Quem visitar Londres em 2012 poderá apreciar algumas das mais belas obras de Leonardo da Vinci na capital britânica.
A maior exposição
A National Gallery exibiu, entre 9 de novembro de 2011 e 5 de fevereiro de 2012, a maior coleção de quadros de Leonardo da Vinci. Foi uma rara oportunidade para se encantar com praticamente todos os trabalhos do artista entre 1480 e 1490, pintados em Milão.
Destaques
33 estudos e desenhos da Coleção Real
The Portrait of a Musician (pintura a óleo datada de 1490)
The Lady with an Ermine (retrato de Cecilia Gallerani, amante de il Moro)
Na Queen’s Gallery, no Palácio de Buckingham, estão reunidos trabalhos de anatomia de um dos maiores artistas do Renascimento. Nela, você descobrirá como Da Vinci revolucionou os conceitos sobre a anatomia humana. Como pintor, arquiteto e engenheiro, ele empreendia reproduções extremamente fieis de órgãos, músculos e de membros do corpo.
A London Bridge foi a primeira ponte de Londres. A primeira versão dela surgiu ainda na época dos romanos, quase 2 mil anos atrás. Mesmo assim, é confundida com uma ponte bem mais recente, a Tower Bridge, um dos principais pontos turísticos da capital britânica.
London Bridge não é Tower Bridge
Por que a confusão? Ela decorre de três instâncias: a proximidade, a importância e o nome.
As duas pontes localizam-se bem perto uma da outra. A London Bridge se situa entre a Cannon Street Railway Bridge e a Tower Bridge. Ela atravessa o Rio Tâmisa para conectar a City of London e a Southwark. A London Bridge tem maior importância histórica, pois sua primeira versão foi erigida ainda pelos romanos.
Mas a Tower Bridge tem maior importância turística, devido ao seu apelo visual. E o nome das duas contém “Bridge”, o que pode ser terrivelmente confuso para o turista desavisado.
“London Bridge is falling…”. Foto: Mapa de LondresEm primeiro plano, a London Bridge. Lá no fundo, Tower Bridge. Foto: Mapa de Londres
Para chegar: as estações Monument e London Bridge estão, respectivamente, no lado norte e sul da ponte.
A primeira London Bridge
Os primeiros traços de uma ponte onde hoje se localiza a London Bridge surgiram por volta do ano 50 DC. Os romanos erigiram ali uma ponte de madeira, para fins militares. Nos anos seguintes, outras versões mais modernas foram construídas, até que os romanos abandonaram Londinium (como a cidade era chamada).
Muitos anos depois, por volta de 1000 DC, os saxões resolveram reconstruir a ponte. O intento, porém durou pouco, pois logo um navio a derrubou. Novas versões surgiram e logo caíram, devido a um tornado e a um incêndio.
Casas ao longo da ponte
Uma nova ponte, maior e feita de pedra, foi completada no reinado de John, em 1209. O Rei permitiu que, ao longo da ponte, fossem construídas casas. Assim, em pouco tempo, os dois lados da ponte estavam tomados por lojas, o que deixava pouco espaço para o fluxo de pedestres e charretes. Em certos momentos do dia, levava-se uma hora para se realizar a pé a travessia. Por isso, a maioria dos pedestres preferia utilizar um ferry para chegar ao outro lado do rio.
Cabeças ao longo da ponte
Durante cerca de 300 anos, uma cena estarrecedora para os padrões atuais era comum na ponte: em estacas, as cabeças de traidores executados eram exibidas para os transeuntes. Em 1598, um visitante alemão passou pela Ponte de Londres e contou mais de 30 cabeças à mostra. A prática foi abolida em 1660, após a restauração da monarquia, no reinado de Charles II. Alguns anos depois, as lojas e casas que povoavam a ponte também foram proibidas.
