Banqueting House

banqueting house - divulgação

Construída em 1622, a Banqueting House é uma sobrevivente. Serviu como local para entretenimento do Rei Charles I e, mais tarde, como palco de sua morte, por decapitação, em 1649. O soberano se foi, mas o prédio permaneceu. Ficou imune ao incêndio de 1698, que vitimou o Palace of Whitehall, e aos bombardeios da Segunda Guerra Mundial, na década de 1940. Atualmente, recebe turistas, curiosos e estudiosos que desejam se encantar com o restante do primeiro palácio em estilo neoclássico da Inglaterra e seu famoso teto coberto pelas tintas de Sir Peter Paul Rubens.

Visitas

Endereço: Whitehall, London SW1A 2ER , United Kingdom

Estações de metrô: Westminster e Embankment

Linhas de ônibus: 3, 11, 12, 24, 53, 77A, 88 e 159

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Horários: Diariamente, das 10h às 17h.

Preço: Adulto 6,60 libras e Criança (menos de 16) grátis.

O preço do ingresso inclui um audio guide que conta a história da Banqueting House. Entre os idiomas, estão o inglês e o espanhol.

Banqueting House
Pintura: Hendrik Danckerts

Palácio de Whitehall

O Palácio de Whitehall, do qual a Banqueting House fazia parte, foi a residência oficial da monarquia britânica em Londres entre 1530 e 1698, quando um incêndio destruiu tudo exceto a Banqueting House. Em seus momentos finais, tratava-se do maior palácio da Europa, com 1,5 mil salas, sobrepujando o Vaticano e Versalhes.

> Saiba mais sobre o Palácio de Whitehall

Entretenimento da corte

A Banqueting House foi construída para prover o ambiente adequado para a diversão da Realeza. E para a Realeza da época, o melhor entretenimento era a Masque, uma espécie de fusão entre um baile de máscaras e uma peça de teatro, normalmente dividida em duas partes. Na primeira, atores profissionais encenavam para a plateia da Corte; na segunda, os convidados levantavam-se, substituíam os atores e dançavam até o fim da noite.

Banqueting House
Foto: divulgação

Arte de Rubens

O tamanho e a beleza das telas de Rubens, pintor barroco nomeado cavaleiro na Inglaterra e na Espanha, ainda impressionam os visitantes. As pinturas, instaladas em 1636, foram encomendadas por Charles I para celebrar a vida e o reino de seu pai, James I. As três principais retratam a União das Coroas, a Apoteose de James I e o Reino Pacífico de James I. As telas de Rubens proporcionaram uma das últimas visões do Rei Charles I, decapitado em frente à Banqueting House.

Foto: V. Travi, MdM
Foto: V. Travi, MdM

A queda do Rei

Como a maioria dos Reis, Charles I, segundo filho de James I, acreditava que o soberano era designado por Deus para comandar o império. A partir dessa premissa, brigou com todo mundo que discordava do pressuposto. Dissolveu o parlamento duas vezes, elevou impostos para promover guerras, casou-se com uma Princesa católica, nomeou o infame George Villiers como Duque de Buckingham e não reconheceu a legalidade do tribunal que o julgou por traição após a segunda guerra civil, em 1649.

O julgamento

Apesar do ódio que o Rei Charles I despertava por sua política religiosa, econômica e internacional, muitos súditos ainda o apoiavam. Por isso, o público não pôde presenciar seu julgamento. No dia, a maioria do parlamento votaria contra a execução do Rei, mas grande parte foi impedida de entrar no prédio pelo exército.

À acusação de trair a pátria e governar como tirano, o Rei Charles I nem se defendeu, por não reconhecer que seus atos pudessem ser julgados por uma corte. O costume de tirar o chapéu diante dos juizes também não foi praticado pelo Rei.

A sentença

Até encontrar um juiz disposto a condenar o soberano foi difícil. O escolhido, John Bradshaw, temia por sua vida. Foi ele quem leu a sentença:

– O referido Charles Stuart, como tirano, traidor, assassino e inimigo público da nação, deve ser executado com a separação da cabeça de seu corpo.

Banqueting HouseA execução

No dia da execução, 30 de janeiro de 1649, um palco foi montado em frente à Banqueting House. Só que ninguém queria ser o carrasco do Rei. Assim, depois de muita insistência e uma boa recompensa financeira, dois homens aceitaram o trabalho, com a condição de vestirem máscaras, a fim de que ninguém reconhecesse sua identidade.

Os relatos da época dão conta de nunca se ouviu um lamento tão grande quanto após a decapitação do Rei. Mesmo assim, muitos espectadores deixaram a lamúria de lado e correram em direção ao morto, com lenços na mão. Dessa forma, puderam banhá-los com o sangue do Rei, considerado divino.

> Saiba  mais sobre a história de Londres

> Conheça outros palácios

Restaurantes baratos em Londres

Londres está cada vez mais barata para brasileiros. Inclusive à mesa. Veja algumas das melhores opções entre os restaurantes com custo mais acessível na capital britânica.

Os preços se referem à refeição completa, com bebida.

Restaurantes baratos em LondresMcDonald’s e Burger King

Sugestões infames? Não em se tratando de custo. Enquanto essas redes de fast food vendem sanduíches a preços exorbitantes no Brasil, elas cobram bem menos no Reino Unido.

