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Começou a temporada de patinação no gelo em Londres.

A mais bela pista da capital britânica, no Museu de História Natural, reabriu na última quinta-feira. Além de ter a belíssima construção do museu como cenário, a pista é toda iluminada e decorada para essa temporada de tombos no gelo. Ao lado, no café, você pode assistir às manobras dos participantes e relaxar antes ou depois da sua sessão.

Como é patinar no gelo no Museu de História Natural

Vídeo de apresentação da temporada 2014 / 2015

 

Veja fotos da temporada de 2013 / 2014

Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
Foto: Kamilla Fernandes, especial para o Mapa de Londres
Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
Foto: Kamilla Fernandes, especial para o Mapa de Londres
Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
Foto: Kamilla Fernandes, especial para o Mapa de Londres

Garanta seu ingresso para a patinação no gelo

Onde: Museu de História Natural (Natural History Museum)

Metrô: South Kensington (Circle, District e Piccadilly Line)

Período: 30 de outubro a 4 de janeiro

Duração: 50 minutos

Horários de pico: 1) todo o dia no fim de semana; 2) dias de semana a partir das 16h; 3) todos os dias de 30 de outubro a 4 de janeiro.

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Ingressos

Crianças (até 12 anos): a partir de 8,80 libras

Adultos: a partir de 12,65 libras

Família (2 adultos e 2 crianças ou 1 adulto e 3 crianças): a partir de 36,90 libras

Horários

30 de outubro a 12 de novembro – Segunda a sexta, das 11 às 21h; Sábado e domingo, das 10h às 21h.

13 de novembro a 23 de novembro – Segunda a quarta, das 11 às 21h; Quinta e sexta, das 11h às 22h; Sábado, das 10h às 22h; Domingo, das 10h às 21h.

24 de novembro a 21 de dezembro – Segunda a quarta, das 10h às 21h; Quinta e sexta, das 10h às 22h; Sábado, das 9h às 22h; Domingo, das 9h às 21h.

22 de dezembro a 28 de dezembro – Segunda a quarta, das 9h às 21h; Quinta (NATAL): Fechado; Sexta, das 11h às 22h; Sábado, das 9h às 22h; Domingo, das 9h às 21h.

29 de dezembro a 4 de janeiro – Segunda e terça, das 9h às 21h; Quarta (véspera de Ano Novo), das 9h à 0h; Quinta, das 10h às 21h; Sexta e sábado, das 9h às 22h; Domingo, das 9h às 21h.

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“A história será gentil comigo, já que eu pretendo escrevê-la”

Setenta e cinco anos atrás, tinha início a Segunda Guerra Mundial, um dos conflitos mais sangrentos da história humana. Daquele período, Winston Churchill ainda é lembrado pelas frases brilhantes, sacadas geniais e discursos. Considerado um dos grandes políticos britânicos, a imagem de Churchill remete à pátria inglesa e é icônica para boa parte dos londrinos.

O mês que marca o início e também o fim da Segunda Guerra pode ser a ocasião ideal para refletir sobre o poder de destruição do homem, revisitando o conflito mais letal da história da humanidade, que confrontou todas as potências mundiais dedicando toda a capacidade econômica, industrial e científica a serviço da guerra.

londresguerra
Londres na Segunda Guerra. Foto: arquivo Life.

Durante a Segunda Guerra, a Inglaterra foi atingida por 58 mil toneladas de bombas e teve 8 milhões de toneladas de barco afundadas pelos torpedos alemães. Por 57 noites consecutivas, Londres foi alvo de ataques aéreos da ofensiva alemã. O período também marcou avanços científicos e tecnológicos – o Radar, por exemplo, foi um instrumento de defesa crucial para os ingleses, já que apenas eles tinham acesso à invenção.

Está em Londres e tem interesse pela Segunda Guerra?

Considere a visita a estes quatro museus:

Churchill War Rooms - Mapa de Londres
Churchill War Rooms – Foto: Mapa de Londres

Churchill War Rooms 

O museu conta a história do gabinete de guerra comandado pelo primeiro-ministro Winston Churchill durante a Segunda Guerra Mundial. É possível conhecer em detalhes o abrigo antibomba que serviu de quartel-general para a equipe de guerra do ministro.

O espaço, que também dedica uma sessão apenas para a vida de Churchill, é considerado por muitos o melhor museu de guerra londrino.

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Imperial War Museum em Londres.
Imperial War Museum – Foto: Mapa de Londres

Imperial War Museum

Fundado em 1917, este é o primeiro museu de guerra em Londres.