Desenho da ponte em 1682
8 mil pedestres por hora
No século 19, ficou aparente a necessidade de uma nova ponte. A antiga contava quase 600 anos de idade. A nova Ponte de Londres foi construída 30 metros a oeste da original, com com cinco grandes arcos de pedra. A inauguração ocorreu em 1 de agosto de 1831. Em 1896, estimou-se que a ponte era o local com a maior densidade de pessoas na capital britânica, com 8 mil pedestres e 900 veículos atravessando por hora. Menos de 100 anos depois da inauguração, em 1924, o lado leste da ponte encontrava-se 9 cm mais baixo do que o oeste. Decidiu-se, então, construir uma nova ponte.
London Bridge à venda
Um parlamentar genial teve a ideia: vender a ponte. E encontrou um comprador: Robert P. MucCulloch, que desembolsou quase 2,5 milhões de dólares pela estrutura. Cada peça foi numerada e enviada por navio para o Arizona, onde todas foram reunidas em uma ponte que atravessa o Lago Havasu City.
Versão atual da ponte
A ponte atual foi inaugurada pela Rainha Elizabeth II em 17 de março de 1973. Ela foi construída para ter uma vida duradoura e para se manter completamente funcional. Assim, poucos ornamentos podem ser vistos. Talvez esse seja o motivo de ela ser relegada na preferência dos turistas.
Mas aqueles que conhecem sua história pelo menos tiram uma foto e imaginam com algum assombro onde ficavam as cabeças dos traidores executados antigamente…
Podem falar qualquer coisa de Londres, menos que a cidade não tem história. A descoberta pelos romanos, as invasões vikings, a Família Real, a queda da monarquia, a volta da monarquia, a Grande Praga, o Grande Incêndio, a Primeira Guerra, a Segunda Guerra, as Olimpíadas de 2012… Então, para celebrar os acontecimentos que marcaram a capital britânica ao longo dos séculos (e aqueles inventados por nobres escritores), o Mapa de Londres criou uma seção dedicada aos responsáveis por essas histórias: Personagens de Londres.
Como a maioria dos Reis, Charles I, segundo filho de James I, acreditava que o soberano era designado por Deus para comandar o império. E sem a ajuda do parlamento. Assim, brigou com todo mundo que discordava e foi decapitado em frente à Banqueting House, no Palácio de Whitehall.
É difícil acreditar que um dos personagens mais famosos de Londres nunca existiu de fato. A história de Conan Doyle é tão boa, que muitos ainda enviam correspondência para Sherlock Holmes na 221b de Baker Street, na esperança de encontrar o genial detetive.
A Rainha é a chefe de estado do Reino Unido e de outros 15 reinos da Commonwealth, como Austrália e Canadá. Em 2012, Elizabeth II completará 60 anos no trono e não tem previsão para deixá-lo ao filho, Charles.
Winston Churchill foi uma das mais importantes vozes da luta pela democracia na Segunda Guerra Mundial. Conheça a história do homem que resistiu às investidas de Hitler e planejou o ataque à França que mudou o curso da Segunda Guerra.
O Leste de Londres era um lugar muito pobre no fim do século 19. Esse foi o cenário dos crimes do serial killer mais famoso da história: Jack The Ripper. Mas você sabe por qe ele ficou tão famoso? Descubra.
Foto: DivulgaçãoOs amantes do chocolate não podem deixar de conhecer a Melt Chocolate, uma das maiores especialistas em chocolates refinados de Londres. Você sabia que os chocolates de maior qualidade são mais saudáveis, contêm bem mais cacau e até 10 vezes menos açúcar do que as marcas mais comerciais?
A proposta da Melt está no nome: apreciar o chocolate com calma e deixá-lo derreter na boca, em uma mordida de prazer extremamente sensorial. Na loja, localizada no coração de Notting Hill, você pode conhecer a cozinha, experimentar uma porção de delícias diferentes e levar as mais apetitosas para casa (ou apenas para o restante da viagem).