Preço: até 5 libras

Endereço: qualquer esquina

Horários: variados

 

Restaurantes baratos em Londres
Foto: Andrew Dunn

Fish & Chips

O prato mais tradicional de Londres é um dos mais baratos da cidade, o famoso Fish & Chips. Embora gordurosa, certamente constitui-se de comida mais saudável do que os burgers aí de cima.

Preço: até 10 libras

> Onde encontrar os melhores Fish & Chips

Horários: variados

 

Restaurantes baratos em LondresFood for Thought

Inaugurado em 1974, no coração de Covent Garden, o Food for Thought altera o menu diariamente, apesar de oferecer sempre o mesmo estilo de comida: vegetariana e nutritiva, com opções para veganos e sem glúten.

Horários: Segunda a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 12h às 17h.

Preço: até 10 libras

Endereço: 31 Neal Street, Covent Garden, London, WC2H 9PR

Estação de metrô: Covent Garden

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> Site

 

Restaurantes baratos em LondresBrick Lane

O paraíso da “comida indiana”, como os brasileiros chamam. Na verdade, é o paraíso do curry, um termo genérico que identifica carnes ou vegetais com tempero e molho forte da Índia, do Paquistão e de Bangladesh. Elas são encontradas nas Curry Houses, e o lugar com a maior concentração desses restaurantes é Brick Lane.

Preço: até 15 libras

Horários: variados

Estação de metrô: Shoreditch High Street

> Encontre Brick Lane no mapa

> Leia mais sobre Brick Lane

 

Restaurantes baratos em LondresGourmet Burger Kitchen

Quer hambúrguer com um pouco de requinte? Experimente o Gourtmet Burger Kitchen, com opções mais artesanais do que as cadeias de fast food.

Preço: até 10 libras

Endereço: diversos

Horários: normalmente, das 12h às 21h

> Encontre o GBK mais próximo de você

> Site

 

Restaurantes baratos em LondresMestizo

Aprecie o melhor da gastronomia mexicana (incluindo a tequila) no Mestizo. Guacamoles, quesadillas, tacos… Escolhendo bem, dá para comer barato.

Preço: até 20 libras

Horários: Segunda a quinta, do meio-dia às 23h. Sexta e sábado, do meio-dia às 23h30. Domingo, do meio-dia às 22h.

Endereço: 103 Hampstead Road, NW1 3EL, London

Estações de metrô: Euston e Euston Square

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> Site

 

Restaurantes baratos em LondresStringRay

O italiano StringRay oferece, em suas filiais Highbury e Globe, almoços por 6,50 libras. Pizzas crocantes e massas especiais são os destaques do local.

Preço: até 10 libras

Highbury

Horários: Diariamente, das 11h às 23h30

Endereço: StringRay Highbury, 36 Highbury Park, London, N5 2AA

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Globe

Horários: Diariamente, das 11h às 23h

Endereços: StringRay Globe 109 Columbia Road London E2 7RL

> Encontre  no mapa

 

 

Restaurantes baratos em LondresPizza Hut

A Pizza Hut no Reino Unido oferece muitos descontos e promoções. Quem come nos restaurantes da rede entre as 15h e as 17h durante a semana, por exemplo, paga apenas 5,50 libras por uma pizza, uma salada e refrigerante ilimitado.

Preço: até 10 libras

Horários: variados

> Encontre a Pizza Hut mais próxima

> Site

 

Restaurantes baratos em LondresWagamama

Uma experiência de amor ao noodles. Nesta cadeia inspirada em restaurantes japoneses, com grandes mesas compartilhadas, você verá miojos e sopas em todas as possíveis combinações.

Preço: até 10 libras

Horários: Diariamente, das 12h às 22h

> Encontre o Wagamama mais próximo

> Site

 

Restaurantes baratos em LondresPret a Manger

Em francês, Pret a Manger significa “Pronto para Comer”. E é justamente o que você encontra nas dezenas de Prets espalhadas por Londres: sanduíches, saladas, sopas e cafés para levar.

Preço: até 10 libras

> Encontre a Pret mais próxima

Horários: variados

> Site

Mais comida barata

> Viaje na Viagem: Onde comer BBB em Londres

Ingressos para o Palácio de Buckingham em Londres

Você sabia que pode visitar o Palácio de Buckingham por dentro? Conhecer as Salas de Estado, fazer um tour guiado pela residência real e se deslumbrar com a decoração e as obras de arte que adornam o lugar? É possível, mas apenas na alta temporada. Neste post, você vai ver como fazer essa visita, como comprar ingressos e ainda passear nos Estábulos Reais e na Queen’s Gallery.

Ficou animado? Vamos lá. Primeiro, a gente precisa se localizar:

Para chegar ao Buckingham Palace

Metrô: Estação Victoria (Circle, District e Victoria Line), St James’s Park (District e Circle) e Green Park (Jubilee, Piccadilly e Victoria Lines)

Ônibus: 11, 211, C1 e C10

A pé: veja no mapa

Palácio de Buckingham visto do Memorial da Rainha Victoria. Foto: Mapa de Londres
Buckingham Palace visto do Memorial da Rainha Victoria. Foto: Mapa de Londres

Ingressos para o Palácio de Buckingham

Ingressos para o Palácio de Buckingham em LondresSalas de Estado

As salas de estado (State Rooms) do Palácio de Buckingham são utilizadas pela Rainha e membros da Família Real na recepção de convidados, em cerimônias oficiais e no encontro com chefes de estado. Por isso, são abertos ao público apenas em períodos restritos, normalmente durante o verão britânico.