Com atualizações constantes, ele se dedica a contar a história das batalhas e das vidas afetadas pelas forças bélicas desde a Primeira Guerra Mundial. Possui uma área dedicada ao holocausto durante a Segunda Guerra e mostra como Londres sobreviveu aos ataques nazistas.

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Royal Air Force Museum - Mapa de Londres
Royal Air Force Museum – Foto: Mapa de Londres

Royal Air Force Museum

O Museu da Força Aérea Real não consta na maioria dos roteiros turísticos de Londres.

Apesar disso, a visita é recomendada aos interessados na história das guerras nas quais a Inglaterra esteve envolvida (Primeira e Segunda Guerra Mundial, Iraque, Malvinas, entre muitas outras), na história da aviação e da própria RAF.

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HMS Belfast - Foto: Mapa de Londres
HMS Belfast – Foto: Mapa de Londres

HMS Belfast

O HMS Belfast é um antigo navio da Marinha Real Inglesa que foi transformado em museu.

Ancorado permanentemente no south bank do Rio Tâmisa, o navio foi uma das embarcações de combate mais poderosas durante a Segunda Guerra Mundial.

O passeio mostra ao visitante como viviam os marinheiros e como funcionavam as engrenagens, o maquinário e a sala de operações durante as batalhas.

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O Imperial War Museu, um dos melhores museus de guerra e um dos principais pontos turísticos de Londres, reabriu suas portas após uma reforma de 40 milhões de libras. A remodelação do museu teve, como principal foco, as galerias da Primeira Guerra Mundial, cujo início completa 100 anos neste mês de julho.

Imperial War Museum é reinaugurado após reforma completa. Foto: Mapa de Londres
Imperial War Museum é reinaugurado após reforma completa. Foto: Mapa de Londres

A entrada para o Imperial War Museum e para a exposição especial sobre a Primeira Guerra é completamente gratuita. Nos primeiros dias, porém, o museu avisa que pode haver a distribuição de senhas para a entrada na coleção, devido ao enorme interesse pelo assunto.

Você pode esperar encontrar tanques, aviões, armamentos e todo tipo de objeto relacionado ao conflito – 60 deles nunca antes vistos pelo público. A diretora geral do museu,Diane Lees, disse em entrevista à BBC que cada um dos novos itens conta uma história pessoal e revelam o esforço do museu em preservar as dolorosas lembranças de quem participou, de uma forma ou de outra, da guerra.

Como visitar o Imperial War Museum

Metrô: Lambeth North (10 mins), Waterloo (15 mins) ou Elephant and Castle (15 mins)

Horários: Diariamente, das 10h às 18h

Ingresso: Gratuito

A Primeira Guerra

A Primeira Guerra é um dos assuntos mais importantes para o Imperial War Museum, já que foi por causa dela que o governo britânico decidiu criar o museu. Em 1917, com o conflito ainda em andamento, o espaço passou a abrigar todo tipo de objetos relacionados à guerra. Mais tarde, o museu teve seu escopo ampliado e recebeu materiais de todas as guerras das quais a Inglaterra participou – e foram muitas.

Um dos mais sangrentos conflitos da história, a Primeira Guerra ceifou a vida de 9 milhões de combatentes. Historiadores consideram o seu desfecho, com a punição severa à Alemanha, como um dos desencadeadores da Segunda Guerra, a mais mortal entre as contendas bélicas do século 20.

Devo visitar o Imperial War Museum?

Se você tem interesse pelas Grandes Guerras e pela Guerra Fria, a visita a este museu é imperdível. Espaços antigos, como a mostra sobre o holocausto e sobre os espiões, ainda podem ser visitados.

Caso você seja um dos aficionados pela Segunda Guerra, não deixe de visitar também o Churchill War Rooms, o bunker de guerra comandado pelo primeiro-ministro Winston Churchill para barrar os avanços de Hitler.

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HELLO, MY NAME IS PAUL SMITH

Até 22 de junho de 2014 no Museu do Design de Londres

Paul Smith - Mapa de Londres
HELLO, MY NAME IS PAUL SMITH é o nome da exposição. Fotos: Gustavo Heldt, Mapa de Londres

Uma exposição essencial para os amantes de design de moda está chegando aos seus últimos dias no Museu do Design de Londres. A mostra conta a história do britânico Paul Smith, considerado um dos grandes designers contemporâneos, que cria desde os ternos que ganham as capas das revistas mais importantes até a arte de edições limitadas de Mini Coopers e outros objetos de indústrias pouco associadas à moda.

Paul Smith - Mapa de Londres
Da coleção pessoal do designer, aqui estão fotos e imagens que lhe inspiraram ao longo da carreira

“Bem-vindo ao mundo do fashion designer Paul Smith, um mundo de criação, inspiração, colaboração, inteligência e beleza”, avisa o museu.