Endereço: 59 Ledbury Road, Notting Hill, London, W11 2AA
Nos filmes e na literatura, Londres já foi associada ao terror em incontáveis vezes. As referências misturam reminiscências de uma época de tragédias, como o Grande Incêndio de 1660, lembranças de serial killers, como Jack, o Estripador, e visões do outro lado, como em assombrações testemunhadas por funcionários do metrô da cidade. Com tantas manifestações sanguinolentas ao longo de sua história, não é de se admirar que a capital britânica transforme essa vocação em atração turística.
Seguem abaixo algumas ideias para os corajosos de plantão:
O Ghost Tour, em Londres, é ideal para quem quer aprender história, rir um pouco e tomar alguns sustos, tudo ao mesmo tempo. Os visitantes são transportados em um Routemaster todo pintado de preto. E lá na frente, um motorista cadavérico conduz o tour… Saiba mais.
Donald Rumbelow é considerado o maior especialista em Jack, o Estripador do mundo. É dele um dos livros mais completos sobre o assunto, The Complete Jack The Ripper. E é ele quem conduz um dos tours a pé mais interessantes sobre o assunto. Saiba mais.
Há muitas histórias de fantasmas e assombrações nas estações de metrô de Londres. Um documentário, o Haunted London Underground, mostra relatos de dúzias de funcionários, ex-funcionários e passageiros que ouviram mensagens do além… Saiba mais.
Inaugurada no início de 2008, com a proposta de assustar os visitantes, a London Bridge Experience levou um susto no final daquele ano, quando foi processada pela já estabelecida London Dungeon… No fim, um acordo resolveu tudo, e os zumbis das duas atrações puderam trabalhar em paz. Saiba mais.
A London Dungeon é uma aula de história assustadora. A atração apresenta os episódios mais trágicos e tenebrosos dos últimos mil anos na capital britânica, com 11 encenações conduzidas por atores e muitos efeitos especiais. Saiba mais.
O Reino Unido é considerado um dos lugares mais mal-assombrados do mundo. De acordo com especialistas, a densidade de fantasmas e espectros sobrenaturais na capital britânica está no topo do ranking elaborado pela Ghost Hunting University, da Escócia. Mentira, mas a verdade é que você pode virar um caça-fantasmas… Saiba mais.
O Ice Bar é o único bar de gelo permanente em Londres. O lugar é mantido a uma temperatura de -5 graus centígrados e recebe os visitantes por períodos máximos de 40 minutos. Uma vez por ano, o Ice Bar ganha uma repaginação completa, com gelo advindo do norte da Suécia e escultores e designers especialmente treinados para a tarefa.
Uma experiência congelante. Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de LondresMascote do bar dá as boas-vindas. Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
Aqui tudo é feito de gelo: paredes, mesas, bancos, bar e até os copos. Por isso, para entrar, você recebe uma capa térmica com capuz, luvas e um copo. O primeiro drinque, já incluso no ingresso, serve para você se aquecer em meio ao frio congelante do local. Você pode reabaster o copo de gelo pagando a cada drinque. O jeito é beber e se enturmar rapidinho, pois logo a diversão acaba.
Visitas
Texto e fotos: Kamilla Fernandes
Entrada: 13,5 a 16 libras (com 1 drinque incluso)
Drinque: a partir de 6,50 libras
Horários: segunda a quinta, das 15h30 às 22h15; sexta das 14h45 às 23h45; sábado das 11h a 0h30; e domingo das 14h às 22h15.
Endereço: 31-33 Heddon Street, Mayfair, London, United Kingdom, W1B 4BN
Para entrar, você precisa vestir essa manta. Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
Toda visita deve ser reservada com antecedência. O ingresso inclui a entrada no estabelecimento, a permanência durante 40 minutos, uma capa térmica, luvas térmicas e um drinque a sua escolha (drinque com champanhe tem acréscimo de 4 libras). Os visitantes entram no bar em grupos de no máximo 40 pessoas, definidas pelo horário. Quando o tempo acaba, todo mundo sai junto.
O valor da entrada varia de acordo com o dia da semana e o horário. A entrada mais barata é de 14 libras, de domingo a quarta, e nas quinta e sexta até as 17h45. Nas noites de quinta e sexta e no sábado, o valor sobre para 16 libras.