As 19 salas são decorados com alguns dos mais elegantes e luxuosos móveis e objetos da Coleção Real, como quadros de Rembrant e esculturas de Canova. Elas refletem o gosto do Rei George IV (monarca entre 1820 e 1830), que contratou o arquiteto John Nash (o mesmo do Regent’s Park) para transformar o que era a Buckingham House em um grande palácio. Muitos dos móveis, candelabros, lustres e outros objetos de arte foram trazidos da Carlton House, a casa do Rei quando ele era Príncipe de Gales.

Tours no verão

Se você viajar para Londres no verão, não deixe de comprar seu ingresso para conhecer o Palácio de Buckingham por dentro. Sempre com hora marcada e com entrada adquirida com antecedência, o tour ocorre diariamente entre agosto e setembro.

A exploração das salas ocorre com ajuda de um guia em áudio (disponível em português, mas a versão em inglês é narrada pelo Príncipe Charles), que vai contando as histórias do palácio e contextualizando as obras encontradas pelo caminho.

Período de visitação: entre agosto e fim de setembro

Horários: Em agosto, diariamente, das 9h30 às 19h30 (entrada até as 17h15); Em setembro, diariamente, das 9h30 às 18h30 (entrada até as 16h15)

Duração: 2h30

Ingressos: Adulto: 23 libras / Criança até 17 anos: 13,00 / Criança até 5 anos: gratuito

Royal Day Out (inclui visita aos State Rooms, aos Estábulos Reais e à Queen’s Gallery): Adulto 35,60 libras/ Criança (menor de 17 anos) 20,00 libras / Criança (menor de 5 anos) gratuito

Ingresso para o Palácio de Buckingham (site do VisitBritain)

Tours no inverno

O Palácio de Buckingham também abre suas portas em ocasiões especiais no inverno, em tours guiados, mais caros e com menos gente.

Roteiro em Londres

Nesse tour, o visitante pode visitar as Salas de Estado do Palácio de Buckingham, aqueles ambientes magnificamente decorados e cheios de obras de grandes nomes da arte diretamente da Coleção Real.

As visitas no inverno são guiadas, em inglês, e dão direito a uma taça de champanhe, a um livro sobre o Palácio de Buckingham e a 20% de desconto na lojinha do palácio.

Período: 16 de dezembro de 2016 a 5 de fevereiro de 2017

Preço: 80 libras

Ingressos: no site

Queen’s Gallery, a Galeria de arte da Rainha

(Galeria da Rainha)

A Queen’s Gallery é um espaço permanente de exposição de objetos e tesouros da Coleção Real, que inclui joias, vestidos, móveis, obras de arte, entre outros. As exibições mudam, no mínimo, duas vezes por ano.

Queen's Gallery - Mapa de Londres
Queen’s Gallery é a galeria de arte da Rainha. Foto: Mapa de Londres

Confira as exposições

Período: Aberto o ano todo.

Horários

Diariamente, das 10h às 17h30 (entrada até as 16h30)

A galeria fecha de 23 de fevereiro a 19 de março, no dia 3 de abril e nos dias 25 e 26 de dezembro.

Duração: 1h30

Preços

Apenas Queen’s Gallery: Adulto: 9,75 libras / Criança (até 17 anos) 4,95 libras/ Criança (menor de 5 anos) gratuito

Royal Day Out (inclui visita aos State Rooms, aos Estábulos Reais e à Queen’s Gallery): Adulto 35,60 libras/ Criança (menor de 17 anos) 20,00 libras / Criança (menor de 5 anos) gratuito

Compre com antecedência: online

Royal Mews, os Estábulos Reais

Clique para saber mais
Royal Mews são os Estábulos Reais. Foto: Mapa de Londres

Os estábulos dão guarida aos veículos oficiais da Realeza britânica, tanto os puxados por cavalo quanto os movidos pelo motor. Os veículos são utilizados pela Rainha e por membros da Família Real em coroações, visitas de chefes de estado, casamentos reais e cerimônias oficiais.

Aqui se pode ver como funcionam os estábulos, a história do Royal Mews, a conservação dos veículos e até a carruagem utilizada pela Rainha em 2012, durante seu jubileu de diamante.

Visitas

2 de fevereiro a 29 de março: segunda a sábado, das 10h às 16h (entrada até 15h15).

30 de março a 31 de outubro: diariamente, das 10h às 17h (entrada até 16h15)

1 a 30 de novembro: segunda a sábado, das 10h às 16h (entrada até 15h15)

Fechado em: de 1 de dezembro a 1 de fevereiro e durante eventos Reais.

Duração: 1 hora

Preços

Só para o estábulo:  Adulto 9 libras / criança (até 17 anos) 5,40 libras / crianças (até 5 anos) gratuito

Royal Day Out (inclui visita aos State Rooms, aos Estábulos Reais e à Queen’s Gallery): Adulto 35,60 libras/ Criança (menor de 17 anos) 20,00 libras / Criança (menor de 5 anos) gratuito

Compre com antecedência: online

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Bares gays em Londres

Londres é uma cidade com tradição em vanguarda. Por isso, há muito tempo é vista como um polo de grandes atrações para gays, lésbicas e simpatizantes.

