bem. Não importa o roteiro, a gente tem certeza apenas de uma coisa: você vai deixar Londres já pensando em quando vai voltar para cá 🙂

E aqui fica o convite para você conhecer nosso roteiro completo, que inclui uma planilha para você personalizar a sua programação de acordo com os dias disponíveis e cinco guias com as melhores dicas para sua viagem.

Luzes de Natal

Londres incorpora o espírito natalino bem cedo. A decoração começa a ficar pronta em outubro, e, no início de novembro, diversos eventos são marcados para celebrar o acendimento das luzinhas de Natal, pelas ruas, praças, lojas, shoppings. Alguns lugares apostam apenas na beleza dos próprios ornamentos e não realizam festas enormes. Outros, no entanto, chamam até o Justin Bieber para chamar a atenção.

Confira algumas das estreias das luzinhas pela capital britânica (mais no Visit London):

Decoração em Oxford Street
Decoração em Oxford Street. Foto: Irum Shahid, SXC

1 de novembro: Oxford Street

As responsáveis pelo show são as Saturdays, que apresentarão o single My Heart Takes Over, na frente da Marks and Spencer Marble Arch. Outros convidados especiais também participarão da festa. As luzes da Oxford Street estão entre as mais famosas do mundo.

7 de novembro: Westfield

O queridindo das pequenas tietes ensandecidas Justin Bieber fará duas apresentações em Londres nesse dia, especialmente para a inauguração das luzes dos shoppings Westfield de Shepherd’s Bush (17h) e de Stratford City (19h45). Se você tiver de escolher um (talvez por uma filha desesperada pela chance de encontrar o garotinho do cabelo penteado para frente), prefira o de Stratford City, pois se trata do maior shopping da Europa, inaugurado em setembro deste ano.

8 de novembro: Regent Street

A estreia das luzes de Regent Street será um evento duplo: em prol dos ornamentos natalinos e da prèmiere do filme Arthur Christmas, com Bill Nighy e Ashley Jensen dando autógrafos e abanando para as câmeras. A partir das 17h, haverá também apresentações de Kelly Clarkson, Thriller Live, entre outros.

9 de novembro: Covent Garden

Uma gigantesca árvore de Natal é o destaque da festa de estreia das luzes de Covent Garden neste ano. Prepare-se também para um presépio animado, com efeitos especiais.

10 de novembro: Carnaby Street

A decoração natalina de Carnaby busca imitar a exclusividade de suas lojas. O evento terá um show de luzes, sons e cores, que combinará os principais elementos natalinos.

30 de novembro: Greenwich Market

Uma procissão de lanternas dá início ao acendimento das luzes do Greenwich Market, a partir das 16h. A história começa no Old Royal Naval College, com cantorias natalinas e barraquinhas de comida e presentes.

1 de dezembro: Trafalgar Square

Desde 1947, a Noruega presenteia o Reino Unido com uma árvore Natal em agradecimento à ajuda britânica durante a Segunda Guerra Mundial. Neste ano, a árvore terá um lugar de destaque, na Trafalgar Square.

Natal em Oxford Street (2009)

> Mais luzinhas no Visit London

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