Confabulações de uma seita secreta? Não, apenas um grupo do Ice Bar. Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
Outra opção é a Champagne Session, que acontece às 20h de sexta e sábado, pelo valor de 24 libras. Nesta sessão, além da entrada, está incluso um drinque ou uma taça de champanhe e mais um drinque extra à escolha do cliente.
Para quem se frustra ao não encontrar neve em Londres… Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
As reservas podem ser feitas com até 28 dias de antecedência e é possível reservar para grupos de até oito pessoas. Caso seu grupo de amigos seja maior, você vai precisar entrar em contato por telefone com a equipe de reservas do bar. E se você precisar cancelar sua reserva, faça isso com 48 horas de antecedência para que seu pagamento possa ser reembolsado.
Menores de idade podem conhecer o bar desde que acompanhados de um responsável legal, até às 17h45. Depois desse horário, apenas maiores de 18 anos.
Vamos nos manter aquecidos? Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de LondresFoto: Kamilla Fernandes
Se você está em Londres ou planejando sua viagem para a cidade, vale a pena incluir o Ice Bar na sua programação, além dos tradicionais pubs ingleses. Certamente será uma experiência inesquecível.
Brrr
As luvas são extremamente importantes, pois segurar os copos de gelo sem elas não é fácil. Faz muito frio mesmo. Por isso, mesmo com a capa, a recomendação é que você não tire o casaco que já estiver usando e não use calçado aberto.
Ambiente
O tema atual é o Frozen Architechure e foi desenvolvido pelos designers Jens Thoms Ivarsson e Mikael “Nille” Nilsson, com mais de 34 toneladas de gelo. O bar é bastante pequeno e conta com luzes de LED que mudam de cor a todo momento por trás das paredes de gelo, transformando toda a iluminação do espaço.
Ah, boa notícia: você está liberado para tirar quantas fotos quiser.
Drinques
O primeiro drinque está incluso no ingresso 🙂 Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
O bar conta com uma grande variedade de drinques. Você escolhe o seu no balcão, e ele é preparado na hora, muito rapidamente. Lembre-se de manter seu copo sempre com você, pois os drinques são servidos no mesmo copo. Um copo novo custa 4 libras.
Refil custa a partir de 6,50 libras. Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
O cardápio de drinques é dividido nas seguintes categorias: Vodca, Bourbon, Tequila, Gin, Rum, Champagne e Não-Alcoolico. O primeiro drinque é grátis, com um acréscimo de 4 libras caso você opte por um drinque com champanhe.
Para o refil, os valores são de 6,50 libras para os drinques normais, 8,50 libras para champanhe e 3 libras para os não-alcoolicos. Os drinques são deliciosos, mas pequenos. É provável que você vá pedir uma recarga.
Os drinques são preparados rapidamente no balcão. Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
Bar aquecido
O espaço conta também com um bar aquecido, o Wolf Bar, para que você possa aguardar o seu horário ou tomar mais um drinque ao fim de sua incursão pelo gelo. Outra opção para quem quer emendar um jantar, antes ou depois da sessão no Ice Bar, é o Reindeer Lounge & Moose Dining Room, no subsolo.
O Ghost Tour, em Londres, é ideal para quem quer aprender história, rir um pouco e tomar alguns sustos, tudo ao mesmo tempo. Os visitantes são transportados em um Routemaster original, com uma pequena diferença: ele é todo pintado de preto. E lá na frente, em vez de um condutor tradicional, encontra-se um cadavérico guia, que aponta para pontos históricos de interesse trágico e conta histórias que envolvem crimes de todo tipo. O passeio conta ainda com efeitos especiais e algumas surpresas. Bom para a família toda.
Você vai parar em alguns pontos tradicionalmente associados a crimes, mortes e fantasmas, como a Fleet Street, a Old Bailey, o Monument, a Torre de Londrese a London Bridge. Mas não se preocupe. “O ônibus é perfeitamente seguro”, garante a organização do tour. “No caso improvável de um espírito se manifestar, a nossa equipe está altamente treinada para lidar com o sobrenatural e garantirá que nenhum passageiro terá qualquer perigo de atividades paranormais”.