Confira 5 bares gays em Londres:

Bares gays em LondresG-A-Y Bar

O nome não poderia ser mais sugestivo, e os donos são os mesmo da festa mais liberal da Heaven. O bar é uma boa maneira de começar a noite. Há três andares, um deles para lésbicas, e um telão exibe as mensagens de texto enviadas pelos frequentadores.

Endereço: Old Compton Street, Soho, London, W1D 4UR
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Estações de metrô: Tottenham Court Road e Leicester Square
Horários: Diariamente, do meio-dia à meia-noite
Telefone: +44 (0)20 7494 2756
> Site

Bares gays em LondresVillage

É um dos bares gays mais famosos de Londres, fora do armário desde 1991. A entrada, gratuita, atrai muita gente ao local, assim como os dançarinos e a máquina de karaokê.

Endereço: 81 Wardour Street, Soho, London, W1D 6QD
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Estações de metrô: Piccadilly Circus e Leicester Square
Horários: Segunda a sábado, das 16h à 1h da manhã. Domingo, das 16h às 23h30.
Telefone: +44 (0)20 7478 0530
> Site

Bares gays em LondresThe Edge

O lugar sofre uma transformação do dia para a noite. À tarde, serve comida e bebida em um ambiente tranquilo. Ao anoitecer, o clima de bar toma conta, e os três bares recebem consumidores bem mais efusivos.

Endereço: 11 Soho Square, W1D 3QE
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Estação de metrô: Tottenham Court Road
Horários: Segunda a sábado, das 12 à 1h da manhã. Domingo, das 12h às 23h30.
Telefone: +44 (0)20 7439 1313
> Site

Bares gays em LondresThe Duke of Wellington

O público aqui é de 30 anos para cima. Embora atraia muitos gays e lésbicas, o pub também é frequentado por casais hetero e curiosos de todo tipo. Além das bebidas, o lugar oferece karaokê para os entusiastas.

Endereço: 77 Wardour Street, London W1D 6QA, United Kingdom
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Estações de metrô: Leicester Square e Piccadilly Circus
Horários: Segunda a quarta, das 12h às 23h. Quinta a sábado, das 12h à meia-noite. Domingo, das 12h às 22h30.
Telefone: +44 20 7439 1274

Bares gays em LondresCandy Bar

Esta é uma noite para garotas. O Candy Bar foi inaugurado em 1996, no coração do Soho, como um dos primeiros bares para lésbicas do mundo. São três andares com telões, palcos e shows de dançarinas em trajes ínfimos. Homens só entram acompanhados de duas mulheres e não têm acesso às apresentações.

Endereço: 4 Carlisle Street, Soho, London, W1D 3BJ
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Estações de metrô: Tottenham Court Road
Horários: Segunda a quinta, das 16h à 1h da manhã. Sexta e sábado, das 16h às 3h da manhã. Domingo, das 16h à 0h30.
Telefone: +44 (0)20 7287 5041
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Visite a Agulha de Cleópatra em Londres

A Agulha de Cleópatra não tem traços dos descobridores romanos nem do arquiteto da realeza Christopher Wren, mas chama a atenção às margens do Rio Tâmisa. Trata-se de um verdadeiro obelisco egípcio, com 21 metros de altura e 224 toneladas, ladeado por duas esfinges de bronze. No entorno, hieroglifos comemoram vitórias bélicas do imperador Ramsés II.

A história curiosa da Agulha de Cleópatra

Agulha de Cleópatra - Mapa de LondresA agulha foi um presente do Egito ao Reino Unido em 1819, decorrente das conquistas de Lord Nelson na Batalha do Nilo e de Ralph Abercromby na Batalha de Alexandria. Embora o governo britânico demonstrasse gratidão pelo gesto, não se dignou, na época, a pagar o custo do transporte até a ilha.

Em 1877, finalmente, surgiu o dinheiro para bancar a jornada. Só que a aventura de desenterrar o obelisco de mais de 3 mil anos, colocá-lo numa cápsula e rebocá-lo pelas águas até a Grã-Bretanha não deu tão certo. O mar revolto não facilitou a viagem do monumento e provocou a morte de seis marinheiros do navio. Em 12 de setembro de 1878, quase 60 anos depois da oferta do presente, a Agulha de Cleópatra foi erigida no Victoria Embankment.

Como visitar a Agulha de Cleópatra em Londres

No Victoria Embankment, próximo à estação Embankment, entre as pontes de Waterloo e Hungerford.

Estação: Embankment

Veja no mapa

Agulha de Cleópatra e as esfinges em sua base.
Agulha de Cleópatra e as esfinges em sua base
Agulha de Cleópatra - Mapa de Londres
London Eye e Big Ben ao fundo
Agulha de Cleópatra - Mapa de Londres
Danos nas esfinges foram causados por bombas na Primeira Guerra Mundial

Aqui perto

Somerset HouseTrafalgar SquareStrand e Temple BarSavoyBanqueting House

Por que Cleópatra?

Construído em 1460 A.C., o obelisco é conhecido como Cleopatra’s Needle (Agulha de Cleópatra), mas tem pouquíssima relação com a a Rainha Cleópatra VII Thea Filopator, já que a antecedeu em mais de 1,4 mil anos. A ligação deve-se ao lugar de onde o obelisco foi desenterrado para ser movido para Londres. Ele encontrava-se em Alexandria, no templo de Caesareum, construído por Cleópatra.