Paul Smith - Mapa de Londres
Primeiro showroom em um hotel de Paris tinha 6 camisas, 2 sweaters e 2 ternos

A mostra usa uma vasta coleção de objetos e criações do designer.

Paul Smith - Mapa de Londres
Olha aí o Mini Cooper, resultado de uma das dezenas de trabalhos colaborativos de Paul Smith

Tudo começa em uma recriação de sua primeira loja em Notthingham, de 1970, passa por uma série de inspirações de seus primórdios e chega a algumas de suas obras mais celebradas.

Ao longo de toda a mostra, há placas com descrições do próprio designer para diversos ambientes e criações. Como esta abaixo:

Paul Smith - Mapa de Londres
Este é o local de trabalho de Paul Smith em Covent Garden. Veja a foto abaixo
Paul Smith - Mapa de Londres
“Este escritório é equivalente ao meu cérebro” (Paul Smith)

Até para o ser que não entende tanto de design e moda quanto gostaria, como eu, a mostra é muito divertida e inspiradora.

Paul Smith - Mapa de Londres
Estampas de Paul Smith que fogem às tradicionais listras
Paul Smith - Mapa de Londres
Alguns sketches do designer

Como visitar a exposição

Visitação até 22 de junho!

Onde: Museu do Design

Metrô: London Bridge (Nothern e Jubilee Lines) e Tower Hill (Circle e District Lines)

Veja no mapa

Horários: Diariamente, das 10h às 17h45

Ingresso: Adulto 12,40 libras, Estudante 9,30 libras, Criança (6 a 15 anos) 6,20 libras, Criança (até 5 anos) Gratuito

Compre ingresso antecipado

Sessão de autógrafos

No sábado, dia 14 de junho, Paul Smith vai autografar seu livro no Museu do Design. A sessão de autógrafos ocorre das 14h30 às 15h30. Você pode comprar Hello, My Name is Paul Smith: Fashion and Other Stories na loja do museu.

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Foto: Domínio público
Cartaz após Segunda Guerra. Foto: Domínio público

Nunca antes na história do conflito humano tanto foi devido por tantos a tão poucos. Na verdade, “Never in the history of human conflict was so much owed by so many to so few”. A frase foi proferida em agosto de 1940 pelo então primeiro-ministro britânico Winston Churchill, em discurso no Parlamento. Afastado do centro de Londres, em Colindale, na Zona 4, o Museu da Força Aérea Real (Royal Air Force Museum) conta a história desses “few”.

Esse é o apelido dos combatentes da Força Aérea Real, a primeira força aérea independente (do Exército e da Marinha) no mundo. A Royal Air Force (RAF) foi criada pela Inglaterra no fim da Primeira Guerra, em 1918. Na época, tratava-se da maior força aérea do planeta.

Hoje, prestes a embarcar para o seu primeiro centenário, a RAF segue como uma das mais poderosas forças aéreas em ação e é lembrada por campanhas históricas, como a da Battle of Britain, de 1940, quando enfrentou a temida Luftwaffe, reprimiu durante quase quatro meses as investidas nazistas e frustrou os planos de Hitler, obcecado por invadir e subjugar Londres, último foco de resistência na Europa.

Visita ao Museu da Força Aérea Real

O Royal Air Force Museum não consta na maioria dos roteiros turísticos em Londres. A visita ao Museu da Força Aérea é para quem se interessa pela história das guerras nas quais a Inglaterra já se envolveu (Primeira e Segunda Guerra Mundial, Iraque, Malvinas, entre muitas outras), pela história da aviação e pela própria história da RAF. No primeiro caso, há que se lembrar ainda da existência de dois museus muito importantes, o Churchill War Rooms e o Imperial War Museum. A menos que você tenha um interesse específico pelos ares, esses dois museus devem aparecer antes no seu itinerário.

Ingresso: Gratuito

Onde: RAF Museum London, Grahame Park Way, London, NW9 5LL

Metrô: Colindale (Northern Line).

Veja no mapa

A estação se situa na zona 4, o que significa um acréscimo de 3,20 libras (já contando ida e volta) para quem dispõe de um passe para zonas 1 e 2 no dia.