Programe-se
Saída: Perto da Trafalgar Square, do lado de fora do Grand Hotel, do lado oposto do Sherlock Holmes Pub, na Northumberland Avenue
A St Mary-Le-Bow é uma igreja histórica de Londres, um templo de fé imiscuído no centro financeiro da cidade. De acordo com evidências arqueológicas, há uma igreja no local deste os tempos saxões. O prédio atual, desenhado pelo arquiteto Sir Christopher Wren após o anterior ser consumido pelo fogo durante o Grande Incêndiode de 1666, foi concluído em 1680, com seu campanário de 223 degraus. Horários de visitação: Segunda a quarta, das 7h30 às 18h. Quinta, das 7h30 às 16h. Sexta, das 7h30 às 16h. Exceto em ocasiões especiais, a igreja permanece fechada no fim de semana.
O Café Below é a melhor opção para o visitante. Passeie pela igreja, encante-se com todos os detalhes (especialmente o campanário) e depois desça até a cripta, onde uma bela cafeteria oferece café da manhã, almoço e jantar, de segunda a sexta, das 7h30 às 21h. O menu é alterado diariamente, sempre servindo ingredientes e produtos britânicos.
História
Não se sabe quando surgiu a primeira igreja no local, mas traços arqueológicos apontam para a época de dominação dos saxões. A versão medieval da igreja foi destruída no fim do século 11 por um dos primeiros tornados registrados no Reino Unido, o Tornado londrino de 1091. Durante o período normando, uma igreja com o nome de St Mary de Arcubus foi erguida no lugar, com dois arcos de pedra que lhe conferiram grande fama. Até que, em 1666, o Grande Incêndio de Londres destruiu toda a construção. Coube a Sir Christopher Wren redesenhar a igreja, que tomou forma novamente em 1680. Ela se manteve em pé até os bombardeios da Segunda Guerra Mundial, na década de 1940, quando tudo veio abaixo, até o sino principal. A reconstrução tomou como modelo o prédio antigo e foi completada em 1961.
As bicicletas vão dominar Londres neste final de semana. Neste domingo, dia 4 de setembro, o Sky Ride, promovido pelo prefeito Boris Johnson, preencherá todos os espaços da rota especial com bicicletas de todos os tipos e cores, unindo famílias de turistas e nativos em um grande evento esportivo.
A rota circular, que não permitirá carros das 9h30 às 16h, passará por Westminster Bridge, Mall, Trafalgar Square, Big Ben, St. James Park, Palácio de Buckingham e Embankment.
O fã de tênis vai se deslumbrar com uma visita ao museu do Torneio de Wimbledon, a mais antiga competição de tênis do mundo. Conheça a história de uma diversão familiar no pátio de casa que se tornou um esporte multimilionário praticado em todos os cantos do planeta que possuem rede, raquetes e bolinhas. No museu, você poderá sacar toda a evolução do tênis através de audio guides, telas interativas e filmes com melhores momentos desde o primeiro saque no All England Lawn Tennis Club, em 1877.
Visitando o Museu de Wimbledon
Endereço: All England Lawn Tennis and Croquet Club, Church Road, Wimbledon, London, SW19 5AE
Como chegar: Vá até a estação de Wimbledon ou Southfields (district line) ou Tooting Broadway (Northern Line) e depois pegue o ônibus 493. Também dá para pegar um trem direto de London Waterloo para a estação de Wimbledon e, de lá, entrar no ônibus 493.
O início despretensioso do lawn tennis. Reprodução: Library of Congress/USA
Horários: Diariamente, das 10h às 17h30 (entrada até as 17h)
Preço museu + tour pelas quadras: Adulto: 24 libras / Criança (5 a 16): 15,00 / Criança (menor de 5): gratuito
Observação: durante o período da competição, só entra no museu quem possui ingresso para as partidas. Em 2013, Wimbledon ocorre de 24 de junho a 7 de julho.
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