Mais agulhas

A Agulha de Cleópatra possui um par em Nova York. O obelisco norte-americano foi erigido no Central Park em 1888, três anos depois do londrino. A Agulha de Paris, cujo par permanece no Egito, foi a primeira a ser batizada de Agulha de Cleópatra, em 1833. Ela situa-se na Place de la Concorde, próximo ao local onde Luís XVI e Maria Antonieta foram guilhotinados em 1793.

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Veja como visitar o Observatório Real de Greenwich

Observatório Real de Greenwich proporciona a melhor vista do Parque de Greenwich. O viajante pode mirar as belezas da Universidade de Greenwich, os prédios de Canary Wharf, a City e o Millennium Dome. Além disso, você pode pisar na linha do meridiano e ficar com um pé a Leste e outro a Oeste do planeta.

Neste post, vamos mostrar como visitar o observatório em Londres e contar um pouquinho da história dessa atração de Greenwich.

Endereço: Royal Observatory, Blackheath Avenue, Greenwich, SE10 8XJ

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Estações de metrô: Cutty Sark

Como chegar: Você pode chegar de metrô, trem, ônibus ou barco. Use o Journey Planner para uma melhor orientação.

Horários: Diariamente, das 10h às 17h (entrada até as 16h30)

Ingresso antecipado: Adulto: 14,40 libras / Criança (de 5 a 15 anos): 7,20/ Criança (menor de 5): gratuito

Compre online

Atrações do Observatório Real de Greenwich

Greenwich - Mapa de Londres
Vista do Observatório para o Old Royal Naval College. Fotos: Mapa de Londres
Veja como visitar o Observatório Real de Greenwich
Flamsteed House foi desenhada por Christopher Wren

Flamsteed House

É o prédio original do Observatório Real, desenhado pelo arquiteto e astrônomo Sir Christopher Wren em 1675, sob orientação do Rei Charles II. O observatório foi construído onde antes se impunha o Greenwich Castle, que pertenceu a Humphrey, Duque de Gloucester e irmão de Henry V.

O visitante pode conhecer as salas e os apartamentos onde os astrônomos e suas famílias moravam e trabalhavam. John Flamsteed foi o primeiro de 15 astrônomos reais, que buscavam desvendar os segredos das estrelas, do tempo e do espaço.

Veja como visitar o Observatório Real de Greenwich

Exposições no Observatório

Existem diversas galerias que podem ser visitadas. As principais exposições são a Time and Longitude e a Time and Greenwich. Elas contam a história das soluções inventadas para acompanhar o tempo e calcular a hora. A Astronomy Galleries apresenta: meteorito de 4,5 bilhões de anos, animação de 4 minutos mostrando como o universo foi formado do Big Bang até os dias atuais, uma missão espacial interativa e muito mais.

A Bola do Tempo

A Time Ball, no topo da Flamsteed House, foi usada pela primeira vez em 1833, com o intuito de informar o tempo aos navios, e segue em operação atualmente.

Todo dia, às 12h55, ela se eleva até metade do mastro. Às 12h58, ela atinge o topo. E às 13h, exatamente, ela cai, sinalizando para todo mundo que são 13h.

O Meridiano de Greenwich

Aqui você pode tirar fotos pisando em cima da linha do Meridiano de Greenwich. Colocando um pé de cada lado, você estará metade no Leste e metade no Oeste do mundo.

Veja como visitar o Observatório Real de Greenwich
Experimente a foto com um pé para cada lado de Greenwich
Veja como visitar o Observatório Real de Greenwich
Normalmente, tem muita fila para tirar foto no Meridiano
Veja como visitar o Observatório Real de Greenwich
Laser responsável pela demarcação do meridiano

O telescópio de Greenwich

O telescópio de Greenwich, com lente de 71 centímetros, é o sétimo maior do mundo de seu tipo e o maior no Reino Unido. Ele foi construído em 1893 e aposentado na década de 1960. Embora não seja mais utilizado como instrumento de descoberta científica, ele ainda tem grande utilidade: foi convertido em um telescópio educacional. Assim, estudantes podem agendar visitas e desbravar o universo com o telescópio, orientados pela equipe do observatório.

O planetário

The Peter Harrison Planetarium é o único planetário de Londres, um programa especial para adultos e crianças. Aqui você realiza um passeio pelo universo com imagens reais de telescópios e sondas espaciais e animações bastante convincentes, seja no centro do sol, durante o nascimento de uma estrela ou em uma aterrissagem em Marte.

Horários e ingressos

Fotos do Observatório

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Museu Nacional Marítimo

Parque de Greenwich

Cutty Sark

Como visitar a Catedral de Westminster

Catedral de Westminster
Catedral de Westminster. Foto: Mapa de Londres

Calma, você não leu errado. Esta não é a Abadia de Westminster, mas a Westminster Cathedral. Construída muitos anos depois da abadia, a Catedral de Westminster é hoje a maior igreja católica da Inglaterra e sede do trono do arcebispo de Westminster.

> Leia: 5 igrejas históricas de Londres

No interior da igreja, os trabalhos em mármore, os mosaicos e as esculturas da via crúcis são os destaques.

Ela foi desenhada no estilo cristão bizantino pelo arquiteto vitoriano John Francis Bentley. Os trabalhos começaram em 1895 e foram concluídos oito anos mais tarde.