Horários: Diariamente, das 10h às 18h (entrada até 17h30)

Tempo no museu: no mínimo, 2 horas

Royal Air Force Museum - Mapa de Londres
No pátio do museu. Fotos: Gustavo Heldt, Mapa de Londres

O que você encontra no Royal Air Force Museum

O museu apresenta, principalmente, aeronaves utilizadas nos grandes conflitos nos quais a Inglaterra se envolveu em sua história. Além dos aviões (alguns deles inacreditavelmente gigantes), a exposição conta com outros destaques, como cartas de combatentes, equipamentos de proteção utilizados nas aeronaves, motores de diferentes períodos e fabricantes, fotos de momentos históricos, filmes explicando alguns aspectos da Battle of Britain e das Bouncing Bombs e até as instruções dadas aos combatentes britânicos em caso de captura pelas forças nazistas.

Royal Air Force Museum - Mapa de Londres
Aviões por todos os lados

A primeira coisa que você verá no museu é um grande hangar repleto de aviões (alguns pelos ares, alguns no solo) e monitores com informações sobre cada um deles. Você pode tirar fotos, admirar um ou outro e buscar mais detalhes sobre alguns. Mas não se empolgue: esse é apenas o primeiro hangar – há outros quatro, com tantas ou mais aeronaves em cada um.

Royal Air Force Museum - Mapa de Londres
Primeiro hangar com modelos históricos
Royal Air Force Museum - Mapa de Londres
Bonecos dão mais realismo ao cenário

Conflitos

Para o visitante médio, que não tem tanto interesse por detalhes técnicos das aeronaves, a melhor maneira de se organizar mentalmente é dividir os aviões em conflitos: Primeira Guerra, Segunda Guerra, etc. Muitos, claro, foram usados em mais de uma guerra. Todas essas informações constam em placas próximas aos modelos.

Royal Air Force Museum - Mapa de Londres
Trégua de Natal com direito a jogo de futebol entre soldados britânicos e alemães na Primeira Guerra, em 1914
Royal Air Force Museum - Mapa de Londres
Este mural gigante tem toda a cronologia da aviação sob o prisma da RAF
Royal Air Force Museum - Mapa de Londres
O Santos Dumont aparece por aqui

Segunda Guerra

Um dos tópicos mais fascinantes entre todos os conflitos bélicos que a humanidade já vivenciou, a Segunda Guerra Mundial tem grande destaque no Museu da Força Aérea em Londres. Entre aviões, cartas, placas, objetos e informações diversas, confira cinco itens da coleção sobre o tema:

Royal Air Force Museum - Mapa de Londres
Instruções para os combatentes capturados pelas forças inimigas (Clique para ampliar)
Royal Air Force Museum - Mapa de Londres
E o Spitfire era a arma britânica contra a poderosa Luftwaffe
Royal Air Force Museum - Mapa de Londres
No fim da Segunda Guerra, os holandeses, ainda sob ocupação nazista e isolados do resto do mundo, passavam fome. A placa agradece a ajuda da RAF, que lhes levou toneladas de comida com aviões em 1945
Royal Air Force Museum - Mapa de Londres
O ingresso dos EUA na Segunda Guerra definiu o rumo do conflito
Royal Air Force Museum - Mapa de Londres
Messerschmitt Bf 109 era o avião usado na Segunda Guerra pelo alemão Erich Hartmann, considerado um dos maiores pilotos de combate da história, com 352 vitórias na carreira

Keith Moon

Para o fã de The Who, o símbolo da RAF é o que mais vai chamar a atenção. Sim, você já viu essa imagem em diversas camisetas utilizadas por Keith Moon, o baterista mais louco do Rock, que esmurrava os pratos com uma técnica singular enquanto ditava o ritmo de Pete Towshend, John Entwistle e Roger Daltrey. (Nota paralela para esse fã hipotético: Keith Moon morreu em um apartamento em Londres, em Mayfair, em 7 de setembro de 1978.)

Royal Air Force Museum - Mapa de Londres
O alvo de arco-e-flecha é o símbolo da Royal Air Force

Conexão Real

Para o fã da Realeza, a monarquia tem laços tradicionais com a RAF. O Príncipe de Gales, Charles, e o Duque de Cambridge, William, já serviram. O Príncipe Harry ainda detém o posto de capitão e chegou a voar em duas missões no Afeganistão.

Mais destaques

Royal Air Force Museum - Mapa de Londres
Alguns aviões simplesmente não cabem na foto. Avro Vulcan (medium bomber, 1956-1984)
Royal Air Force Museum - Mapa de Londres
Roupas aquecidas para os voos
Royal Air Force Museum - Mapa de Londres
Painel com os Ases da Aviação, os pilotos bombardeiros que mais aterrorizavam os céus

Loja da RAF

A visita ao museu acaba na lojinha da RAF, que tem um monte de itens interessantes. Vale dar uma voltinha por aqui. Ó:

Royal Air Force Museum - Mapa de Londres
Aficionados pelas guerras vão gastar algumas libras por aqui

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A exposição “Britain: One Million Years of the Human Story” retrata a dramática história da Grã-Bretanha antiga, suas paisagens e pessoas, com mais de 200 espécimes, objetos e modelos em tamanho natural. A mostra ocorre até 28 de setembro no Museu de História Natural, em Londres.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O que você verá

Explore mais de 200 espécimes e objetos, incluindo modelos realistas de um Neandertal e Homo sapiens, feitos especialmente para a mostra.