Visite a Catedral de Westminster

Endereço: Cathedral Clergy House, 42 Francis Street London, SW1P 1QW, United Kingdom

Estação de metrô: Victoria

>Encontre no mapa

Para ver a exposição de raros objetos eclesiásticos, vestimentas, cálices e relíquias sagradas adquiridas pela Catedral desde a sua inauguração em 1903 é cobrado ingressos:

Adultos £ 5.00 
Concessões (estudantes e idosos) £ 2.50 
Família (2 adultos e até 4 crianças) £ 11.00

Horários de visitação: Segunda a sexta, das 9h30 às 17h30. Sábado e domingo, das 9h30 às 18h

Destaques da catedral

A visita deixará você de boca aberta. O interior da igreja é lindamente decorado. Talvez tão deslumbrante quanto os mármores e os mosaicos espalhados pelas naves da catedral seja a subida à Torre, que oferece uma vista privilegiada de Westminster.

Via crúcis

As 14 figuras simbolizam o caminho de Jesus até a cruz. Elas foram esculpidas por um jovem com pouca experiência e recém-convertido à fé católica, Eric Gill.

Mármore

Mais de uma centena de diferentes tipos de mármore podem ser apreciados na catedral, nos pisos, nas paredes e em pilares. Eles vêm de 24 países e cinco continentes, muitos deles utilizados na Antiga Grécia e Roma.

Mosaicos

Os mosaicos foram uma das partes mais difíceis do processo de construção da igreja, pois o arquiteto original, John Bentley, morreu em 1902 sem deixar vestígios de rascunhos ou planos para essa etapa do trabalho.

O coral

O coral da Catedral de Westminster é um dos mais aclamados da igreja católica, principalmente por causa de seu primeiro diretor musical, Richard Terry, que reviveu clássicos da música britânica e continental. O coral se apresenta diariamente.

História

As terras da Catedral de Westminster pertenciam aos monges da Abadia. Eles venderam a área no século 17 para a construção de uma prisão no local. Em 1834, um complexo prisional inteiro foi erigido ali. Mas em 1884 a Igreja Católica comprou o espaço e dedicou a catedral ao Mais Precioso Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo.

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Igrejas que valem a visita

Minha Londres: Marcelo Torres, correspondente do SBT

Uma imersão cultural de nove anos está prestes a acabar. Correspondente do SBT na capital britânica desde 2005, o jornalista Marcelo Torres, 36 anos, verá concretizado, em setembro deste ano, o desejo de voltar a morar e trabalhar no Brasil.

O laço profissional do correspondente com Londres começou em 2002, quando ele ingressou em um curso de mestrado de jornalismo internacional na Universidade de Westminster. De volta ao Brasil, passou em processo seletivo da BBC. Em 2004, então, principiou o trabalho na emissora britânica e, um ano depois, migrou para o SBT.

Minha Londres: Marcelo Torres, correspondente do SBT
Marcelo Torres no dia do casamento de William e Kate. Foto: arquivo pessoal

Como voz e rosto do SBT em Londres, Torres já figurou no palco de diversos acontecimentos. Nos últimos tempos, por exemplo, estava lá quando o Príncipe William se casou com Catherine Middleton; quando os bruxos de Harry Potter desfilaram pel tapete vermelho pela última vez, na Trafalgar Square; quando o prefeito, Boris Johnson, anunciou, aos brados, a contagem regressiva de um ano para a realização das Olimpíadas em Londres; e, enfim, quando baderneiros incompreendidos ou incompreensíveis passaram a saquear lojas e destruir a capital e cidades vizinhas.

Antes de se despedir de Londres e empunhar o microfone do SBT em São Paulo, Torres conta para os leitores do Mapa de Londres como foi o início na BBC, explica sua rotina atual como correspondente e dá dicas para quem quer visitar a capital britânica.

1. Como foi o início de sua carreira na BBC?

Passei numa seleção, como ocorre com todas as pessoas que ingressam na BBC. Foi um período muito rico, de muito aprendizado. Tive a chance de conviver com grandes profissionais e aprender muito do que eu sei sobre jornalismo internacional.

2. E agora no SBT: existe uma rotina para o correspondente sediado em Londres?

Como ocorre com qualquer repórter, rotina é algo que quase não existe, com tudo de bom e de ruim que isso tem. Geralmente, começo meu dia lendo jornais brasileiros e britânicos e, até o meio-dia, já tenho um cardápio para sugerir ao SBT. Quando tenho reportagens pré-aprovadas, saio o quanto antes para fazer entrevistas. No fim do dia, em contato com São Paulo, coordenamos o fechamento e envio das reportagens.

3. Existe ainda alguma dificuldade de reconhecimento e credenciamento por trabalhar como jornalista do SBT tão longe de “casa”?

Ser jornalista estrangeiro tem uma série de dificuldades, principalmente pelo fato de que, fora do país de origem, é mais difícil convencer potenciais entrevistados sobre o peso do seu veículo. Em Londres, a industria de mídia é muito profissional e competitiva. Sendo assim, é preciso atuar com alto grau de conhecimento desse mercado e profissionalismo para que certas portas se abram.

4. O que você acha do jornalismo britânico atual? Recentemente, o News of the World fechou após a descoberta de que seus repórteres grampeavam figuras públicas para obter informações a seu respeito.

Os tabloides existem há bem mais de um século e sempre foram escandalosos. Então, não me surpreendem, apesar de o recente escândalo dos grampos ter ido muito além do aceitável, até mesmo para os padrões do submundo jornalístico. Mas, se pensarmos que foi um outro grande jornal, o Guardian, que escancarou toda essa lama, vemos que o jornalismo britânico segue plural e vigoroso.

5. Acha que Londres está se preparando devidamente para as Olimpíadas?

Acredito que sim. Todas as notícias sobre o Parque Olímpico são de que as obras serão entregues antes do previsto, e o sistema de transporte também parece adequado para receber o evento.

6. Se um amigo diz para você que está indo para Londres, quais são as suas recomendações?

Como turista? Se tiver só três dias, desça em Westminster, explore as atracões turísticas ao redor, vá à National Gallery, ao British Museum, aos museus de South Kensington e à Tate Modern. Assista a um musical e, se tiver a sorte de pegar um dia quente e ensolarado, se espreguice na grama do Regent’s Park.

Se um amigo meu quiser morar um tempo em Londres, sempre esclareço que vale muito a pena pela experiência cultural, mas Londres, por si só, não melhora o inglês de ninguém, dado o número de estrangeiros, nem muito menos deixa ninguém rico. Mas, com disciplina e determinação, é possível ter uma temporada produtiva na cidade, fazendo sempre um esforço para se inserir ao máximo na cultura local, ter o desprendimento necessário para morar mais apertadinho, dividir apartamento, etc. Vale a pena se o interesse for, de fato, abrir-se a uma nova cultura e explorar novas maneiras de ver o mundo.

> Conheça o blog de Marcelo Torres

Sugestões do correspondente:

> Museu de História Natural

National Gallery

> Victoria & Albert Museum

British Museum

Tate Modern

> Musical

Regent’s Park

E mais:

> Outras entrevistas do Minha Londres

Kindle para viagem

Kindle para viagem
Foto: Divulgação

Até hoje, depois de 270 posts, nunca houve texto no Mapa de Londres que não tivesse o foco absoluto na capital britânica. Mas agora pedimos uma licença momentânea para falar de um acessório que ajuda não apenas quem viaja para Londres, mas para qualquer lugar do mundo.

Estamos falando do Kindle, o leitor digital de livros da Amazon. Antes, um aviso: Não estamos ganhando nem um centavo para recomendar a compra do aparelho, que custa a partir de 139 dólares no site da Amazon.

> 5 sugestões de guias de viagem (em papel)

O Kindle foi a primeira plataforma compacta digital para leitura de livros. Devido ao tamanho enxuto à ampla memória, ele é perfeito para viagens.

Com ele, você pode baixar centenas de livros no aparelho (de graça na internet ou pagando custo reduzido em relação à versão papel no site da Amazon). Isso facilita a vida do viajante, pois não é necessário carregar os livros de papel, pesados e espaçosos. Além disso, pode-se carregá-lo facilmente em uma bolsa ou mochila e transportá-lo para orientação durante o passeio, em caso da leitura de um guia de viagem. À noite, depois de um dia de caminhadas e descobertas, você pode relaxar na cama e ler tudo sobre as atrações do dia seguinte ou tirar todas as dúvidas que restaram a respeito do histórico de determinado ponto turístico. Tudo isso, se desejado, ao som de música, afinal o Kindle suporta o formato MP3, além de possibilitar a visualização de arquivos PDF, DOC, TXT, entre outros.

Na experiência do editor deste site, que sempre amou os livros de papel, o Kindle quebra qualquer barreira tecnológica. Atualmente, olho para os livros de papel e penso: preciso baixar a versão para o Kindle. Pode parecer exagero? Então vamos elencar abaixo as vantagens deste aparelhinho eletrônico:

Kindle para viagem
Foto: Divulgação

Pequeno e leve

O Kindle pesa apenas 250g e mede 19cm x 12,3cm.

Livros mais baratos no site da Amazon

Os descontos variam. Os lançamentos, por exemplo, têm preço apenas um pouco mais baixo do que a versão em papel nos Estados Unidos. Mesmo assim, a versão em papel de um livro nos EUA é muito mais barata do no Brasil. Raramente, um lançamento custa mais de 10 dólares. Por outro lado, a obra completa de Dostoiévski pode ser comprada por apenas 4 dólares.

Compre o livro em apenas 1 minuto

Essa é a estimativa de tempo que leva para o aparelho baixar um livro novo via wireless.

Compre o livro sem sair de casa (ou em qualquer lugar do mundo)

Basta fazer um cadastro na Amazon, e toda compra será debitada no seu cartão de crédito, instantaneamente. Comprando a versão mais cara do Kindle, você pode comprar livros por wireless ou 3G, em qualquer lugar do planeta, sem pagar a mais por isso. Com o 3G, mesmo que você não tenha um sinal Wi-Fi por perto, o aparelho conectará a uma conexão 3G local e baixará o livro.

Preview dos livros

Com o Kindle, é possível baixar um capítulo ou alguns capítulos de qualquer livro antes de comprá-lo. Depois, lendo alguns trechos, você decide se quer receber o resto ou procurar outro título.

Muitas opções

Mais de 800 mil títulos à disposição.

Livros antigos de graça

Quase 2 milhões de livros antigos, cujos direitos autorais já expiraram, podem ser baixados gratuitamente.