Como você encontra os primeiros ocupantes do que hoje chamamos de Grã-Bretanha, uma paisagem emerge de um mundo perdido, onde os mamutes, elefantes e rinocerontes percorriam livremente. É difícil acreditar que cerca de 125 mil anos atrás, os leões viviam na Trafalgar Square e hipopótamos nadavam no Tâmisa.

Quando: 13 de Fevereiro a 28 de Setembro de 2014

Valores: Adulto: 9 libras; Crianças: 4,50 libras

Onde: Museu de História Natural

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Atração mais visitada de Londres, o Museu Britânico (British Museum) comemorou seu aniversário de 255 anos com uma ótima notícia. O ano de 2013 foi o mais bem-sucedido de sua história, que teve início em 15 de janeiro de 1759. No ano passado, o museu contou com a visita de mais de 6,7 milhões de pessoas, 20% a mais do que em 2012. Seu recorde anterior, de 6 milhões de visitantes, era de 2008.

Museu Britânico em Londres
Museu Britânico conta a história da humanidade em 13 bilhões de objetos. Foto: Mapa de Londres

O dia mais movimentado do ano foi uma sexta-feira, dia 16 de agosto, com 33.848 visitantes. O mês mais movimentado foi julho, com 747.936 visitantes.

Um dos motivos desse recorde foi o sucesso da exposição “Vida e Morte em Pompeia e Herculano“, vista por mais de 471 mil visitantes. Esse público é o terceiro maior entre todas as exposições na história do Museu Britânico. Para substitui-la, foi escolhida outra mostra de peso, Vikings: Vida e Lenda, que começa no dia 6 de março.

Atração mais visitada de Londres

Com o resultado obtido em 2013, o Museu Britânico segue na liderança absoluta entre as atrações mais visitadas de Londres. Atrás do British Museum, com mais de 5 milhões de visitantes, estão Tate Modern, National Gallery e o Museu de História Natural.

Conheça o Museu Britânico

Foto: Mapa de Londres
Clique para conhecer o Museu Britânico. Foto: Mapa de Londres

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O Museu de História Natural apresenta uma das mais belas pistas de patinação no gelo de Londres. Por isso, no início de novembro, a repórter Kamilla Fernandes calçou os patins, se preparou para os tombos e contou tudo para o Mapa de Londres. Confira abaixo as informações para quem pretende patinar nessa pista e o relato da Kamilla, que se recuperou de uma experiência traumática e agora já quer repetir a dose.

Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
Fotos: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres

Mais patinação no gelo: 7 pistas em Londres

Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de LondresA pista de patinação do Museu de História Natural

Por Kamilla Fernandes, especial para o Mapa de Londres

O Museu de História Natural de Londres inaugurou sua tradicional pista de patinação no gelo no dia 31 de outubro. A atração fica aberta ao público até dia 5 de janeiro de 2014, fechando apenas no dia 25 de dezembro.

As sessões começam a cada uma hora, com duração de 50 minutos, e os ingressos podem ser comprados na hora ou pelo site ou telefone da Ticketmaster. É mais barato comprar a entrada diretamente na box office ao lado da pista, entretanto existe o risco dos ingressos estarem esgotados para a sessão desejada.

A princípio, 50 minutos parece muito tempo para quem não tem muita habilidade no patins. Mas o tempo passa muito rápido e, quando acaba, você quer continuar na pista.

Como a entrada para o museu é de graça e vale a pena visitá-lo durante sua passada por Londres, combinar o passeio com a patinação pode ser uma boa ideia. Até porque, na mesma rua, encontram-se o Museu de Ciências e o Victoria and Albert Museum.

A pista é ao ar livre, conta com 1 mil metros quadrados e uma árvore de Natal gigante no centro. O cenário é realmente lindo, com luzes natalinas, o museu ao fundo (o prédio do museu é um dos mais lindos da cidade) e até mesmo um carrossel real ao lado. A pista também conta com trilha sonora: quem não gosta de músicas natalinas não precisa se preocupar, já que as músicas são bem ecléticas, passando pelo pop e rock dos anos 1980 até os dias atuais.

Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
A pista conta com 1 mil metros quadrados

Como o local está todo iluminado com a decoração natalina, patinar à noite torna a experiência ainda mais interessante. Entretanto os ingressos mais baratos são encontrados pela manhã e à tarde, até às 16h (horário em que começa a escurecer no ápice do inverno).

O mais indicado é chegar com cerca de 40 minutos com antecedência da sua sessão. Quem desejar pode também levar seus próprios patins sem problemas. Caso esse não seja o seu caso, basta entregar seu sapato e você receberá um patins. Não esqueça de checar antes qual é o número que você calça de acordo com o padrão britânico, para pedir o patins no tamanho correto.

Os tamanhos vão até o 9 infantil e o 15 adulto. ‘Bob Skates’ também estão disponíveis para crianças pequenas, eles contam com duas lâminas paralelas que ficam presas ao sapato da criança com tiras.

No mesmo local em que você vai pegar seus patins e colocá-los, funciona um guarda-volumes, no qual é cobrado £2 por volume. Isso vale para bolsas, mochilas ou casacos. O preço de guardar seus sapatos já está incluso.

Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
Crianças podem contar solicitar patins especiais para a prática

As sessões acontecem independentemente do clima. Então confira a previsão do tempo antes de reservar seus ingressos, pois, se chover, você deverá patinar na chuva, ou perderá o dinheiro.

Monitores estarão na pista para garantir a segurança dos patinadores, e quem não sabe patinar pode ir se segurando pelo corrimão ao redor da pista até melhorar suas habilidades ou comprar uma aula para aprender com um dos monitores. O valor da aula já inclui a patinação em si, e custa a partir de £30 para crianças e de £36,50 para adultos.

Crianças com menos de 12 anos precisam estar acompanhadas de um adulto. Pinguins de apoio também estão disponíveis para os menores, por £5, mas eles são limitados e não é possível reservar.

Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
Ingressos podem ser comprados na hora, no ticket office

A pista também vai contar com sessões especiais para pessoas em cadeiras de roda nos dias 27 de dezembro e 5 de janeiro, às 10h. As sessões permitem até 35 cadeiras de rodas ao mesmo tempo, sendo que o cadeirante pode ir acompanhado por um assistente que não paga ingresso, ou por até três outras pessoas pagantes.

Para aquecer, quiosques de doces e um Café Bar com diversas opções de bebidas quentes, como chocolate quente e vinho quente inglês. Os serviços estão à disposição inclusive de quem não quer se arriscar na pista, e como o café fica no segundo andar, ele conta com uma sacada perfeita para quem prefere ficar apenas observando e dando risada dos tombos dos menos habilidosos. No cardápio, além das bebidas quentes, cervejas e vinhos, lanches e até refeições.

Onde: Museu de História Natural

Metrô: South Kensington (Piccadill, Circle e District Lines)

Veja no mapa

Preços, conforme período:

Adulto: 11,50 a 13,50 libras

Criança (abaixo de 16 anos): 8 a 9 libras

Horários: Variam bastante (9h às 22h, 10h às 21h, 11h às 22h, 9h à 0h) conforme o dia.

Compre o ingresso online

No site da pista: informações completas sobre horários e preços

Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de LondresMinha experiência patinando no gelo

Eu fui patinar na pista do Museu de História Natural à noite, pois não queria ir sozinha, e meu marido só podia me acompanhar esse horário. E não me arrependi da hora, pois, com toda a decoração e a iluminação de Natal, acho que a pista fica ainda mais linda, em especial tendo o museu como cenário, na minha opinião um dos prédios mais bonitos de Londres.

Cheguei com meia hora de antecedência e comprei o ingresso na box office mesmo. Não tinha fila e estava bem tranquilo. Eu já havia patinado no gelo antes, mas fazia tempo, e a pista não deveria ser nem um quarto dessa.

Minha experiência anterior foi um pouco traumática. Como não sou uma pessoa muito esportista, levei vários tombos e saí roxa da pista. Então imaginei que fosse repetir o fiasco dessa vez e estava preocupada em passar 50 minutos na pista, que a princípio me parecia muito tempo.

Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
Do lado de fora da pista

Colocar os patins foi muito fácil, e eles são muito mais leves do que eu me lembrava. Andar até a pista também foi tranquilo, até eu colocar meus pés no pista. Os ingleses já estão acostumados a patinar no gelo, então eu me senti um pouco intimidada no começo e fui deslizando enquanto segurava no corrimão ao redor da pista.

Mas, aos poucos, deu pra perceber que a maioria das pessoas que estavam lá não eram ‘grandes patinadores profissionais’. Em poucas voltas, já peguei confiança e consegui patinar livremente – e, por incrível que pareça, sem cair nenhuma vez

Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
O período da noite é o mais movimentado e caro

O meu grande problema foi aprender a frear, algo que eu ainda não descobri como fazer direito. Então para parar, precisava sempre ir até uma parede. O chato disso é que, quando você pega segurança, vai ganhando velocidade muito rapidamente, e não saber como parar pode ser um grande problema.

No final das contas, os 50 minutos passaram rápido demais, e eu queria continuar. Fiquei surpresa com a experiência e não achava que eu fosse gostar e me divertir tanto. Com certeza, quero patinar no gelo de novo nesse inverno, e quem sabe conhecer as outras tantas pistas de patinação no gelo que já estão sendo montadas em Londres.

Mais fotos

Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
Um dos mais belos prédios de Londres faz parte do cenário
Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
No carrossel, é mais fácil não cair um tombo
Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
À noite, as fotos ganham mais vida com as luzes de Natal
Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
Na dúvida, dê as mãos para seu amigo ou se encoste na borda
Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
O Café Bar oferece uma boa visão da pista
Foto: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres
E aí, vai encarar? Boa sorte!

Dicas para iniciantes

Mantenha os joelhos dobrados e o peso do corpo para frente;

Se você está tendo dificuldade em manter o peso para frente, coloque as mãos nos joelhos;

Primeiro tente andar normalmente com os patins, depois comece aos poucos a arrastá-los;

Mantenha sua cabeça olhando para frente;

Se tiver dificuldade, ande próximo às bordas e segure no corrimão.

Texto e fotos: Kamilla Fernandes, Mapa de Londres

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Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Olá, Viajante que está chegando a Londres agora. Uma boa notícia: nesta quarta-feira, dia 31 de outubro, abre a pista de patinação no gelo do Museu de História Natural, uma das mais belas da capital britânica. O cenário é deslumbrante, com a construção do museu ao fundo e um deck para observação das quedas e tropeços dos patinadores menos habilidosos.

O Mapa de Londres terá fotos exclusivas para você. Aguarde.

Preços, conforme período:

Adulto: 11,50 a 13,50 libras

Criança (abaixo de 16 anos): 8 a 9 libras

Horários: Domingo a quarta, das 10h às 22h; Quinta a sábado, das 10h às 23h (fechado no dia 25/12).

Compre o ingresso online

Mais informações sobre a pista

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Foto: Mapa de Londres
Foto: Mapa de Londres

Tem pouco tempo em Londres e precisa ver apenas os principais destaques do Museu Britânico? Então confira abaixo um tour básico de 1 hora, com os destaques sugeridos pela equipe do British Museum.

Mas já avisamos: você terá que voltar, afinal o local se propõe “apenas” a contar a história da humanidade em milhões de objetos. O museu é gigante, abriga a maior coleção sobre o Egito fora daquele país e reflete o poder de outrora do Império Britânico, que coletou esses itens pelo mundo inteiro.

Para chegar

Endereço: British Museum  – Great Russell Street London WC1B 3DG

Veja no mapa

Estações de metrô: Tottenham Court Road (Northern e Central Line) e Holborn (Piccadilly e Central Line)

Ingresso: Gratuito

Horários: Diariamente, das 10h às 17h. Nas sextas, até as 20h30

Roteiro passo a passo

Entre pela Great Russell Street.

O Mapa

Logo na chegada, você deve pegar um mapinha (gratuito) para se localizar.

Veja o mapa online.

Depois de admirar a Great Court, a sua frente, prepare-se para conhecer o mundo em 9 objetos.

Foto: Mapa de Londres
Foto: Mapa de Londres

Ground Floor

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Agora entre à esquerda no Room 4.

Ground Floor, Room 4

Foto: Mapa de Londres
Foto: Mapa de Londres

Rosetta Stone

Egito, Período Ptolomaico, 194 A.C.

Importância: a pedra de Rosetta é considerada a chave para decifrar os hieróglifos egípcios, por conter um decreto em três formas diferentes, hieróglifos, demótico (variação do egípcio) e grego antigo.

Encontrada: a pedra foi descoberta por soldados de Napoleão perto da cidade de el-Rashid (Rosetta). Com a derrota de Napoleão para as forças britânicas, sob os termos do Tratado de Alexandria, a Rosetta Stone passou para a guarda do Império Britânico.

No Museu: A Rosetta Stone reside no Museu Britânico desde 1802. Foi retirada apenas uma vez, durante os bombardeios nazistas da Segunda Guerra, para ficar protegida no subsolo de uma estação em Holborn.