Aceita vários tipos de arquivo

Baixou um livro em PDF, DOC ou TXT ou escrever um documento importante nesses formatos? Mande para o seu e-mail do Kindle e receba o arquivo gratuitamente para visualização.

Compartilhe citações pelo Twitter

Gostou de um trecho do livro e quer mostrar para os amigos? Que tal enviá-lo pelo Twitter ou Facebook?

Música

Gosta de ler ouvindo música? Com o Kindle, você pode, seja com fones de ouvido ou uma pequena caixa de som embutida. Que tal ouvir Waterloo Sunset, do Kinks, enquanto lê sobre Londres?

Dicionário

Não entendeu alguma palavra? Basta selecionar a palavra, que o significado automaticamente aparece na tela.

Anotações

Com o Kindle, você pode fazer quantas anotações quiser no livro e ainda sublinhar as partes mais interessantes.

E tem desvantagem?

Apenas uma, a meu ver: quase todo o acervo da Amazon é em inglês. Então quem não tem uma boa noção do idioma pode se sentir desprestigiado, pois são raras as opções em português.

 

Kindle para viagem

Dica

Recentemente, descobri um plugin do Chrome que pode facilitar imensamente a vida de quem quer o Kindle não apenas para comprar livros tradicionais, mas para ler arquivos obtidos pela internet. Essa dica se destina, especialmente, aos viajantes que consultam diversas fontes antes de embarcar e desejam condensar esse manancial em apenas um local.

Com o plugin Klip.me, é possível selecionar um texto no Chrome, seja na Wikipédia ou em qualquer site de turismo ou blog de viagem, e enviar o conteúdo para o próprio aparelho do Kindle com apenas um clique. Ou seja, você terá a possibilidade de pegar os melhores textos de cada blog e site e guardar tudo no mesmo lugar, para ler quando quiser.

Como fazer

> Abra o Chrome.

> Baixe o plugin Klip.Me neste link

> Configure seu e-mail da Amazon no Klip.me: usuário@free.kindle.com

> Abra a sua conta na Amazon

> Permita que o Klip.Me envie arquivos para o seu e-mail. Para isso, inclua, com o link acima, o e-mail kindle@klip.me nos endereços autorizados a enviar e-mail para seu Kindle.

> Agora, um exemplo. Entre no artigo sobre a História de Londres na Wikipédia, selecione todo o texto e clique no ícone K, ao lado da barra de endereços, no topo do Chrome. Pronto, o conteúdo acaba de ser enviado para o seu Kindle. Em alguns segundos, você receberá uma mensagem informando o download em seu e-mail pessoal.

Guias de viagem de Londres

Em tempos de livros eletrônicos e internet em qualquer aparelho digital, é quase estranho falar de guias turísticos de papel. Mas eles ainda existem e, muitas vezes, são a única opção para o viajante que deseja se munir do maior número de referências antes de embarcar e durante a sua viagem.

5 sugestões de guias turísticos de Londres

Guias de viagem de LondresLondres para Leigos

Da famosa série For Dummies, o Londres para Leigos cumpre o que promete: apresenta a capital britânica para o viajante que começa agora a pesquisar sobre a cidade e quer o máximo possível de informações reunidas em um só volume. A linguagem é direta e descontraída, e a leitura, fluente.

Editora: Alta Books

Ano: 2009

Páginas: 384

 

Guias de viagem de LondresLondres a pé

O livro oferece 20 roteiros a pé para quem deseja conhecer Londres de fora do ônibus e do metrô. Nos mapas, você encontra instruções precisas e, pelo caminho, dicas de compras, atrações e pubs.

Editora: Martins

Ano: 2010

Páginas: 128

 

Guias de viagem de LondresOs endereços curiosos de Londres

O livro tem uma coleção de curiosidades bacanas para mostrar aos leitores. Por exemplo: onde a Família Real compra seus livros de cavalaria, onde fica a biblioteca socialista que preserva o escritório em que Lênin editava o jornal do Partido Democrata Russo, como encontrar as raves ilegais, etc, etc.

Editora: Panda Books

Ano: 2001

Páginas: 192

 

Guias de viagem de LondresLondres: Seu guia passo a passo

O diferencial deste guia são os mapas e a divisão de dicas por região. Em cada área de interesse, há um mapa com destaque dos pontos turísticos e passeios possíveis no lugar.

Editora: Publifolha

Ano: 2002

Páginas: 192

Guias de viagem de LondresLondon Stories: London Walks

Para quem entende inglês direitinho, este talvez seja o melhor guia. Nele, a equipe do London Walks, a tradicional companhia de tours a pé, conta a história de Londres, apresenta curiosidades da cidade e oferece ao leitor dicas bem bacanas de lugares para visitar na capital britânica.

Disponível na Amazon, em versão de papel e kindle.

Roteiro do Mapa de Londres

Guias de viagem de Londres

um guia passo a passo na capital britânica. Nele, você encontra, na verdade, sete roteiros diferentes, que podem ser editados para deixar a programação do seu jeito.O guia (em formato digital) é resultado de muitos anos de perambulações pelas atrações turísticas (e pelos pontos nada turísticos) de Londres. Todos os museus, todas as atrações, todas as ruas, todos os bares, todos os restaurantes e todos os pubs citados (e são muitos) foram visitados e revisitados em diferentes ocasiões.

Ano: 2019

Páginas: 98

Formato Digital (PDF)

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