Ainda no primeiro andar, em uma sala ao lado da Pedra de Rosetta, você encontra…

Ground Floor, Room 10a

Relevos Assírios de Caça aos Leões

Assíria, 645-635 A.C.

Foto: Museu Britânico
Foto: Museu Britânico

Na antiga Assíria, a caça aos leões era considerada esporte de Reis, símbolo do dever Real de proteger seu povo. Os relevos esculpidos que você vê retratam as atividades do último Rei Assírio, Ashurbanipal (668-631 BC).

Passe para a sala 23, dobre à esquerda e siga reto até a sala 18, onde está…

Foto: Museu Britânico
Foto: Museu Britânico

Room 18, Ground Floor

Esculturas do Partenon

Atenas, Grécia, 500 A.C.

O Partenon foi construído no século 5 a.C. como um templo em homenagem à deusa Atena. O uso de mármore branco e a arquitetura monumental do templo demonstravam o poder grego no apogeu de seu império. Aqui você vê esculturas que decoravam a parte de fora do prédio. Elas estão no Museu Britânico desde 1816, após o embaixador britânico no Império Otomano, Lord Elgin, trazê-las para Londres.

Suba as escadas e rume para a sala 40, onde um pequeno tesouro aguarda sua visita…

Upper Floor

2

Foto: Museu Britânico
Foto: Museu Britânico

Room 40, Upper Floor

Peças de Xadrez Lewis

Representando Reis e Rainhas sentados, Cavaleiros Montados e Bispos, estas belas peças de xadrez foram feitas de marfim de morsa e dentes de baleia. A data de sua criação, provavelmente na Noruega, é estimada em 1150-1200 D.C. Foram encontradas na Ilha de Lewis, na Escócia, em 1831. Das 93 peças que existem hoje, 11 estão em Edimburgo, no Museu Nacional da Escócia, e 82, no Museu Britânico.

Saindo para o lado leste, passe para a sala 49, 50, 51 e, finalmente, 52…

Room 52, Upper Floor

Tesouro de Oxus

Região de Takht-i Kuwad, Império Aquemênida da Pérsia, 500-400 A.C.

Foto: Museu Britânico
Foto: Museu Britânico

Feito com ouro, este modelo de biga é uma das mais importantes peças da coleção do Tesouro de Oxus, do Império Persa. A coleção consiste de aproximadamente 170 objetos e se trata da maior mostra de itens de metal daquele período.

Siga reto para a sala 53 e depois à esquerda para 54, 55 e pare na 56 para…

Room 56, Upper Floor

Royal Game of Ur

Da região de Ur, no Sul do Iraque, 2600-2400 A.C.

Foto: Museu Britânico
Foto: Museu Britânico

Este é um dos jogos mais populares do mundo antigo. O tabuleiro tem 20 quadrados feitos de concha, com desenhos diferentes. Dois jogadores competiam para levar suas peças de um lado ao outro, conforme certas combinações de dados e resultados dos desenhos. A peça em destaque foi encontrada por Leonard Woolley no Cemitério Real de Ur, na década de 1920.

Na próxima sala, de número 63, você encontra…

Foto: Museu Britânico
Foto: Museu Britânico

Room 63, Upper Floor

A Múmia de Katebet

Tebas (Egito), 1300-1280 A.C.

Esta múmia é de uma mulher que cantava para Amun, o Rei dos Deuses, durante os rituais nos templos. A pintura a apresenta com uma grande peruca e brincos brancos. Suas mãos cruzadas têm anéis de verdade. A peça foi adquirida da coleção de Henry Salta, em 1835.

Siga em frente para o level 5, na sala 93, onde está…

Room 93, Upper Floor

Armadura de Samurai

Japão, período de Momoyama, itens do século 16 ao 19

Foto: Museu Britânico
Foto: Museu Britânico

Esta armadura é muito interessante, pois mostra quão belos eram os acessórios e armas de batalha japonesas. Contém peças de diferentes períodos da história do Japão. O capacete, por exemplo, feito no século 17, manteve a tradição antiga de apresentar uma máscara para amedrontar o inimigo.

Aproveite a escada que você vê aí e desça para o Lower floor, onde está…

Lower Floor

3

Foto: Museu Britânico
Foto: Museu Britânico

Room 25, Lower Floor

O Rei de Ifé

Ifé, Nigéria, 1300-1400

Esta escultura de bronze foi encontrada na Nigéria, em 1938. Acredita-se que tenha os traços de uma pessoa de poder, talvez de um Rei. Trata-se de exemplo dos grandes trabalhos artísticos da África.

*Este roteiro é elaborado a partir de 9 destaques apresentados pela equipe do British Museum.

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